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domingo, 14 de abril de 2024

Bibliopegia Antropodérmica - Encadernar livros com pele humana, uma macabra prática

Bibliopegia Antropodérmica - Encadernar livros com pele humana, uma macabra prática

Recentemente, a Universidade Harvard retirou de sua biblioteca uma dessas edições, o que expôs esse costume mórbido.

sábado, 28 de janeiro de 2023

BIBLIOTECA NO RIO - Está entre os 13 paraísos dos livros

BIBLIOTECA NO RIO - Está entre os 13 paraísos dos livros

Ainda que você não seja um leitor ferrenho ou não se interesse tanto por livros, algumas bibliotecas pelo mundo são tão lindas que merecem ser incluídas no roteiro da sua próxima viagem. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Descoberta de textos mais antigos sobre o mago Merlin surpreende pesquisadores

Descoberta de textos mais antigos sobre o mago Merlin surpreende pesquisadores

Estima-se que os manuscritos tenham sido escritos há cerca de 770 anos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Biblioteca especializada em títulos de cinema foi inaugurada no Rio de Janeiro - RJ

Biblioteca especializada em títulos de cinema foi inaugurada no Rio de Janeiro - RJ

Em meio a tantas notícias ruins e descaso estatal com a cultura, às vezes surgem algumas que dão um alento. 

sábado, 28 de novembro de 2020

Universidade de Cambridge denuncia roubo de cadernos de Darwin

Universidade de Cambridge denuncia roubo de cadernos de Darwin


Retrato do biólogo inglês Charles Darwin, autor da teoria da evolução 
e do livro 'A Origem das Espécies' 

Originais desapareceram da biblioteca da universidade há 20 anos e eram procurados até hoje. Um deles contém o desenho da "árvore da vida", que se tornou o símbolo da teoria da evolução.

domingo, 6 de setembro de 2020

O que dizia o primeiro documento escrito da história ???

O que dizia o primeiro documento escrito da história ???


A escrita é uma ferramenta tão especial que muitas culturas antigas acreditavam que ela era fruto de um presente divino. 

sábado, 22 de dezembro de 2018

RELEMBRE AS PRINCIPAIS DESCOBERTAS ARQUEOLÓGICAS DE 2018

RELEMBRE AS PRINCIPAIS DESCOBERTAS ARQUEOLÓGICAS DE 2018



Muitos tesouros arqueológicos foram encontrados pelo mundo em 2018.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

CONHEÇA AS 5 BIBLIOTECAS MAIS BONITAS DO MUNDO


CONHEÇA AS 5 BIBLIOTECAS MAIS BONITAS DO MUNDO



Para que tem paixão por livros ou pela arquitetura, estes são lugares muito especiais. Qual o seu preferido?

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Códigos "secretos" abrem categorias específicas da Netflix


Códigos "secretos" abrem categorias específicas da Netflix


Uma das principais reclamações de quem usa a Netflix é a dificuldade de achar novos filmes na plataforma. O algoritmo do serviço de streaming oferece opções de acordo com o que o usuário assiste. Assim, muita coisa fica perdida na biblioteca.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Acervo completo de histórias em quadrinhos para download grátis


Acervo completo de histórias em quadrinhos para download grátis


Dica valiosa para amantes de HQs e graphic novels. Já conhece o site The Digital Comic Museum? Então salve nos seus favoritos, Ele possui um acervo completo de histórias em quadrinhos para download grátis.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Dica de 4 sites para baixar livros


Dica de 4 sites para baixar livros



Pessoal, olha que super dica para quem gosta de ler! 4 sites onde você pode baixar gratuitamente milhares de livros!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Catedrais de Papel - Cultura



CATEDRAIS DE PAPEL - Cultura



Uma viagem por algumas das melhores bibliotecas do mundo ajuda a entender por que o livro é a criação mais valiosa do homem.


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Autores que escrevem sobre nada !!!

AUTORES QUE ESCREVAM SOBRE NADA !!!


A nossa literatura carece de grandes autores que saibam tecer bem histórias sobre nada. Pode soar estranho ou mesmo paradoxal, mas assim se atingirá uma gigantesca parcela da população que ainda não começou a enveredar pelos deliciosos caminhos literários.

Infelizmente, como se sabe, o brasileiro lê pouco e em grande parte por causa dessa falta de escritores nacionais que saibam escrever sobre temas corriqueiros, mas agradáveis ao leitor. As novelas estão aí para provar. Cada vez mais aumenta o número de telespectadores que assistem a elas na ânsia de se entreterem com uma grande quantidade de nada. É claro que há aí, nesse contexto, uma gana por contemplar uma vida às vezes tão distante da real ou às vezes tão próximo dela. Mas há, também, essa grande vontade de entreter-se com nada. De não ter que pensar, talvez não por preguiça, mas sim como uma válvula de escape ao estresse diário.

É também pelo mesmo motivo que os filmes de ação e aventura são os mais bem cotados da indústria cinematográfica de Hollywood. Quem nunca sentiu um enorme prazer em ir ao cinema simplesmente para ver um filme cheio de tiros, mortes, ou mesmo um romance "água-com-açúcar", que atire a primeira pedra. O ser humano carece tanto de momentos de reflexão e sapiência quanto de entretenimento e descanso. Mas nossos críticos literários parecem não ver isso e continuam crucificando todo e qualquer livro que não traga "um algo a mais" para o leitor. E nossa população continua a ler cada vez menos.

Não é apenas por esse motivo, entretanto, que a população tem se afastado dos livros. Além das nem sempre eficazes medidas e estímulos educacionais de nosso governo, pode-se perceber nos adolescentes (e por conseqüência nos adultos) uma "macunaímica" preguiça de ler. Isso deve-se não somente aos videogames, mas, também, ao grande abismo que há entre a literatura infantil e a adulta. Há uma deficiência de livros que façam a transição entre O Patinho Feio e Memórias Póstumas de Brás Cubas. Ou até mesmo de clássicos infanto-juvenis, como O Mistério do Cinco Estrelas e O Escaravelho do Diabo, para obras de escritores "maiores" como Drummond, Clarice Lispector, João Cabral de Melo Neto e Euclides da Cunha.

É exatamente aí que se encaixam os autores que escrevem sobre nada. Apesar de haver no mercado um sem número de obras escritas sobre esse assunto, quase todas são de autores estrangeiros. Não há uma identidade nacional nesses livros e o adolescente de hoje, quando começa a tomar gosto pela leitura, seja lendo Sidney Sheldon ou Tolkien, ao descobrir os escritores nacionais desiste por haver metafísica demais para ele. Parece heresia? Pois imagine um garoto que leu apenas um ou dois livros em sua vida abrindo Sagarana, curioso. Seria um trauma! Precisamos de livros que preparem o nosso futuro literário (as crianças e adolescentes) para maravilhas como essa de Guimarães Rosa. Caso contrário, o choque é avassalador.

Precisamos nos orgulhar dos nossos bons escritores e livros sobre o nada. Paulo Coelho é um herege, um Judas para a crítica tupiniquim. Por outro lado, J.K. Rowling, a autora de Harry Potter, é uma deusa na Inglaterra. Pois será que o nosso escritor precisaria ter criado um bruxinho de vassoura e varinha para ser agraciado? Ou será que só o fato de ele escrever para o entretenimento e com isso levar a literatura brasileira, não só aos nossos pequenos leitores, mas ao mundo, não seria o suficiente? Ninguém começa a ler por Macunaíma. Precisamos nos conscientizar disso. Há um longo caminho até a chegada do gosto e prazer pela leitura de Mário de Andrade, por exemplo.

Não afirmo, porém, que devemos nos limitar apenas à literatura infanto-juvenil ou à voltada para o entretenimento pura e simplesmente. Obviamente, é necessário também uma carga cultural intrínseca.

Deve-se, sim, continuar a aumentar nosso acervo preeminente, mas se não houver uma importante reflexão sobre como instigar a leitura nos jovens, boa parte da população brasileira viverá (ou continuará a viver) às margens da cultura literária. E os videogames venderão cada vez mais!


*Tem 18 anos, é professor de inglês e está com os cabelos raspados por ter passado no curso de Relações Internacionais da PUC-SP

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

AVENTURAS NA ESTANTE



Nada de soluções mágicas, poções fantásticas, varinha milagrosa. Muito antes de o minibruxo Harry Potter chegar ao Brasil nossas prateleiras ostentavam heróis de carne e osso que faziam rir, desvendavam mistérios e, de quebra, nos protegiam do mal. Gente como o Gordo, um Sherlock Holmes mirim e roliço criado por João Carlos Marinho. Ou o grupo de amigos Karas e Léo, que trabalhava no misterioso hotel cinco estrelas Emperor Park. Assim como Potter, essas turmas fizeram sucesso e viraram séries, perpetuando mais que uma história, um estilo de vida. Preencha seu Suplemento de Trabalho e lembre-se: na hora de deixar uma mensagem que pode salvar seus amigos, vale usar todas as armas. Até cocô.

sábado, 15 de maio de 2010

Digitalização de livros pelo Google preocupa União Europeia

28/05/09 - 17h12 - Atualizado em 28/05/09 - 17h16


Digitalização de livros pelo Google preocupa União Europeia
Acordo referente aos Estados Unidos pode afetar autores da Europa.
Alemanha alega que projeto representa violação de direitos autorais.




Foto: Mike Segar/Reuters Google afirma que está disposto a se envolver em qualquer 'diálogo construtivo' sobre futuro dos livros e dos direitos autorais. (Foto: Mike Segar/Reuters) O órgão executivo da União Europeia estudará os planos do Google para oferecer milhões de livros on-line, depois que a Alemanha alegou que o projeto do grupo de internet representa uma violação das leis de direitos autorais do bloco de países.

Os ministros de Comércio Internacional do bloco comercial concordaram na quinta-feira (28) em solicitar que a Comissão Europeia estude a forma pela qual o acordo do Google com escritores dos Estados Unidos afeta os direitos dos escritores da União Europeia.

"A comissão estudará toda a questão cuidadosamente e, caso perceba necessidade, tomará as devidas providências", disse Vladimir Tosovsky, ministro da Indústria da República Tcheca, que ocupa a presidência da União Europeia, em entrevista coletiva.

O "Apelo de Heidelberg" foi lançado na Alemanha, para alegar que a propriedade intelectual de escritores alemães está sendo roubada.

A Alemanha informou em apresentação aos ministros da Indústria da União, na quinta-feira em Bruxelas, que o Google havia digitalizado livros do acervo de bibliotecas norte-americanas sem prévia autorização dos detentores de direitos, para criar seu banco de dados Google Books.

"Entre os livros digitalizados há numerosos trabalhos cujos direitos pertencem a europeus", afirma o estudo alemão. Reino Unido e França expressaram apoio às preocupações alemãs.

Acordo nos EUA
Grupos norte-americanos de editoras e escritores chegaram a um acordo que
permite que o Google digitalize milhões de livros. O acordo, que ainda não foi aprovado judicialmente, também afetaria escritores europeus publicados nos EUA, ainda que lhes seja facultado excluir seus trabalhos do acordo.

"As ações do Google são irreconciliáveis com os princípios das leis europeias de direitos autorais, de acordo com as quais o consentimento do autor precisa ser obtido antes que seus trabalhos sejam reproduzidos ou oferecidos sem restrições na internet", afirma o estudo alemão.

O Google afirmou que está disposto a se envolver em qualquer diálogo construtivo sobre o futuro dos livros e dos direitos autorais.

"Temos agora uma oportunidade bem-vinda de explicar à Comissão Europeia como os autores, editores e o Google concordaram em prosseguir nos EUA", disse um porta-voz da empresa em Bruxelas.

A Alemanha afirmou que as ações do Google reforçariam a concentração da propriedade de mídia e prejudicariam a diversidade cultural. A União Europeia lançou sua biblioteca digital, a Europeana.eu, em novembro.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Superbiblioteca de medicamentos ajuda a criar novas drogas

07/05/09 - 11h40 - Atualizado em 07/05/09 - 12h09

Superbiblioteca de medicamentos ajuda a criar novas drogas a partir de antigas
Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins guardam 3.000 princípios.
Vantagem é uso de remédios já aprovados e sem royalties sobre eles.

Mantidos numa fila de refrigeradores brancos, num laboratório da Escola de Medicina da Johns Hopkins University, em Baltimore, estão mais de 3.000 – de um total estimado de 10.000 – medicamentos conhecidos da medicina. Não há uma placa na porta para indicar que esta talvez seja a maior biblioteca de medicamentos disponível a pesquisadores interessados em descobrir novos usos para remédios antigos e muitas vezes esquecidos.


Até hoje, pesquisadores já utilizaram a biblioteca para descobrir que o itraconazol,
remédio usado durante décadas para tratar fungos na unha do pé, pode também inibir o
crescimento de alguns tipos de tumores e evitar a degeneração macular. Outro medicamento, a clofazimina, usado há mais de um século para tratar lepra, pode ser eficiente contra doenças autoimunes como esclerose múltipla e psoríase.

“Leva 15 anos e custa quase um bilhão de dólares para se desenvolver um novo medicamento”, disse Jun O. Liu, professor de farmacologia e diretor da Biblioteca de Medicamentos Johns Hopkins. “Por que não começar com compostos que já possuem segurança e eficácia comprovadas?”

Ele e seus colegas constroem a coleção desde 2002 e esperam completá-la até 2011. Os
pesquisadores adquirem os medicamentos através de doações, compras e algumas vezes por síntese em laboratório. Eles enviarão aos pesquisadores um conjunto completo – quantidades minúsculas de cada medicamento na biblioteca – por US$ 5.000, o que cobre os custos de envio e renovação.


Sem patente
Como os remédios contra lepra e fungo na unha do pé são aprovados nos Estados Unidos e não possuem proteção de patente, experimentos clínicos para testar seus novos usos estão sendo realizados ou perto de obter a aprovação regulatória, disse Liu. Remédios ainda sob proteção de patente são mais complicados; detentores de patente raramente permitem pesquisas independentes sobre usos alternativos. “As empresas de medicamentos não têm estado muito entusiasmadas em nos ajudar”, disse Liu.

Existem outras bibliotecas de medicamentos, comerciais e não-comerciais. Fornecedores comerciais, dos Estados Unidos e de outros países, oferecem consideravelmente menos remédios que a Johns Hopkins (embora detenham remédios que não existem lá), e cobram muito mais. Bibliotecas não-comerciais incluem a do Instituto Nacional de Saúde dos EUA; a da Universidade da Califórnia, em São Francisco; e a da Universidade McMaster, em Hamilton, Ontário. Mas elas geralmente não enviam remédios a pesquisadores não-afiliados.

Independente da fonte, pesquisadores geralmente solicitam cópias de coleções completas, ao invés de medicamentos individuais que eles acreditem funcionar em seus experimentos.

“Encontramos medicamentos que são ativos de maneira que ninguém jamais teria suposto”, disse Marc G. Caron, professor de biologia celular na Universidade Duke que está usando a biblioteca da Johns Hopkins para encontrar remédios capazes de acalmar a síndrome de abstinência em usuários de drogas.

Os testes desses compostos se tornaram muito mais simples nos últimos anos. Isso é possível através do uso de uma tecnologia automatizada conhecida como HTS – do Inglês high-throughput screening. Os medicamentos são dissolvidos numa solução e armazenados em pratos retangulares, compartimentados, que lembram fôrmas de gelo; eles podem então ser entregues a pesquisadores para testes sobre sua eficácia contra várias doenças e mecanismos de doenças, como as inflamações.

Conta-gotas computadorizados, agitadores de pratos e leitores de imagens microscópicas atualmente conseguem em dias o que antes levava anos para os cientistas. Embora o HTS já esteja em uso há pelo menos uma década, foi apenas nos últimos cinco anos que a tecnologia se tornou amplamente disponível. Anteriormente, somente grandes companhias farmacêuticas podiam pagar os testes de milhares de componentes; hoje, mais instituições públicas e acadêmicas estão fazendo isso. Sua ênfase tende a ser mais em redescobrir ou alterar a estrutura química de velhos medicamentos do que desenvolver novos compostos.

“A instrumentação para fazer testes sofisticados, e em larga escala, de medicamentos se tornou significativamente melhor e mais barata”, disse Michelle Arkin, diretora-associada do Small Molecule Discovery Center da Universidade da Califórnia, São Francisco. Algumas instituições, como a McMaster, em Ontário, e a Rockefeller University, em Nova York, permitem que pesquisadores externos utilizem suas estruturas de HTS por valores entre 10 mil e 20 mil dólares, dependendo da complexidade do projeto.

Menos taxistas
“Não permitimos que entrem motoristas de táxi direto da rua, mas somos bastante abertos”, disse Eric Brown, professor e presidente de bioquímica da McMaster, que junto a outro professor, Gerry Wright, inspeciona a biblioteca de medicamentos local. (Ela é conhecida por lá como Gerry and Eric's Excellent Screening Collection, ou GEEC, um trocadilho em Inglês para a palavra que designa aqueles mais obcecados por tecnologia e estudos.)

O acesso a tais aparatos aumentou a demanda pela análise de compostos, particularmente pelos medicamentos já aprovados e fora de patente. A Johns Hopkins e fornecedores comerciais relatam uma explosão de pedidos nos últimos dois anos – não só por haver mais laboratórios de HTS, dizem eles, mas também graças a esforços mundiais na busca por tratamentos mais baratos contra os males do mundo em desenvolvimento, como a malária e a tuberculose.

“Remédios antigos representam a fruta pendurada mais baixo, em termos de tratamentos
seguros e baratos para essas doenças”, disse Carl Nathan, presidente de microbiologia da Escola de Medicina Weill Cornell, em Nova York. Nathan recebe pratos de medicamentos da Johns Hopkins e de fornecedores comerciais. Ele também realiza o HTS na Rockefeller, onde possui uma parceria com a Weill.

“Estou viciado nisso”, disse ele.



PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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