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sexta-feira, 4 de agosto de 2023

ARQUEOLOGIA - Adolescente encontra 'espelho mágico' de 1.500 anos durante atividade escolar em Israel

 ARQUEOLOGIA - Adolescente encontra 'espelho mágico' de 1.500 anos durante atividade escolar em Israel

De acordo com os pesquisadores, o artefato tinha a função de proteger seu dono contra maus espíritos.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Livro que revela suposta identidade do delator de Anne Frank tem a publicação suspensa

Livro que revela suposta identidade do delator de Anne Frank tem a publicação suspensa

Historiadores contestaram a pesquisa que teria identificado o homem que entregou a menina aos nazistas.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

A história por trás do cadáver dono do rosto mais beijado do mundo

A história por trás do cadáver dono do rosto mais beijado do mundo


Uma adolescente de aproximadamente 16 anos morreu afogada no Rio Sena, em Paris, no final da década de 1880. 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Os livros infantis são realmente inocentes


Os livros infantis são realmente inocentes


Quando eu era criança, muitos dos meus livros favoritos tinham como tema a comida. Um deles contava a história de um menino que ajudou a salvar uma pequena lanchonete ao se tornar um detetive gourmet que conseguiu recuperar um ingrediente secreto perdido.

Muito tempo depois de ter esquecido do livro e seu título, estive em Edimburgo para entrevistar Alexander McCall Smith. Ele já era o autor campeão de vendas por trás da série Agência No 1 de Mulheres Detetives, mas, anos antes, tinha escrito alguns livros infantis. E em uma prateleira de sua estante lá estava The Perfect Hamburger (O Hambúrguer Perfeito, em tradução livre).

Era o meu livro. Só que não exatamente. Sim, os hambúrgueres ainda eram descritos com detalhes de lamber os beiços, mas dessa vez ficou claro para mim que, na realidade, The Perfect Hamburger é um conto sobre a ganância corporativa e o destino de pequenas empresas obrigadas a competir com as grandes redes.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Crianças americanas começam a escapar do fast-food

19/06/09 - 11h05 - Atualizado em 19/06/09 - 11h05

Crianças americanas começam a escapar do fast-food, diz pesquisa
Pequenos aumentaram consumo de iogurte, frutas e sopas.
Por outro lado, batatas fritas e hambúrgueres estão decaindo.




Foto: Reprodução É o fim do tradicional fast food americano? (Foto: Reprodução)Os hábitos alimentares das crianças americanas parecem estar mudando. Para variar, desta vez as novidades são boas. Nuggets de frango, hambúrgueres, fritas e refrigerantes continuam populares entre o grupo abaixo dos 13 anos, é claro. Porém, novas pesquisas de mercado mostram que o consumo desses alimentos em restaurantes está diminuindo, enquanto sopa, iogurte, frutas, frango grelhado e leite com chocolate estão em alta.

As descobertas, baseadas em dados de uma empresa de pesquisa de mercado, a NPD Group, de Chicago, seguem um relatório do ano passado afirmando que a obesidade infantil parecia ter atingido um platô – após subir por mais de duas décadas. Essa descoberta, relatada na revista "The Journal of the American Medical Association", foi recebida com um otimismo contido, e não está claro se os esforços para limitar a famosa “junk food” e aumentar a atividade física em escolas surtiram um efeito significativo na maneira como as crianças comem. Todavia, os novos dados sugerem que diversos fatores, da recessão econômica às novas ofertas de gigantes do fast food, podem ter influenciado uma mudança geral nas preferências alimentares entre crianças.

Os dados, do Relatório ao Consumidor sobre Tendências Alimentares, da NPD, são coletados a partir de uma representativa amostra de 3.500 residências e 500 adolescentes, que fornecem informações detalhadas sobre seus hábitos ao comer fora. Os números são considerados altamente confiáveis porque os pesquisadores coletam os dados diariamente, perguntando aos participantes o que eles e sua família comeram ou pediram em restaurantes no dia anterior. Embora esse método por lembrança não seja 100% confiável, os dados, coletados desde 1976, permitem uma visão consistente sw tendências de longo prazo.

Obviamente, a economia exerce um grande papel nessas tendências. Os pedidos de refeições infantis que incluem brinquedos caíram 11% no ano passado, por exemplo, enquanto pedidos do “cardápio de valor” cresceram 9%. Mais recentemente, os pedidos de crianças por sanduíches frios subiram 11%, um fato que parece ser estimulado principalmente pela campanha "$5 foot-long", do restaurante Subway. Após mais de três anos de crescimento, as festas de aniversário infantis em restaurantes caíram 5% no trimestre terminado em fevereiro, comparando com o mesmo trimestre do ano passado.

Nem tudo é o bolso que explica
Entretanto, a economia não pode explicar toda a mudança, diz Bonnie Riggs, analista de restaurantes da NPD. Hambúrgueres, fritas e refrigerantes, todos estão nos cardápios de valor, mas seu consumo entre crianças abaixo dos 13 caiu, enquanto alimentos mais saudáveis aumentaram. Entre os perdedores do ano, apuração que terminou em 31 de março, nos Estados Unidos, estavam os refrigerantes (queda de 10%), nuggets de frango (8%), batatas fritas (7%) e cachorros-quentes (6%). Os vencedores incluíram as sopas (aumento de 29%), sanduíches de frango grelhado (26%), iogurte (21%), cenouras (9%) e frutas (6%).

Até mesmo a pizza vem perdendo espaço. Mesmo sendo a comida mais popular entre crianças nos restaurantes casuais, seu crescimento ano a ano é achatado, de acordo com a NPD. Nos restaurantes de serviço completo, ela foi substituída pelas massas como a comida preferida entre os pequenos. “Os gostos e preferências das crianças estão mudando”, disse Riggs, completando que eles querem “mais opções e pratos refinados”.

Inegavelmente, pizza, hambúrgueres e fritas ainda são os itens mais populares entre crianças; os ganhos percentuais para itens como sopa e iogurte partem de uma base menor. Porém, as tendências reforçam um argumento levantado durante anos por pesquisadores de saúde infantil: se você oferece uma comida mais saudável, as crianças irão comê-la.

Muitos restaurantes estão pegando a dica. Em maio, o Burger King anunciou três novas refeições infantis que incluem pequenos hambúrgueres, maçãs fatiadas que se parecem com batatas fritas, pedaços de frango com redução de sódio, suco de maçã fortificado no cálcio e leite com chocolate sem gordura. O McDonald's oferece maçãs e iogurte, e as refeições infantis do Wendy’s trazem uma laranja.

O que elas querem
“A indústria alimentícia está sempre dizendo, ‘Estamos dando às pessoas o que elas querem; é por isso que fazemos frango frito, hambúrgueres e batata para seus filhos’”, disse o Dr. Leann L. Birch, diretor do Centro de Pesquisa em Obesidade Infantil da Universidade Estadual da Pensilvânia. “Isso não é verdade. Se as crianças receberem diferentes opções, e se os pais deixarem escolher algumas delas, acho que com grande frequência veremos mudanças na alimentação."

Nem toda escolha está resultando numa refeição mais saudável. Por exemplo, os dados da NPD mostram que os sanduíches de frango empanado estão em alta, enquanto os hambúrgueres vêm decaindo. No menu infantil do Wendy’s, o frango empanado tem 340 calorias, enquanto um cheeseburguer júnior possui apenas 270. Entre pedidos de bebidas, o consumo de leite aumentou e o de refrigerantes caiu. Entretanto, refrigerantes de laranja e grapefruit e root beer estão crescendo.

“A percepção pode ser que refrigerantes de laranja e grapefruit são melhores pra sua saúde”, disse Riggs. Mesmo assim, vale apontar que os dados da NPD são baseados em pedidos de restaurantes, onde as crianças geralmente podem fazer suas próprias escolhas. “Não sabemos quantas escolhas as crianças realmente fazem”, disse Birch. “Mas sinto que os pais tendem a ser muito mais liberais num restaurante, logo permitem que os filhos façam mais escolhas."

“Você vai a esses lugares onde eles oferecem opções saudáveis para adultos. Mas até recentemente, as crianças não haviam tido a oportunidade de escolher as coisas certas”.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tecnologia em excesso contribui para insônia entre adolescente

10/06/09 - 16h16 - Atualizado em 11/06/09 - 17h26

Tecnologia em excesso contribui para insônia entre adolescentes, diz pesquisa
Estudos foram realizados em universidades dos Estados Unidos.
Consumo de cafeína também contribui para distúrbios do sono.

Foto: Jae C. Hong/AP Jogadores participam de competição durante a E3 2009. (Foto: Jae C. Hong/AP)Muitas horas gastas com tecnologia e o uso excessivo de jogos eletrônicos são as possíveis causas do aumento da obesidade e de distúrbios do sono entre os adolescentes norte-americanos, indicaram duas pesquisas divulgadas essa semana, nos Estados Unidos, de acordo com o o site "EurekAlert".

Nesta terça-feira (9), pesquisadores da Universidade do Arizona apresentaram um trabalho no qual afirmam que o aumento dos problemas enfrentados na hora de dormir por muitos jovens está relacionado a muitas horas passadas diante de uma tela ou monitor, incluindo aí o uso de TV, computador e videogames.

Além disso, esse maior tempo gasto com aparelhos eletrônicos também está associado a um aumento no consumo de cafeína, o que também contribui para os sintomas de distúrbios do sono.

O estudo analisou dados de 320 adolescentes, com média de idade de 13,3 anos, sendo que 51,8% dos participantes eram do sexo masculino, 65% brancos e 35% de origem hispânica.

"A combinação de sono inadequado com o aumento do tempo gasto com aparelhos eletrônicos e cafeína pode ter implicações negativas para a saúde, o bem-estar psicossocial e o desempenho acadêmico do adolescente", considerou a pesquisa.

Um outro estudo, divulgado nesta segunda-feira (8) por pesquisadores da Universidade de Arkansas, mostra que jogadores de computador ou console que passam mais de sete horas por semana se divertindo com games dormem menos e apresentam mais períodos de sonolência do que jogadores casuais ou quem não joga.

Jogadores que relataram que os games interferiam na sua qualidade de sono dormiam menos de 1,6 hora do que os outros jogadores, enquanto aqueles que afirmaram ser viciados em games dormiram uma hora a menos em dias de semana, se comprados aos demais grupos analisados.

O estudo analisou dados de 137 estudantes universitários, com idade média de 22 anos, sendo a maioria da amostra formada por mulheres (86%). Classificados como jogadores casuais ou exagerados (aqueles que gastam mais de sete horas por semana usando a internet e jogos no computador), 12,6% deles identificaram-se como viciados em games, enquanto 10,81% relataram que os games interferiam em seu sono.

Na conclusão da pesquisa, os autores recomendam que os problemas descobertos no estudo devem contribuir para que os jovens jogadores sejam alvo de uma campanha para promover a melhora do sono.

Homem de 38 anos admite uso de redes sociais para seduzir adolescentes

12/06/09 - 09h46 - Atualizado em 12/06/09 - 09h47

Homem de 38 anos admite uso de redes sociais para seduzir adolescentes
Britânico usava Facebook, MySpace e MSN Messenger para fazer contato.
Obcecado por jovens de botas, ele só mantinha contato virtual com vítimas.




Foto: Divulgação Obcecado por jovens de botas, Mark Southeby tem preferência pelo modelo Ugg, da foto. (Foto: Divulgação )Mark Southeby, de 38 anos, admitiu à Justiça britânica usar redes sociais como Facebook e MySpace, além do comunicador instantâneo MSN Messenger, para tentar seduzir adolescentes. O homem -- obcecado por jovens que usam botas populares em países frios, as Ugg boots – conseguiu se aproximar de um grupo de estudantes colegiais de Leeds usando para isso ferramentas de comunicação virtual.

Ele participou de uma audiência nesta sexta-feira (12), e a sentença sairá na segunda-feira (15).

Na tentativa de se aproximar das jovens, ele criou perfis virtuais e endereços de e-mail falsos – na web, ele dizia ter 28 anos. Com isso, conseguiu os números de celulares de algumas jovens, para quem ligava durante a madrugada. As informações foram divulgadas pelo jornal “Daily Mail”.

Segundo o tribunal de Leeds, responsável pelo caso, Southeby iniciou um relacionamento virtual com uma garota de 15 anos e tentou convencê-la a participar de atos sexuais. No total, ele teria molestado seis garotas, mas manteve contato com muitas outras. Seu telefone celular continha uma “quantidade enorme” de fotos de jovens usando as botas do modelo Ugg -- as imagens “não eram indecentes”, informou a Justiça.

Nesta sexta, Southeby admitiu culpa nas três acusações de incitar a mesma jovem de 15 anos a participar de atividades sexuais – os dois só se relacionaram pela internet e nunca se conheceram pessoalmente. Ele também admitiu ter molestado outras seis adolescentes. Segundo a Justiça, o contato entre o homem e as jovens foi feito de julho a dezembro de 2008, quando ele foi detido.

domingo, 4 de abril de 2010

Garotas dão dicas sobre como matar colega

22/05/09 - 15h34 - Atualizado em 22/05/09 - 16h04

Com desenho na internet, garotas dão dicas sobre como matar colega
Meninas com idades entre 11 e 12 anos criaram conteúdo ofensivo.
Sugestões incluem envenenamento e tiros contra vítima de bullying.

Um desenho postado no YouTube, criado por garotas com idades entre 11 e 12 anos, gerou polêmica pelo fato de ensinar técnicas sobre como matar uma colega chamada Piper. “Fiquei horrorizada”, disse Beth Smith, a mãe da menina que aparece sendo atacada no cartoon "Top six ways to kill Piper" (“seis melhores maneiras de matar Piper”).

No arquivo cheio de desenhos com características infantis, diversas garotas atiram contra Piper, a fazem cometer suicídio, lhe dão veneno e a empurram de um barranco. Segundo o site da emissora “King 5”, o conteúdo tem a trilha sonora "True Friend" (“amigo verdadeiro”, em tradução livre), do programa adolescente “Hannah Montana”.

Piper está na sexta série da Elk Plain School of Choice, em Spanaway (Washington), e as responsáveis pelo vídeo estudam na mesma escola. “Isso tudo realmente machucou meus sentimentos. Me sinto mal em saber que alguém me odeia tanto assim, para fazer um vídeo sobre mim”, disse a jovem, segundo a “King 5”.

Alerta
Depois de descobrir a existência do vídeo, Beth ligou para os pais das garotas que o criaram. Alguns ficaram chocados, enquanto outros não ligaram. “Um homem me ignorou e disse que estava fazendo o jantar”, disse a mãe da vítima.

Por questões de privacidade, a escola não revela como está tratando o caso. “As alunas expressaram remorso sobre o incidente, e acreditamos que Elk Plain é e continuará sendo um lugar seguro para os estudantes”, afirmou a porta-voz Krista Carlson. A mãe de Piper diz ter medo do que pode acontecer com sua filha e deu queixa na polícia.

Esse tipo de ação, como o desenho divulgado no YouTube, vem ganhando cada vez mais força e é conhecido como ciberbullying. Trata-se de práticas um conjunto de práticas agressivas, intencionais e repetitivas que são adotadas por uma ou mais pessoas contra outras, utilizando-se para isso de meios eletrônicos, como internet e telefones celulares.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Imposição da lei reduz número de adolescentes fumantes

08/05/09 - 07h00 - Atualizado em 08/05/09 - 07h00

Imposição da lei reduz número de adolescentes fumantes nos EUA
País reforçou controle sobre venda de cigarro para menores.
Medida diminui número de fumantes regulares e ocasionais.

A imposição rigorosa das leis sobre a venda do tabaco, incluindo o uso de pessoas se passando por compradores menores de idade, reduziu significativamente a taxa de fumantes entre adolescentes, conforme descobriu um novo estudo. Escrevendo na publicação BMC Public Health, pesquisadores dizem que as chances dos alunos da 10ª série dos EUA (equivalente ao segundo ano do ensino médio no Brasil) se tornarem fumantes regulares caíram 20,8% desde que o governo federal começou a exigir dos estados o reforço na proibição do cigarro a menores.

Os pesquisadores, conduzidos pelo Dr. Joseph R. DiFranza, da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts, baseou suas descobertas numa pesquisa com mais de 16 mil adolescentes e revisão de leis antifumo em 36 estados.

Em 1996, segundo o estudo, foi sancionada uma lei federal, conhecida como a Emenda Synar, que pressionava os estados a conduzir compras-teste para descobrir quais estabelecimentos estavam cumprindo a proibição de venda a menores e para multar os que violassem a lei. “Embora alguns estados tenham agido por iniciativa própria”, escrevem os autores, “não há dúvidas de que a Emenda Synar, com suas ameaças de penalidade aos estados, foi a principal motivadora para uma imposição mais rigorosa de suas leis".

Quanto mais os estabelecimentos cumpriam a lei, segundo descobriu o estudo, menos alunos da décima série respondendo à pesquisa relatavam fumar diariamente. Tornar os cigarros mais difíceis de conseguir afeta tanto os fumantes regulares, compradores dos próprios cigarros, quanto os ocasionais – já que os fumantes regulares se tornam menos propícios a compartilhar, disse o estudo.


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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