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sábado, 24 de junho de 2023

Arqueólogos encontram estrutura parecida com Stonehenge na Holanda

Arqueólogos encontram estrutura parecida com Stonehenge na Holanda

Santuário solar de 4 mil anos foi projetado para se alinhar com os raios do sol durante os solstícios de inverno e verão.

sábado, 7 de novembro de 2020

Templo viking de 1200 anos dedicado aos deuses Thor e Odin é descoberto na Noruega

Templo viking de 1200 anos dedicado aos deuses Thor e Odin é descoberto na Noruega

Arqueólogos encontraram as ruínas de um antigo templo dedicado aos deuses nórdicos Odin e Thor na Noruega. 

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Fenômeno relacionado ao clima faz a neve ficar vermelha na Antártida

Fenômeno relacionado ao clima faz a neve ficar vermelha na Antártida


Pesquisadores estacionados em uma base ucraniana na Antártida foram surpreendidos por tons de vermelho que tingiram o branco do gelo da região. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

PERIGO - 'Se beber, não nade': a perigosa ligação entre álcool e mortes por afogamento

PERIGO - 'Se beber, não nade': a perigosa ligação entre álcool e mortes por afogamento

Um dia de verão, um drink, um mergulho... Pode não parecer, mas há uma combinação que não cai bem aí, alertam organizações da área da saúde — Foto: Getty Images via BBC

No Brasil e no mundo, bebidas alcóolicas são um fator de risco importante para afogamentos, que matam mais de 300 mil pessoas no planeta anualmente.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Ondas de calor serão mais intensas e já refletem o aquecimento global


Ondas de calor serão mais intensas e já refletem o aquecimento global

Mulheres se refrescam com borrifador de água público em Lille, na França, 
durante onda de calor na Europa (Foto: Philippe Huguen/AFP)


Especialistas alertam para consequências de aumento de temperatura na Terra.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Arqueólogo diz que pedras de Stonehenge estão no mesmo local desde antes da existência humana


Arqueólogo diz que pedras de Stonehenge estão no mesmo local desde antes da existência humana


O monumento de Stonehenge, na Inglaterra, tem intrigado os cientistas há muitos séculos, especialmente porque ele foi construído com pedras enormes que foram presumidamente deslocadas a partir de Malborough Downs, que fica a 32 quilômetros de seu destino final.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Verão da Nota - Milhares de reais aparecem misteriosamente no mar do Rio


Verão da Nota - Milhares de reais aparecem misteriosamente no mar do Rio


Depois do "Verão da Lata", o Rio de Janeiro poderá viver o Verão da Nota: 

sábado, 26 de outubro de 2013

Um susto com data marcada - Meteorologia


UM SUSTO COM DATA MARCADA - Meteorologia


Cheias, secas e até fomes. Por trás de boa parte dessas catástrofes, que no Brasil costumam chegar com o verão, se encontra o fenômeno meteorológico mais estudado neste fim de século e que aos poucos vai sendo desvendado pelos cientistas.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Estudo mostra que invernos estão mais frios porque faz mais calor

22/12/2010 12h06 - Atualizado em 22/12/2010 12h13

Estudo mostra que invernos estão mais frios porque faz mais calor
Sistema anômalo empurra ar polar no sentido anti-horário, para a Europa.
Trabalho foi publicado no 'Journal de Recherche Géophysique'.


Apesar de parecer estranho, os inclementes invernos que assolam a Europa há dez anos estão relacionados, em grande parte, ao aquecimento climático, segundo estudo publicado no "Journal de Recherche Géophysique".

À primeira vista, o frio glacial que atinge a Europa parece pouco compatível com a alta média das temperaturas previstas para antes do fim do século, e que poderá alcançar um aumento de 5 ou 6 graus.

Para os céticos que alegam que a mudança climática não existe porque os invernos são cada vez mais frios, vários cientistas respondem que estas ondas de frio são um esfriamento temporário, parte do aquecimento global.

Um novo estudo, no entanto, vai mais longe e mostra que a alta dos termômetros é precisamente a origem destes invernos nevados e tão frios.

A causa seria o degelo da calota glacial ártica.

O aquecimento, duas ou três vezes superior à média global, provocou sua redução de 20% nestes últimos 30 anos. Esta calota pode, inclusive, desaparecer totalmente durante os meses de verão antes do fim do século.

Isso permitiu que a força radioativa do Sol fosse mais absorvida pelo mar do que refletida para o espaço pelo gelo e neve, acelerando o processo de aquecimento.

Isso afeta os sistemas de pressão, criando uma fonte maciça de calor durante os meses de inverno.

"Digamos que o oceano esteja a zero grau", explica à AFP Stefan Rahmstorf, especialista em clima do prestigiado Instituto Potsdam (Alemanha), que pesquisa o impacto das mudanças climáticas.

"O oceano está muito mais quente que o ar ambiente nesta zona polar no inverno. Há então um fluxo quente que sobe para a atmosfera, o que normalmente você não tem quando tudo está coberto de gelo. É uma mudança extraordinária", acrescenta.

O resultado, segundo o estudo publicado no início do mês no "Journal de Recherche Géophysique", é um sistema de altas pressões que empurra o ar polar no sentido anti-horário, na direção da Europa.

"Estas anomalias podem triplicar a probabilidade de haver invernos extremos na Europa e no norte da Ásia", indica o físico Vladimir Petujov, que coordenou o estudo.

Outras explicações para estes invernos atípicos, como uma baixa da atividade solar ou as mudanças na Corrente do Golfo, "tendem a exagerar os efeitos", acrescenta Petujov.

Além disso, o especialista destaca que no inverno glacial de 2005-2006, quando as temperaturas caíram 10 graus em relação às habituais na Sibéria, não foi constatada nenhuma anomalia na oscilação norte-atlântica, um fenômeno meteorológico sugerido como possível explicação desses invernos inclementes.

Os cientistas assinalam que estes invernos tão frios na Europa não refletem a tendência global constatada no planeta, já que 2010 deve ser um dos três anos mais quentes da história.

"Quando olho pela minha janela, vejo 30 cm de neve e o termômetro diz -14 graus", conta Rahmstorf, falando por telefone em Potsdam, e acrescenta: "Ao mesmo tempo, na Groenlândia, estamos acima de zero em dezembro".

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Evolução dos mamíferos é mais rápida em regiões quentes

25/06/09 - 15h01 - Atualizado em 25/06/09 - 15h35

Evolução dos mamíferos é mais rápida em regiões quentes, diz estudo
Pesquisa poderia explicar a riqueza da biodiversidade nos trópicos.

Um estudo realizado na Nova Zelândia sugere que a evolução molecular dos mamíferos é mais acelerada em regiões de climas mais quentes.

Os pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Auckland analisaram pares de mamíferos da mesma espécie e descobriram que o DNA dos que vivem em climas quentes muda com mais rapidez.

Essas mudanças â?? em que uma parte do código genético é substituída por outra - são conhecidas como "microevoluções" e representam o primeiro passo em direção à evolução.

Segundo os pesquisadores, o estudo ajudaria a explicar a riqueza da biodiversidade dos trópicos, já que a taxa de evolução seria maior nessas regiões mais quentes.

Diferenças
A pesquisa, publicada na revista científica Proceedings of the Royal Academy B, comparou o DNA de 130 pares de mamíferos -- um de cada par morava em altitude e latitude diferentes - de "espécies irmãs", que possuem similaridades genéticas.

Os pesquisadores observaram então as mudanças de um gene que codifica uma proteína conhecida como citocromo b, comparando o mesmo gene a um outro de "referência" em um ancestral em comum entre cada par de mamíferos.

Observando mutações desse gene no código de DNA - quando cada ponto de uma tabela do código genético era substituída por outra â?? os pesquisadores foram capazes de ver qual dos dois mamíferos tinha desenvolvido as "microevoluções" com maior rapidez.

Os resultados indicam que animais que habitam locais onde o clima é mais quente faziam uma vez e meia mais essas substituições genéticas do que aqueles que vivem em regiões mais frias.

Len Gillman, que coordenou o estudo, afirma que em latitudes mais altas, onde os ambientes são mais frios e menos produtivos, animais frequentemente conservam suas energias â?? hibernando ou descansando, para reduzir suas atividades metabólicas.

"Em climas mais quentes, a atividade metabólica anual é geralmente maior, o que os condicionará a um total maior de divisão de células por ano na linha germinativa", disse o pesquisador.

"Inesperado"
A ideia de que microevoluções ocorram com maior rapidez em ambientes mais quentes não é nova. Mas essa é a primeira vez que o efeito dessas mudanças pôde ser mostrado em mamíferos, animais que regulam a temperatura do próprio corpo.

"Nós já tínhamos encontrado um resultado parecido em espécies de plantas e, outros pesquisadores, em animais marinhos. Mas já que esses animais são ectotérmicos - ou seja, a temperatura de seus corpos é controlada diretamente pelo ambiente - todos assumiram que o efeito era causado pela condição climática, alterando, assim, a taxa de metabolismo desses animais."

Cientistas acreditam que essa ligação entre a temperatura e a taxa de metabolismo faz com que, em climas mais quentes, as células germinativas - que eventualmente desenvolvem-se em esperma e óvulos - se dividam com mais frequência.

"Ao passar do tempo, o aumento da divisão de células proporciona mais oportunidades para mutações ocorrerem em populações da mesma espécie. Isso aumenta a probabilidade de mutações favoráveis serem selecionadas de dentro de populações da mesma espécie", afirmou o pesquisador. .

"Nós suspeitamos que o mesmo efeito pudesse estar acontecendo em mamíferos, já que mudanças sazonais afetam as atividades dos animais", disse Gillman à BBC. "O resultado foi inesperado."

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Idéia do horário de verão surgiu antes mesmo da luz elétrica

18/10/08 - 10h02 - Atualizado em 18/10/08 - 10h02

Idéia do horário de verão surgiu antes mesmo da luz elétrica
Ben Franklin foi primeiro a ver economia em prolongar uso da luz do dia.



Foto: Arte/G1 Concepção artística mostra Benjamin Franklin escrevendo à luz de velas. (Foto: Arte/G1)Em 1784, quando ainda não existia luz elétrica, o jornalista e inventor Benjamin Franklin viu que gastava muitas velas quando trabalhava de noite. Acordar mais cedo passou a ser a sua solução de economia, e ele chegou a sugerir que as praças tivessem "barulhos de canhões para fazer os preguiçosos levantarem mais cedo todos os dias". Para alívio dos vizinhos, a idéia de Franklin não foi implementada, mas ela foi o embrião do que hoje chamamos de horário de verão.

A idéia de ajustar os relógios veio um pouco mais tarde, em 1905, com o construtor William Willett. Ele lutou anos para conseguir introduzir o horário de verão na Inglaterra, mas morreu sem ver sua idéia funcionar.

Foi apenas na Primeira Guerra Mundial, em 1914, que o horário de verão foi introduzido pela primeira vez, na Alemanha. Rapidamente, outros países também adotaram a técnica, inclusive os EUA. No pós-guerra, no entanto, os fazendeiros americanos conseguiram derrubar a medida, que também caiu em vários outros países.

A guerra mundial voltou, em 1939, e novamente o horário de verão foi introduzido em países aliados e do eixo. Nos anos 1960, a lei americana determinava que cada estado escolher se queria ou não participar da mudança, gerando uma grande confusão de horários. Em uma linha de ônibus da Virgínia Ocidental, por exemplo, os passageiros tinham que mudar seus relógios sete vezes em 56,3 km. A história é contada no livro "Seize the Daylight: The Curious and Contentious Story of Daylight Saving Time", do especialista em horário de verão e P.h.d. pelo Instituto Tecnológico de Massachusetts David Prerau.


Outros benefícios
Em entrevista ao G1, por telefone, Prerau disse que a economia de energia não é o único benefício da implantação do horário de verão. Segundo ele, muitos países adotam a medida por conta da diminuição da criminalidade no horário de saída do trabalho e também pelo aumento do lazer da população, que pode curtir o fim de tarde por mais tempo. "Hoje mais de 70 países adotam a técnica e na maioria deles a economia de energia é significativa."



Foto: Reprodução/Wikimedia Commons Retrato mostra Benjamin Franklin em 1785 (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)'Loucura anual'

Mas há quem diga que a contenção de energia não é o verdadeiro motivo da implantação do horário de verão. Michael Downing, professor da Universidade de Tufts, em Boston, e autor de "Spring Forward: The Annual Madness of Daylight Saving Time" (A primavera avançada: a loucura anual do horário de verão"), disse que a real intenção do adiantamento dos horários é o lobby das companhias de petróleo e das lojas de shopping.

"Eles lucram mais com o prolongamento do dia, já que como saem mais cedo do trabalho, as pessoas vão às compras. E não vão andando. Elas pegam carros". Segundo Downing, o horário de verão também contribui para o aquecimento global, já que aumenta o uso do ar-condicionado. "Acho que é uma medida cínica que evita o investimento em uma política eficaz de energia nos países."