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terça-feira, 15 de novembro de 2022

Rio - 'Terrorismo Fantasma' tenta derrubar ponte Presidente Costa e Silva

Rio - 'Terrorismo Fantasma' tenta derrubar ponte Presidente Costa e Silva

Rio-RJ 14/11/2022 - Colisão de navio com a ponte Presidente Costa e Silva.

Navio bate na Ponte Rio-Niterói: o que se sabe e o que falta esclarecer.

Embarcação foi levada pelo vento e se chocou contra a ponte. Segundo a Marinha, embarcação é alvo de processo judicial; inquérito investiga o acidente.

sábado, 9 de outubro de 2021

sábado, 11 de setembro de 2021

O que está acontecendo no Afeganistão? Entenda a volta do Talibã ao poder

O que está acontecendo no Afeganistão? Entenda a volta do Talibã ao poder

A situação começou a se deteriorar após a retirada das tropas dos Estados Unidos do território afegão.

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Como a arquitetura do Pentágono salvou vidas no fatídico 11 de setembro

Como a arquitetura do Pentágono salvou vidas no fatídico 11 de setembro


Às 9h47 da manhã de 11 de setembro de 2001, um funcionário aposentado do Pentágono e especialista em comunicação da Força Aérea estava no trânsito a oeste do Pentágono quando um avião passou tão perto que encostou na antena de rádio do carro atrás dele.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O PALÁCIO DE QUASE 3 MIL ANOS DESCOBERTO SOB AS RUÍNAS DE MESQUITA

O PALÁCIO DE QUASE 3 MIL ANOS DESCOBERTO SOB AS RUÍNAS DE MESQUITA

O santuário de Nabi Yunus, na cidade iraquiana de Mossul, foi reduzido 
a escombros pelo Estado Islâmico — Foto: BBC
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Arqueólogos descobriram ainda um labirinto de túneis sob os escombros com misteriosas imagens em baixo-relevo esculpidas nas paredes.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

11 Filmes sobre o 11 de Setembro


11 Filmes sobre o 11 de Setembro


Os ataques às Torres Gêmeas e as feridas do terrorismo retratados em filmes e documentários.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O ISIS estaria se inspirando em Star Wars


O ISIS estaria se inspirando em Star Wars


Com vídeos cada vez mais impressionantes, o ISIS parece adotado uma "fórmula de Hollywood" em sua propaganda extremista.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Os piores atentados terroristas da história


Os piores atentados terroristas da história


Os últimos ataques terroristas que assolaram a cidade de Paris e comoveram o mundo inteiro nos convidam a uma revisão pela história do terror não-estatal: abaixo segue uma lista de alguns dos atentados com maior número de vítimas de todos os tempos. 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Criança diz ao colega que tem o Um Anel e é suspenso da escola


Criança diz ao colega que tem o Um Anel e é suspenso da escola


Parece mentira, mas isso realmente aconteceu na cidade de Odessa, localizada no Texas, Estados Unidos. Um aluno da quarta série do ensino fundamental foi suspenso da escola porque teria dito a um amigo que tinha o Um Anel, da série O Senhor dos Anéis, e o faria desaparecer. O diretor alegou que isso seria uma ameaça terrorista.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A Serviço do Mal - Tecnologia


A SERVIÇO DO MAL - Tecnologia



A mesma ciência que inventou os inseticidas produz uma praga terrível: as armas químicas.

Qualquer guerra é um espetáculo sangrento e abominável. Mas até para matar há limites: as armas não devem causar ferimentos supérfluos, cruéis, desumanos ou degradantes. Isso em teoria. Pois o homem inventa, produz, armazena e está pronto para usar um arsenal tão perverso que até a tênue ética da mortandade fica manchada. São as armas químicas, chamadas "bomba atômica dos pobres", pois podem ser preparadas em qualquer país que disponha de uma indústria de fertilizantes químicos ou pesticidas medianamente desenvolvida.
Meses atrás, por exemplo, descobriu-se na Líbia uma fábrica de armas químicas disfarçada de indústria farmacêutica. E uma mostra real desse pesadelo ficou registrada em março do ano passado no ataque iraquiano com gás mostarda à aldeia de Halabja, um lugarejo em seu território que havia sido invadido pelo Irã, habitado pelos curdos. Cinco mil civis foram mortos. Sete mil ficaram feridos. As imagens das vítimas paralisadas em agonia horrorizaram o mundo. Por sua vez, a União Soviética foi acusada de usar gases incapacitantes contra os rebeldes no Afeganistão.
A idéia de aniquilar o inimigo por envenenamento é bem antiga. Já na Índia de 2000 a.C. era comum empregar nas guerras cortinas de fumaça, dispositivos incendiários e vapores tóxicos. O historiador grego Tucídides conta que na Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.) os espartanos colocavam madeira impregnada com enxofre e piche ao redor dos muros das cidades inimigas, criando vapores sufocantes. No fim do século XIX, na Guerra dos Bôeres, na África do Sul, as tropas inglesas inventaram um artifício para lançar ácido pícrico, um explosivo. O engenho não funcionou, mas começaram aí as tentativas de ganhar combates com armas tóxicas. No entanto, com o desenvolvimento da ciência, começou também a fabricação de substâncias poderosamente venenosas para fins militares.
A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) marcou a entrada da química nos campos de batalha. Em 1915, o cientista alemão Fritz Haber teve uma idéia para obrigar as tropas inimigas a sair da proteção das trincheiras e aceitar o combate a céu aberto: espalhou gás cloro num front perto da cidade belga de Ypres. Foi uma devastação - 5 mil desprevenidos soldados franceses foram mortos e outros 10 mil ficaram feridos. O cloro pertence ao grupo dos gases sufocantes, que irritam e ressecam as vias respiratórias. Para aliviar a irritação, o organismo segrega líquido nos pulmões, provocando um edema. A vítima morre literalmente afogada.
Como se não bastasse o cloro, a desenvolvida indústria química alemã -especialmente a tristemente famosa IG Farben - redescobriu o gás mostarda, inventado meio século antes na Inglaterra. Além de atacar o revestimento das vias respiratórias provocando feridas e inchaço, esse gás com cheiro de mostarda (daí o nome) provoca bolhas e queimaduras na pele e cegueira temporária. Inalado em grande quantidade, mata. Os franceses retrucaram como cianeto de hidrogênio e o ácido prússico, chamados gases do sangue. Quando inaladas, as moléculas desses gases se unem à hemoglobina do sangue, impedindo-a de se combinar com o oxigênio para transportá-lo às células do corpo, causando a morte.
Ao todo, as mortes provocadas por gases venenosos na Primeira Guerra Mundial somaram perto de 100 mil; os feridos, em torno de 1,3 milhão. A fama de vilão porém recaiu exclusivamente sobre Fritz Haber, o mentor do ataque alemão a Ypres. Pouco lhe valeu ser contemplado com o Prêmio Nobel de Química em 1918 - sob protesto dos cientistas - por ter conseguido a síntese da amônia, inventando assim os fertilizantes químicos. Quando Hitler chegou ao poder na Alemanha em 1933, Haber, por ser judeu, emigrou para a Inglaterra. Ao encontrá-lo em Londres, logo em seguida, o físico inglês Ernest Rutherford , também Prêmio Nobel, recusou-se a apertar-lhe a mão. O criador da guerra química morreu no ano seguinte, de ataque cardíaco. Em 1925, a Liga das Nações, precursora da ONU, havia proibido no Protocolo de Genebra o uso militar de gases asfixiantes, tóxicos e outros, assim como o de agentes bacteriológicos.
A Liga omitiu-se, porém, quanto a fabricação e estocagem desses venenos. Mal tinha secado a tinta do protocolo, a Espanha reprimiu a gás mostarda uma revolta em Marrocos, então sua possessão. E em 1931 o Japão usou fartamente armas químicas na invasão da Manchúria, onde também realizaria horrendas experiências de  guerra bacteriológica. Em 1936, as tropas italianas jogaram gás mostarda na Etiópia, matando homens, animais e envenenando rios.
Naquele mesmo ano, na IG Farben alemã, um químico chamado Gerhard Schrader estava incumbido da pacífica tarefa de desenvolver inseticidas. Trabalhando com organofosforados - compostos de carbono, hidrogênio e oxigênio misturados ao fósforo -, Schrader sintetizou um produto tão mortífero que era impossível usá-lo como inseticida. Estava criado o tabun, o primeiro dos gases neurotóxicos (que agem sobre os nervos), até hoje a mais terrível espécie de arma química já inventada. Dois anos mais tarde, Schrader inventou o sarin; e já nos estertores da Segunda Guerra Mundial, em 1944, criou o soman, oito vezes mais letal que o primeiro e duas vezes mais que o segundo.
Os gases dos nervos matam em minutos. Atuam inibindo uma enzima chamada acetilcolinesterase, necessária ao controle dos movimentos musculares. Essa enzima bloqueia os impulsos nervosos que ativam os músculos. Quando o gás neurotóxico é absorvido, por inalação e contato com a pele, a produção da enzima cessa imediatamente. Todos os músculos então se contraem sem parar e acabam estrangulando os pulmões e o coração. É mais ou menos assim, por asfixia, que morrem os insetos atacados com inseticidas.
Os gases mortíferos dos nazistas não chegaram aos campos de batalha, mas foram empregados em larga escala no assassínio de populações inteiras: a IG Farben desenvolveu o zyklon-B, o gás usado pelos nazistas para matar milhões de judeus nas câmaras dos campos de extermínio. Terminada a guerra, os aliados se apoderaram das técnicas e dos estoques da IG Farben. Em pouco tempo, carregamentos secretos de gases dos nervos chegaram aos Estados Unidos e à União Soviética. Ainda havia o que aperfeiçoar nessa área.No começo da década de 50, a empresa química inglesa ICI criou a chamada família V, com os gases VE e VX, muitas vezes mais tóxicos que os dos alemães se é que é possível imaginar isso.
A praga continuou a cruzar novas fronteiras. Durante os sete anos da Guerra Civil no Iêmen do Norte, de 1962 a 1969, as tropas egípcias que participavam do conflito usaram armas químicas vindas da União Soviética. O maior escândalo, porém, aconteceu do lado americano. Na Guerra do Vietnã, os Estados Unidos jogaram, além do conhecido incendiário napalm, toneladas de gás lacrimogêneo, que irrita os olhos e as vias respiratórias, deixando as vítimas fora de combate por algum tempo. O gás lacrimogêneo é usado em muitos países para dispersar manifestações de rua.
Pior que isso foi o emprego dos desfolhantes, conhecidos como agentes laranja, azul e branco. Os desfolhantes haviam sido inventados no fim da Segunda Guerra, no principal laboratório de pesquisa do Exército dos Estados Unidos, em Fort Detrick. Tais herbicidas servem para destruir ervas daninhas nas plantações. O agente laranja, o mais usado no Vietnã, mistura de dois herbicidas, tinha o objetivo de destruir plantações e florestas, principalmente matas fechadas à beira dos rios, de onde os guerrilheiros vietcongues fustigavam tropas americanas.
Dessa vez, porém, os cientistas honraram a ética da profissão e pressionaram o Congresso americano a proibir a fabricação de armas químicas. De fato, a produção dessas armas chegou a ser suspensa em 1969. A população despertou para o problema um ano antes, quando durante testes com gases neurotóxicos na base militar de Dugway, no Utah, um vazamento do produto matou 6 mil carneiros das redondezas.O perigo de viver perto dos armazéns de veneno já não podia ser subestimado. A notícia do acidente só chegou ao conhecimento da opinião pública por causa da morte dos carneiros, que não pôde ser ocultada. Mas é virtualmente impossível, nos Estados Unidos ou em qualquer outro país, identificar os cientistas a serviço do mal.
Em nome da segurança nacional, eles permanecem sempre anônimos, da mesma forma que os laboratórios envolvidos nas experiências. Mas, como os gases, informações vazam. Na Universidade da Pensilvânia, em 1965, a desconfiança de um estudante levou à descoberta de dois contratos secretos com o Pentágono para pesquisa em guerra química e biológica. Empresas como a Dow Chemical e a Monsanto foram acusadas de fabricar desfolhantes. Na Alemanha, pelo menos treze empresas fornecem pesticidas aparentemente inocentes a países do Terceiro Mundo. A rigor, raras armas químicas conhecidas foram criadas em laboratórios exclusivamente militares - cientistas acadêmicos ou empregados em indústrias sempre estiveram por trás dessas pesquisas.
Não é preciso construir instalações especiais para fabricar armas químicas. Para a vida ou para a morte, a indústria química funciona do mesmo modo, com dois processos: conversões químicas e operações unitárias. Conversões são reações entre produtos químicos nos reatores, recipientes de aço inoxidável revestidos às vezes de materiais cerâmicos ou plásticos. Operações unitárias são as conversões físicas, como destilação, evaporação ou filtração. A grande diferença entre uma indústria química qualquer e uma produtora de gases venenosos está no cuidado de quem lida com o material. Naturalmente, quanto mais tóxicos os produtos, maior a necessidade de segurança. Já lançar armas químicas é uma operação semelhante a um ataque normal de artilharia - com a diferença de que as bombas não carregam apenas explosivos, mas também gases. Como os venenos químicos são perigosos também para quem os joga, os atacantes devem estar protegidos contra eles. Pensando nisso, os americanos desenvolveram as chamadas armas binárias. Estas têm dois compartimentos, cada um com uma substância por si só pouco tóxica. A mistura ocorre na hora da explosão, formando gás mortal.
Mesmo que os combatentes estejam protegidos com máscaras e roupas emborrachadas, a luta prolongada no front envenenado pode ser cruel. As roupas, extremamente desconfortáveis, tendem a provocar desidratação. Estudos soviéticos mostraram que, depois de usar a roupa protetora por dezoito horas seguidas, um soldado fica totalmente fora de combate. Os soldados britânicos, de seu lado, levam presos ao uniforme pequenos papéis que mudam de cor na presença de gases tóxicos. Ao perceber que foi atacado com gás dos nervos, o soldado se aplica imediatamente uma injeção de atropina, um antídoto que traz consigo. A atropina, substância derivada de uma planta chamada beladona, faz no organismo o papel da acetilcolinesterase inibida pelo gás. Porém, se o alarme for falso, a atropina fará com que a pessoa sinta os mesmos efeitos que o gás lhe provocaria.
O serviço de inteligência americano, CIA, calcula que vinte países têm armas químicas e outros dez estão na fila para começar a produzi-las. Os arsenais conhecidos estão nos Estados Unidos (30 mil toneladas), na União Soviética (400 mil toneladas), na França e no Iraque. Os países que provavelmente têm mas não confessam são Egito, Síria, Líbia, Israel, Irã, Etiópia, Birmânia, Tailândia, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Vietnã, Formosa, China, África do Sul e Cuba. Nas mãos das superpotências nucleares, pouca diferença fazem os estoques químicos.
O equilíbrio pode romper-se, porém, com a propagação de armas semelhantes pelo mundo afora - o mesmo temor, por sinal, inspirou os esforços contra a proliferação nuclear. A indignação causada pelo ataque iraquiano a Halabja serviu ao menos para disparar uma nova investida pelo desarmamento químico. No começo do ano, em Paris, representantes de 149 países condenaram o uso de armas químicas como passo inicial para futuro acordo de completo banimento. Quem viver verá.

Um bombardeio de doenças.

Existe algo ainda mais cruel que os gases venenosos. São as armas biológicas - bactérias para matar o inimigo de doença. As mais cotadas propagam males como dengue, botulismo, antraz e peste. O dengue, uma febre tropical causada por vírus, é comum no Brasil e provoca principalmente dor e rigidez nas juntas do corpo. Pelo menos não é fatal. Já o botulismo é um envenenamento por uma toxina segregada por uma bactéria. Um dos mais poderosos venenos conhecidos, a toxina danifica o sistema nervoso, causando a morte pela paralisia dos músculos respiratórios.
Bacilo nocivo aos animais, o antraz pode ser fatal ao homem se for ingerido ou inalado. Dentro do organismo, o bacilo ataca o coração e outros órgãos vitais. As bombas de peste seriam das formas bubônica e pneumônica. A primeira não é fatal, mas a pneumônica mata por edema pulmonar. Aperfeiçoados pela engenharia genética, mesmo os vírus e bactérias não mortais podem se tornar resistentes a qualquer antibiótico ou outra defesa conhecida, vitimando populações inteiras. Na Segunda Guerra Mundial, o Japão atacou onze cidades chinesas com bombas bacteriológicas. Além disso, japoneses e alemães usaram prisioneiros como cobaias em experiências com agentes infecciosos.
A Convenção das Armas Biológicas e Toxinas, de 1972, proíbe o seu desenvolvimento, produção e estocagem. A despeito disso, calcula-se que uma dezena de países fabricam tais armas. Ao contrário das suas parentes químicas, essas nunca foram usadas em larga escala nos campos de batalha. Para o especialista inglês Julian Perry Robinson, da Universidade de Sussex, uma explicação pode estar no fato de que o uso de um organismo vivo para atacar outro dá margem a todo tipo de situações imprevisíveis "e os militares não gostam de armas que não possam controlar".

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O Ecoterrorista - Jerry Vlasak

O ECOTERRORISTA - Jerry Vlasak



Seria durante uma passagem pela Grã-Bretanha que o médico e ativista americano Jerry Vlasak explicaria à Super suas opiniões sobre a luta pelos direitos dos animais. A entrevista ocorreria na Inglaterra, durante um encontro promovido por ativistas da Europa e dos Estados Unidos. Mas o texano radicado na Califórnia nem teve oportunidade de arrumar as malas. O governo britânico negou seu pedido de visto, alegando que suas "opiniões perigosas" não são bem-vindas no país.

Ao conversar com a revista por telefone, Vlasak mostrou por que quando abre a boca assusta autoridades, aterroriza a indústria farmacêutica e recebe críticas da maior parte da comunidade científica. Suas idéias são uma amostra do que muita gente chama de ecoterrorismo. Acha, por exemplo, "moralmente aceitável" o assassinato de cientistas que utilizem cobaias de laboratório. "As mortes só ajudariam a causa", afirma.

Quando não está atendendo vítimas de acidente de trânsito, tiros e facadas num hospital de Los Angeles, Vlasak dá assessoria científica a entidades como Speak e Shac, duas das mais radicais organizações antitestes com animais. Atualmente, os grupos tentam impedir a construção do novo laboratório de cobaias na Universidade de Oxford e varrer do mapa a Huntingdon Life Sciences, empresa especializada em pesquisas químicas e farmacêuticas. Entre os objetivos dos inimigos de Vlasak estão a busca de tratamentos para doenças como o câncer, diabetes, mal de Parkinson e de Alzheimer.



Por que você julga ser aceitável atacar cientistas que estão usando cobaias para desenvolver novos medicamentos?

Qualquer coisa que detiver essas pessoas é moral e necessária. Não estamos falando de gente inocente. Eles torturam animais em laboratórios todos os dias. Não adianta eu parar numa calçada com um cartaz pedindo o fim dos experimentos. Ninguém vai me ouvir. E a verdade é que nossas táticas funcionam. A Universidade de Cambridge desistiu de construir um laboratório porque ficou com medo dos ativistas - eles também acharam que o sistema de segurança ficaria muito caro. Uma empresa especializada em pesquisas já perdeu 63 clientes e fornecedores. Nossa pressão também já fechou uma fazenda que criava gatos e um canil que fornecia cães da raça beagle para laboratórios. Nelson Mandela dizia que a não-violência é uma estratégia, não um princípio moral. Nós temos o dever moral de fazer o que dá resultados.



Você vê algum limite ético nesse dever?

Não existem limites. Qualquer tática que funcione é legítima. Alguns cientistas só vão acabar com os experimentos se temerem pela própria vida. É uma pena que seja assim. O que fazemos não é muito diferente de assassinar nazistas como Hitler, Himmler ou Goebbels. Se matássemos os três e salvássemos 6 milhões de judeus, ninguém diria que é errado. Creio que o mesmo raciocínio vale para animais. Matar dois, três, cinco ou dez (pesquisadores) e salvar milhões de vidas inocentes é moralmente aceitável.



Como a morte de um cientista será capaz de trazer benefícios aos animais?

Observe qualquer movimento de luta contra a opressão, como o combate ao apartheid na África do Sul e a escravidão nos Estados Unidos. Sempre que uma força exerce pressão sobre outra, a mais fraca recorre à violência. E os resultados acontecem. Até agora ninguém morreu, mas isso ainda vai acontecer. Não estou pedindo isso, apenas prevendo. Você não pegaria em armas para impedir que crianças no jardim de infância fossem torturadas até morrer em laboratórios? Se aceitamos fazer isso por pessoas, mas não por animais, estamos adotando o especismo, ou seja, acreditar que seres humanos são superiores a outras espécies. Sou contra o especismo da mesma maneira que sou contra racismo, machismo e homofobia.



Melhorar a saúde dos humanos não justifica os testes com animais?

Na Alemanha nazista, judeus eram utilizados como cobaias em campos de concentração. Graças a testes assim, cientistas obtiveram informações úteis. Eu acho errado matar de frio um judeu para estudar o combate à hipotermia. Da mesma maneira, sou contra matar animais. Não me interessam os benefícios que essas pesquisas trarão.



Para desenvolver antibióticos, os cientistas valeram-se de testes em cobaias animais. Como médico, você receita esse tipo de remédio a seus pacientes?

Claro que sim. Mas o fato de um idiota ter enfiado droga goela abaixo de um animal para verificar a eficácia do tratamento não prova que esse ato seja necessário. É bom lembrar que novos remédios precisam sempre ser testados também em seres humanos.



E como a medicina pode avançar sem experimentar suas novas tecnologias em cobaias de laboratório?

Animais são forçados a viciar-se em cocaína, anfetaminas, cigarros e outras substâncias que todos sabem que são prejudiciais. Em outros experimentos, filhotes são separados de suas mães para estudar o que acontece com pessoas criadas sem afeto. A forma como esses animais sofrem não tem nada a ver com os humanos. Não há razão para isso. A maior parte das informações úteis para seres humanos é obtida em testes clínicos com seres humanos. Estudamos grandes amostras de pessoas, vemos o que acontece e detectamos padrões. Também podemos usar técnicas como autópsias, a análise de tecidos, testes em culturas de células humanas e modelos matemáticos. Experimentos assim são muito mais confiáveis do que dar drogas a ratos, coelhos ou outros animais. Quando aplicamos drogas numa fêmea podemos ter efeitos diferentes daqueles verificados num macho. Acreditar que o que você deu ao rato terá o mesmo efeito num ser humano é estúpido. Não faz qualquer sentido. Não funciona. Na verdade, a utilização de animais pode até atrapalhar esse processo. O desenvolvimento da vacina contra pólio, por exemplo, atrasou dez anos porque o modelo animal não produziu os resultados desejados. Gastam-se centenas de milhões de dólares em pesquisas envolvendo animais e pelo menos 90% dos estudos vão para o lixo. E de tudo que é publicado, no máximo 1% ou 2% realmente tem alguma utilidade.



Se os experimentos em cobaias são mesmos inúteis, por que a indústria farmacêutica gasta tanto dinheiro com eles todos os anos?
Testes com animais servem como arma para disputas judiciais. Se o remédio fizer mal, alega-se inocência com base nos testes da droga em muitas espécies. Também há muita gente ganhando dinheiro com pesquisas financiadas por recursos públicos, incluindo as indústrias farmacêuticas. Além disso, governos exigem a realização de testes em animais. Isso é um erro, mas não surpreende. A indústria farmacêutica tem dois lobistas para cada membro do congresso americano. Foi por causa desse tipo de lobby que o meu visto de entrada na Grã-Bretanha foi negado.



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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

11 de Setembro foi armação de Bush ??? - Terrorismo

11 DE SETEMBRO FOI ARMAÇÃO DE BUSH?


Nos dias seguintes aos atentados contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, o mundo todo ficou com várias interrogações na cabeça: como a CIA, o FBI e todos os espiões americanos ultrabem pagos e treinados, espalhados pelo mundo afora, não conseguiram desconfiar do ataque mais letal aos Estados Unidos desde Pearl Harbour, em 1941? É lógico que teorias conspiratórias não faltaram. Umas absurdas, outras que nos fazem, no mínimo, pensar. Veja abaixo algumas delas e tire você mesmo suas conclusões.

BIN-BUSHLTDA.

Em novembro de 2001, a deputada americana Cynthia McKinney levantou a lebre dizendo em alto e bom som no Congresso que a polícia foi instruída a não investigar grupos terroristas sauditas, uma vez que eles mantinham relações comerciais com empresas ligadas ao presidente George W. Bush. E foi mais longe: disse que Bush precisava de uma guerra já que seu pai era diretor da principal fornecedora de material bélico para os Estados Unidos e iam faturar horrores com uma investida no Oriente Médio. McKinney foi tachada de traidora, perdeu a cadeira no Congresso, foi cassada e ninguém - nem jornais, nem TVs - tocou no assunto.

Só o inquieto cineasta Michael Moore foi atrás das denúncias. Fahrenheit 11 de Setembro, seu filme mais recente, mostra as ligações comerciais entre os Bin Laden e os Bush ao longo dos últimos 25 anos. Conta sobre uma reunião que Bush-filho e a família Bin Laden tiveram no Texas, meses antes dos atentados, para discutir um projeto de construção de um duto de gás natural sob o Afeganistão. Não deixa passar o fato de Bush-pai ser um dos diretores da Carlyle Group, o maior fornecedor de armamento para o exército americano - que tinha a família Bin Laden como um dos investidores.

CARRO-BOMBA

Uma outra teoria garante que o Pentágono, quartel-general das Forças Armadas americanas, não foi atingido por um Boeing 757, como divulgado, mas por um carro-bomba. A principal evidência apontada é que um avião de 100 toneladas, voando a 400 quilômetros por hora, teria feito estrago muito maior no edifício - que teve apenas um dos cinco lados danificado. Além disso, onde estariam os pedaços da fuselagem do Boeing, nunca mostrados pelos veículos de comunicação?

De fato, naquela manhã, a agência de notícias Associated Press chegou a informar que o prédio havia sido atingido por um caminhão cheio de explosivos. Logo depois, a agência corrigiu a informação e divulgou a versão oficial do governo. A hipótese de ser atingido por um carro-bomba demonstraria que os Estados Unidos são muito mais vulneráveis do que todos imaginam - e não era isso que o governo queria.

CONTROLE REMOTO

Thierry Meyssan, jornalista francês de esquerda, levantou a teoria de que o Pentágono não foi atingido por um avião, e sim por um míssil lançado por um grupo americano de extrema direita. Esse grupo defende os interesses das indústrias bélica e petrolífera, que lucrariam um absurdo com uma guerra contra o Afeganistão e o Iraque. Segundo Meyssan, Osama Bin Laden é um agente da CIA desde os anos 80, quando os Estados Unidos financiaram a resistência afegã contra a ocupação soviética, e as gravações de Laden assumindo os atentados não passam de uma manobra de desinformação. Tem mais: os aviões que atingiram o World Trade Center teriam sido guiados por controle remoto.

"ETERRORISTAS"

De acordo com o escritor americano David Icke, os atentados foram, na verdade, obra da sociedade secreta Illuminati, que supostamente foi desmantelada em 1784 pelo governo alemão. Só que, para Icke, a sociedade ainda existe e sempre foi composta por ETs reptilianos - seres híbridos, meio humanos, meio alienígenas. Bush-pai e Bush-filho, além de Saddam Hussein, são também membros da Illuminati, afirma o escritor. O jogo de RPG Illuminati - A Nova Ordem Mundial, lançado em 1995, teria previsto os ataques de 11 de setembro.

Eu acredito!

"De todas as teorias conspiratórias que ouvi desde aquela manhã de 11 de setembro de 2001, só acredito no que vi com meus próprios olhos: milhares de pessoas correndo em minha direção, enquanto eu tentava alcançar o World Trade Center. O hommo americanus é desconfiado por natureza. No instante em que o primeiro avião atingiu uma das torres, já pululavam histórias as mais fantasiosas possíveis."
Teté Ribeiro, jornalista e escritora, morava a oito quadras do WTC

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Reino Unido é acusado de retardar a luta contra o cibercrime

05/05/09 - 14h29 - Atualizado em 05/05/09 - 14h30

Reino Unido é acusado de retardar a luta contra o cibercrime

LONDRES (Reuters) - A principal agência europeia de defesa dos direitos humanos questionou o compromisso do Reino Unido para com o combate ao cibercrime e terrorismo, nesta terça-feira, ao indagar por que o país ainda não ratificou importantes acordos assinados quatro anos atrás.

O Conselho da Europa, que comemora seu 60o aniversário na terça-feira, expressou incompreensão diante da demora britânica em ratificar três importantes convenções sobre crime transnacional, entre as quais um acordo destinado a combater o financiamento ao terrorismo.

No caso dos cibercrimes, não só a convenção já foi adotada por outros importantes países europeus como também pelos Estados Unidos, que embora não sejam um dos 47 membros do Conselho da Europa, têm o direito de assinar suas convenções.

"O que decepciona é que o governo do Reino Unido ainda não tenha ratificado os acordos", disse Terry Davis, secretário geral do Conselho da Europa e antigo líder político do Partido Trabalhista, que governa o Reino Unido, em entrevista à Reuters.

"Parece-me muito estranho... Por definição, o cibercrime é internacional. Trata-se de um problema internacional que requer uma solução internacional", acrescentou.

A convenção permite que os signatários se comuniquem instantaneamente quando existe suspeita de cibercrime e padroniza as definições de crime entre os diversos países, o que torna mais fácil promover processos.

"Jamais recebi qualquer explicação satisfatória para a não ratificação, exceto a desculpa de que, bem, costumamos demorar quando se trata dessas coisas", afirmou Davis, acrescentando que discutiria a questão com Jack Straw, o ministro da Justiça britânico.

A convenção sobre cibercrime foi assinada em novembro de 2001, enquanto duas outras, sobre a prevenção ao terrorismo e o combate à lavagem de dinheiro, que inclui o financiamento internacional ao terrorismo, foram adotadas em maio de 2005.

"Trata do recrutamento de pessoas para cometer atos de terrorismo em outros países", disse Davis sobre a convenção de combate ao terrorismo. "Está em aberto para ratificação já há quatro anos. Dado o fato de que o Reino Unido se preocupa muito com o terrorismo, isso me parece muito estranho", completou.

sábado, 26 de setembro de 2009

Rede elétrica dos EUA sofreu ataque espião

08/04/09 - 13h08 - Atualizado em 08/04/09 - 13h08

Rede elétrica dos EUA sofreu ataque espião, diz jornal
'WSJ' diz que softwares deixados na rede poderiam prejudicá-la.
Objetivo seria investigar sistema elétrico e seus controles.

Espiões entraram na rede elétrica dos Estados Unidos e deixaram nela alguns softwares que poderiam ser usados para prejudicar o sistema, informou o “Wall Street Journal” nesta quarta-feira (8).

Os espiões vieram da China, Rússia e outros países, segundo a reportagem. Acredita-se que sua missão fosse investigar o sistema elétrico dos EUA e seus controles, informou o jornal, citando antigos e atuais dirigentes dos serviços de segurança norte-americanos.

Os intrusos não tentaram danificar a rede elétrica ou outros elementos cruciais de infraestrutura, mas os funcionários disseram que poderiam fazê-lo durante uma crise ou guerra, afirmou o jornal em seu site. "Os chineses tentaram mapear a nossa infraestrutura, como a rede elétrica. Os russos também", disse um funcionário dos serviços de inteligência ao jornal.

A espionagem parece ter sido extensa em todo o território dos EUA e não tinha por alvo uma empresa ou região específica, segundo um ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna. "Existem intrusões e elas estão crescendo", disse o antigo funcionário ao jornal, em referência aos sistemas elétricos. "Aconteceram muitas no ano passado."

As autoridades que investigaram as invasões encontraram ferramentas de software deixadas na rede que poderiam ser usadas para destruir componentes de infraestrutura, disse o agente de inteligência, acrescentando que "se formos à guerra contra eles, tentarão acionar esses programas".

Outros funcionários disseram que os sistemas de água, esgotos e outros serviços de infraestrutura também estavam em risco.

Proteção
Proteger a rede elétrica e o restante da infraestrutura é uma parte importante da revisão do governo do presidente Barack Obama quanto à segurança eletrônica, que deve ser concluída na semana que vem. O governo do não comentou de imediato a reportagem.

A sofisticação das intrusões nos EUA, que vão além dos sistemas elétricos e outras áreas importantes de infraestrutura, sugere que China e Rússia são os principais responsáveis, de acordo com funcionários da inteligência e especialistas em segurança eletrônica. Embora grupos terroristas possam desenvolver a capacidade de penetrar a infraestrutura norte-americana, não parecem ainda ter montado ataques, disseram esses funcionários.





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domingo, 13 de setembro de 2009

Governo britânico quer monitorar e-mails

04/05/09 - 09h15 - Atualizado em 04/05/09 - 09h15

Governo britânico quer monitorar e-mails de cidadãos, diz jornal
Tecnologia permitirá interceptar e supervisionar mensagens eletrônicas.
Isso seria possível graças a ‘caixas-pretas’ instaladas na infraestrutura.

O governo britânico está desenvolvendo uma tecnologia secreta para controlar todas as mensagens eletrônicas enviadas pela internet, revelou neste domingo (3) o jornal "The Sunday Times".

O Centro de Comunicações do Governo poderá interceptar e supervisionar todos os e-mails, os acessos à internet e a atividade nas redes sociais, além de qualquer tipo de ligações telefônicas. Para isso, recorrerá a uma série de "caixas-pretas", que serão inseridas secretamente na infraestrutura de comunicações, afirma o jornal.

O programa foi lançado há um ano, mas se soube de sua existência graças a uma oferta de emprego publicada pelo Centro de Comunicações na imprensa especializada.

Na semana passada, a ministra do Interior britânica, Jacqui Smith, anunciou que o governo tinha decidido renunciar a seu tão ambicioso e polêmico plano de criar uma base de dados única, na qual seriam guardadas todas as comunicações feitas no país.

A ministra não mencionou, no entanto, que o governo tinha decidido destinar mais de 1 milhão de euros em três anos a esse programa de espionagem dos cidadãos, denunciou o "Sunday Times".

‘Cortina de fumaça’
Segundo a diretora da organização de defesa dos direitos humanos Liberty, Shami Chakrabarti, ela mesma uma vítima recente da espionagem do governo, o anúncio da ministra é só "uma cortina de fumaça".

"Fomos contra a base de dados 'Big Brother', porque permitia ao Estado ter acesso
diretamente às comunicações de todos os cidadãos. Com essa rede de caixas-pretas,
pretende-se conseguir o mesmo, mas pela porta traseira", disse a advogada.

Segundo fontes citadas pelo jornal, o governo já concedeu um contrato no valor de 200
milhões de libras (224 milhões de euros) ao gigante americano do setor da defesa Lockheed Martin. Também foi assinado um segundo contrato com a Detica, empresa britânica de tecnologia da informação, que mantém estreitos vínculos com a espionagem britânica.

Segundo essas fontes, o diretor do Centro de Comunicações do Governo, Iain Lobban,
supervisiona atualmente a construção de um novo complexo no interior desse quartel-general, situado nos arredores da localidade de Cheltenham, no condado de Gloucestershire.

Estrutura
Uma enorme sala com supercomputadores permitirá aos espiões do governo supervisionar e gravar os dados que passarem pelas caixas-pretas instaladas nas conexões dos serviços de internet e nas companhias telefônicas.

Por enquanto, os espiões que trabalham nessa central só podem interceptar as comunicações em casos concretos e com autorização expressa do titular do Interior ou de um secretário de Estado, mas, com os novos planos do governo, todos os cidadãos do país poderão ser espionados o tempo todo, afirma o jornal.

O anúncio publicado na imprensa especializada que revelou esses planos solicitava uma pessoa que pudesse assumir um programa governamental batizado de Mastering the Internet (Dominando a Internet), a quem prometia um salário anual de até 112 mil euros.

O governo afirma que não se trata de ler o conteúdo das mensagens trocadas na internet, mas de saber com quem se comunicam determinados indivíduos, quais sites ou redes sociais visitam habitualmente, algo imprescindível para combater o terrorismo internacional.





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domingo, 26 de julho de 2009

ATAQUE AO WTC - TORRER GEMEAS - 11 SETEMBRO

World Trade Center foi um complexo de sete prédios edificado em Lower Manhattan, Nova Iorque que foi destruído em 2001 nos ataques de 11 de Setembro. Atualmente se encontra em reconstrução no mesmo terreno, com seis novos arranha-céus e um memorial.

O Complexo original foi projetado por Minoru Yamasaki na década de 1960 usando o design estrutural de seções tubulares para as torres gêmeas de 101 andares. E para ganhar a aprovação do projeto, o Port Authority of New York and New Jersey concordou em assumir o controle da Hudson & Manhattan Railroad tornando-se a Port Authority Trans-Hudson (PATH). A pedra fundamental do edfício foi lançada no dia 5 de Agosto de 1966. A Torre Norte foi concluída em Dezembro de 1970 e a Torre Sul foi finalizada em Julho de 1971. A Construção do World Trade Center necessitou da escavação de inúmeros metros cúbicos de terra, usados posteriormente na criação do parque Battery Park City, a oeste de Lower Manhattan.

O complexo (as vezes abreviado como WTC e informalmente chamado de trade center ou Torres Gêmeas) ficava localizado no coração do centro financeiro de Nova Iorque e tinha 1,24 milhão de m² de espaço de escritório. Estima-se que 3% de todos os escritórios de Manhattan ficavam nas torres. O restaurante Windows on the World se encontrava nos andares 106 e 107 da Torre Norte enquanto o deck de observação Top of the World localizava-se no andar 107 da Torre Sul. Os outros edifícios do complexo eram o Marriott World Trade Center; 6 World Trade Center, edifício sede de órgãos do governo; e o 7 World Trade Center, que foi construído em 1980. O World Trade Center pegou fogo parcialmente em 13 de Fevereiro de 1975 e sofreu um ataque a bomba em 26 de Fevereiro de 1993. Em 1998, o Port of Authority decidiu privatizar o complexo, transferindo a administração de todos os edífícios para uma empresa privada, a Silverstein Properties em Julho de 2001.

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Na manhã de 11 de Setembro de 2001, terroristas ligados ao grupo al-Qaeda jogaram dois Boeing 767 dentro do complexo, num ataque suicida coordenado. 57 minutos após o impacto, a Torre Sul entrou em colapso e ruiu, seguida 29 minutos depois pela Torre Norte, resultando em 2,750 mortes no World Trade Center. O 7 World Trade Center ruiu perto das 17:00 do mesmo dia e os outros edifícios do complexo foram demolidos por estarem muito danificados. O processo de limpeza e recuperação do terreno do World Trade Center durou oito meses. O primeiro edifício do novo complexo foi o 7 World Trade Center, aberto em Maio de 2006. A Lower Manhattan Development Corporation (LMDC), criada em Novembro de 2001 para supervisionar o processo de reconstrução, organizou competições para escolher o melhor projeto. O projeto de Daniel Libeskind, chamado Memory Foundations foi o escolhido, que incluía a torre de 417 metros, a Freedom Tower, três edifícios de escritórios ao longo da Rua Church e um memorial projetado por Michael Arad.



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