Mostrando postagens com marcador Pirataria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pirataria. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

PIRATARIA - As incríveis histórias de cinco dos piratas mais famosos de todos os tempos

PIRATARIA - As incríveis histórias de cinco dos piratas mais famosos de todos os tempos

Barba Negra, Capitão Kidd, Madame Ching e outros aterrorizaram os Sete Mares.

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Ching Shih, a ex-prostituta que virou pirata e comandou uma frota de 1.500 navios

Ching Shih, a ex-prostituta que virou pirata e comandou uma frota de 1.500 navios

Conhecida como "O Terror do Sul da China", ela liderou 50 mil homens na lendária Frota da Bandeira Vermelha.

sábado, 6 de março de 2021

PIRATARIA - Um 'vilão' que foi exagerado pelas autoridades

 PIRATARIA - Um 'vilão' que foi exagerado pelas autoridades

União Europeia ocultou estudo que mostra que a pirataria não reduz vendas legais.

sábado, 22 de agosto de 2020

Destroços de naufrágio indicam que pirata Barba Negra abandonou seu navio de propósito

Destroços de naufrágio indicam que pirata Barba Negra abandonou seu navio de propósito


Edward Teach, o Barba Negra, foi um dos piratas mais famosos da história. 

sábado, 12 de novembro de 2016

Como a pirataria ajudou a criar a cultura de games no Brasil


Como a pirataria ajudou a criar a cultura de games no Brasil


Falar sobre a história dos videogames no Brasil é falar de um assunto um pouco delicado: a pirataria. Não dá para explicar como os jogos se popularizaram por aqui sem entrar nesse tema: seja por versões não autorizadas de consoles ou arcades, ou emuladores, ou mesmo cópias ilegais de jogos, muita gente só conheceu e se apaixonou por games por causa da pirataria.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Torrent mais velho do mundo tem mais de 12 anos e ainda está ativo


Torrent mais velho do mundo tem mais de 12 anos e ainda está ativo


Imagem incluída no pacote The.Matrix-ASCII

Mais de 12 anos atrás um fã da saga Matrix criou uma versão do primeiro filme em ASCII e a colocou à disposição para quem quisesse baixá-la via torrent. Pois o arquivo ainda está em atividade, sendo atualmente o mais antigo do tipo.

O TorrentFreak escreveu sobre o arquivo há mais de dez anos chamando atenção para o fato raro - tendo em vista que à época havia apenas uma fração da quantidade de usuários que o BitTorrent tem hoje - de um arquivo ter sobrevivido por 696 dias.

O site voltou a falar do assunto nesse fim de semana, ressaltando que o arquivo hoje passa dos 4.419 dias. Chamado The.Matrix-ASCII, o arquivo foi disponibilizado em 20 de dezembro de 2003 e se mantém ativo mesmo que seu site original tenha saído do ar (dá para encontrá-lo no Google).

Quanto o pessoal do TorrentFreak trouxe a história à tona novamente, o site reportou que apenas oito pessoas mantinham o arquivo ativo. Nesta segunda-feira, 25, entretanto, o número de usuários passa de 30.


FONTE: TorrentFreak







sábado, 20 de julho de 2013

Quem são os Piratas da Somália


Quem são os Piratas da Somália


Estamos acostumados a ver os piratas em filmes, documentários, livros e desenhos, geralmente representados por um homem barbado, de feições malignas e cultivador de uma crueldade desumana. Filmes consagrados como “Piratas do Caribe”, criaram no publico leigo uma imagem clássica dos piratas que, embora seja fascinante, não retrata a realidade dos bandidos marítimos.

Além disso, criou-se também em nossas mentes, aquela velha imagem de que os piratas não mais existem e ficaram presos aos séculos anteriores ao atual. No entanto, a atividade pirática permanece viva até os dias de hoje. Não nos referimos aqui aos piratas de informação digital como tem sido difundido por aí; isso não será considerado para nós pirataria stritu sensu. A pirataria verdadeira, aquela onde um grupo de homens armados atravessam águas oceânicas sobre o objetivo de saquear é para nós a legítima e é tão antiga quanto a própria arte da navegação.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

10 melhores sites para ouvir musicas online


10 melhores sites para ouvir musicas online

São vários os motivos para recorrermos a sites para ouvir musicas online. Eu poderia citar um a um, mas esse não é o foco. Selecionei esses sites baseado em experiencias pessoais e dados estatísticos de acessos, usuários, acervo de musicas e outros.
Há sites para todos os bolsos: os gratuitos são os mais usados, porém, não se tanta qualidade no som. Os pagos te dá qualidade e flexibilidade, sem falar que é um meio de se combater a pirataria, pois ao invés de comprar um CD (pirata ou não), desembolse R$ 8,90 e curta quantas musicas quiser de quantos artistas desejar.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Puro Som - Tecnologia


PURO SOM - Tecnologia



Nunca se ouviu música igual: técnicas derivadas da Informática e das pesquisas com raio laser proporcionam nos compact discs um registro sonoro impecável e a salvo de desgastes.

Luz! Computador! Som! Não importa se é um acorde suave de um concerto de Vivaldi ou um estrondo de guitarra de rock, os amantes da música em todo o mundo estão encantados com o que ouvem em seus novos toca-discos a laser, um som tão puro como o que, durante uma gravação, preenche os estúdios protegidos contra qualquer outro ruído. Esse prazer é dado pelo compact disc (disco compacto), ou simplesmente CD, um disco de plástico revestido de alumínio, com apenas 12 centímetros de diâmetro e 16 gramas de peso, capaz de armazenar 70 minutos de som - o dobro de um disco comum -, graças à união da tecnologia do laser com a da Informática.
A ilusão proporcionada pelo CD, que faz o ouvinte imaginar-se sentado no meio de uma orquestra durante um concerto, deixa mudos os fabricantes, cujos estoques evaporam sem que eles sequer gastem muito dinheiro em publicidade. Meros dois anos depois que a Sony japonesa e a Philips holandesa lançaram o sistema, na Feira de Áudio de 1982, no Japão, as vendas mundiais da última maravilha da alta tecnologia em matéria de bens de consumo já haviam alcançado a marca de 20 milhões de unidades. Isso faz do toca-discos a laser o eletrodoméstico de difusão mais rápida na história do setor. O videocassete, outra estrela ascendente da eletrônica, levou quase sete anos para chegar ao mesmo ponto.
Uma das poucas inovações reais no método de se registrar e reproduzir sons, desde que em 1877 o inventor americano Thomas Edison (1847-1931) criou o fonógrafo, o sistema seduz os ouvidos também pelas suas credenciais de "bem perene", isto é, uma tecnologia que se apresenta como insuperável. Foi, de fato, uma transformação que merece ser chamada revolucionária. Os LPs atuais, uma criação do engenheiro húngaro- americano Peter Goldmark em 1948, arquivam o som sob a forma de pequenas irregularidades esculpidas em sulcos num prato de vinil, um tipo de plástico. Quando uma agulha de diamante percorre esses entalhes, a vibração gera uma corrente elétrica variável, que é convertida em som. Os toca-fitas, de seu lado, lêem o som em partículas magnetizadas numa tira de plástico. Nos dois casos, o processo é conhecido como analógico, no qual o som ouvido é uma réplica física do som gravado.
A extraordinária vantagem do toca-discos a laser, como se sabe, é que este dispensa a agulha ou a cabeça de leitura de fitas, que permanecem em atrito com a superfície de gravação, provocando distorções e inevitável desgaste. Num processo semelhante ao utilizado pelos computadores, os sons são convertidos em códigos digitais binários, ou seja, combinações de zero e um, armazenadas no disco em 2,5 bilhões de microscópicos relevos altos e baixos. No lugar da agulha, um fino feixe de raios laser atravessa o plástico e "varre" o disco, que começa girando à velocidade de quinhentas rotações por minuto, que cai gradativamente para 250, para que a leitura do laser se mantenha constante enquanto o feixe vai do centro para a periferia.
Um diodo fotossensível acoplado a um tipo de microcomputador capta os reflexos dos raios na camada de alumínio - que variam de acordo com a ondulação impressa no plástico - e reconverte os códigos digitais em som. Isso só é possível, portanto, porque as diferenças no relevo do disco fazem com que os reflexos de luz também sejam fisicamente diferentes. Como não há qualquer contato mecânico com a superfície do disco, o som ouvido está livre de distorções. Mesmo que o laser passe sobre marcas profundas, daquelas capazes de fazer saltar longe a agulha de um toca-discos convencional, o microcomputador usará o material gravado imediatamente antes e depois do risco para cobrir a ausência de informação no lugar. Além da impecável qualidade do som, o processo digital dispõe dos mesmos recursos dos sistemas computadorizados. Assim, sua memória permite selecionar músicas inteiras ou apenas certos trechos, para o ouvinte programar o próprio repertório, e todos os comandos podem ser dados a distância, por meio de um controle remoto - como só uma face é gravada, ninguém precisa levantar-se para virar o disco.
Melhor ainda: como o princípio básico de leitura é comum a todos os toca-discos a laser, mesmo o modelo mais simples - o disc-walkman  lançado pela Sony no Brasil há dois anos - apresenta a mesma qualidade de som que os maiores e mais avançados sistemas. Difícil mesmo, muito mais difícil do que no caso das fitas- cassetes e dos LPs comuns, é fazer um compact disc. Afinal, em um único lado do disco, cerca de 720 mil sulcos de 0,1 mícron (milésimo de milímetro) de profundidade, chamados pits, estão cheios de pontos que refletem ou não o laser, compondo códigos equivalentes a até 250 mil páginas de informação, seja ela programas de computador, imagens ou sons.
Até 1984 os CDs só eram produzidos no Japão e na Alemanha: transcorridos menos de quatro anos, cerca de oitenta fabricantes se habilitaram em mais de uma dezena de países, incluindo o Brasil. "Investimos 18 milhões de dólares na importação de tecnologia e de equipamentos, além do treinamento de técnicos no exterior", conta Roberto Pol, gerente da empresa paulista Microservice, a única fabricante de CDs na América Latina. Segundo Pol, a confecção de um CD nacional começa nos Estados Unidos, para onde são enviadas as grandes fitas magnéticas profissionais com a gravação das músicas feita em estúdio. Já nessa fase se manifesta a diferença de qualidade. Em cada disco, uma senha de três letras indica os processos utilizados na gravação, mixagem (ou mistura) de sons e industrialização. Quanto mais CDs, de digital, a senha contiver, melhor a qualidade.
Nos estúdios americanos a fita analógica recebe códigos digitais, impressos por um fino feixe de laser de íons de argônio em um vidro revestido com uma camada sensível, apropriadamente designado "mãe". O feixe de luz azul de 457,8 nanômetros (milionésimos de milímetro) deixa o canhão de emissão de raios com uma potência de 5 watts - o que é muito para um laser. No caminho até a placa de vidro, porém, o raio perde grande parte de sua energia. Desse modo, ao chegar ao ponto focal, o de maior concentração de luz, a potência do raio se limita a ínfimos 4 miliwatts - o suficiente para expor a camada de verniz sensível à luz. No final, a placa de vidro ainda passa por um banho alcalino para remover os excessos de verniz e só então recebe uma cobertura de níquel, que assim adquire a sua forma definitiva com todos os pits em alto relevo.
A niquelação pode ser feita por evaporação, a técnica mais antiga, ou por pulverização. Na primeira, os átomos de metal saltam de um recipiente aquecido para a "mãe", sob elevado vácuo, depositando-se como um floco metálico sobre a superfície. Essa casca metálica, o "pai", é retirada para servir de molde na prensagem do produto comercializado, de plástico. Geralmente, existem vários pais para um mesmo disco, pois cada um consegue reproduzir no máximo 10 mil unidades. No Brasil, como em qualquer país produtor de CDs, o pai é tratado como uma pessoa que fosse passar por uma cirurgia. Realmente, todo o processo de fabricação transcorre em ambientes onde o ar, a exemplo das salas de operação dos melhores hospitais, é rigorosamente filtrado - um grão de pó que seja comprometerá o CD, já que o laser pode refletir-se nele. Assim, enquanto nos hospitais se admite até 33 mil partículas de poeira por metro cúbico de ar, na empresa as salas têm menos de um décimo disso em circulação.
Os técnicos usam roupas especiais, feitas de tydek, um tecido de papel, e passam por uma câmara onde um jato de ar de alta intensidade remove o que houver de sujeira do traje. Além disso, em alguns países, todo o ambiente é mantido sob pressões atmosféricas mais altas que o normal a fim de reter eventuais partículas no solo e impedir que alcancem as máquinas. Em determinados recintos, as pessoas evitam até mesmo falar, embora usem máscaras, para não propagar partículas. Apesar de todos esses cuidados, o trabalho consiste apenas em fiscalizar os robôs, que fazem tudo, menos embalar o produto final. "Começamos por tratar o policarbonato, um tipo de plástico descreve Pol enquanto exibe um punhado de grãos transparentes da resina. Aquecidos até se liquefazerem e injetados sob alta pressão contra o molde, 14 gramas de policarbonato, a matéria-prima do disco, se formam, com as ranhuras impressas, por um resfriamento brusco.
Uma fina camada de 80 nanômetros de alumínio de alto brilho é depositada a seguir sobre um dos lados por um método parecido com aquele utilizado na criação do "pai". Isso torna os discos tão brilhantes que a luz neles se reflete com as cores do arco-íris. Para proteger o metal, ele é envernizado com 500 miligramas de uma laca especial muito resistente, sobre a qual finalmente é aplicado o texto de identificação, por meio de técnicas de silk screen, o mesmo processo utilizado para imprimir imagens em camisetas - e o disco está pronto. Pelo menos 9 milhões de unidades deverão ser fabricadas este ano no Brasil, contra 4,5 milhões no ano passado e 1,8 milhão em 1988. A produção cada vez maior, no país e no exterior, está baixando o preço real do CD e dos toca-discos nas lojas, assim como aconteceu com outros bens de consumo eletrônicos.
Em 1983, os aparelhos eram vendidos no mercado internacional por cerca de 1000 dólares e cada disco por 20. Hoje, no exterior, pode-se encontrar toca- discos por menos de 200 dólares (três vezes mais no Brasil) e CDs por 12 (mesmo preço aqui). Isso explica por que os compact discs de música popular aumentaram, em toda parte, de algo como 25 por cento do total das gravações para 70 por cento. Desde o primeiro disco a laser nacional, uma seleção de músicas do cantor Caetano Veloso, lançado em 1987, o preço do CD brasileiro também tem ficado mais acessível. No começo, um CD custava tanto quanto quatro LPs. "Hoje em dia, nas lojas de departamentos, que mantêm grandes estoques, o preço se equivale", compara Pol, da Microservice. "Nas lojas de discos, que compram menos, fica difícil manter a paridade, mas como o CD contém o equivalente a dois LPs, ainda estamos em condições de competir."
No mundo inteiro o resultado da concorrência parece já estar definido - a favor do laser. No ano passado, a produção dos disquinhos brilhantes superou a de LPs, cujas vendas, por sinal, caíram pela metade em cinco anos de confronto com a nova tecnologia. Na verdade, o consumo das tradicionais bolachas de vinil foi superado  desde 1985 pelos cassetes que, aos dezoito anos de existência e graças principalmente ao advento do sistema portátil walkman, chegaram ao auge da aceitação popular. O receio de que os long-playings estejam com os dias contados tem feito soar as únicas notas desafinadas na sinfonia de elogios aos CDs. Nos Estados Unidos, o especialista Harry Pearson, editor do periódico Absolute Sound, atacou: "O compact disc não capta todas as nuances do som e não permite distinguir entre um violino e uma viola". A primeira afirmação é verdadeira. A segunda, não. Mas a ameaça mais séria à nova tecnologia apareceu em 1988, quando a fabricante inglesa Nimbus Records acusou defeitos de fabricação nos discos. Segundo a Nimbus, empresários gananciosos estariam diminuindo a qualidade do produto, usando tintas corrosivas e esmaltes de vida curta, o que exporia o alumínio e comprometeria o som. Além disso, afirmou-se que, embora as campanhas apregoem que os discos sejam virtualmente eternos, a vida útil de um CD seria de dez anos no máximo-aproximadamente a metade de um vinil. Tudo leva a crer, porém, que isso não tem fundamento. Nem por isso se deve manuseá-lo descuidadamente: como o LP, ele pode riscar-se, ficar empoeirado ou engordurado, em prejuízo da qualidade do som. "Felizmente aquela onda já passou", suspira Pol.
Segundo ele, defeitos numa produção em série podem ocorrer, apesar do controle de qualidade em quatro etapas, mas as lojas trocam sem problemas o produto defeituoso. Os padrões internacionais de produção admitem um máximo de quinhentos erros de leitura de sons por segundo. Parece muito, mas nem é perceptível pelo ouvido humano. Para assegurar essa qualidade, o disco pronto é submetido a uma inspeção visual - nenhuma luz pode passar por ele, caso contrário não haverá reflexão do laser. Depois o computador e um toca-discos profissional fazem a leitura integral do conteúdo e emitem um relatório. Prova de que o disco compacto veio para ficar, fabricantes e consumidores dão as boas- vindas às novas versões da tecnologia laser. Mais baratos e totalmente compatíveis com os toca- discos a laser disponíveis, os mini-CDs, com 8 centímetros de diâmetro e até 20 minutos de gravação, já podem ser encontrados nas lojas de vários países. Mas o CD-V ("V" de vídeo), embora viável tecnologicamente, ainda precisa diminuir de tamanho (os discos têm o tamanho de um LP) e vencer a dura concorrência com o videotape antes de ser produzido em massa. O sonho dos técnicos, em todo caso, é chegar a um sistema capaz de ler e gravar com a mesma perfeição uma infinidade de sons, imagens e informações. O mundo será, então, mais redondo, brilhante e achatado. 

Pirataria digital

Uma nova expressão, "musical pirata", entrou para o léxico dos apreciadores de música. Refere-se aos discos e fitas, analógicos e digitais, lançados no mercado de forma irregular, obra de contraventores ou de inocentes audiófilos que não vêem mal algum em gravar algumas músicas para os amigos. Para os auto-denominados "produtores independentes", que ignoram direitos autorais alheios, o advento da tecnologia digital oferece a possibilidade de gerar cópias clandestinas tão boas quanto os originais. No Brasil, onde o preço de um sistema a laser e dos próprios discos ainda é elevado para a grande maioria da população, multiplicam-se os clubes de locação de CDs e os discos acabam sendo copiados em fitas cassetes. Justamente prevendo a proliferação dessas cópias não autorizadas, os grandes produtores multinacionais de música tentaram em vão boicotar o disco laser.
Perdida essa batalha, hoje sua dor de cabeça é outra: segurar a expansão da nova tecnologia DAT (Digital Audio Tape-Recorder, ou gravador de fita digital). Provido de, um circuito que permite converter sinais analógicos em digitais, oferecendo assim uma qualidade sonora igual à do CD, esse novo gravador-reprodutor foi lançado em 1987 no Japão e em pouco mais de um ano vendeu mais de 70 mil unidades. Sua fita, de duas horas de gravação e de tamanho equivalente à metade de um cassete comum, promete rivalizar em breve com o sistema laser, levando sobre este a vantagem de aceitar várias gravações - exatamente o atributo contra o qual investe a indústria do disco. Nos Estados Unidos, produtores de música e fabricantes parecem ter chegado a um acordo: cada gravador conterá um chip que irá determinar um código digital específico na fita, quando esta receber a primeira cópia. Esse código bloqueará novas cópias dessa fita. Assim, os consumidores poderão copiar um CD, mas essa versão não poderá ser usada para produzir outras fitas.

C=178.370

quinta-feira, 28 de julho de 2011

TV Pirata - Retrô da TV brasileira

TV PIRATA



Em 1988, um bando de piratas invadiu a televisão brasileira. Carregados até os dentes de humor debochado, paródias e escrachos, eles tomaram de assalto as noites de terça-feira e redefiniram o conceito de humorístico televisivo. Entrava no ar a TV Pirata, atração que duraria até 1990, reestreando para um "chorinho" em 1992.

Para o público acostumado aos tradicionais programas de humor com estereótipos batidos e comédia pastelão, foi um tapa na cara. E a maioria gostou. O pioneirismo da TV Pirata rendeu filhos diretos, como a criação do Casseta & Planeta. Se você ainda chupava chupeta quando essa trupe anarquizava a tela e quer entender, afinal, por que diabos se fala tanto do acontecimento, este é o lugar. Para os sortudos que acompanharam o fenômeno - cristalizado com a sacada de sair do ar antes do desgaste da fórmula - é hora de engrossar o coro das sete razões que fizeram da TV Pirata um programa inesquecível.



1. Uma abertura anárquica

Uma trupe de piratas invade uma emissora de TV. Perturbam a ordem, atropelam funcionários e, por fim, conquistam a ilha de edição, onde inserem uma fita e botam seu programa no ar. Na tela, o logo da TV Pirata - e a certeza de boas gargalhadas pela próxima hora

A imagem que ficou: Um pirata aperta o botão "Play" com sua mão de gancho. Em seguida, a tela chuvisca e começa a atração



2. A TV macho

Resposta ao TV Mulher, programa feminino exibido nos anos 80, era apresentada por Guilherme Karan. Na pele do troglodita Zeca Bordoada, ele usava camisa aberta no peito e mascava palito de dente

A imagem que ficou: Zeca fazia a barba com serra elétrica e recebia convidados como o costureiro que pregava que homem que é homem não usa "tecido", mas "pano". Famoso, o personagem virou até garoto-propaganda de uma marca de panelas. De pressão, é claro



3. Um time daqui, ó

A equipe reunia nomes de talento. Gente como Luiz Fernando Guimarães, Ney Latorraca, Marco Nanini, Guilherme Karan e Diogo Vilela encenava piadas criadas por Luis Fernando Verissimo, Bussunda e Laerte, entre outros. Tudo sob a batuta de Guel Arraes, que já havia dirigido Armação Ilimitada. Sacou o nível?



4. Paródias impagáveis

Uma das razões de ser da TV Pirata era esculhambar a programação televisiva. Nem a Globo, que veiculava a série, era poupada. O extinto A Palavra É Sua virou A Palavra É Minha, Ninguém Tasca, Eu Vi Primeiro; Sessão da Tarde descambou para a faixa Recessão da Tarde (com filmes como Apertem os Cintos, o Salário Sumiu). A sisuda novela Roda de Fogo transformou-se na hilária Fogo no Rabo

A imagem que ficou: A abertura de Fogo no Rabo mostrava uma mulher batendo a cinza do cigarro num pobre gato animado. Com o rabo em chamas, o felino dava um salto e disparava a música



5. O Barbosa

Ney Latorraca encarnou o personagem pela primeira vez em Fogo no Rabo. O velhinho só era capaz de repetir o próprio nome ou a última palavra das frases que lhe eram ditas. Fez tanto sucesso que migrou para outros quadros e ganhou o próprio talk show: Barbosa Nove e Meia

A imagem que ficou: Barbosa cresceu tanto que foi preciso matá-lo. Na esteira do mistério "Quem matou Odete Roitman?", a TV Pirata encenou o assassinato e lançou a pergunta "Quem matou Barbosa?". A resposta? O próprio Ney Latorraca, cansado de interpretar o velhote



6. A Tonhão

Cláudia Raia deixou de lado a pose de femme fatale para viver uma presidiária. A personagem tinha a meiga alcunha de Tonhão. De botinas, colete e touca na cabeça, ela mandava na cadeia no seriado As Presidiárias

A imagem que ficou: Como se não bastasse toda a falta de glamour do seu vestuário, Cláudia ainda aparecia com o rosto sujo e olheiras de dar medo. Cruzes!



7. Um punhado de personagens clássicos

O Casal Telejornal, vivido por Luiz Fernando Guimarães e Regina Casé, apresentava o noticiário na cozinha de casa. Ainda no jornalismo, Débora Bloch fazia Melissa Grendene, repórter com nome e sobrenome de sandália. Luiz Fernando também era o índio Cléverson na paródia novelesca Rala Rala. Em Fogo no Rabo o vilão Reginaldo (aquele que era "tão bom para mim") contava com a ajudado seu capanga Agronopolos, uma figura bizarra vivida por Guilherme Karan
A imagem que ficou: Como o índio Cléverson, Luiz cunhou o bordão "engraçado pra caramba" e queria escrever o romance Enterrem Minha Mandioca na Curva do Rio


.
.
.
C=62046
.
.
.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Tocador digital chinês 'clona' o novo console

09/10/09 - 13h55 - Atualizado em 09/10/09 - 14h01

Tocador digital chinês 'clona' o novo console portátil da Sony
Aparelho é mais barato do que o PSPgo e tem câmera digital.
Sony ainda não se manifestou sobre o produto.


Foto: Divulgação Tocador digital 'clona' o console portátil da Sony. (Foto: Divulgação)O site de venda de produtos feitos na China, China Grabber, colocou à venda um tocador de mídia digital que imita o novo modelo do PSP lançado recentemente pela Sony, o PSPgo. O clone do console portátil, na verdade é um tocador digital que reproduz músicas, vídeos, fotos e tem uma câmera digital.

Ele é vendido por US$ 84 (cerca de R$ 146), bem mais barato do que o PSPgo, que custa US$ 245 (algo em torno de R$ 425), mas, obviamente, não é compatível com os jogos lançados no console da Sony. Entretanto, ele possui um emulador embutido que roda jogos dos consoles da geração 8 e 16 bits. O usuário precisa baixar o jogo de algum site da internet e instalá-lo no tocador digital, que possui 4 GB de memória.

O PSPgo também reproduz músicas e vídeos, mas, diferentemente do tocador chinês, ele não tem receptor de rádio FM nem câmera fotográfica digital.

Até o momento, a Sony não se manifestou sobre o clone do seu produto.

'Clone' chinês roda jogos de consoles antigos por meio de emuladores. (Foto: Divulgação)



http://chinagrabber.com/

sábado, 15 de maio de 2010

Digitalização de livros pelo Google preocupa União Europeia

28/05/09 - 17h12 - Atualizado em 28/05/09 - 17h16


Digitalização de livros pelo Google preocupa União Europeia
Acordo referente aos Estados Unidos pode afetar autores da Europa.
Alemanha alega que projeto representa violação de direitos autorais.




Foto: Mike Segar/Reuters Google afirma que está disposto a se envolver em qualquer 'diálogo construtivo' sobre futuro dos livros e dos direitos autorais. (Foto: Mike Segar/Reuters) O órgão executivo da União Europeia estudará os planos do Google para oferecer milhões de livros on-line, depois que a Alemanha alegou que o projeto do grupo de internet representa uma violação das leis de direitos autorais do bloco de países.

Os ministros de Comércio Internacional do bloco comercial concordaram na quinta-feira (28) em solicitar que a Comissão Europeia estude a forma pela qual o acordo do Google com escritores dos Estados Unidos afeta os direitos dos escritores da União Europeia.

"A comissão estudará toda a questão cuidadosamente e, caso perceba necessidade, tomará as devidas providências", disse Vladimir Tosovsky, ministro da Indústria da República Tcheca, que ocupa a presidência da União Europeia, em entrevista coletiva.

O "Apelo de Heidelberg" foi lançado na Alemanha, para alegar que a propriedade intelectual de escritores alemães está sendo roubada.

A Alemanha informou em apresentação aos ministros da Indústria da União, na quinta-feira em Bruxelas, que o Google havia digitalizado livros do acervo de bibliotecas norte-americanas sem prévia autorização dos detentores de direitos, para criar seu banco de dados Google Books.

"Entre os livros digitalizados há numerosos trabalhos cujos direitos pertencem a europeus", afirma o estudo alemão. Reino Unido e França expressaram apoio às preocupações alemãs.

Acordo nos EUA
Grupos norte-americanos de editoras e escritores chegaram a um acordo que
permite que o Google digitalize milhões de livros. O acordo, que ainda não foi aprovado judicialmente, também afetaria escritores europeus publicados nos EUA, ainda que lhes seja facultado excluir seus trabalhos do acordo.

"As ações do Google são irreconciliáveis com os princípios das leis europeias de direitos autorais, de acordo com as quais o consentimento do autor precisa ser obtido antes que seus trabalhos sejam reproduzidos ou oferecidos sem restrições na internet", afirma o estudo alemão.

O Google afirmou que está disposto a se envolver em qualquer diálogo construtivo sobre o futuro dos livros e dos direitos autorais.

"Temos agora uma oportunidade bem-vinda de explicar à Comissão Europeia como os autores, editores e o Google concordaram em prosseguir nos EUA", disse um porta-voz da empresa em Bruxelas.

A Alemanha afirmou que as ações do Google reforçariam a concentração da propriedade de mídia e prejudicariam a diversidade cultural. A União Europeia lançou sua biblioteca digital, a Europeana.eu, em novembro.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Senado francês aprova lei contra download ilegal

13/05/09 - 14h57 - Atualizado em 13/05/09 - 15h28

Senado francês aprova lei contra download ilegal
Medida prevê pena de até um ano sem conexão de internet.
Deputados já haviam aprovado o projeto antipirataria na última terça-feira.




Foto: AFP Defensores da nova lei antipirataria, o cineasta Luc Besson e sua mulher, a atriz Virginie Sillas, acompanharam a primeira votação, na terça (12). (Foto: AFP) O Senado da França deu sua aprovação final, nesta quarta-feira (13), à lei que prevê punir quem faz download ilegal de filmes e música com a desconexão da internet. Por 189 votos a favor e apenas 14 contra, os senadores seguiram os deputados do país, que já haviam aprovado o projeto de lei na terça.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, é o principal defensor da nova lei antipirataria. Alguns apontam, inclusive, que a medida tenha sido incentivada pela primeira-dama francesa, a cantora e modelo Carla Bruni.

A nova lei cria o que pode ser considerada a primeira agência governamental para punir os piratas on-line. Mas seu futuro ainda é incerto, porque o Parlamento Europeu estuda uma medida que proíbe o corte da conexão de internet sem ordem judicial. Uma versão final dessa medida ainda será negociada com o Conselho Europeu. Se concluída, a regra para todo o território europeu poderá ir de encontro com o que foi aprovado nesta quarta na França.

Muitos alegam que a nova lei vai contra a liberdade individual, ao negar que os acusados de pirataria na internet tenham o direito de questionar as acusações feitas contra eles. Outros têm medo de que a medida possa favorecer o aumento de práticas governamentais no estilo "Big Brother", invadindo cada vez mais a privacidade dos cidadãos.

Mas as indústrias fonográfica e cinematográfica, além dos próprios artistas, acreditam que a lei é um passo decisivo no combate à pirataria on-line na França, onde as vendas de CD e DVD tiveram uma queda de 60% nos últimos seis anos.

Avisos
De acordo com o nova lei francesa, os acusados de pirataria on-line receberão dois e-mails, seguidos de uma notificação oficial. Se os downloads ilegais continuarem a ser feitos pelos infratores dentro de um período de um ano após os avisos, o acesso à internet dessas pessoas será cortado por um período que vai de dois meses a um ano. Mas os punidos deverão continuar a pagar pela manutenção do serviço, mesmo durante esse período de inatividade.

A lei prevê ainda a criação de uma agência do governo para punir os infratores, que especialistas acreditam se tratar da primeira do gênero em todo o mundo, ressaltando que é a primeira vez que um governo ameaça cortar as conexões de internet na batalha contra a pirataria. A tarefa de monitorar esses usuários, no entanto, ficaria a cargo dos órgãos de defesa da indústria do entretenimento.

Críticos da nova lei dizem que ela é falha, uma vez que enfoca os downloads tradicionais numa época em que o streaming on-line se mostra cada vez mais forte, por exemplo. Outros afirmam que pessoas que fizerem downloads ilegais utilizando para isso hotspots públicos de Wi-Fi ou endereços de IP mascarados continuarão agindo livremente, sem serem rastreados nem punidos.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pirataria de software cresce no mundo, mas recua no Brasil

12/05/09 - 11h15 - Atualizado em 12/05/09 - 15h06

Pirataria de software cresce no mundo, mas recua no Brasil
Índice global subiu de 38% para 41% dos programas instalados.
Brasil teve queda de 1%, segundo pesquisa da Business Software Alliance.




Foto: Fredrik Persson/AFP Manifestação de apoio ao Pirate Bay, site acusado de violação de direitos autorais (Foto: Fredrik Persson/AFP ) A pirataria de software no mundo cresceu no ano passado, respondendo por 41% de todos os programas instalados, com perdas de US$ 53 bilhões estimadas para as empresas produtoras, anunciou a Business Software Alliance (BSA), nesta terça-feira (12).

Os índices mundiais de pirataria subiram de 38% dos programas instalados em empresas e residências em 2007 para 41% em 2008, apesar do sucesso da China e da Rússia em esforços para reprimir o comércio ilegal, de acordo com um estudo conduzido pelo grupo de pesquisa de mercado IDC para a BSA.

No Brasil, a pesquisa indica redução de 1 ponto percentual, chegando aos 58%. No acumulado dos últimos três anos, entre 2005 e 2008, o país registrou queda de 6 pontos no índice.

O valor monetário de software pirata no Brasil aumentou 1,73% em relação a 2007, alcançando R$ 1,645 bilhão.

Contenção de perdas
"Apesar de figurar na nona colocação na lista dos países cuja pirataria de software provoca maior dano financeiro, esse resultado revela uma significativa contenção de perdas em 2008, já que, entre 2005 e 2007, o valor havia subido 111,1%", informa a BSA no levantamento.

As vendas mundiais de software para computadores pessoais cresceram 14% no ano passado, para US$ 88 bilhões.

Embora tenha surgido progresso na repressão à pirataria em alguns países, com quedas em cerca de metade dos mercados pesquisados, o valor pirateado em dólares "na verdade subiu", disse Robert Holleyman, presidente da BSA.

Muitas cópias, poucas licenças
Holleyman disse que embora a pirataria nos Estados Unidos responda por cerca de 20% do total do mercado, a menor porcentagem no mundo, ela ainda assim representa um sério problema, porque mais software é vendido nos EUA do que em qualquer outro país.

Holleyman disse que boa parte das perdas vêm de pequenas empresas que utilizam cópias não licenciadas de programas populares. Elas podem ter 50 máquinas, mas pagam licenças para o software de apenas 25 delas. "Os EUA apresentam o maior prejuízo em termos de valor", ele disse.

O índice de pirataria na China caiu de 90% dos vendidos, em 2004, para 80% no ano passado, enquanto na Rússia o índice de pirataria se reduziu em cinco pontos percentuais em 2008, para 68%, constatou o estudo.

O progresso na China surgiu porque o governo decidiu usar apenas software legítimo, porque os provedores de acesso à Internet cooperaram para tirar piratas da rede, quando solicitados, e devido a outras medidas, disse Holleyman.

O estudo identificou cinco países com índices de pirataria de 90% ou mais: Geórgia, Bangladesh, Armênia, Zimbábue, Sri Lanka, Azerbaijão e Moldova.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

França aprova projeto que desconecta quem faz download ilegal

12/05/09 - 19h24 - Atualizado em 12/05/09 - 19h24

França aprova projeto que desconecta quem faz download ilegal
Medida prevê interrupção na conexão da internet de dois meses a um ano.
Presidente Nicolas Sarkozy é o principal defensor da proposta antipirataria.




Foto: AFP O cineasta Luc Besson e sua mulher, a atriz Virginie Sillas, acompanham a
votação da nova lei francesa antipirataria, nesta terça (12). (Foto: AFP)A Assembléia Legislativa da França aprovou nesta terça-feira (12) um projeto de lei que permite desativar as conexões de internet daqueles que forem pegos repetidamente fazendo download ilegal de filmes e música, criando o que poderá ser a primeira agência governamental para rastrear e punir piratas on-line. O Senado francês deverá aprovar a medida já nesta quarta-feira (13).

O projeto de lei foi aprovado por 296 votos a 233, mostrando a força dos aliados do
presidente francês, Nicolas Sarkozy, o principal defensor da proposta antipirataria. Alguns apontam, inclusive, que a medida tenha sido incentivada pela primeira-dama francesa, a cantora e modelo Carla Bruni.

A proposta votada nesta terça desafia a medida aprovada pelo parlamento europeu na semana passada, que proíbe que os governos integrantes da União Europeia cortem a conexão de internet de cidadãos sem antes passar por um tribunal de Justiça. A medida ainda requer uma decisão final, conforme negociações com o Conselho Europeu.

Muitos alegam que a nova lei vai contra a liberdade individual, ao negar que os acusados de pirataria na internet tenham o direito de questionar as acusações feitas contra eles.

Outros têm medo de que a medida possa favorecer o aumento de práticas governamentais no estilo "Big Brother", invadindo cada vez mais a privacidade dos cidadãos.

Mas as indústrias fonográfica e cinematográfica, além dos próprios artistas, acreditam que o projeto de lei é um passo decisivo no combate à pirataria on-line na França, onde as vendas de CD e DVD tiveram uma queda de 60% nos últimos seis anos.

Avisos
De acordo com o projeto de lei francês, que conta também com apoio da ministra da Cultura Christine Albanel, os acusados de pirataria on-line receberão dois e-mails, seguidos de uma notificação oficial. Se os downloads ilegais continuarem a ser feitos pelos infratores dentro de um período de um ano após os avisos, o acesso à internet dessas pessoas será cortado por um período que vai de dois meses a um ano. Mas os punidos deverão continuar a pagar pela manutenção do serviço, mesmo durante esse período de inatividade.

O projeto prevê ainda a criação de uma agência do governo para punir os infratores, que especialistas acreditam se tratar da primeira do gênero em todo o mundo, ressaltando que é a primeira vez que um governo ameaça cortar as conexões de internet na batalha contra a pirataria. A tarefa de monitorar esses usuários, no entanto, ficaria a cargo dos órgãos de defesa da indústria do entretenimento.

Críticos do projeto de lei afirmam que a proposta é falha, uma vez que enfoca os downloads tradicionais numa época em que o streaming on-line se mostra cada vez mais forte, por exemplo. Outros afirmam que pessoas que fizerem downloads ilegais utilizando para isso hotspots públicos de Wi-Fi ou endereços de IP mascarados continuarão agindo livremente, sem serem rastreados nem punidos.

Há cerca de um mês, o projeto de lei havia sido rejeitado, por falta de quórum, causando um certo constrangimento ao presidente Sarkozy.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

'Wolverine' teve 4 milhões de downloads ilegais

07/05/09 - 12h02 - Atualizado em 07/05/09 - 13h26

'Wolverine' teve 4 milhões de downloads ilegais, diz estúdio
Versão pirata foi divulgada um mês antes da estreia nos cinemas.
Até então acreditava-se que um milhão de pessoas tivessem baixado filme.

Uma versão pirata inacabada de "X-Men - Origens: Wolverine" que apareceu na internet no dia 30 de março, bem antes da estreia do filme campeão de bilheterias nos cinemas, foi alvo de cerca de 4 milhões de downloads, informou a Fox, da News Corp., na quarta-feira (6).

O prejuízo trazido por esses downloads à bilheteria de "Wolverine" é algo discutível, mas os 4 milhões de downloads contabilizados pela Fox representam cerca de quatro vezes o número estimado anteriormente. No ano passado, com o preço médio do ingresso a US$ 7,18, a pirataria pode em tese -- embora a cifra não seja provável -- ter custado US$ 28,7 milhões a Fox.

"A pirataria é uma questão séria para nós. Agora, estimamos que haja mais de 4 milhões de downloads daquele filme roubado de 'Wolverine' por aí", disse o presidente da News Corp., Peter Chernin, a analistas de Wall Street.

Chernin e o chairman Rupert Murdoch falaram em uma teleconferência. Mais tarde, uma
porta-voz da News Corp. confirmou que a estatística era de 4 milhões e não de 1 milhão, como antes fora afirmado.

Chernin disse na teleconferência que muitos sites da internet que negociavam ilegamente "Wolverine" foram suspensos. A pirataria de propriedade intelectual, incluindo filmes, disse Chernin, é "tão grande quanto um ato de espionagem industrial, sabotagem industrial, como temos visto em termos de seu impacto econômico".

Apesar disso, "Wolverine" marcou a melhor estreia de fim de semana do que qualquer outro filme neste ano. Murdoch disse na teleconferência na quarta-feira: "Para a Fox, nós não poderíamos estar mais felizes com uma estreia de US$ 85 milhões".



PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL




domingo, 6 de setembro de 2009

Família acusada de pirataria faz acordo

29/04/09 - 11h34 - Atualizado em 29/04/09 - 11h34

Família acusada de pirataria faz acordo de US$ 7 mil com gravadoras
Indústria processou Patricia Santangelo e os filhos por download.
Acordo encerra caso de quatro anos contra família de Nova York.

Depois de uma batalha de quatro anos contra uma mãe de cinco filhos, a indústria fonográfica aceitou US$ 7 mil para encerrar um processo de pirataria musical aberto contra Patricia Santangelo, 46. O acordo marca o fim dessa disputa entre gigantes da indústria fonográfica e família que mora em Wappingers Falls, Nova York.

Patricia foi acusada de baixar e distribuir música, mas ela alega que nunca realizou
qualquer tipo de download, por não saber como fazê-lo. Segundo o “New York Times", que publicou a notícia, a mãe foi uma das pessoas processadas durante a campanha antipirataria da Associação de Gravadoras dos Estados Unidos (RIAA, em inglês).

Ao se recusar a fazer um acordo inicial, admitindo os downloads e distribuição, ela
tornou-se uma heroína na luta pela liberdade on-line. Uma campanha na internet chegou a levantar US$ 15 mil para sua defesa.

A indústria acabou desistindo de processar Patricia, mas abriu novos processos contra dois de seus filhos: na época, Michelle tinha 20 anos e Robert, 16. O novo processo dizia que os jovens baixaram e distribuíram mais de 1 mil músicas, incluindo “MMMBop”, dos Hanson, e “Beat It”, de Michael Jackson. Segundo Jordan Glass, advogado da família, eles nunca admitiram ter feito qualquer coisa errada.

Segundo os termos para encerrar o caso, que está no tribunal de White Plains, a família terá de pagar US$ 7 mil. Eles já deram quase metade da quantia no dia 20 de abril e farão mais seis pagamentos de US$ 583,33 até outubro. O advogado afirmou que a família aceitou o acordo para “controlar custos”, pois agora alguns filhos estão na faculdade.

“Estamos satisfeitos em ter chegado a um acordo com os Santangelos”, disse Cara Duckworth, porta-voz da RIAA. De acordo com ela, o processo obteve sucesso em mostrar as consequências para aqueles que quebram as regras, além de levar os fãs de música para os serviços on-line legalizados, “que compensam de maneira justa os músicos e gravadoras”.




PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL




quarta-feira, 29 de julho de 2009

Justiça sueca condena diretores do site Pirate Bay à prisão

17/04/09 - 07h37 - Atualizado em 17/04/09 - 13h05

Justiça sueca condena diretores do site Pirate Bay à prisão
Cada diretor pegou um ano de prisão por violação de direitos autorais.
Pirate Bay é uma das principais páginas de conteúdo pirata no mundo.




O primeiro servidor do Pirate Bay, em exposição em museu de Estocolmo (Foto: Reuters)A Justiça sueca condenou nesta sexta-feira (17) quatro diretores do site The Pirate Bay, uma das principais páginas de acesso a conteúdo pirata no mundo, a um ano de prisão por cumplicidade na violação dos direitos autorais.

"O tribunal de Estocolmo condenou hoje (sexta-feira, 17) as quatro pessoas que eram processadas por cumplicidade na violação da lei sobre direitos autorais. O tribunal decidiu condenar cada uma delas a um ano de prisão", informa o comunicado sobre a decisão.

O tribunal condenou os réus ainda a pagar o equivalente a cerca de R$ 7,6 milhões por danos e prejuízos à indústria fonográfica, cinematográfica e de jogos eletrônicos, que pediam pagamento de cerca de R$ 30 milhões a título de lucros não obtidos provocados pelos downloads via internet. Warner Bros, MGM, Columbia Pictures, 20th Century Fox Films, Sony BMG, Universal e EMI estão entre as companhias que defendiam o pagamento dessa quantia.

A promotoria havia pedido um ano de prisão para os quatro acusados: Fredrik Neij, 30 anos, Gottfrid Svartholm, 24, e Peter Sunde, 30, fundador do Pirate Bay, e para Carl Lundstrm, 48 anos, acusado de ter investido no site.

Segundo a agência de notícias Reuters, o veredicto pode representar um passo importante para a indústria fonográfica, na recuperação dos milhões de dólares de lucros perdidos com a troca de arquivos na internet. Analistas, no entanto, duvidam que a decisão freie o download ilegal de conteúdo.

O julgamento, que durou três semanas, era considerado um dos mais importantes na luta da indústria do entretenimento contra a pirataria.



‘Inocentes’
Os quatro condenados, que negaram ter feito qualquer coisa fora da lei, devem apelar do veredicto. Eles já haviam afirmado que levariam o caso à Suprema Corte da Suécia em caso de necessidade.

Per Samuelson, advogado de Lundstrm, disse a jornalistas estar chocado com o veredicto e com uma sentença tão severa. “É ultrajante, no meu ponto de vista. Claro que vamos apelar. Trata-se de uma primeira decisão, e a última palavra será nossa”, afirmou o advogado.

Fundado em 2003, o Pirate Bay possibilita a troca de arquivos de filmes, músicas e jogos por meio da tecnologia de bittorrent, mas nenhum material baixado pode ser encontrado no servidor do Pirate Bay – por isso, eles alegam que não podem ser responsabilizados pelo conteúdo trocado via web. O site afirma ter 22 milhões de usuários em todo o planeta.

A indústria fonográfica discorda. Seus advogados alegam que ao financiar, programar e administrar o site, os quatro estão infringindo os direitos de propriedade de conteúdo.

A procuradoria sueca abriu um caso contra o site em 2005 e, em maio do ano seguinte, a Polícia deteve três dos acusados em uma operação na qual foram confiscados todos os servidores. Os quatro responsáveis foram acusados formalmente em janeiro de 2008.

Impacto
Especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters não estão convencidos de que o veredicto terá um efeito duradouro. “Sempre que você se livra de um representante desse tipo de serviço, outro maior aparece. Quando o Napster se foi, vieram diversos outros. O problema é que a troca de arquivos na internet cresce a cada ano, dificultando qualquer ação da indústria”, afirmou o analista Mark Mulligan, especialista da Forrester Research para o setor musical.

Para Dan Cryan, da empresa Screen Digest, a inexistência de uma lei internacional para os direitos autorais permite que sites dedicados ao download ilegal de conteúdo simplesmente se mudem para um novo país, se a legislação de seu país de origem ficar mais rígida. “O Pirate Bay era brilhante eu autopromoção, mas na realidade há diversos outros sites que cumprem sua mesma função. O fechamento da página que se diz a maior de todas, nesse setor, não fará a menor diferença”.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Família acusada de pirataria faz acordo

29/04/09 - 11h34 - Atualizado em 29/04/09 - 11h34

Família acusada de pirataria faz acordo de US$ 7 mil com gravadoras
Indústria processou Patricia Santangelo e os filhos por download.
Acordo encerra caso de quatro anos contra família de Nova York.

Depois de uma batalha de quatro anos contra uma mãe de cinco filhos, a indústria fonográfica aceitou US$ 7 mil para encerrar um processo de pirataria musical aberto contra Patricia Santangelo, 46. O acordo marca o fim dessa disputa entre gigantes da indústria fonográfica e família que mora em Wappingers Falls, Nova York.

Patricia foi acusada de baixar e distribuir música, mas ela alega que nunca realizou
qualquer tipo de download, por não saber como fazê-lo. Segundo o “New York Times", que publicou a notícia, a mãe foi uma das pessoas processadas durante a campanha antipirataria da Associação de Gravadoras dos Estados Unidos (RIAA, em inglês).

Ao se recusar a fazer um acordo inicial, admitindo os downloads e distribuição, ela tornou-se uma heroína na luta pela liberdade on-line. Uma campanha na internet chegou a levantar US$ 15 mil para sua defesa.

A indústria acabou desistindo de processar Patricia, mas abriu novos processos contra dois de seus filhos: na época, Michelle tinha 20 anos e Robert, 16. O novo processo dizia que os jovens baixaram e distribuíram mais de 1 mil músicas, incluindo “MMMBop”, dos Hanson, e “Beat It”, de Michael Jackson. Segundo Jordan Glass, advogado da família, eles nunca admitiram ter feito qualquer coisa errada.

Segundo os termos para encerrar o caso, que está no tribunal de White Plains, a família terá de pagar US$ 7 mil. Eles já deram quase metade da quantia no dia 20 de abril e farão mais seis pagamentos de US$ 583,33 até outubro. O advogado afirmou que a família aceitou o acordo para “controlar custos”, pois agora alguns filhos estão na faculdade.

“Estamos satisfeitos em ter chegado a um acordo com os Santangelos”, disse Cara Duckworth, porta-voz da RIAA. De acordo com ela, o processo obteve sucesso em mostrar as consequências para aqueles que quebram as regras, além de levar os fãs de música para os serviços on-line legalizados, “que compensam de maneira justa os músicos e gravadoras”.


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Vírus 'antipirata' bloqueia acesso a sites

05/01/09 - 20h13 - Atualizado em 05/01/09 - 20h47
Vírus 'antipirata' bloqueia acesso a sites de download de arquivos ilegais
Usuário infectado fica sem acesso a serviços como Pirate Bay e Mininova.
Praga 'Troj/Qhost-AC' foi identificada pelo empresa de segurança Sophos.



Foto: Reprodução Cavalo-de-tróia impede acesso ao site de compartilhamento de arquivos Pirate Bay (Foto: Reprodução) Uma praga virtual que começou a se espalhar nas últimas semanas impede que o computador infectado acesse sites de compartilhamento de arquivos torrent.

A praga, do tipo cavalo-de-tróia ("trojan"), altera arquivos no computador do usuário e impede o acesso aos sites Mininova e The Pirate Bay, diz o site "Torrent Freak".
A empresa de segurança Sophos batizou a praga de "Troj/Qhost-AC", e diz que sua disseminação foi baixa - a correção está disponível desde sexta-feira (2).
Usuários do "Torrent Freak" relataram que o cavalo-de-tróia também aciona janelas pop-up e dispara mensagens sonoras dizendo que "é errado fazer download".



Relatório de empresa de segurança detalha a ação da praga 'antidownload' (Foto: Reprodução)