11/05/09 - 16h41 - Atualizado em 11/05/09 - 17h28
Troca de mensagens pelo celular causa acidente de metrô nos EUA
Condutor admitiu que escrevia para a namorada antes da colisão.
Dezenas de pessoas ficaram feridas no choque entre as duas composições.
Dezenas de pessoas ficaram feridas após a colisão de duas composições do metrô de Boston, na sexta-feira (8), em consequência da distração de um dos condutores, que trocava mensagens de texto com a namorada pelo celular momentos antes do acidente.
Aiden Quinn, de 24 anos, admitiu à polícia que não percebeu a aproximação de sua composição com a que estava parada logo a sua frente, não conseguindo frear a tempo, de acordo com informações do site "The Register".
Para os policiais, como trafegava a uma velocidade média de 40 Km/h, Quinn poderia ter notado a presença do vagão a sua frente - que estava parado na estação havia mais de um minuto - 13 segundos antes da colisão, tempo suficiente para frear e evitar o acidente.
Além disso, o condutor já havia ultrapassado um sinal vermelho antes de atingir o ponto de colisão.
Os operadores de metrô de Boston são proibidos de enviar e receber mensagens de texto, e falar ao celular durante o expediente, mas o acidente da última sexta-feira tornou a regra ainda mais drástica: se os condutores forem pegos ao celular durante o trabalho serão demitidos, informou reportagem do "Boston Channel".
Quinn está suspenso de suas atividades, enquanto durarem as investigações, podendo ser demitido caso seja comprovado que ele trocava mensagens com a namorada momentos antes do acidente. Em um ano, esse é o décimo caso registrado pelo departamento de trânsito local de condutor do transporte público que comete esse tipo de infração.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Britânico transforma brinquedo no menor carro do mundo
12/05/09 - 17h46 - Atualizado em 12/05/09 - 17h46
Britânico transforma brinquedo no menor carro do mundo
Perry Watkins levou sete meses para criar o veículo minúsculo.
Ele tem cerca de um metro de altura e 66 centímetros de largura.

O britânico Perry Watkins, de 47 anos, transformou um brinquedo infantil no menor carro do mundo. O veículo tem cerca de um metro de altura e 66 centímetros de largura, segundo reportagem do jornal inglês 'Daily Mail'. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

Apesar de ser minúsculo, o inventor conseguiu a autorização para dirigir o carro nas estradas. De acordo com o periódico, ele levou sete meses para criar o menor carro do mundo. O veículo conta com um motor de 150 cilindradas. (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Britânico transforma brinquedo no menor carro do mundo
Perry Watkins levou sete meses para criar o veículo minúsculo.
Ele tem cerca de um metro de altura e 66 centímetros de largura.

O britânico Perry Watkins, de 47 anos, transformou um brinquedo infantil no menor carro do mundo. O veículo tem cerca de um metro de altura e 66 centímetros de largura, segundo reportagem do jornal inglês 'Daily Mail'. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

Apesar de ser minúsculo, o inventor conseguiu a autorização para dirigir o carro nas estradas. De acordo com o periódico, ele levou sete meses para criar o menor carro do mundo. O veículo conta com um motor de 150 cilindradas. (Foto: Reprodução/Daily Mail)
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
CASO DO ONIBUS 174
CASO DO ONIBUS 174
O sequestro do ônibus 174 é um episódio marcante da crônica policial do Rio de Janeiro, no Brasil. No dia 12 de Junho de 2000, às quatorze horas e vinte minutos, o ônibus da linha 174 (Central - Gávea) da empresa Amigos Unidos ficou detido no bairro do Jardim Botânico por quase 5 horas, sob a mira de um revólver, por Sandro Barbosa do Nascimento, vítima da antiga Chacina da Candelária.[1]
Ao entrar no ônibus, Sandro só pretendia cometer um assalto. Algo, entretanto, deu errado e ele acabou ficando preso dentro do ônibus com seus onze reféns. Luciana Carvalho foi uma das primeiras que teve a arma colocada na cabeça. Sandro a levou para a frente do ônibus e queria que ela dirigisse o veículo. Foi ali que o seqüestrador fez o primeiro disparo, um tiro contra o vidro do ônibus, feito para intimidar os fotógrafos e cinegrafistas no local.
Willians de Moura, que na época era estudante de administração, foi o primeiro refém a ser liberado, ficando outras dez pessoas que eram todas do sexo feminino. Após a liberação de Willians, Sandro apontou a arma na cabeça de Janaína Neves e a fez escrever nas janelas, com batom, frases como: "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo".
Após um tempo, Sandro libera também uma mulher chamada Damiana Nascimento Souza. Damiana já tinha sofrido dois AVCs e, naquele momento, passou mal novamente tendo um terceiro derrame. Segundo uma reportagem da Revista Época, o derrame "deixou-a sem a fala e sem os movimentos do lado esquerdo do corpo. (...) Desde então, caminha com dificuldade, comunica-se por escrito e apenas dois motivos a fazem deixar a casa humilde, no topo do Morro da Rocinha: ir ao médico e depositar flores no cenário da tragédia".
Um dos momentos de maior tensão foi quando o assaltante andou de um lado para o outro com um lençol na cabeça de Janaína. Segundo ela, Sandro afirmou que iria contar de um até cem, e quando chegasse no fim da contagem, ele a mataria. Sandro contava pulando os números e, ao chegar no número cem, fez a refém se abaixar e fingiu dar-lhe um tiro na cabeça. Após isso, fez ameaças: "delegado, já morreu uma, vai morrer outra".
DOWNLOAD DO DOCUMENTARIO COMPLETO
VIOLENCIA - SEQUESTRO DE UM ONIBUS DO RJ.
http://www.badongo.com/pt/file/758643

PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT
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O sequestro do ônibus 174 é um episódio marcante da crônica policial do Rio de Janeiro, no Brasil. No dia 12 de Junho de 2000, às quatorze horas e vinte minutos, o ônibus da linha 174 (Central - Gávea) da empresa Amigos Unidos ficou detido no bairro do Jardim Botânico por quase 5 horas, sob a mira de um revólver, por Sandro Barbosa do Nascimento, vítima da antiga Chacina da Candelária.[1]
Ao entrar no ônibus, Sandro só pretendia cometer um assalto. Algo, entretanto, deu errado e ele acabou ficando preso dentro do ônibus com seus onze reféns. Luciana Carvalho foi uma das primeiras que teve a arma colocada na cabeça. Sandro a levou para a frente do ônibus e queria que ela dirigisse o veículo. Foi ali que o seqüestrador fez o primeiro disparo, um tiro contra o vidro do ônibus, feito para intimidar os fotógrafos e cinegrafistas no local.
Willians de Moura, que na época era estudante de administração, foi o primeiro refém a ser liberado, ficando outras dez pessoas que eram todas do sexo feminino. Após a liberação de Willians, Sandro apontou a arma na cabeça de Janaína Neves e a fez escrever nas janelas, com batom, frases como: "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo".
Após um tempo, Sandro libera também uma mulher chamada Damiana Nascimento Souza. Damiana já tinha sofrido dois AVCs e, naquele momento, passou mal novamente tendo um terceiro derrame. Segundo uma reportagem da Revista Época, o derrame "deixou-a sem a fala e sem os movimentos do lado esquerdo do corpo. (...) Desde então, caminha com dificuldade, comunica-se por escrito e apenas dois motivos a fazem deixar a casa humilde, no topo do Morro da Rocinha: ir ao médico e depositar flores no cenário da tragédia".
Um dos momentos de maior tensão foi quando o assaltante andou de um lado para o outro com um lençol na cabeça de Janaína. Segundo ela, Sandro afirmou que iria contar de um até cem, e quando chegasse no fim da contagem, ele a mataria. Sandro contava pulando os números e, ao chegar no número cem, fez a refém se abaixar e fingiu dar-lhe um tiro na cabeça. Após isso, fez ameaças: "delegado, já morreu uma, vai morrer outra".
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http://www.badongo.com/pt/file/758643

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