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domingo, 15 de fevereiro de 2026

História da civilização maia ganha novo capítulo com descobertas inéditas

História da civilização maia ganha novo capítulo com descobertas inéditas

Civilização mesoamericana chegou a reunir 16 milhões, mais do que a população da Itália durante o Império Romano, e pode ter chegado ao "fim" de uma forma diferente do que se acreditava.

domingo, 5 de novembro de 2023

Templo circular dedicado a deus serpente maia é encontrado no México

Templo circular dedicado a deus serpente maia é encontrado no México

Pesquisadores acreditam que a estrutura tenha sido erguida entre os anos 1000 e 1200 d.C.

sexta-feira, 28 de abril de 2023

Novo estudo desvenda como funciona o calendário maia

 Novo estudo desvenda como funciona o calendário maia

Pesquisadores encontraram um padrão entre o ciclo de 819 dias e o movimento dos planetas no céu.

segunda-feira, 18 de julho de 2022

Evidência mais antiga de um calendário maia é encontrada em pirâmide na Guatemala

Evidência mais antiga de um calendário maia é encontrada em pirâmide na Guatemala

Descoberta sugere que aquela civilização organizava o tempo de forma ritual muito antes do que se acreditava.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Alemanha irá devolver antigos objetos da civilização Maia ao México e Guatemala

Alemanha irá devolver antigos objetos da civilização Maia ao México e Guatemala 

São peças arqueológicas supostamente roubadas por saqueadores de túmulos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

RELIGIÃO MAIA - Pesquisadores encontram 478 centros cerimoniais Maias escondidos pela selva

RELIGIÃO MAIA - Pesquisadores encontram 478 centros cerimoniais Maias escondidos pela selva

A descoberta traz revelações sobre a relação entre diferentes civilizações pré-colombianas.

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

A genial invenção Maia que abasteceu de água uma cidade durante mil anos

A genial invenção Maia que abasteceu de água uma cidade durante mil anos

Técnica permitiu o florescimento do centro econômico e cerimonial de Tikal.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Fezes humanas antigas oferecem pistas sobre o fim da civilização maia

Fezes humanas antigas oferecem pistas sobre o fim da civilização maia

Um novo estudo ajuda a compreender como aconteceu o colapso do legendário povo pré-colombiano.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Maior e mais antiga estrutura da civilização Maia é encontrada no México

Maior e mais antiga estrutura da civilização Maia é encontrada no México


A maior e mais antiga estrutura da cultura Maia foi descoberta por arqueólogos no sul do México. 

sexta-feira, 22 de março de 2019

Arqueólogo redescobre caverna maia rodeada por mistérios e maldições

Arqueólogo redescobre caverna maia rodeada por mistérios e maldições


Chichén Itzá, a Cidade dos Deuses da Água, no México, revelou um segredo oculto por mais de mil anos. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Cientistas desvendam mistério por trás do fim da civilização maia


Cientistas desvendam mistério por trás do fim da civilização maia


Cientistas finalmente descobriram o que causou o colapso da civilização maia, há cerca de mil anos. Durante anos, pesquisadores acreditaram que a seca estava por trás do fim daquele povo, mas não havia evidências suficientes para comprovar a tese. Agora, com o uso de novas tecnologias, a teoria foi confirmada.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Túnel secreto pode resolver mistério de civilização perdida no México


Túnel secreto pode resolver mistério de civilização perdida no México


Um túnel descoberto sob o Templo da Serpente Emplumada promete revelar muitos dos mistérios da cidade pré-colombiana de Teotihuacán, no México.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Garoto de 15 anos encontra cidade Maia em região pouco acessível


Garoto de 15 anos encontra cidade Maia em região pouco acessível


Uma cidade maia perdida no meio da floresta foi descoberta graças ao trabalho de um astuto garoto de 15 anos. 

O feito do canadense William Gadoury está rodando o mundo e seu achado será publicado em uma revista científica, segundo notificou o diário Journal de Montreal. Sua "descoberta" porém é fonte de dúvidas e desconfianças por parte de arqueólogos especializados em assuntos maias.  

sábado, 22 de dezembro de 2012

De onde surgiu o mito do desaparecimento dos maias?


De onde surgiu o mito do desaparecimento dos maias?


Lenda de 'sumiço' de civilização ganhou vigor devido a interpretações apocalípticas de dois de seus monumentos.

A teoria do desaparecimento dos maias é tema de livros, documentários e inúmeros debates. Mas há um pequeno problema: não é correta.

Os maias são a segunda principal etnia indígena do México, depois dos nahuas. Em Yucatán, Estado no sul do país, constituem 80% da população, e há comunidades em Belize, Guatemala, Honduras e El Salvador.

São indígenas como Juan Bautista, que trabalha há 51 de seus 63 anos em um pedaço de terra que pertence a sua família há várias gerações e onde criou quatro filhos e três filhas - todos nascidos com parteira - e lhes repassou seus conhecimentos sobre os ritmos da semeadura e da colheita.

Juan Bautista, que compreende o espanhol, mas prefere falar no idioma maia, se surpreenderia se alguém lhe dissesse que milhões de pessoas pensam que ele e sua etnia não existem.

O mito do desaparecimento dos maias é tão grande que quando o novo Museu Maia de Mérida - capital de Yucatán - fez uma pesquisa sobre esse grupo indígena, a pergunta que surgia vez por outra era 'Por que desapareceram?'.

O redescobrimento
O interesse pela civilização maia ganhou novo vigor nos últimos anos devido a algumas interpretações apocalípticas de dois de seus monumentos, nos quais se fala do fim de uma era no dia 21 de dezembro.

E com o renovado interesse, ganhou força novamente a lenda de seu desaparecimento. Uma parte fundamental desta lenda é que, quando os exploradores e conquistadores europeus chegaram à zona maia, encontraram muitos dos assentamentos e antigas cidades abandonados e em ruínas.

Isso criou a falsa visão de que o povo maia havia desaparecido sem deixar rastros.No entanto, a ideia também parece emanar do momento em que a cultura maia foi 'redescoberta' no século XIX por viajantes europeus como os ingleses Frederick Catherwood e John Loyd Stephens.

'Eles veem as maravilhas das cidades maias e se perguntam 'onde estão esses antigos habitantes?'. E pensam que desapareceram', diz Daniel Juárez Cossio, funcionário da Sala Maia do Museu Nacional de Antropologia do México.

'Na minha opinião, é uma falta de interesse em reconhecer as comunidades indígenas que são as herdeiras de toda essa tradição.'

'Degenerados'
Mas não foram só os visitantes estrangeiros que não reconheceram a existência dos indígenas. O arquiteto e museólogo José Enrique Ortiz Lanz - que projetou o museu de Mérida - lembra que o destacado intelectual mexicano do século XIX Justo Sierra O'Reilly dizia que não era possível que uns 'degenerados' - como se referia aos maias de sua época - tivessem construído monumentos tão esplêndidos.

Talvez por trás do desprezo de Sierra O'Reilly também houvesse temor. Na época - 1847 - começava o que agora se conhece como a 'guerra das castas', um levante de indígenas maias contra brancos e mestiços na península de Yucatán.

Neste mesmo ano, Sierra O'Reilly viajou aos EUA para pedir ajuda para controlar o levante armado, ajuda que não conseguiu. O conflito se prolongaria até 1901.

Um pouco de verdade
Mas o desaparecimento dos maias, como quase toda a lenda, tem um pouco de verdade. Segundo Cristina Muñoz, socióloga que faz um trabalho de base com comunidades maias em Yucatán, 'sem dúvida houve uma decadência de algumas zonas'.

No entanto, o que lhe parece assombroso é que tenham conseguido controlar um território tão vasto - do sul do México ao território atual de El Salvador - quando não tinham o conceito de monarquia única.

'No momento da invasão (espanhola), havia 16 senhorios', diz Muñoz. A desintegração política é chave, mas Daniel Juárez Cossio acredita que os motivos da decadência são múltiplos.

'Não há um só fator. Para explicar em termos atuais, a referência poderia ser a queda do Muro de Berlim. Isso significou, para o nosso mundo ocidental, o colapso de certas ideologias, mas aí estão os alemães, os russos, os americanos...Os sistemas políticos caem por questões econômicas, ambientais, etc.'

E o tema ambiental parece ter sido chave nesse colapso da civilização maia. 'Fenômenos naturais como o El Niño não são exclusivos do nosso tempo, são conhecidos desde a antiguidade', diz.

'Por exemplo, vemos os estragos que o furacão Sandy provocou em Nova York, apesar de toda a tecnologia existente e formas de antecipar e mitigar os riscos. Imaginem um furacão dessas dimensões no mundo pré-hispânico.'

Os Bálcãs maias
O especialista do Museu Nacional de Antropologia faz ainda outra comparação com o mundo atual: 'Os maias eram um povo bélico. Vemos, por exemplo, a quantidade de emigração provocada pelos conflitos nos Bálcãs. Foi isso que ocorreu no mundo pré-hispânico, não são fenômenos novos nem diferentes'.

Essa 'balcanização' dos maias foi o que os espanhóis encontraram quando chegaram à região. '(Na época) Há uma batalha entre (as cidades de) Chichen Itzá e Mayapan pelo poder econômico, pelas rotas comerciais... O que ocorre é uma queda desses sistemas políticos, e estavam buscando novas formas de organização social', diz.

'O que os espanhóis encontraram foram povos indígenas divididos, brigando pela hegemonia.' Entretanto, alheio à história e às dúvidas de milhões, Juan Bautista segue ensinando a seus filhos os segredos da terra no idioma maia.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Arqueólogos dizem ter desenterrado - Maia

09/05/09 - 19h15 - Atualizado em 09/05/09 - 19h15

Arqueólogos dizem ter desenterrado um dos primeiros reis de grande cidade maia
Corpo de nobre pré-colombiano está enterrado em templo de Copán.
Especialistas hondurenhos vão estudar arcada dentária do homem.




Foto: Reprodução Imagem de Copán feita por pintor no século XIX (Foto: Reprodução)Especialistas do Instituto Hondurenho de Antropologia e História acreditam ter achados restos de um dos primeiros reis da cidade maia de Copán. "Foi encontrado um esqueleto numa sepultura do templo de Oropindola que, de acordo com as investigações, tem grande importância", afirma o diretor do instituto, Darío Euraque.

A dinastia maia de Copán, que teve 16 reis, floresceu entre os anos 426 e 820 da Era Cristã e deixou belos monumentos de pedra no local, que fica 400 km a noroeste de Tegucigalpa. Segundo Euraque, os restos estão muito deteriorados, porque pedras pesadas caíram sobre os ossos do homem, com cerca de 30 anos. "Mas os dentes estão suficientemente conservados para que possamos continuar as pesquisas", afirmou ele.

Na tumba, os especialistas, coordenados pelo arqueólogo Ricardo Agurcia, acharam também oferendas para o morto. No mesmo templo, a equipe achou uma pintura que pode ter servido como base para jogos rituais.



PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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