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domingo, 7 de março de 2021

Encontrados restos mortais de criança enterrada com cachorro de estimação há 2 mil anos

Encontrados restos mortais de criança enterrada com cachorro de estimação há 2 mil anos

Arqueólogos encontraram na França a sepultura de uma criança enterrada há cerca de dois mil anos. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Ossos de cachorro de estimação da Idade da Pedra são encontrados na Suécia

 Ossos de cachorro de estimação da Idade da Pedra são encontrados na Suécia

A ossada de um cachorro enterrado há 8400 anos foi encontrada na Suécia em um sítio arqueológico que data da Idade da Pedra. 

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Cães em miniatura eram criados como bichos de estimação no Império Romano, diz estudo

Cães em miniatura eram criados como bichos de estimação no Império Romano, diz estudo


Uma descoberta feita por arqueólogos da Espanha prova que cães em miniatura eram criados como bichos de estimação no Império Romano. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

Pensa louro - Zoologia


Pensa louro - Zoologia

Você já viu algum animal de estimação que se despede do seu dono à noite desejando-lhe um bom jantar? Ou que sabe contar objetos e dizer a cor de cada um? 

domingo, 14 de junho de 2009

Macacos, porcos e doninhas também eram pets na Idade Média

25/10/08 - 08h09 - Atualizado em 25/10/08 - 08h09

Macacos, porcos e doninhas também eram pets na Idade Média
Tradição de manter bichos em casa se espalhou nos séculos XVII e XVIII.
Esses animais eram, além de companhia, fonte de alimento e de dinheiro.



Foto: Ilustração mostra animais que eram tidos como pets na Idade Média. Na Idade Média, o valor dos animais e o tratamento dado a eles eram bem diferentes dos dos dias atuais. Mas o conceito de bicho de estimação já existia e era mais, digamos, abrangente que o de hoje.

Não era raro ver em uma casa medieval um macaco, uma doninha, uma ovelha ou um porco. Esses animais eram, além de companhia, fonte de alimento e de dinheiro, pois podiam ser trocados ou vendidos.

"Quando uma criança se comportava bem, ela geralmente ganhava uma ovelha de presente dos pais", explicou ao G1, por telefone, Barbara Hanawalt, especialista em história medieval e professora da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos. Segundo ela, além dos cachorros, que eram muito comuns nas casas, as famílias mantinham esquilos, papagaios, ovelhas e macacos.

Os gatos não eram tidos como animais de estimação, mas sim de trabalho. Seu papel era espantar os ratos das redondezas das casas.

Os camponeses geralmente davam a comida que eles próprios comiam para os bichos, que ficavam dentro das casas, em locais reservados para eles. Uma prática comum era levar animais às igrejas.

Segundo a professora de literatura inglesa da Universidade da California e autora do recém-lançado "For the Love of Animals: The Rise of the Animal Protection Movement", Kathryn Shevelow, em entrevista ao G1 por e-mail, o costume de manter animais em casa se espalhou pela Europa entre os séculos XVII e XVIII. "Mas a aristocracia já mantinha uma longa tradição de animais de estimação, pois podia pagar."

Valor
Os animais eram muito valiosos na Idade Média. "Entre os camponeses, eles significavam um instrumento de trabalho, e entre as classes altas, um artigo de luxo", explica Hanawalt.

Segundo ela, hoje nós temos mais pets que nos servem de companhia do que na Idade Média e nós provavelmente damos mais características humanas aos animais. "Mas eles conheciam mais intimamente os animais, porque viviam mais com eles."