Mostrando postagens com marcador rico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rico. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Encantado com a biodiversidade e indignado com a corrupção - O que Charles Darwin achou do Brasil do século 19

Encantado com a biodiversidade e indignado com a corrupção - O que Charles Darwin achou do Brasil do século 19



Legenda- 'Darwin ficou encantado com a nossa biodiversidade. A Mata Atlântica foi o bioma mais rico que ele conheceu. Por outro lado, ficou revoltado com a escravidão. Sua família lutava contra o comércio de escravos' — Foto: Getty Images/BBC


Nos quatro meses em que passou no país, em 1832 e 1836, o futuro pai da Teoria da Evolução se encantou com a natureza, mas também mencionou em seus relatos muita irritação com a corrupção e a burocracia.

terça-feira, 23 de abril de 2019

MIAMI VICE (1984)

MIAMI VICE (1984)


Miami Vice é talvez o mais fiel retrato da TV norte-americana da década de 1980. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Empresa sueca vende caixão de R$ 64 mil que toca músicas para o morto


Empresa sueca vende caixão de R$ 64 mil que toca músicas para o morto

Caixão com alto-falantes reproduz músicas para o morto (Foto: Reprodução)

Sistema 'CataCombo' possui alto-falantes e conexão Wi-Fi.
Parentes e amigos podem enviar músicas ao falecido de qualquer lugar.

O inventor sueco Fredrik Hjelmquist acredita que não é porque uma pessoa faleceu que o indivíduo não possa curtir uma boa música. Pensando nisso, o homem desenvolveu o “CataCombo”, que é descrito no anúncio como “o sistema mais avançado de entretenimento após a morte” (veja o vídeo, em inglês - http://www.youtube.com/watch?v=SDpC5ZYcA7M).

O produto, que custa pouco mais de 64 mil reais, é equipado com caixas de som internas que reproduzem faixas escolhidas pelo falecido e até por seus familiares. Além disso, o caixão possui um sistema de internet sem fio que permite que pessoas adicionem músicas à lista de reprodução de qualquer lugar do mundo, por meio de um aplicativo, ou mesmo da lápide do falecido, que conta com uma tela sensível ao toque ligada ao aparelho, que envia as escolhas musicais para o esquife.

Familiares e amigos podem tocar músicas diretamente da lápide ou via internet (Foto: Divulgação)

Fredrik garante no anúncio que o caixão é ligado a uma fonte de energia e tem sistema de refrigeração para que os componentes não superaqueçam. Os interessados podem entrar em contato com a empresa pelo site (http://www.catacombosoundsystem.com/), e Hjelmquist afirma que já existem empresas funerárias interessadas em vender o caixão musical.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Steve Jobs - Fundador da Apple

05/10/2011 20h40 - Atualizado em 05/10/2011 22h24

Morre Steve Jobs, fundador da Apple
Criador da Apple impôs visão de simplicidade no mercado da tecnologia.


Steve Jobs, fundador da Apple, morre aos 56 anos nos Estados Unidos (Foto: Moshe Brakha/AP)

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.



.
.
.
C=74926
.
.
.