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domingo, 26 de julho de 2020

segunda-feira, 18 de junho de 2018

HQ - Disney - O Caso das Quatro Manchas


HQ - Disney - O Caso das Quatro Manchas


Na revista Almanaque do Mancha Negra, de 1984, encontramos duas histórias de papai.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

10 livros de suspense e mistério para presentear no Natal


10 livros de suspense e mistério para presentear no Natal



DICAS PARA O NATAL - Se você quer dar um livro de suspense para um amigo mas não sabe qual escolher, a gente vai te dar uma mãozinha. Separamos 10 romances policiais entre clássicos, lançamentos e reedições que certamente vão agradar fãs de uma boa história de mistério.

sábado, 12 de novembro de 2016

Cientistas descobrem que é possível identificar um rosto pelo DNA


Cientistas descobrem que é possível identificar um rosto pelo DNA


Cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, estabeleceram pela primeira vez a relação entre o DNA e as características do rosto de uma pessoa.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Policiais ganham reality shows e cadeira cativa na TV

14/12/2010 08h28 - Atualizado em 14/12/2010 12h46

Policiais ganham reality shows e cadeira cativa na TV
Em SP, 'Operação de risco' e 'Polícia 24 horas' acompanham rotina do crime.
No Rio, ex-capitão do Bope se destaca como comentarista do 'RJTV'


Seja comentando as megaoperações contra o tráfico na Vila Cruzeiro ou Alemão, no Rio, seja atendendo ocorrências de crimes passionais, em São Paulo, a figura do policial tem sido cada vez mais presente na TV brasileira. Mas o apresentador raivoso e barulhento, que esmurra a bancada para demonstrar sua indignação com a criminalidade, está saindo de moda.

Em um telejornal como o "RJTV", o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel analisa o lado técnico das ações policiais. E, nos programas sobre violência urbana, os novos astros são policiais em ação, num formato televisivo mais pop: o reality show.

Cenas do "Polícia 24 horas": programa segue equipes policiais em ocorrências por SP. (Foto: Divulgação)Diferente do caçador de traficantes fardado mostrado no cinema, o “capitão Nascimento da TV” dirige sua viatura em alta velocidade para perseguir ladrões de carros, apartar “desinteligências” entre vizinhos e até resgatar o gatinho da aposentada no telhado. Tudo acompanhado do produtor e do cinegrafista de uma emissora.

Seguem essa linguagem o “Operação de risco“, da Rede TV!, e o “Polícia 24 horas”, da Band. As duas atrações estrearam este ano e rendem índices significativos de audiência para os canais.

Apresentado por Alexandre Zakir, ex-delegado do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e atualmente corregedor da Secretaria Estadual de Saúde, o “Operação de risco” exibe o desenrolar de até três casos atendidos pelas polícias Militar, Civil e Científica.


Alexandre Zakir, que apresenta o "Operação de
risco" na Rede TV!. (Foto: Reprodução/Medialand)Segundo Zakir, semanalmente, são gravadas mais de 2.000 horas de ocorrências em diversos pontos de São Paulo e o roteirista Beto Ribeiro transforma os “QRUs” - chamados pelo rádio - em histórias interessantes para o espectador.

“Faço algumas adaptações no texto, com adequações de termos jurídicos. Os policiais têm seus neologismos, então também ajudo a traduzi-los para o público”, conta o apresentador.

Zakir explica o êxito do formato como “tendência que atende uma necessidade do público”. “Acho que as pessoas cansaram dos antigos policialescos, que só serviam para aumentar a sensação de insegurança. Mostravam-se os crimes, a revolta, mas nunca o que a polícia estava fazendo para acabar com aquilo”, opina o apresentador. “Agora o telespectador tem dimensão do problema, mas sabe que há policiais trabalhando empenhados, que se arriscam dia-a-dia para combater o crime”.

“Cops” brasileiro
Acompanhar a rotina policial em uma grande metrópole não é inovação da TV brasileira. Nos Estados Unidos, séries como “Cops” já usam o formato desde 1989.

Bem parecido com o "primo” americano é o “Polícia 24 horas”, da Band. Trazido pela produtora argentina Eyeworks Cuatro Cabezas – a mesma do humorístico “CQC” – o programa não tem apresentador, traz apenas os policias em campo, numa edição dinâmica e, dependendo da ocorrência, acrescentando até pitadas de humor.

“Acho que as pessoas cansaram dos antigos policialescos, que só serviam para aumentavar a sensação de insegurança. Mostravam-se os crimes, mas nunca o que a polícia estava fazendo para acabar com aquilo”Alexandre Zakir, ex-delegado do DHPP e apresentador do 'Operação de risco'Casos mais sérios, como perseguição a um chefão do tráfico, têm músicas de suspense como trilha sonora. Mas é comum o uso de sonoplastia engraçadinha em episódios como discussões acaloradas de trânsito ou jovens suspeitos que urinam nas calças ao serem abordados para revistas.

“Esses elementos são utilizados somente para reforçar as situações absurdas que a polícia deve enfrentar no dia-a-dia”, explica Juan José Buezas, diretor do “Polícia 24 horas”. “O programa mostra como a polícia pode intervir no cotidiano da comunidade não só em ações que incluem confrontos, mas também como peça-chave na vida dos bairros”, completa.

Porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, o capitão Sérgio Marques é quem encaminha a emissora a rotina dos batalhões a serem filmados. “Os policiais recebem a orientação de agir naturalmente, seguindo os procedimentos operacionais padrão. Claro que ele terá que zelar pela segurança da equipe de TV que leva na viatura. Nós obrigamos todos a usar colete à prova de balas”, esclarece.


Rodrigo Pimentel conquistou cadeira cativa no 'RJTV'
(Foto: Reprodução/RJ TV)Marques descarta a possibilidade de os militares cometerem atos de heroísmo em frente às câmeras para ganhar mais visibilidade nos programas. “Nesse aspecto a gente fica bem tranquilo, porque o testemunho de uma equipe de televisão garante transparência às ações desses policiais. Se ele cometer alguma infração, sabe que será punido com rigor”.

Versão carioca
Especialistas em segurança pública concordam que ainda não existe a possibilidade de um “Cops” versão carioca. “Seria muito arriscado para uma equipe de TV acompanhar a nossa rotina. O policial do Rio de Janeiro enfrenta armas de guerra em confrontos”, opina o capitão Ivan Blaz, chefe de comunicação do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Acho que qualquer policial do Rio de Janeiro pode fazer uma boa análise do que acontece no dia-a-dia da cidade, com mais propriedade que um acadêmico"Rodrigo Pimentel, autor de 'Elite da tropa' e comentarista de segurança pública da TV GloboNo entanto, as recentes coberturas midiáticas das ações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão tiveram efeito de um “Big Brother” na vida dos militares envolvidos. “A imprensa jogou luz para fatos até então desconhecidos pelos cidadãos. Foi mostrado o drama familiar do policial que ficou cinco dias sem voltar para casa e o quanto os moradores das comunidades ansiavam por aquelas operações”, cita Blaz.

O capitão cita como imagem mais forte mostrada pela imprensa aquela em que dezenas de bandidos fugiram desesperados do cerco policial na Vila Cruzeiro. “Aquelas cenas, transmitidas por diversas emissoras, nos ajudaram na operação seguinte: a realizada no Complexo do Alemão. Os marginais que assistiram àquele momento, certamente desistiram de apresentar alguma resistência à nossa chegada.”

A figura do policial ganhou os holofotes não apenas no acompanhamento in loco das câmeras, mas também como analista de tudo o que estava sendo mostrado nos telejornais. Caso de Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Bope e um dos autores do livro que inspirou o filme “Tropa de elite”, que se tornou comentarista de segurança pública nos programas jornalísticos da TV Globo.

“Acredito que, se essas ações no Rio tivessem acontecido há dez anos, certamente seria um sociólogo ou um antropólogo o convidado a comentar os fatos na TV”, opina Pimentel. “Sempre fui procurado para dar entrevistas, mas nunca para falar olhando diretamente para o espectador, em linha direta. Acho que qualquer policial do Rio de Janeiro pode fazer uma boa análise do que acontece no dia-a-dia da cidade, com mais propriedade que um acadêmico”.

Pimentel destaca que a polícia deve “aproveitar essa fase exposição midiática para se reaproximar da sociedade”. “Desde ‘Tropa de elite’ a autoestima do policial aumentou. Hoje, quando os policiais do Bope treinam na praia, são aplaudidos pela população”, afirma. “Nos meus comentários, tento aproveitar brechas para falar dos salários baixos da categoria, por exemplo. Esse é um reconhecimento que ainda falta para a nossa polícia”.

Claro que a polícia erra, mas ainda temos nossos herois"Capitão Sérgio Marques, porta-voz da Polícia Militar de São PauloO capitão Sérgio Marques, da Polícia Militar de São Paulo, confirma essa “boa fase”. Ele diz que houve aumento das inscrições para a Academia do Barro Branco, de formação de policiais em 2010. “O jovem gosta de adrenalina e isso é o que o cinema e a TV estão mostrando no cotidiano do policial”, explica. “Antes, a imprensa expunha o policial corrupto, cometendo atos de violência. Agora, finalmente, estamos passando por um processo de equilíbrio de informações. Claro que a polícia erra, mas ainda temos nossos herois”.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ladrão apanha ao tentar assaltar ex-boxeador

30/06/09 - 12h10 - Atualizado em 30/06/09 - 12h10

Ladrão apanha ao tentar assaltar ex-boxeador de 72 anos
Gregory McCalium, 23 anos, foi condenado a quatro anos e meio de prisão.
Barman estaria bêbado quando atacou Frank Corti com uma faca.




Foto: Reprodução/The Sun Assaltante levou surra de ex-boxeador de 72 anos. (Foto: Reprodução/The Sun)Um olho roxo, os lábios inchados e uma sentença de quatro anos e meio de prisão foram o resultado de uma tentativa de assalto a um idoso em Botley, na região de Oxford, na Inglaterra.

De acordo com a edição desta terça-feira (30) do jornal "The Sun", Gregory McCalium, 23 anos, atacou a casa de um aposentado e acabou levando dois socos no rosto - para azar do ladrão, a vítima era Frank Corti, um ex-lutador de boxe de 72 anos.

Corti e a mulher dele, Margaret, estavam em casa quando McCalium apareceu. Ameaçado com uma faca, o ex-boxeador não hesitou e bateu no invasor. Corti ainda conteve o ladrão até a chegada da polícia.

Segundo o jornal "Daily Mail", durante o julgamento, o promotor BrianPayne disse que o barman McCalium estava sob efeito de drogas, porque suas reações eram lentas. Ele estaria bêbado, depois de uma noite de festa, quando invadiu a casa do ex-boxeador.

McCalium fui condenado a quatro anos e meio de prisão, depois de o juiz dizer que ele "teve o que mereceu". Corti se disse satisfeito com a pena, que garante que o ladrão não "vai perturbá-lo por alguns anos".

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Inventor constrói bicicleta de 4 metros de altura no DF

17/10/08 - 10h32 - Atualizado em 17/10/08 - 10h45

Inventor constrói bicicleta de 4 metros de altura no DF
A bicicleta é a realização de um antigo sonho do policial Francimar Barbosa.
A invenção chama a atenção pelo tamanho e também pelo design.

O policial militar Francimar Barbosa, morador do Gama, no Distrito Federal, levou seis meses para construir uma bicicleta de quatro metros de altura. A invenção pesa 52 kg, tem 1,5 m de largura e mais de 2,5 m de comprimento. Foi criada para apenas uma pessoa, mas um segundo assento foi acrescentado a pedido do filho.

A oficina é o canto da casa que Francimar mais gosta. É o lugar onde ele coloca em prática todas as suas idéias. O inventor explica que não há limites para novas criações. O dom foi revelado aos 11 anos, quando começou a construir carrinhos de madeira. Depois, os trabalhos passaram a ser feitos com metal, e outras engenhocas foram aparecendo. A bicicleta gigante está inscrita para entrar no Ranking Brasil, uma espécie de Guinness só para recordes do país.

A idéia surgiu de lembranças da infância. Na época, a vontade era participar do desfile de 7 de Setembro. “Eu não tinha condições de ter uma bicicleta para ir ao Plano Piloto [região onde o desfile acontece] e sempre planejei fazer uma. Não queria comprar. Queria fazer uma do meu jeito e foi isso que eu fiz”, conta Francimar Barbosa.

A brincadeira enche de orgulho o pequeno Mairon Bacelar, filho do policial. “Quando ele pede alguma coisa, eu vou lá dentro e trago. Assim, a gente vai fazendo. Se alguma coisa der errada, a gente faz tudo de novo”, revela o estudante.

“A minha intenção é estar presente na vida do meu filho. Além dele, também quero agraciar outras crianças com essa invenção”, acrescenta Francimar.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Americana acorda e encontra homem dormindo ao seu lado

12/05/09 - 08h00 - Atualizado em 12/05/09 - 08h00

Americana acorda e encontra homem dormindo ao seu lado
Jared Pinel, de 22, anos, foi preso após a mulher chamar a polícia.
Segundo o relatório da polícia, Pinel disse que 'só queria dormir'.





Foto: Reprodução/Google Earth Cidade de Boulder registrou um caso inusitado. Mulher acordou e encontrou estranho em sua cama. (Foto: Reprodução/Google Earth) Uma mulher da cidade de Boulder, no estado do Colorado (EUA), levou um susto quando acordou e encontrou um homem dormindo ao seu lado. O jovem Jared Pinel, de 22, anos, foi preso após a mulher chamar a polícia, segundo o jornal "Colorado Daily".

Pinel disse à polícia que tinha sido convidado para uma festa na casa da jovem não identificada. Ele afirmou ainda que precisava de um lugar para dormir, mas não lembra de mais nada depois de ter deitado na cama. Segundo a polícia, Pinel parecia estar embriagado.

A mulher disse que dormiu e, quando acordou, encontrou Pinel deitado na cama ao seu lado. Ela acusou o jovem de ter tentado colocar as mãos em seu corpo e de tentar beijá-la. Ela destacou ainda que o jovem não havia sido convidado para dormir em sua casa.

Segundo o relatório da polícia, Pinel disse que "só queria dormir". "Como estava cansado, eu fui para a cama que estava livre. Se algum ato impróprio foi cometido enquanto estava dormindo, eu sinto muito", afirmou ele, sobre o incidente que aconteceu em abril.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

DNA leva à prisão de maior assassino em série

30/04/09 - 22h29 - Atualizado em 30/04/09 - 22h30

DNA leva à prisão de maior assassino em série de Los Angeles

Los Angeles (EUA.), 30 abr (EFE).- A análise de DNA em crimes ocorridos em décadas passadas levou à detenção de um homem de 72 anos que seria o autor de mais de 30 estupros e assassinatos sem solução, informou hoje o jornal "Los Angeles Times".

O detido, John Thomas Jr., um negro que trabalhava para uma estatal de seguros trabalhistas na Califórnia desde 1989, foi preso pelos agentes em casa em março e acusado formalmente em 2 de abril de violentar e asfixiar duas idosas em Los Angeles em 1972 e 1976.

Os investigadores descobriram que o DNA de Thomas também estava presente em outras três cenas de crimes ocorridos em 1975, 1976 e 1986, e estudam se haveria relação do suspeito com outros 25 casos de assassinato.

Caso as desconfianças se confirmem, os policiais de Los Angeles teriam finalmente capturado o criminoso, que semeou o terror nas vizinhanças da cidade nas décadas de 1970 e 1980.

"O senhor Thomas parece ser o mais prolífico assassino em série de Los Angeles", disse o detetive Richard Bengston, da unidade de casos pendentes de Homicídio e Roubo do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD).

Esse assassino atacou pessoas idosas em bairros como Hollywood e, apesar dos esforços dos policiais, eles nunca conseguiram reunir provas suficientes para vincular uma pessoa às vítimas.

Os ataques foram interrompidos em 1978, ano em que coincidiu com a prisão de Thomas, que foi considerado culpado por estuprar uma mulher em Pasadena, na zona de Los Angeles.

Ele foi solto em 1983, na mesma época em que voltaram a ser registrados assassinatos de mulheres com entre 50 e 90 anos.

Os crimes e ataques se repetiram até 1989, quando Thomas ganhou o emprego na seguradora onde trabalhava até agora. EFE




PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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