Mostrando postagens com marcador Orkut. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Orkut. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Google encerrou arquivo de comunidades do Orkut para sempre


Google encerrou arquivo de comunidades do Orkut para sempre

Arquivo de comunidades do Orkut já saiu do ar  (Foto: Reprodução/Orkut) 


A decepção para os fãs do Orkut parece não ter fim. Na sexta-feira (28/04/2017), o Google anunciou que vai descontinuar o arquivo público com comunidades da rede social para sempre, e foi o que fez... :( 

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Procuradoria em SP denuncia jovem por racismo no Orkut

04/05/09 - 14h45 - Atualizado em 04/05/09 - 18h17

Procuradoria em SP denuncia jovem por racismo no Orkut
Procurador diz que comunidade em site incitava a matar negros.
Garoto de 21 anos foi denunciado em 30 de abril.

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo denunciou um jovem de 21 anos “por ter praticado, induzido e incitado a discriminação e o preconceito de raça, cor, etnia, religião e procedência nacional”. De acordo com as investigações, o rapaz mantinha no site de relacionamentos Orkut a comunidade “Mate um negro e ganhe um brinde”, composta por 16 pessoas. A denúncia, divulgada nesta segunda-feira (4), foi feita no dia 30 de abril.

O MPF informou que a comunidade criada pelo réu “veiculava mensagens racistas e nazistas”. Autor da denúncia, o procurador da República Sergio Gardenghi Suiama afirmou que a Procuradoria da República em São Paulo “já ajuizou outras ações por crimes de ódio praticados na Internet” e que “os crimes cometidos em redes de relacionamento como o Orkut serão investigados e punidos, na forma da lei”.

Após a identificação do usuário pela empresa Google Brasil, a Justiça Federal autorizou a busca e apreensão na casa do denunciado. Lá foram apreendidos materiais com alusão ao nazismo, como desenhos com a suástica, imagens de Adolf Hitler e ainda um DVD e um livro que falavam sobre os skinheads.

De acordo com o MPF, a Constituição brasileira afirma que o crime de racismo é inafiançável e imprescritível. A pena pode variar de 2 a 5 anos de prisão. Os integrantes da comunidade que teriam postado mensagens de cunho racista também são alvo da investigação.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Cresce o 'ódio' em redes sociais

13/05/09 - 14h12 - Atualizado em 13/05/09 - 14h17

Cresce o 'ódio' em redes sociais na internet, indica pesquisa
Militantes fazem propaganda em sites como Facebook e YouTube.
Grupos cresceram 25% em 2008, diz relatório do Simon Wiesenthal Center.




Foto: Divulgação Estudo se baseou em 'mais de 10 mil sites e grupos de redes sociais que promovem a violência racial, o antissemitismo, a homofobia, a música de ódio e o terrorismo' (Foto: Divulgação) Militantes e grupos de promoção do ódio cada vez mais usam sites de redes sociais como o Facebook, MySpace e YouTube na função de ferramentas de propaganda para recrutar novos membros, de acordo com um relatório do Simon Wiesenthal Center.

O relatório divulgado nesta quarta-feira (13) notou um aumento de 25% no ano passado no número de grupos "problemáticos" nas redes sociais da web.

O estudo se baseia em "mais de 10 mil sites, grupos de redes sociais, portais, blogs, salas de chat, vídeos e jogos na internet que promovem a violência racial, o antissemitismo, a homofobia, a música de ódio e o terrorismo".

"Cada aspecto da internet está sendo usado por extremistas de todos os matizes para reaproveitar velhos ódios, vilipendiar o 'Inimigo', arrecadar fundos e, desde o 11 de setembro, recrutar e treinar terroristas para a Jihad", afirmou o Simon Wiesenthal Center em comunicado.

O grupo judaico de defesa dos direitos humanos que porta o nome de um renomado perseguidor de nazistas vem monitorando a internet em busca de extremistas há uma década, e afirma que a ascensão de sites de redes sociais como o Facebook acelerou a difusão de opiniões racistas e fanáticas nos últimos anos.

Fanatismo em grupo

Foto: Reprodução 'New Saxon' é descrito como rede soacil 'para pessoas de ascendência europeia' (Foto: Reprodução) A organização afirma que dirigentes do Facebook se reuniram com seus especialistas e prometeram remover da rede os sites que violem os termos de uso da organização, mas que "com mais de 200 milhões de usuários, os fanáticos online conseguem escapar mais rápido do que os esforços para removê-los são realizados", diz o documento.

O grupo apontou para o fato de que o Facebook recentemente removeu diversos sites que negam o Holocausto e divulgou um comunicado no qual esta aponta que sua rede também é amplamente utilizada para promover causas positivas.

"Nos casos em que conteúdo que promove o ódio é exibido no site, o Facebook o remove e bloqueia as contas responsáveis", afirma o comunicado da empresa.

Grupos extremistas também estão estabelecendo sites próprios de redes sociais, segundo o relatório, apontando para o exemplo do "New Saxon", descrito como "um site de redes sociais para pessoas de ascendência europeia", produzido por um grupo neonazista dos Estados Unidos chamado National Socialist Movement.

Outros grupos criaram jogos on-line como o "Special operation 85 - hostage rescue", desenvolvido por uma organização iraniana, no qual o jogador precisa localizar cientistas nucleares tomados como reféns por norte-americanos no Iraque e detidos em uma prisão de Israel.

Os grupos mais visados na internet, segundo o relatório, incluem judeus, católicos, muçulmanos, hindus, gays, mulheres e imigrantes.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Falso perfil do Orkut gera indenização de R$ 12 mil

07/05/09 - 16h34 - Atualizado em 07/05/09 - 16h34

Falso perfil do Orkut gera indenização de R$ 12 mil
Perfil anunciava garotas de programa.
Google pode recorrer da decisão.

O Google, empresa que administra o site de relacionamentos Orkut, foi condenado a pagar uma indenização de R$ 12 mil a Roberta Honorato, que teve sua foto veiculada em um perfil falso criado no site. De acordo com a vítima, sua foto estava em um perfil que anunciava garotas de programa.

A sentença foi publicada nesta quinta-feira (7) no site do Tribunal de Justiça do Rio. De acordo com o TJ, o Google pode recorrer da decisão.

Roberta, a autora da ação, argumenta que ficou sabendo do falso perfil, após sua sobrinha receber um convite para adicioná-la. Segundo Roberta, a descrição do perfil lhe atribuía qualidades e comportamentos pornográficos, além de exibir fotos e vídeos eróticos.

Constrangimento e humilhação
De acordo com o relator do processo, desembargador Alexandre Freitas Câmara, a autora da ação foi vítima de constrangimento e humilhação em sua cidade, Três Rios, na Região Serrana do Rio.

“Os documentos que acompanham a inicial não deixam dúvida a respeito do dano moral, sendo de todo presumíveis o vexame, a dor, a humilhação e o constrangimento da Os documentos que acompanham a inicial não deixam dúvida a respeito do dano moral, sendo de todo presumíveis o vexame, a dor, a humilhação e o constrangimento da demandante que, para piorar, é domiciliada em cidade do interior do Estado, com reduzido número de habitantes”, completou o desembargador.

Freitas Câmara disse ainda que o Orkut é um “celeiro de condutas ilícitas”.
“A questão lamentavelmente não é nova e o Orkut, como se sabe, tornou-se o mais famoso site de relacionamento da Internet, que deixou de ser apenas uma rede social, para se tornar um celeiro de condutas ilícitas e ofensivas à honra alheia, como tem sido noticiado quase que diariamente” disse o desembargador.

Google pode recorrer da decisão
De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio, o Google pode
recorrer da decisão.


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL




terça-feira, 12 de maio de 2009

Popularidade das redes sociais causa 'ressaca'

23/03/09 - 09h02 - Atualizado em 23/03/09 - 09h12

Popularidade das redes sociais causa 'ressaca' em seus veteranos
Fenônemo já visto no Orkut começa a se repetir no microblog Twitter.
Usuários antigos torcem o nariz para popularidade de seu 'clube virtual'.



Foto: Divulgação Popularização do Twitter desagrada muitos 'veteranos'.
(Foto: Divulgação)

“O Orkut é brega”, “Facebook é a bola da vez” e “Orkut sucks, Twitter rules” (“Orkut é péssimo, Twitter domina”) foram alguns dos comentários postados. Em outro texto, este sobre informações judiciais divulgadas nos microblogs, a reação seguiu o mesmo tom: “peço às autoridades jornalísticas que parem de divulgar o Twitter no Brasil. Já basta o Orkut ter sido infestado dessa ralé”, escreveu um leitor identificado como Seu Madruga, que ganhou o apoio de outros anônimos.
Os comentários mostram um comportamento que vem se tornando constante na web brasileira:
aqueles que aderem primeiro a uma rede social torcem o nariz ao ver seu “clube virtual” ser invadido.


Quando isso acontece, os pioneiros optam por abandonar o ambiente (ação conhecida como Orkuticídio, quando na rede social do Google) ou deixam de atualizar seus perfis com tanta frequência, geralmente investindo em algo novo. Essa debandada já foi vista no Orkut --
quando seus usuários partiram em busca do MySpace, Facebook e afins – e agora dá sinais no Twitter, serviço de microblog que vem ganhando adeptos no Brasil. Se você ainda não conhece o Twitter, entenda aqui como funciona.

Conforme acumulam seguidores (usuários que acompanham seus textos de até 140 caracteres), muitos twitteiros “veteranos” reclamam da invasão do site. O blog Maldita cultura pop fez uma previsão do que acontecerá, com base na experiência testemunhada no Orkut. Segundo o post, adolescentes marcarão briga usando o Twitter, surgirão os twitts pagos (como já fez o apresentador Marcelo Tas), o Google vai comprar o Twitter, estrangeiros vão discriminar brasileiros, casais de namorados brigarão por coisas que foram escritas no Twitter dos outros, uma enxurrada de perfis de gatos, cachorros e bebês serão criados e -- é claro -- usuários cometerão “twittercídio”.

Exclusividade

Foto: Juliana Carpanez/G1 Emerson Calegaretti, diretor-geral do MySpace no Brasil. (Foto: Juliana Carpanez/G1) Emerson Calegaretti, diretor-geral do MySpace no Brasil, concorda que essa tendência da ressaca das redes sociais existe. “Para uma pequena parcela da população, ter acesso exclusivo a um produto ou serviço tem muito mais valor do que sua utilidade ou benefício percebido”, afirma. “Os early adopters [adeptos às novidades] usam os sites de relacionamento como símbolo de status. Pertencer a uma rede que ninguém conhece ou usa torna essa pessoa um desbravador, um conhecedor de mistérios herméticos que os demais ainda não conhecem.” Calegaretti lembra, no entanto, que a tendência de sites sociais é crescer de forma geométrica.
É isso o que mostram os números do Ibope Nielsen Online: na internet residencial brasileira, o Twitter passou de 225 mil visitantes únicos em janeiro de 2009 para 344 mil em fevereiro – crescimento de 52,8% em um mês. No início do ano, o Orkut teve 17,5 milhões de internautas domésticos (mais de 70% dos usuários residenciais ativos no país), MySpace chegou a 1 milhão e Facebook teve 900 mil -- todas as páginas, diz o Ibope, apresentam crescimento.

Foto: Arquivo pessoal Gilberto Pavoni Junior, que se declara viciado no universo virtual, está em cerca de 30 comunidades. (Foto: Arquivo pessoal) Gilberto Pavoni Junior, jornalista que se diz viciado no universo virtual, afirma que o movimento de migração surgiu paralelamente à popularização das redes sociais. “A Tecnologia da Informação é uma indústria de bolhas. Os novidadeiros ajudam a criar, enquanto o público comum ajuda a estourar, e assim começa tudo de novo. Os novidadeiros não querem correr o risco de serem confundidos com um cidadão médio: por isso eles migram em busca de algo novo”, diz Pavoni, que está cadastrado em cerca de 30 dessas redes.
Ele não acredita que esse movimento represente o fim de sites sociais. “Eles podem morrer para os early adopters, mas permanecem para os demais.” Pessoalmente, Pavoni não se incomoda com a popularização dos grupos: para ele, isso mostra que os novidadeiros estavam certos, cria um mercado para sustentação comercial do que foi descoberto e empurra os fãs de novidades para outras descobertas. “Alguns encontram uma praia. Quando a muvuca invade e fica surfando, é hora de procurar uma nova praia deserta.”

Confusão

O administrador de sistemas Rodrigo Correia, 32, se considera um early adopter por gostar de novidades tecnológicas. Ele, que em meados do ano passado fez uma lista com “bons motivos para sair do Orkut e migrar para o Facebook” diz não se importar com a popularização de uma rede, um indicador de sucesso. “O que me incomoda não são os usuários genuínos, mas os spammers que inevitavelmente chegam com o crescimento desses sites”, conta (saiba como funcionam as mensagens indesejadas no Twitter).

Foto: Arquivo pessoal Fernando Gouveia saiu do Twitter, mas depois voltou. (Foto: Arquivo pessoal ) Ícaro Leal da Silva, 17, faz parte da primeira leva de internautas brasileiros a cometer twittercídio – ele disse preferir outros serviços de microblog, como Jaiku e Plurk.

Participante de diversas redes sociais, Silva reforça a tese de que o medo em relação à popularização das páginas está ligado à confusão que eles viram com a adesão de um grande número de pessoas. “Aconteceu isso no Orkut, que tem excesso de spam e comunidades inúteis. É como se fosse um trauma”, acredita.

Também nas estatísticas dos twittercidas, Fernando Gouveia, 32, abandonou o site e depois voltou. Conhecido como Gravataí Merengue, por causa de seu blog, o advogado saiu quando estava sobrecarregado de trabalho, por achar que o microblog atrapalhava na concentração.
Encontrou mais paz para trabalhar, mas acabou voltando com o objetivo de participar de discussões e conversas que considera interessantes.

“Algumas pessoas se irritam nos sites de relacionamento porque não gostam de povo. Quanto mais popular for um twitteiro, menos ele é ‘pop’ no sentido lato. Menos ele tolera um ‘miguxo’, uma pessoa mais humilde ou que cometa mais erros de português do que ele”, diz Gouveia.

Fidelidade

Foto: Arquivo Pessoal Silvio Meira acredita que usuários abandonam redes sociais quando nada os prende lá. (Foto: Arquivo Pessoal ) O professor e pesquisador Silvio Meira não acredita que sites de relacionamento sejam abandonados porque se tornam populares. “O pessoal que começa a rede tem acesso a essa tecnologia em estado alfa e beta, quando os demais usuários ainda não estão lá. Se os early adopters não estiverem usando os sites como parte do que seriam processos essenciais para seu trabalho e vida, não há razão para permanecerem lá, onde nada os prende.”

“Ninguém troca seu provedor de e-mail de uma hora para outra. Há um custo relativamente alto envolvido nesse tipo de mudança, como mensagens que enviamos, que recebemos e muitas pessoas que conhecem aquele endereço”, compara o professor de engenharia de software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, em Recife, e cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.

Meira exemplifica, dizendo que grupos -- sejam eles de ciclistas ou de um maracatu -- que usam sites de relacionamento para se articular continuarão lá por muito tempo, pois a atividade dos integrantes será a motivação do uso. “Se abandonarem o serviço, seja ele qual for, será porque não veem ali agregação de valor que remunere o custo de usá-lo. No caso das redes socais, esse custo é o trabalho de manter um perfil ativo”, reforça.

De olho nisso, o MySpace tem uma estratégia de ir além da rede social, oferecendo aos seus usuários conteúdo exclusivo, de seu interesse – exemplo disso são os off-line shows promovidos pelo site e também lançamentos on-line de novas músicas. Outra aposta da companhia, assim como de seus concorrentes diretos, são ferramentas de gerenciamento de privacidade. Com elas, os internautas podem selecionar as pessoas que verão as informações divulgadas nos sites, como recados e fotos.

FOTOS: