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sábado, 11 de maio de 2019

7 Músicas dos anos 90 que você nem lembrava mais

7 Músicas dos anos 90 que você nem lembrava mais


Os anos 90 foi uma década de transição na música, a era digital estava se iniciando e os computadores estavam começando a se popularizar porém pouquíssimos eram os que tinham acesso a internet. Foi uma época de foco na inovação musical, e no melhor sentido da palavra.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Sony completa 70 anos - conheça a trajetória da empresa


Sony completa 70 anos - conheça a trajetória da empresa


Uma das maiores empresas de tecnologia da atualidade, a Sony completou 70 anos no último dia 7. Sete décadas depois de seu nascimento, em 1946, na capital Tóquio, a companhia conquistou uma legião de fãs.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Novos chips da Intel não conseguem acompanhar a Lei de Moore


Novos chips da Intel não conseguem acompanhar a Lei de Moore


A Lei de Moore é um dos pináculos da tecnologia moderna e tem ditado o ritmo de inovação da indústria desde os anos 1960, mas parece ter finalmente chegado a um limite. Quem reconhece isso (de forma silenciosa, é verdade) é a Intel, que não conseguiu mais seguir seu calendário ao anunciar que sua próxima geração de processadores continuará usando o processo de 14 nanômetros.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Bike elétrica pode carregar mais de 20kg de bagagem com autonomia de 110 km


Bike elétrica pode carregar mais de 20kg de bagagem com autonomia de 110 km


Famosa por dar o primeiro passo em assuntos pertinentes à sustentabilidade e melhor aproveitamento de recursos vitais para a existência humana na Terra, a Alemanha já tem um histórico de popularização do uso de bicicletas num cenário onde os carros sempre tiveram espaço: grandes centros urbanos. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O grande sonho de Tesla: energia elétrica barata e para todos. Será possível?


O grande sonho de Tesla: energia elétrica barata e para todos. Será possível?


O cientista e inventor balcânico Nikola Tesla sonhava com um mundo em que a energia fosse livre e gratuita, e a empresa Tesla Motors, liderada por Elon Musk, tem a intenção de colocar isso em prática. A companhia desenvolveu uma bateria para residências, que começaria a ser produzida nos próximos seis meses, destronando as grandes companhias elétricas e seu controle abusivo do consumo energético.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Americano cria internet sem fio transmitida pela iluminação

27/12/2010 14h05 - Atualizado em 27/12/2010 14h05

Americano cria internet sem fio transmitida pela iluminação
Pulsações luminosas são captadas por sensores ligados a computador.
Primeira versão de sistema é capaz de atingir velocidades de até 3 mbps.


John Pederson, criador do LVX, que usa luz para
transmitir internet. (Foto: AP Photo/Kimm Anderson)Uma empresa do interior de Minnesota, nos Estados Unidos, criou uma tecnologia que utiliza sistemas de iluminação para ligar computadores à internet. As informações são transmitidas por meio de pulsações luminosas imperceptíveis a olho nu, e captadas por um sensor ligado ao computador.

Seis escritórios da prefeitura de St. Cloud, onde fica a sede da empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, vão receber o sistema nos próximos dias. De acordo com seu inventor, John Pederson, a primeira geração do produto é capaz de atingir velocidades de até 3 megabits por segundo.

Batizado de LVX, em homenagem a "lux", termo em latim para luz, o sistema de Pederson será vendido como uma opção às redes wi-fi, que utilizam ondas de rádio para transmitir dados. De acordo com o inventor, a internet por luz é ideal para distâncias menores, e ajuda a desobstruir as frequências de rádio, atualmente utilizadas por telefonia celular, wi-fi, televisão, telefones sem fio, entre outros aparelhos.

Para transmitir dados por luz, o equipamento recebe a informação da internet, em formato binário - ou seja, em zeros e uns. Instalado, por exemplo, no teto, um conjunto de LEDs (pequenos pontos emissores de luz), pisca no mesmo ritmo destes dados, acendendo para cada 1 e apagando quando o valor a ser transmitido é 0.

A luz chega, então, a um sensor ligado ao computador, que interpreta os valores e, enfim, exibe o conteúdo da internet solicitado pelo usuário. O caminho contrário também é possível: luzes ligadas ao computador transmitem, por exemplo, um e-mail do computador do usuário para o equipamento instalado no teto.

Em 2011, segundo Pederson, a tecnologia será refinada para atingir velocidades maiores. A ideia do inventor é fechar parcerias com companhias de energia para vender o sistema para assinantes de serviços de banda larga por rede elétrica.


Receptor e emissor utilizado para transmitir dados pelo sistema LVX. (Foto: AP Photo/Kimm Anderson)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bateria grudada ao corpo usa calor humano para alimentar celular

17/12/2010 10h00 - Atualizado em 17/12/2010 10h00

Bateria grudada ao corpo usa calor humano para alimentar celular
Com funcionamento híbrido, também pode ser recarregada pela luz solar.
Projeto ainda está sendo aperfeiçoado, e deve chegar ao mercado em 2015.

A Fujitsu Laboratories desenvolveu um pequeno dispositivo que, ao ser usado em pessoas, converte o calor corporal em energia. Em seguida, armazena essa energia como se fosse uma bateria para uso posterior. E mais: o dispositivo híbrido também consegue captar a energia da luz do sol quando se anda em áreas externas.

Este novo empreendimento poderia ter aplicações que ainda não foram testadas. É o primeiro produto que aproveita a energia do calor humano e da luz solar, ao mesmo tempo. Anteriormente, isso exigia dois dispositivos separados e fiações elétricas ou pilhas.


Bateria é carregada com o calor humano. (Foto: Reprodução)



"Nos campos da medicina a tecnologia pode ser utilizada em sensores que monitoram as condições tais como a temperatura corporal, pressão arterial e batimentos cardíacos - sem baterias e fiação elétrica", afirma a nota à imprensa.

"Se a luz do ambiente ou o calor não forem suficientes para alimentar o sensor, esta tecnologia pode fornecer energia com ambas as fontes, aumentando uma com a outra. Além disso, ela também pode ser usada para sensoriamento ambiental em áreas remotas para o tempo previsão, onde seria problemático para substituir baterias ou executar linhas eléctricas ".

A Fujitsu ainda está trabalhando para aperfeiçoar seu projeto e espera liberá-lo para uso comercial em 2015.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O Futuro é invisível - Nanotecnologia

O FUTURO É INVISÍVEL - Nanotecnologia



A próxima grande revolução na ciência será tão pequena que você não vai enxergá-la nem com microscópio. Os efeitos, porém, serão devastadores. Quem garante é o físico americano Eric Drexler, cientista que batizou a tal revolução de "nanotecnologia", na década de 80. Drexler inventou o termo para identificar um conhecimento ainda por ser gerado, que consistiria no desenvolvimento de uma linha de produção industrial em escala nanométrica, ou seja, igual ou inferior a um bilionésimo de metro. Uma fábrica inteira menor que o diâmetro de um fio de cabelo, capaz de montar produtos átomo por átomo. Descrever algo que não existe é tarefa difícil, mas o nome inventado por Drexler caiu no gosto popular - até ter seu significado alterado por pesquisadores nos últimos 20 anos.

Hoje, trata-se por nanotecnologia o desenvolvimento de produtos com tamanho inferior a 100 nanômetros, enquanto o termo original referia-se a miniaturizar o processo produtivo como um todo. Para Drexler, a mudança esvaziou parte do conceito. De um jeito ou de outro, o investimento em pesquisas cresce em tamanho inversamente proporcional aos objetos produzidos: saltaram de 825 milhões de dólares, em 2000, para 3 bilhões de dólares, em 2003. Gigantes como Kodak, General Electric e 3M saíram na frente e já tocam projetos de satélites mais leves a televisores de altíssima qualidade. Não chega a ser o futuro imaginado por Drexler. E a distância a percorrer ainda é longa. Mas a ciência já caminha rumo à gigantesca revolução microscópica.

Você afirma que o termo "nanotecnologia" é usado em excesso e perdeu parte do seu sentido original. O que mudou?

A idéia de "nanotecnologia" apareceu pela primeira vez em meu livro Engines of Creation ("Motores da Criação", sem tradução em português) para descrever a visão do cientista Richard Feynman baseada no uso de máquinas em escala nanométrica que construiriam produtos atomicamente precisos. Com isso, referia-me a um novo e revolucionário processo de produção que implica um grau de eficiência e produtividade maior que qualquer outro método atual. Nos laboratórios de pesquisa espalhados pelo mundo, o termo "nanotecnologia" hoje faz referência a produtos ou materiais que contenham peças na escala nanométrica, normalmente definida em 100 nanômetros ou menos. Essa é, provavelmente, a distinção-chave: originalmente o termo era ligado a um processo produtivo específico, enquanto hoje ele é cada vez mais utilizado para descrever produtos finais que contenham componentes de escala pequena. Muitos projetos valiosos estão em andamento sob o rótulo de "nanotecnologia". Mas as pessoas estão usando o termo "nano" em excesso, como uma ferramenta de marketing.

A nanotecnologia vai mudar o mundo?

Às vezes, o futuro da tecnologia é fácil de se prever. Por exemplo: sabemos que os computadores ficarão cada vez mais rápidos e os materiais mais fortes e que a medicina vai curar mais doenças. A nanotecnologia será responsável por grande parte desse futuro, possibilitando avanços em todos esses campos. Uma enorme gama de produtos que são impossíveis de serem fabricados atualmente poderá ser desenvolvida. O trabalho experimental nesse campo continua. Uma área interessante é a engenharia de proteínas, que modifica geneticamente essas moléculas para, entre outras coisas, produzir remédios. Cientistas já são capazes de construir novas proteínas com precisão atômica.

Como isso irá afetar nossas vidas?

A nanotecnologia que descrevi trará enormes conseqüências para a economia, a medicina, o ambiente e a segurança. Sistemas poderão ser usados para construir produtos complexos de maneira limpa, eficiente e a baixo custo. Trabalhando com precisão atômica produziremos computadores pessoais com 1 bilhão de processadores, sistemas de energia solar eficientes e baratos e aparelhos médicos capazes de destruir organismos que provocam doenças e reconstruir tecidos humanos, materiais 100 vezes mais fortes que o aço e sistemas militares mais poderosos.

Você descreve montadores moleculares como peças-chave da nanotecnologia. Como eles funcionarão?

A idéia é simples: enquanto químicos misturam moléculas em uma solução, permitindo que elas vaguem e colidam aleatoriamente, os montadores moleculares irão posicionar as moléculas, trazendo-as para um local específico no momento desejado. Deixar moléculas baterem umas contra as outras de maneira aleatória pode levar a reações indesejadas - um problema que aumenta à medida que os produtos crescem de tamanho. Segurando e posicionando moléculas, os montadores irão controlar a maneira como elas reagem, construindo estruturas complexas com precisão atômica. Imagine uma linha de produção, com aqueles braços robóticos montando um produto. Esse braço é abastecido de peças que chegam por uma esteira. Passo a passo, a esteira avança e o robô pega uma nova peça e a adiciona ao produto em montagem. Eventualmente, o produto fica pronto e é levado por uma outra esteira, enquanto um novo produto interminado entra em seu lugar. Para ter noção do funcionamento de um montador molecular, imagine que todos os elementos envolvidos nesse processo são medidos em nanômetros, ou seja, um bilionésimo de metro, e que as peças a serem montadas são alguns átomos, passando da alça para o produto por uma reação química num local específico. O montador funciona como parte de um sistema maior que prepara ferramentas, coloca-as na esteira e controla o mecanismo de posicionamento robótico. É um sistema complexo que ninguém conseguirá construir no futuro próximo. Aliás, ninguém está tentando construir montadores moleculares hoje, porque a nanotecnologia ainda está na infância. Vemos um caminho para esses montadores como os pioneiros que desenvolveram foguetes nos anos 30 e 40 viam um caminho para a Lua. Mas, como eles, ainda não estamos prontos para o objetivo final. Eles sabiam que antes precisariam lançar vários satélites, como nós sabemos que primeiro teremos de construir várias máquinas moleculares.

Qual nossa distância para a utilização de máquinas moleculares?

Previsões sobre o tempo que levará para alcançarmos novos desenvolvimentos tecnológicos normalmente são erradas. O trabalho em direção à nanotecnologia avançada está acontecendo em diversas frentes e novas conquistas serão alcançadas, provavelmente nos próximos anos. Conquistas que muitas pessoas esperam que ocorram nas próximas décadas. Geralmente digo que estamos a duas décadas da nanotecnologia molecular avançada.

Você escreveu sobre os perigos de montadores descontrolados, que poderiam se auto-replicar indefinidamente. Esse é um risco realmente possível?
Quando escrevi Engines of Creation achei importante que o público percebesse que em todas as tecnologias poderosas existem perigos tremendos, tanto quanto boas oportunidades. Minha preocupação era de que os leitores ficariam entusiasmados demais com as possíveis vantagens da nanotecnologia, sem considerar seu potencial lado negativo. Em relação aos montadores descontrolados e auto-reprodutores, a existência deles é certamente viável de acordo com as leis da física. Porém, eles não apareceriam por acidente. Alguém teria que projetá-los e construí-los, o que seria uma tarefa difícil e sem utilidade. Hoje em dia, o que mais me preocupa é a ênfase exagerada com que essa possibilidade é tratada. Isso acaba tirando a atenção de questões mais importantes, como o uso deliberado de tecnologias poderosas em sistemas de armamento. É aí que os cientistas e formuladores de políticas públicas deveriam se concentrar.

sábado, 11 de dezembro de 2010

EUA terão lançador de granadas "inteligente", controladas por rádio

30/11/2010 17h05 - Atualizado em 30/11/2010 17h05
EUA terão lançador de granadas 'inteligentes', controladas por rádio
Mira laser ajuda XM25 a determinar ponto de explosão de projétil.
Departamento de defesa encomendou 12.500 armas, a US$ 35 mil cada.


XM25 é capaz de atirar munição controlada por rádio. (Foto: Divulgação/US Army)Soldados do exército dos Estados Unidos atualmente em missão no Afeganistão vão ganhar uma nova arma inteligente. O Departamento de Defesa americano deve entregar a partir de dezembro para as tropas no país asiático o primeiro lote do lançador de granadas XM25, que dispara projéteis programáveis, controláveis por rádio, para explodir no local exato apontado pelo soldado. No total, foram encomendadas 12.500 unidades do XM25.

A arma, que consumiu sete anos de desenvolvimento e custa US$ 35 mil a unidade, é apontada como "revolucionária" pelos especialistas em indústria bélica. Por meio de lasers, é possível indicar um alvo a até 700 metros de distância. A detonação da granada pode ser ajustada para acontecer à frente ou após o alvo, e não apenas no impacto.

Por conta desta característica, o soldado passa a ter mais facilidade para eliminar inimigos que estejam protegidos por barreiras físicas. Com um botão, é possível indicar se o projétil deve explodir 3 metros antes, 3 metros depois ou no local exato do alvo.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Futuro dos games chegou

FUTURO DOS GAMES CHEGOU



Nem só de tapete vermelho e calçada da fama vive a indústria do entretenimento. Desde 1999, os games são responsáveis por um faturamento duas vezes maior que a indústria de cinema. São 21 bilhões de dólares contra "míseros" 9 bi de Hollywood. E a última novidade nesse mercado atende pelo singelo pseudônimo de MMORPG, ou Massively Multiplayer Online Role-Playing Games (algo como "jogos massivos de interpretação online").

As três últimas letras da sigla são mais conhecidas. RPG é um tipo de jogo que se tornou popular a partir dos anos 70. No início, era jogado numa mesa. Algumas pessoas se reuniam e, a partir de uma história, criavam uma aventura comum interagindo com seus personagens.

Os jogos MMORPG são uma combinação entre RPG e os games online. O avanço da tecnologia em redes tornou possível criar um mundo virtual dentro de um computador central (servidor) e oferecer aos jogadores a possibilidade de acessá-lo através da internet. Nesse mundo, além de topar com monstros controlados pelo computador, o jogador poderia encontrar milhares de outros jogadores humanos que também estivessem vagando por aquele universo virtual.

"O grande apelo desse tipo de jogo é justamente a possibilidade de interagir com outras pessoas. As possibilidades de relacionamento se tornam infinitas", diz Delmar Galisi, coordenador do curso de design e planejamento de games da Universidade Anhembi-Morumbi. A maior prova disso é que milhares de pessoas em todo o mundo passam mais da metade do seu dia vivendo no mundo virtual, imersas em outra realidade. São pessoas que não curtem baladas com os amigos, mas não perdem uma festa na cantina de sua guilda.
Além de George Lucas - que lançou o sucesso Star Wars Galaxy no ano passado - a empresa americana Warner Bros., produtora de Matrix, também farejou a mina de ouro. Desde maio, eles estão testando a versão MMORPG da marca e prometem que, a partir do ano que vem, será possível viver no universo virtual de Neo, Trinity e Morpheus.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sistema impede cirurgiões de esquecer compressas

16/06/09 - 19h36 - Atualizado em 16/06/09 - 19h36

Sistema impede cirurgiões de esquecer compressas dentro do paciente
Técnica usa rádio-frequência para contabilizar compressas.
Tecnologia é comercializada por empresa de Pittsburgh, nos EUA.

Como ter certeza de que todas as compressas usadas em uma cirurgia foram recolhidas e nenhuma ficou dentro do paciente? Um sistema que conta as compressas oferecidas ao cirurgião, confere se todas foram recolhidas e avisa que alguma está faltando promete facilitar a vida de toda a equipe cirúrgica.

O sistema se chama Smart Sponge e foi lançado no mercado norte-americano por uma empresa de Pittsburgh. O método foi testado na Universidade de Stanford há 4 anos e essa é a primeira iniciativa comercial com a nova tecnologia.

As compressas usam identificadores de rádio-frequência, pequenos chips, colocados em cada compressa cirúrgica. Quando a intrumentadora abre o pacote de compressas um leitor eletrônico “conta” quantas serão utilizadas.

O total de compressas disponíveis aparece em um monitor na coluna de entrada. Após a utilização a compressa é descartada em um recipiente que identifica o retorno e dá baixa da compressa na lista de entrada e a coloca em outra coluna.

Se os valores não batem ao final da cirurgia, um aviso luminoso e sonoro alerta a equipe de que faltam compressas. O cirurgião pode lançar mão de um sensor parecido com uma varinha que indicará onde está a compressa perdida.

Nos Estados Unidos acontecem mais de 3 mil casos de esquecimento de compressas ou instrumentos cirúrgicos dentro de pacientes por ano.

Uma compressa deixada dentro do corpo de um paciente pode levar anos até causar problemas ou mesmo complicar um quadro de pós-operatório, levando a infecções graves muito rapidamente.

A tecnologia de identificação por rádio-frequência nasceu durante a Segunda Guerra Mundial, quando os pilotos precisavam saber sem necessidade de usar comunicação verbal quem era amigo ou inimigo.

As etiquetas atuais emitem sinais de rádio que além de permitir a localização do produto permitem sua identificação.

Imagine que ao colocar um produto dentro de seu carrinho de supermercado ele seja identificado, permitindo ao sistema da loja sugerir a você um acompanhamento para aquela compra. Por exemplo, se for um determinado tipo de vinho, uma mensagem apareceria em uma pequena tela do carrinho avisando que na sessão de queijos existe um determinado tipo que vai muito bem com o vinho que foi escolhido pelo cliente.

Um hospital de Nova York anunciou que começará a usar a nova técnica ainda esse ano.

O custo do sistema é de cerca de 15 mil dólares cada, alem das compressas especiais. A estimativa é de o custo adicionado a cada procedimento cirúrgico seja de 30 dólares por cirurgia. Pequeno se comparado aos milhares de dólares que um erro desse pode custar em reparações judiciais.

sábado, 31 de julho de 2010

Avião movido a energia solar é apresentado na Suíça

26/06/09 - 10h30 - Atualizado em 26/06/09 - 10h38

Avião movido a energia solar é apresentado na Suíça
Inventor diz que o 'Solar Impulse' terá autonomia para a volta ao mundo.
Primeiro teste de voo deve ocorrer até o final do ano.




O avião 'Solar Impulse' HB-SIA é mostrado nesta sexta-feira (26) na cidade suíça de Duebendorf pelos seus inventores. Segundo eles, o avião, movido a energia solar, dispensa combustível e tem autonomia para dar a volta ao mundo, segundo seu criador, o aventureiro Bertrand Piccard. Ele recebe energia de 24 mil células solares e a transforma em quatro motores elétricos. O primeiro teste de voo deve ocorrer até o final do ano. (Foto: AFP)




AFP - Arte de 2007 mostra como deveria ficar o HB-SIA depois de pronto. (Foto: AFP)

Robô japonês consegue reproduzir emoções humanas

23/06/09 - 09h33 - Atualizado em 23/06/09 - 09h33

Robô japonês consegue reproduzir emoções humanas
Kobian demonstra tristeza, alegria e outros 5 sentimentos.
Ele foi desenvolvido na Universidade Waseda, em Tóquio.




O robô Kobian é capaz de reproduzir até sete 'emoções' programadas - como tristeza, alegria e força. (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)




Kobian faz demonstrações na Universidade Waseda, em Tóquio (Japão). Ele foi desenvolvido por um grupo da faculdade liderado pelo professor Atsuo Takanashi, em parceria com a fabricante tmsuk (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

domingo, 9 de maio de 2010

Parada de ônibus do futuro rastreará veículos

25/05/09 - 17h40 - Atualizado em 25/05/09 - 18h07

Parada de ônibus do futuro rastreará veículos em tempo real
'EyeStop' traz serviços interativos em telas sensíveis ao toque.
Projeto foi desenvolvido pelo MIT em parceria com prefeitura de Florença.




Desenvolvido por pesquisadores do MIT em parceria com a prefeitura de Florença, na Itália, o 'EyeStop' é um projeto para a próxima geração de paradas de ônibus, com telas sensíveis ao toque. Permitirá programar uma viagem de ônibus em um mapa interativo, trocar informações relevantes para a comunidade em quadro de mensagens digitais, navegar na web e utilizar dispositivos móveis para interagir com o ponto de ônibus do futuro. (Foto: Divulgação)




No modelo, carregado por luz solar, basta indicar o destino desejado para que o sistema informe a linha rodoviária que faz esse percurso em menos tempo, além da posição de todos os ônibus em tempo real. O 'EyeStop' também coleta dados sobre a qualidade do ar e da temperatura ambiente, oferecendo essas informações em tempo real. (Foto: Divulgação)

quinta-feira, 4 de março de 2010

David Pogue testa o primeiro dispositivo wi-fi portátil

15/05/09 - 06h30 - Atualizado em 15/05/09 - 06h49

David Pogue testa o primeiro dispositivo wi-fi portátil
Aparelho é recarregável e pequeno o suficiente para colocar no bolso.
Vídeo com especialista em tecnologia do New York Times tem os detalhes.

Disponível nos Estados Unidos, a partir de 17 de maio, o hot spot Mifi 2200 da Novatel/Verizon é o primeiro dispositivo wi-fi portátil e recarregável. Pequeno o suficiente para caber no bolso, o aparelho permite conexão com a internet de qualquer lugar, por até quatro horas contínuas.

Com o alcance de nove metros, o aparelho possibilita a formação de uma pequena rede de até cinco pessoas, através do uso de uma senha. Quando a internet não está mais em uso, ele entra em stand by por até 40 horas. O Mifi custa US$ 100 e tem planos que variam de US$ 15 por dia a US$ 40 e US$ 60 por mês.

Apesar de não ser tão rápido (1,5 Megabits por segundo) e de funcionar apenas em território americano, a tecnologia é surpreendente e já provocou grande discussão em blogs especializados. As interrupções, que podem ocorrer em vídeos em streaming, também estão entre as desvantagens.

Muitos americanos já planejam usá-lo como um ponto extra de wi-fi. Para quem mora em um apartamento pequeno ou mesmo em áreas rurais (que não possuem serviço de internet por cabo), ele atende como provedor de internet. Em todos os casos a mobilidade é a principal vantagem, já que pode ser levado em qualquer viagem.

David Pogue testa e aprova a menor câmera HD

03/12/08 - 06h00 - Atualizado em 03/12/08 - 06h00

David Pogue testa e aprova a menor câmera HD do mundo
Vídeo do New York Times foi feito com o equipamento.
Por US$ 230, filmadora conquistou 30% do mercado americano.

Do tamanho de um telefone celular, pesando 85 gramas e com preço de US$ 230, a câmera de vídeo Flip Mino HD faz sucesso nos Estados Unidos. Apesar de amantes de tecnologia, sentirem falta de controles mais complexos, foi exatamente a simplicidade que fez com que o modelo conquistasse 30% do mercado americano, segundo os fabricantes.

O especialista em tecnologia do New York Times, David Pogue, decidiu testar a novidade durante a viagem de férias em um cruzeiro pelo Mediterrâneo. A menor, mais leve e mais barata câmera de alta definição do mundo não decepcionou. “Qualquer pessoa de três ou 90 anos consegue usar esta câmera. Ao pressionar o principal botão, que é grande e vermelho, a gravação é iniciada em dois segundos. O nível de detalhamento é fantástico e as cores são incríveis”.

Uma câmera de vídeo pequena é sempre mais prática, em qualquer situação. Os amantes de esportes radicais podem comprar um adaptador e usar a Flip presa ao braço ou capacete. Para conseguir uma imagem com perspectiva diferente vale prendê-la na coleira de cachorro ou no painel do carro, para filmar a conversa entre o motorista e o carona. Comprando através do site, é possível escolher um design diferenciado para a sua câmera, entre centenas de modelos.
http://theflip.com/

Nos testes feitos por Pogue o equipamento foi usado em ambientes abertos, como o topo de um vulcão na Itália e em lugares fechados e com pouca luz, como o interior de pirâmides no Egito. “Ao contrário de algumas câmeras que prometem alta definição, a Flip Mino HD não trapaceia. Além da qualidade das imagens, o áudio também é bom”.

Entre tantas qualidades, a falta de um bom estabilizador de imagens e de um zoom mais potente, que amplie mais de duas vezes, são alguns dos pontos negativos da Flip. Mas a câmera que já está sendo copiada pelos concorrentes ganha mesmo no quesito praticidade. Com uma saída USB, a transferência dos vídeos é simples. “Ao voltar da viagem, basta plugar a câmera no computador para passar e editar os arquivos. Nada mal”, avalia Pogue.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Mulher é acusada de faturar US$ 8,5 milhões com prostituição on-line

12/05/09 - 14h44 - Atualizado em 12/05/09 - 14h44

Mulher é acusada de faturar US$ 8,5 milhões com prostituição on-line
Michelle Braun divulgava modelos e atrizes em páginas na internet.
Ela pagou US$ 20 mil para ficar livre até próxima audiência.

A Justiça da Califórnia acusou uma mulher de faturar mais de US$ 8,5 milhões (cerca de R$ 17,5 milhões) com prostituição on-line, contratando para isso estrelas do universo pornográfico e modelos. Michelle Braun participou nesta segunda-feira (11) de uma audiência no tribunal federal de Orange County, nos Estados Unidos, e ficará livre pelo menos até a próxima audiência, em 29 de junho.

Michelle, que vive em Boca Raton (Flórida), cobrava US$ 50 mil ou até mais para seus
clientes passarem a noite com as mulheres que ela anunciava na internet. A empresária também é acusada de lavagem de dinheiro e de transportar indivíduos de Orange County para Nova York, com o propósito de prostituição. Ela negou ser culpada, mas os advogados acreditam que isso mudará até a próxima audiência.

A mulher pagou US$ 20 mil para aguardar em liberdade. De acordo com o “Orange County
Register”, é possível que a mulher seja condenada a cinco anos de prisão e a pagar uma multa de US$ 30 mil. Michelle e seu advogado se negaram a comentar o caso – quando questionada sobre o que faz, ela disse ser responsável por um “fundo de investimento”.

Em seu site, Michelle divulgavam “privacidade garantida, exclusividade e qualidade”. Ela tinha uma lista com 71 mulheres exibidas on-line, sendo que 50 apareciam como moradoras de Loa Angeles e duas em Orange County. Cada mulher tinha um perfil com fotos, biografia detalhada e suas fantasias sexuais.

Durante a investigação, um agente do FBI se inscreveu no site em março de 2006. Ele pagou US$ 2,5 mil para ter acesso a fotos de 138 mulheres, e o caso culminou na detenção de Michelle.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cientistas anunciam avanço em criação de 'manto de invisilibade'

01/05/09 - 13h20 - Atualizado em 01/05/09 - 17h08

Cientistas anunciam avanço em criação de 'manto de invisilibade'
Dispositivo de silício 'curva' trajetória da luz para esconder objetos.

Cientistas americanos conseguiram criar uma nova versão de uma espécie de "capa de invisibilidade", que torna objetos tridimensionais invisíveis sob luz infra-vermelha.

O manto criado pela equipe, do formato de um lenço com vários buracos, foi capaz de cobrir um objeto dando a impressão visual de que não estaria cobrindo objeto algum.

Segundo os cientistas, o "manto de invisibilidade" cancela a distorção produzida pelo volume do objeto que é escondido debaixo dela ao "curvar" a luz em volta deste volume, como água em volta de uma pedra, e, com isso, criar a ilusão de uma superfície lisa.

Os cientistas afirmam que conseguiram um avanço importante em relação a estudos anteriores pelo fato de não terem usado metais no manto.

Em 2006, uma equipe de cientistas britânicos e americanos testou uma versão anterior de um "manto de invisibilidade" em laboratório. O "manto" - na verdade um equipamento circular, feito com dez anéis de fibra de vidro cobertos com materiais à base de cobre - fez com que as ondas emitidas pelo radar se desviassem do objeto e se reencontrassem do outro lado, como se tivessem passado por um espaço vazio.

Silício
Os cientistas, desta vez, também usaram um dielétrico - um material isolante - que absorve menos luz.

Neste projeto trabalharam Michal Lipson e sua equipe na Universidade Cornell, e o professor de engenharia mecânica da Universidade de Berkeley, Xiang Zhang e uma das equipes descreveu o processo na revista especializada Nature Materials.

"Basicamente, estamos transformando uma linha reta de luz em uma linha curva em volta da capa, então você não percebe qualquer mudança em seu caminho", explicou Zhang.

"Metais introduzem perda (de luz), ou reduzem a intensidade da luz", acrescentou o professor. Esta perda de luz pode levar a manchas escuras quando se coloca a capa sobre um objeto.

De acordo com Zhang, o uso do silício nesta capa, um material que absorve pouca luz, foi uma "grande evolução".

Segundo o professor Zhang a capa "muda a densidade local" do objeto que cobre.

"Quando a luz passa do ar para a água, ela se curva, devido à densidade ótica, ou índice de refração", disse o professor à BBC.

"Então, ao manipularmos a densidade ótica de um objeto, podemos mudar o caminho da luz de uma linha reta para qualquer outro caminho que escolhermos."

O novo material consegue este feito devido aos minúsculos furos, perfurados estrategicamente em uma folha de silício.


'Perfil'
A equipe de Zhang conseguiu "decidir qual o perfil" do objeto escondido alterando a densidade ótica com os furos.

"Em algumas áreas vamos perfurar muitos furos e, em outras, eles são bem mais escassos. Onde há mais furos, há mais ar do que silício, então a densidade ótica do objeto é reduzida", afirmou Zhang.

"Cada furo é muito menor do que o comprimento de onda da luz. Então a luz ótica não 'vê' um furo - apenas vê uma espécie de mistura de ar com silício. Então, no que diz respeito à luz, nós conseguimos ajustar a densidade do objeto."

O professor destacou que o "manto de invisibilidade" que ele e sua equipe criaram é muito pequena, apenas alguns milésimos de milímetro de lado a lado. Mas existem usos até para uma "capa de invisibilidade" deste tamanho.

Este dispositivo pode ser usado, por exemplo, na indústria eletrônica, para esconder falhas em cópias complexas ou em "máscaras", espécie de plantas que determinam como o processador deve ser.

"Isto pode significar uma economia de milhões de dólares para a indústria. Poderia permitir que eles corrigissem falhas ao invés de produzir novas máscaras", afirmou Zhang.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Impressora de alta velocidade substitui cartuchos por tinta sólida

08/05/09 - 10h25 - Atualizado em 08/05/09 - 10h41

Impressora de alta velocidade substitui cartuchos por tinta sólida
Modelos da nova série têm preço inicial de US$ 23,5 mil.
Xerox diz que novidade traz economia na hora da impressão.




Foto: Divulgação Tinta sólida dispensa uso de cartuchos. (Foto: Divulgação ) A Xerox apresentou nesta semana o que diz ser a primeira linha de impressoras de alta velocidade que usam tinta sólida. Segundo a empresa, a principal vantagem dos produtos da série ColorQube 9200 é a redução de gastos. A companhia afirma que o custo de impressão por página é 62% menor, se comparado àquele das impressoras laser tradicionais.

Páginas em preto saem US$ 0,01 a unidade, documentos com cores moderada custam US$ 0,03 e a impressão com muitas cores chega a US$ 0,08.

Os preços das impressoras já disponíveis nos EUA começam em US$ 23,5 mil, e a companhia não divulga o valor das tintas sólidas. O preço da impressora indica que seu foco é o mercado corporativo, e não doméstico.

Pelo fato de a novidade dispensar o uso de cartuchos, continua a empresa, ela também apresenta menor impacto ambiental – 90% menos resíduos, além de reduzir os prejuízos ambientais referentes à produção e transporte dessas “embalagens” de plástico para tinta líquida.

Os diferentes modelos têm velocidades diferentes, dependendo do tipo de impressão: vão de 30 páginas por minuto (ppm) a 85 ppm. Cada “barra” de tinta pode imprimir cerca de 55,5 mil páginas, de acordo com comunicado da Xerox.




Segundo a Xerox, o custo da impressão por página é 62% menor, se comparado àquele das impressoras laser tradicionais. (Foto: AP)




Pelo preço e tamanho da impressora, seu foco é o ambiente corporativo, e não doméstico. Dimensões do modelo da foto são 1,3 m x 70 cm x 1,1 m. (Foto: Divulgação )



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