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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

5 Produtos do Cotidiano que são uma Ameaça ao Meio Ambiente

5 Produtos do Cotidiano que são uma Ameaça ao Meio Ambiente

Palau proibiu o uso de protetores solares, produtos que impactam negativamente 
a vida marinha e também os recifes de coral — Foto: j981511225/Creative Commons

Enquanto o governo de Palau proíbe protetores solares para proteger os recifes de coral, há diversos outros produtos de uso muito difundido que causam danos ambientais.

quarta-feira, 7 de março de 2018

O que fazer em caso de explosão nuclear ?


O que fazer em caso de explosão nuclear ?


Não é provável que o Brasil seja atacado por uma bomba atômica nos próximos dias, mas esse é o tipo de informação que é melhor se ter já que vivemos em uma era de constante terror por uma guerra nuclear.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Asteroide com poder de 35 bombas atômicas passou raspando pela Terra em janeiro


Asteroide com poder de 35 bombas atômicas passou raspando pela Terra em janeiro


Cientistas só detectaram a ameaça com 24 horas de antecedência!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Saiba quais são as superbactérias que podem acabar com a nossa espécie


Saiba quais são as superbactérias que podem acabar com a nossa espécie


Pesquisas recentes revelaram a existências de um novo perigo para a humanidade tão importante quanto as guerras, a fome e as mudanças climáticas. São as “superbactérias”, causadoras de doenças que a medicina atual não está em condições de tratar. E a defesa contra essa ameaça é, paradoxalmente, igual à sua origem. 

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Astrônomo explica como defender a Terra da ameaça de um asteroide


Astrônomo explica como defender a Terra da ameaça de um asteroide


Estamos preparados para nos defender de um asteroide gigante que poderá dar fim à vida na Terra? A resposta é não, de acordo com o astrônomo Phil Plait. Ele avisa que uma ameaça dessas não é esperada pelos próximos séculos, mas, mesmo assim, ele aponta uma sugestão que poderá evitar que a humanidade tenha o mesmo final trágico dos dinossauros, varridos do mapa depois que uma rocha de 10 quilômetros de diâmetro atingiu a Terra há 65 milhões de anos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Criança diz ao colega que tem o Um Anel e é suspenso da escola


Criança diz ao colega que tem o Um Anel e é suspenso da escola


Parece mentira, mas isso realmente aconteceu na cidade de Odessa, localizada no Texas, Estados Unidos. Um aluno da quarta série do ensino fundamental foi suspenso da escola porque teria dito a um amigo que tinha o Um Anel, da série O Senhor dos Anéis, e o faria desaparecer. O diretor alegou que isso seria uma ameaça terrorista.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Mas isto é que é ET? - Exobiologia


MAS ISTO É QUE É ET? - Exobiologia


É duro mas temos de admitir: os extraterrestres não são lá grande coisa. Pelo menos os que podem ter invadido a Terra há 13 000 anos sem que ninguém notasse. Contra todas as expectativas da fantasia, eles não chegaram num disco-voador, mas a bordo de um meteorito apelidado de ALH84001, achado na Antártida há doze anos. Não falam, muito menos se comunicam por telepatia. Sequer se movem. Não passam de múmias de bactérias de 3,6 bilhões de anos, mais singelas que os seres unicelulares que povoaram a Terra na mesma época. 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Maiores árvores do mundo estão ameaçadas de extinção


Maiores árvores do mundo estão ameaçadas de extinção
 












Sequoia é uma das espécies ameaçadas (Foto: Frédéric Didillon / Biosphoto / AFP)

Risco vale para diferentes espécies em todo o mundo.
Extinção teria grande impacto nos ecossistemas.

As maiores e mais velhas árvores do mundo, que são os organismos vivos mais antigos do planeta, estão desaparecendo de maneira alarmante, advertiram, nesta sexta-feira (7),  cientistas americanos e australianos.
Os resultados de um estudo publicado pela revista "Science" concluíram que, em todas as partes do mundo, as maiores e mais velhas árvores estão ameaçadas de desaparecer caso não existam políticas de preservação.

"É um problema mundial que ocorre em quase todos os tipos de florestas", indicou David Lindenmayer, da Universidade Nacional da Austrália, que chefiou o programa de pesquisa.

"Da mesma forma que os grandes animais, como os elefantes, os tigres ou os cetáceos [ordem que inclui baleias e golfinhos], cuja população está em forte declínio, uma série de indícios mostra que estas árvores correm o mesmo risco", ressaltou o estudo.

Lindenmayer iniciou a pesquisa com colegas da Universidade James Cook da Austrália e da Universidade de Washington nos Estados Unidos depois de ter estudado amostras da década de 1860 retiradas de florestas suecas.

Os pesquisadores constataram um inquietante desaparecimento das grandes árvores com entre 100 e 300 anos de idade em partes da Europa, Américas do Norte e do Sul, África, Ásia e Austrália.

As sorveiras da Austrália, os pinhos dos Estados Unidos, as sequoias da Califórnia e os baobás da Tanzânia são as principais espécies em perigo.

Os incêndios florestais não são os únicos responsáveis, uma vez que a taxa de mortalidade é dez vezes superior ao normal, inclusive nos anos sem incêndios.

Este fenômeno resulta, segundo afirmam cientistas, de uma combinação de fatores como o aquecimento climático, o desmatamento e a necessidade de terras agrícolas.

"Estamos falando do desaparecimento dos maiores organismos vivos do planeta e de organismos que têm um papel determinante na regulação da riqueza de nosso mundo. A tendência é, de fato, muito preocupante", declarou Bill Laurance, da Universidade James Cook.

As grandes árvores servem como habitat para várias espécies de animais, em especial para as aves. São também enormes poços de carbono, importantes reservas de substratos que permitem o desenvolvimento de um grande número de organismos e têm um papel fundamental no ciclo hidrológico.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Intimidação virtual entre jovens preocupa autoridades dos EUA

11/05/09 - 14h47 - Atualizado em 11/05/09 - 14h47

Intimidação virtual entre jovens preocupa autoridades dos EUA
'Ciberbullying' pode ser mais grave que ataques na vida real.
37 Estados norte-americanos têm legislação sobre o assunto.

Quer seja por meio de e-mails, serviços de mensagens instantâneas, celulares, mensagens de texto ou em sites, a intimidação virtual está se tornando um problema sério.

Mais de metade dos adolescentes dos Estados Unidos podem estar sofrendo com o problema da intimidação virtual, que talvez seja tão grave ou até pior do que sofrer agressões físicas na escola. A persistência dos ataques e a devastação emocional que causam podem resultar até mesmo em suicídio.

Nos últimos 10 anos, 37 dos Estados norte-americanos adotaram leis que impõem às escolas a criação de normas contra esse problema.

"A questão está se tornando algo que as pessoas veem como significativo, à medida que mais e mais estudantes falam a respeito e que, infelizmente, se tornam mais comuns casos de suicídio ou de estudantes que causam ferimentos a eles mesmos por conta disso", disse Dan Tarplin, diretor educativo em Nova York da Anti-Defamation League (ADL), que combate o anti-semitismo e todas as formas de intolerância.

Mais grave que o ataque 'real'
Ao contrário das brigas e da intimidação física que podem ocorrer em uma escola, Tarplin diz que o anonimato da mídia eletrônica pode tornar os agressores mais ousados, e sua onipresença permite que um comentário desagradável, uma declaração áspera, uma foto ou vídeo pouco lisonjeiros sejam exibidos a grande número de pessoas instantaneamente.

"Com as formas eletrônicas de intimidação não existe refúgio", disse Scott Hirschfeld, diretor de currículo e treinamento na divisão de educação da ADL, que criou seu programa a fim de conscientizar as pessoas sobre formas de combater a intimidação virtual.

"A agressão acontece 24 horas por dia. Está sempre online. Mesmo que a vítima desligue o computador, sabe que a página de web está lá, ou que há pessoas espalhando boatos sobre ela. O fato de que a pressão é ininterrupta se prova devastador em termos psicológicos", acrescentou.

Sem brincadeira
Adolescentes que participaram de uma conferência da ADL disseram que acreditavam que a intimidação fosse só "brincadeira", até que ouviram o depoimento de John Halligan sobre Ryan, seu filho de 13 anos que se suicidou em 2003, depois de anos de intimidação, online e fora da rede.

"Ele era intimidado constantemente pela possibilidade de que fosse gay", disse em entrevista Halligan, ex-executivo da IBM que agora conta a história de Ryan em escolas de todo o país.

sábado, 26 de setembro de 2009

Rede elétrica dos EUA sofreu ataque espião

08/04/09 - 13h08 - Atualizado em 08/04/09 - 13h08

Rede elétrica dos EUA sofreu ataque espião, diz jornal
'WSJ' diz que softwares deixados na rede poderiam prejudicá-la.
Objetivo seria investigar sistema elétrico e seus controles.

Espiões entraram na rede elétrica dos Estados Unidos e deixaram nela alguns softwares que poderiam ser usados para prejudicar o sistema, informou o “Wall Street Journal” nesta quarta-feira (8).

Os espiões vieram da China, Rússia e outros países, segundo a reportagem. Acredita-se que sua missão fosse investigar o sistema elétrico dos EUA e seus controles, informou o jornal, citando antigos e atuais dirigentes dos serviços de segurança norte-americanos.

Os intrusos não tentaram danificar a rede elétrica ou outros elementos cruciais de infraestrutura, mas os funcionários disseram que poderiam fazê-lo durante uma crise ou guerra, afirmou o jornal em seu site. "Os chineses tentaram mapear a nossa infraestrutura, como a rede elétrica. Os russos também", disse um funcionário dos serviços de inteligência ao jornal.

A espionagem parece ter sido extensa em todo o território dos EUA e não tinha por alvo uma empresa ou região específica, segundo um ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna. "Existem intrusões e elas estão crescendo", disse o antigo funcionário ao jornal, em referência aos sistemas elétricos. "Aconteceram muitas no ano passado."

As autoridades que investigaram as invasões encontraram ferramentas de software deixadas na rede que poderiam ser usadas para destruir componentes de infraestrutura, disse o agente de inteligência, acrescentando que "se formos à guerra contra eles, tentarão acionar esses programas".

Outros funcionários disseram que os sistemas de água, esgotos e outros serviços de infraestrutura também estavam em risco.

Proteção
Proteger a rede elétrica e o restante da infraestrutura é uma parte importante da revisão do governo do presidente Barack Obama quanto à segurança eletrônica, que deve ser concluída na semana que vem. O governo do não comentou de imediato a reportagem.

A sofisticação das intrusões nos EUA, que vão além dos sistemas elétricos e outras áreas importantes de infraestrutura, sugere que China e Rússia são os principais responsáveis, de acordo com funcionários da inteligência e especialistas em segurança eletrônica. Embora grupos terroristas possam desenvolver a capacidade de penetrar a infraestrutura norte-americana, não parecem ainda ter montado ataques, disseram esses funcionários.





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