Mostrando postagens com marcador Tumor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tumor. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O perigo do melanoma que se 'disfarça' de lesão benigna

O perigo do melanoma que se 'disfarça' de lesão benigna


O cirurgião oncológico Luiz Fernando Nunes alerta que o tumor pode ser confundido com micoses, hematomas e granulomas.

terça-feira, 24 de junho de 2025

Novo exame genético promete prever resistência de tumores à quimioterapia

Novo exame genético promete prever resistência de tumores à quimioterapia

Cientistas do Reino Unido e da Espanha desenvolveram um teste capaz de identificar se o câncer de um paciente será resistente a tratamentos comuns. A ferramenta analisa o DNA do tumor para personalizar a quimioterapia, evitando efeitos colaterais desnecessários e aumentando a eficácia.

domingo, 25 de setembro de 2016

Para não morrer da cura - Câncer


Para não morrer da cura - Câncer


Na guerra contra o tumor, quase sempre existe um momento de abaixar as armas. É quando o médico se vê obrigado a diminuir as doses ou mesmo interromper a quimioterapia, tratamento com drogas altamente tóxicas para células em ritmo de reprodução acelerado, como é o caso das cancerosas. "A questão é que essa característica não é uma exclusividade delas", explica o oncologista gaúcho Gilberto Schwartzman, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. "Certos glóbulos brancos defensores se renovam a cada 8 horas. Como são rápidos, também são arrasados pela terapia anticâncer."

segunda-feira, 14 de março de 2011

Homem vive 10 anos com tumor do tamanho de bola de futebol nos EUA

15/02/2011 17h08 - Atualizado em 15/02/2011 17h26

Homem vive 10 anos com tumor do tamanho de bola de futebol nos EUA
Josh Abken retirou o câncer em 2010, após cirurgia de várias horas.
Tumor ficou conhecido como 'alien' por ter desenvolvido 'tentáculos'.


Imagem mostra tumor que foi retirado do corpo de
Josh Abken (Foto: CBS Sacramento / Reprodução)Um homem de 36 anos sobreviveu durante 10 anos com um tumor no tórax do tamanho de uma bola de futebol nos Estados Unidos. Um ano após retirar o câncer, que pressionava o coração e deslocava pulmões e estômago, o vice-diretor de escola Josh Abken ainda passa por exames de tomografia para saber se a ameaça pode retornar.

O norte-americano, morador da cidade de Sacramento, na Califórnia, procurou os médicos em 2010, reclamando de fortes dores nas costas. Ao passar por exames de raios-x, foi informado sobre um câncer agressivo, grande como uma bola e que havia desenvolvido "tentáculos".

Para retirar o tumor, que estava parcialmente calcificado e endurecido, o médico Constanzo Di Perna, do Mercy Hospital, precisou de várias horas de cirurgia para salvar Josh.

O câncer ficou conhecido como "tumor alien" pela imprensa norte-americana e recebeu até um nome próprio: "Gill". Os parentes de Josh chegaram a fazer camisetas com os dizeres "Kill Gill" ('Mate Gill', em alusão ao filme 'Kill Bill', de Quentin Tarantino), para apoiar o norte-americano no combate à doença. As informações são da "CBS Sacramento".

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Grupo descobre motivo da resistência do câncer de pâncreas

22/05/09 - 09h18 - Atualizado em 22/05/09 - 09h18

Grupo descobre motivo da resistência do câncer de pâncreas a remédios
Pequena irrigação de sangue dificulta chegada de medicamento ao tumor.
Trabalho está na revista científica americana 'Science'.

Os tumores do pâncreas possuem poucos vasos sanguíneos e, por isso, não têm muitas vias para a distribuição de remédios contra o câncer, segundo estudo publicado pela revista "Science".

Isso poderia explicar porque o câncer de pâncreas é um dos mais letais, segundo a equipe de cientistas liderada por Kenneth Olive, do Instituto do Câncer de Cambridge, no Reino Unido. O tratamento padrão da doença é feito através do remédio gemcitabine, que garante mais algumas semanas de vida ao paciente.

Mais sangue, menos tumor
Na pesquisa, um grupo de ratos geneticamente modificados desenvolveu tumores pancreáticos. A equipe de Olive observou que os tumores dos animais não contavam com muitos vasos sanguíneos, uma característica que também aparecia em amostras de tumor pancreático humano.

Os pesquisadores iniciaram um tratamento nos ratos com gemcitabine e outro composto, IPI-926. A combinação de remédios resultou no aumento da quantidade de vasos sanguíneos dentro do tumor, além de uma distribuição maior do gemcitabine, o que retardou o avanço do câncer, segundo o relatório.

O estudo pode gerar novas formas de tratamento do câncer de pâncreas, um mal que afeta 42.500 pessoas por ano e mata 35.000 anualmente nos Estados Unidos.