Mostrando postagens com marcador LCB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LCB. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Postagens Populares - Dezembro de 2020

 POSTAGENS POPULARES - DEZEMBRO DE 2020


Segue abaixo as postagens populares em dezembro de 2020...

segunda-feira, 16 de julho de 2018

A Pata da Gazela - Parte 3 de 3 - José de Alencar


A Pata da Gazela - Parte 3 de 3 - José de Alencar


Horácio soltou uma risada:

-- Olha, Leopoldo, cá para mim o platonismo em amor seria um absurdo incompreensível se não fosse uma refinada hipocrisia. Esses mesmos que adoram a mulher como um anjo, de que se nutrem senão da contemplação de beleza material que tratas com tamanho desprezo? É possível que uma mulher feia seja amada por aberração do gosto; mas fazer disso uma
regra geral!...

A Pata da Gazela - Parte 2 de 3 - José de Alencar


A Pata da Gazela - Parte 2 de 3 - José de Alencar


Entre as casas que outrora freqüentava, escolheu para a primeira noite a de D. Clementina, amiga íntima de sua irmã.

Era uma Senhora já no declínio da idade e da formosura; gostava muito de dançar, e por isso reunia constantemente em sua Sala as moças de sua amizade. Logo que se achavam presentes quatro pares, a dona da casa dava o sinal, o marido arredava a mesa do centro, o filho, menino de quinze anos, sentava-se ao piano e...

A Pata da Gazela - Parte 1 de 3 - José de Alencar


A Pata da Gazela - Parte 1 de 3 - José de Alencar


                                         
O Livro A Pata da Gazela, obra de José de Alencar é uma crítica a sociedade do século XIX.

Em "A pata de Gazela", obra de 1870, o autor retrata a sociedade brasileira, mais precisamente a carioca, do século XIX de forma irônica. Muitos consideram este livro a Cinderela brasileira.

A história envolve quatro personagens: Horácio, Leopoldo, Amélia e Laura, onde acontece um triangulo amoroso. No livro o autor tenta mostrar o quão falido é a ideia de que o belo é quem deve ser amado. Mais uma vez José de Alencar traz um pouco de realismo a um romance.

(SEGUE A BAIXO A OBRA COMPLETA DIVIDIDA EM 3 PARTES)          

sábado, 16 de junho de 2018

FARÓIS - PARTE 2 DE 2 - CRUZ E SOUSA


FARÓIS - PARTE 2 DE 2 - CRUZ E SOUSA


     Luxúrias de virgens mortas
     Das tumbas rasgam as portas.

(SEGUE ABAIXO A PARTE FINAL DESTA OBRA)     

FARÓIS - PARTE 1 DE 2 - CRUZ E SOUSA


FARÓIS - PARTE 1 DE 2 - CRUZ E SOUSA


Obra póstuma Faróis de Cruz e Sousa, composta por poemas em verso e organizada pelo amigo Nestor Victor que nos comentários a esta edição diz: Cruz e Souza confiou-me antes de partir para a estação do Sitio, onde três dias depois faleceu, todos aqueles de seus manuscritos que ele destinava á publicação. Esta é uma obra póstuma publicada em 1900.

(SEGUE ABAIXO A OBRA COMPLETA DIVIDIDA EM 2 PARTES)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Dom Casmurro - P4de4 - Machado de Assis


Dom Casmurro - P4de4 - Machado de Assis

Dom Casmurro  - Machado de Assis




No mais, tudo corria bem. Capitu gostava de rir e divertir-se, e, nos primeiros tempos, quando íamos a passeios ou espetáculos, era como um pássaro que saísse da gaiola. Arranjava-se com graça e modéstia. Embora gostasse de jóias,como as outras moças, não queria que eu lhe comprasse muitas nem caras, e um dia afligiu-se tanto que prometi não comprar mais nenhuma; mas foi só por pouco tempo.

Dom Casmurro - P3de4 - Machado de Assis


Dom Casmurro - P3de4 - Machado de Assis

Dom Casmurro  - Machado de Assis


Era justo, calei-me e obedeci. Outra cousa em que obedeci às suas reflexões foi, logo no primeiro sábado, quando eu fui à casa dela, e, após alguns minutos de conversa, me aconselhou a ir embora.

--Hoje não fique aqui mais tempo; vá para casa, que eu lá vou logo. É natural que D. Glória queira estar com você muito tempo, ou todo, se puder.

Dom Casmurro - P2de4 - Machado de Assis


Dom Casmurro - P2de4 - Machado de Assis

Dom Casmurro  - Machado de Assis



Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? 

Vá, de ressaca. É o que me dá idéia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. 

Dom Casmurro - P1de4 - Machado de Assis


Dom Casmurro - P1de4 - Machado de Assis

Dom Casmurro  - Machado de Assis



Publicado pela primeira vez em 1899, "Dom Casmurro" é uma das grandes obras de Machado de Assis e confirma o olhar certeiro e crítico que o autor estendia sobre toda a sociedade brasileira. Também a temática do ciúme, abordada com brilhantismo nesse livro, provoca polêmicas em torno do caráter de uma das principais personagens femininas da literatura brasileira: Capitu.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O Ateneu - Parte 3 de 4 - Raul Pompéia


O Ateneu - Parte 3 de 4 - Raul Pompéia


    A perfectibilidade evolutiva dos organismos em função, manifestando. se prodigiosamente 
complexa, no tipo humano, corresponde à revelação, na ordem animal, do misterioso fenômeno 
personalidade, capaz de fazer a critica do instinto, como o instinto faz a critica da sensação.

O Ateneu - Parte 2 de 4 - Raul Pompéia


O Ateneu - Parte 2 de 4 - Raul Pompéia



Aquele sofrimento eu o desejava, na humildade devota da minha disposição atual. Chorava à 
noite, em segredo, no dormitório; mas colhia as lágrimas numa taça, como fazem os mártires 
das estampas bentas, e oferecia ao céu, em remissão dos meus pobres pecados, com as notas 
más boiando.

O Ateneu - Parte 1 de 4 - Raul Pompéia


O Ateneu - Parte 1 de 4 - Raul Pompéia


O Ateneu é um romance do escritor brasileiro Raul Pompeia, considerado como o único exemplar de romance impressionista na literatura brasileira.

Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, um menino que é enviado para um colégio interno renomado na cidade do Rio de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do final do século XIX, tomando como metáfora o Ateneu, seu reflexo, um lugar onde vence sempre o mais forte.

(SEGUE ABAIXO ESTA OBRA COMPLETA DIVIDIDA EM 4 POSTAGENS)