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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

RETROSPECTIVA 2021 - Os fatos mais impactantes de um ano marcado pela esperança

RETROSPECTIVA 2021 - Os fatos mais impactantes de um ano marcado pela esperança

2021 foi um ano marcado por acontecimentos que nos causaram tristeza e revolta, mas que também nos trouxe esperança e aprendizado.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Desmatamento para plantio de café causou seca no Rio de Janeiro

Desmatamento para plantio de café causou seca no Rio de Janeiro


A ocorrência de desmatamentos é algo constante na história do Brasil. No século XIX, por exemplo, a prática de derrubar florestas para abrir terrenos destinados à plantação foi extremamente prejudicial para o Rio de Janeiro. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Drones são usados para reflorestamento e cada um pode plantar 1 bilhão de árvores por ano


Drones são usados para reflorestamento e cada um pode plantar 1 bilhão de árvores por ano


Todos sabemos da importância dos drones nos dias atuais, eles servem para despoluir os portos, salvam vidas na Ruanda, além de servir para segurança e tantas outras coisas. E agora, eles também podem frear o desmatamento e recuperar tudo o que foi destruído por ele.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Patriarca da Ecologia - José Bonifácio - História



Patriarca da Ecologia - José Bonifácio - História



Um iluminista na guerra contra o atraso
Os historiadores conhecem bem a trajetória política de José Bonifácio de Andrada e Silva, mas sua atuação como ecologista só agora está sendo valorizada. Neste mês de setembro, o cientista político José Augusto Pádua defende no Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro a tese de doutorado A Decomposição do Berço Esplêndido, que investiga as raízes do ecologismo brasileiro. Pádua não tem dúvida: "José Bonifácio foi um pioneiro. Foi o primeiro político a integrar a ecologia em um projeto nacional, um ecologista muito à frente do seu tempo".

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Imazon acusa 'aumento expressivo' do desmatamento na Amazônia

23/02/2011 16h16 - Atualizado em 23/02/2011 17h02

Imazon acusa 'aumento expressivo' do desmatamento na Amazônia
Detecção em dezembro de 2010 foi 994% maior que um ano antes.
Cobertura de nuvens impossibilitou análise de 70% da região.

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou desmatamento de 175 km² de floresta em dezembro. A estimativa está em relatório do órgão divulgado nesta quarta-feira (23).


Mapa do Imazon mostra pontos de desmatamento detectados em dezembro. (Foto: Reprodução)De acordo com o instituto, o número representa um “aumento expressivo de 994% em relação a dezembro de 2009, quando o desmatamento somou somente 16 km²”. Já em janeiro de 2011, foram registrados 83 km² de desmatamento, o que representou um aumento de 22% em relação a janeiro de 2010 quando o desmatamento atingiu 68 km².

O instituto destaca que os números podem estar subestimados. Em dezembro de 2010, assim como em em janeiro de 2011, foi possível monitorar somente 30% da Amazônia. Os outros 70% estavam cobertos por nuvens, dificultando a análise, em especial no Amapá, Pará e Acre, que tiveram mais de 80% da área florestal cobertos por nuvens.

Degradação

O Imazon detectou ainda 541 km² de florestas degradadas (parcialmente destruídas) em dezembro e 376 km² em janeiro. Os números também são maiores em relação a um ano antes. O instituto estima que o carbono emitido pelo desmatamento no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 (seis primeiros meses do chamado "calendário de desmatamento") foi de 13,9 milhões de toneladas.

Em dezembro, Rondônia contribuiu com 43% da área total desmatada na Amazônia Legal. Mato Grosso teve 31% e o Amazonas, 16%. Nos outros estados, o desmatamento foi proporcionalmente menor, ficando o Pará com 5%, o Acre com 4% e Tocantins com 1%. O desmatamento detectado no Pará, no entanto, foi menor possivelmente devido à densa cobertura de nuvens.

Em janeiro de 2011, a devastação foi maior em Mato Grosso, com 57%. O estado foi seguido do Pará, com 20%, e Rondônia, com 18%. O restante ocorreu no Amazonas (4%) e Roraima (1%).

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que faz o levantamento oficial da destruição da floresta amazônica, já indicavam um aumento da devastação no fim do ano passado, em comparação a 2009.

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