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quinta-feira, 4 de março de 2010

David Pogue testa o primeiro dispositivo wi-fi portátil

15/05/09 - 06h30 - Atualizado em 15/05/09 - 06h49

David Pogue testa o primeiro dispositivo wi-fi portátil
Aparelho é recarregável e pequeno o suficiente para colocar no bolso.
Vídeo com especialista em tecnologia do New York Times tem os detalhes.

Disponível nos Estados Unidos, a partir de 17 de maio, o hot spot Mifi 2200 da Novatel/Verizon é o primeiro dispositivo wi-fi portátil e recarregável. Pequeno o suficiente para caber no bolso, o aparelho permite conexão com a internet de qualquer lugar, por até quatro horas contínuas.

Com o alcance de nove metros, o aparelho possibilita a formação de uma pequena rede de até cinco pessoas, através do uso de uma senha. Quando a internet não está mais em uso, ele entra em stand by por até 40 horas. O Mifi custa US$ 100 e tem planos que variam de US$ 15 por dia a US$ 40 e US$ 60 por mês.

Apesar de não ser tão rápido (1,5 Megabits por segundo) e de funcionar apenas em território americano, a tecnologia é surpreendente e já provocou grande discussão em blogs especializados. As interrupções, que podem ocorrer em vídeos em streaming, também estão entre as desvantagens.

Muitos americanos já planejam usá-lo como um ponto extra de wi-fi. Para quem mora em um apartamento pequeno ou mesmo em áreas rurais (que não possuem serviço de internet por cabo), ele atende como provedor de internet. Em todos os casos a mobilidade é a principal vantagem, já que pode ser levado em qualquer viagem.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

EUA condenam homem por acessar sites pornográficos no trabalho

13/05/09 - 11h58 - Atualizado em 13/05/09 - 11h58

EUA condenam homem por acessar sites pornográficos no trabalho
Condenado a 15 meses de prisão, ele recorreu e a pena diminuiu.
Tempo de internet ‘extraoficial’ chegou a cem horas em cinco meses.




Foto: Divulgação Richard Wolf usava internet do trabalho para acessar conteúdo
pornográfico. (Foto: Divulgação ) Um tribunal de Ohio, nos Estados Unidos, reduziu
recentemente a condenação a um homem acusado de acessar conteúdo pornográfico na internet, usando para isso o computador do trabalho. Richard Wolf apelou da decisão e sua pena será reduzida.

Ele havia sido condenado em dezembro de 2007 a 15 meses de prisão, além de pagar US$ 5 mil de multa e US$ 2,4 mil em restituição à cidade de Shelby, sua empregadora – este último valor referia-se às horas que recebeu salário, mas não trabalhou por estar na internet.

Depois de recorrer, a determinação divulgada no final de abril caiu para 60 dias na prisão e US$ 500 de multa.

Wolf foi condenado por acesso não-autorizado a um computador, roubo em tempo de serviços no escritório (era pago pela cidade para trabalhar, enquanto ficava na internet) e solicitação de prostituição. O tribunal reconheceu que excedeu na condenação, ao incluir o acesso não-autorizado à máquina.

De acordo com o site da revista “Wired”, Wolf usava o PC corporativo para publicar na web fotos em que ele aparecia pelado, além de acessar sites adultos para visualizar pornografia e usou a internet do trabalho para solicitar serviços sexuais on-line. A Justiça estima que ele tenha passado mais de cem horas em um período de cinco meses envolvido com esse tipo de atividade no ambiente de trabalho.

A análise de seu computador mostrou 703 fotos pornográficas e também e-mails com conteúdo sexual explícito.

Em sua decisão que reviu a pena, o juiz John Wise escreveu que “apesar de ele ter gasto aproximadamente cem horas, no período de cinco meses, usando sites que não estavam relacionados a seu trabalho, não há evidências de que isso teve impacto em seu desempenho profissional ou que tenha deixado de realizar suas atividades no trabalho”.