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segunda-feira, 18 de julho de 2022

Estudo de Harvard revela com o que as pessoas sonharam durante a pandemia

Estudo de Harvard revela com o que as pessoas sonharam durante a pandemia

Ansiedade com a COVID-19 afetou o sono de muita gente e resultou em pesadelos. 

sexta-feira, 6 de março de 2020

As teorias científicas que tentam explicar a origem e o propósito dos sonhos

As teorias científicas que tentam explicar a origem e o propósito dos sonhos


Os sonhos e seus significados sempre intrigaram a humanidade. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Nutricionista diz que pizza é mais saudável do que cereal no café da manhã

Nutricionista diz que pizza é mais saudável do que cereal no café da manhã


O café da manhã muitas vezes é apontado como a mais importante refeição do dia. Depois de uma noite de sono, é fundamental se alimentar bem e algumas pessoas não dispensam uma tigela de cereais nessa hora. 

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Cientistas criaram uma máquina que pode literalmente manipular o conteúdo dos seus sonhos


Cientistas criaram uma máquina que pode literalmente manipular o conteúdo dos seus sonhos



Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, nos EUA) criaram uma máquina que funciona como uma interface para a fase do sono em que ocorrem alucinações, permitindo que as pessoas controlem o conteúdo de seus sonhos.

sábado, 9 de setembro de 2017

Mais uma capacidade fascinante do cérebro humano é descoberta


Mais uma capacidade fascinante do cérebro humano é descoberta



A revista Nature publicou recentemente um artigo assinado por Thomas Andrillon, pesquisador da L’université de recherche Paris Sciences et Lettres, na França, no qual são detalhadas suas descobertas com relação à capacidade do cérebro humano para aprender durante o período de sono.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Conheça a doença fatal que impede as pessoas de dormirem


Conheça a doença fatal que impede as pessoas de dormirem


Estima-se que menos de 30 famílias no mundo sofram de uma "maldição genética" chamada Insônia Familiar Fatal (IFF).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Afinal, tem problema deixar o smartphone conectado na tomada a noite toda ?


Afinal, tem problema deixar o smartphone conectado na tomada a noite toda ?


A situação descrita a seguir é completamente normal para a maioria das pessoas que possui um smartphone: usamos o aparelho o dia todo e sua carga chega ao fim do dia quase “morrendo”. 
Para garantir que no dia seguinte tenhamos o dispositivo ao nosso lado ainda “vivo”, é comum deixarmos ele conectado ao carregador a noite toda para “abastecer suas energias”.
Mas você já parou para pensar no quanto a pratica de deixar o smartphone plugado na tomada consome de energia? E, considerando que a maioria dos aparelhos demora uma média de duas horas para carregar completamente, não seria um desperdício mantê-lo conectado? Para nossa sorte, David MacKay, professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra, estudou sobre o assunto e presenteou-nos com a respostas definitivas sobre o assunto.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pois o sono é leve - Saúde


POIS O SONO É LEVE - Saúde


As horas passam e o corpo exausto rola na cama. Os olhos estão fechados, mas o cérebro continua em atividade alucinante. O silêncio é interrompido por rangidos, latidos, miados. Todo mundo parece dormir, menos você. Na verdade, um terço da humanidade está na mesma situação e passa a noite em claro. A ansiedade, uma eventual má digestão e até a cama desconfortável costumam levar à insônia. Mas, quando a dificuldade aparece quase toda noite, a causa pode estar em moléculas recém-encontradas no cérebro. São as oleamidas hidrolases que, ao pé da letra, cortam a vontade de dormir.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Dormir tarde ou acordar cedo o que traz mais benefícios para a sua saúde ?


Dormir tarde ou acordar cedo o que traz mais benefícios para a sua saúde ?


Pesquisadores buscam entender as vantagens e desvantagens para aqueles que preferem ficar até mais tarde e para os que madrugam para aproveitar o dia

domingo, 28 de julho de 2013

Fases da lua podem alterar duração e qualidade do sono


Fases da lua podem alterar duração e qualidade do sono

Lua cheia poderia influenciar duração e qualidade do sono (Foto: Pedro Sánchez/Notimex/Arquivo AFP)

Na lua cheia, atividade cerebral ligada ao sono profundo diminui até 30%.
Cientistas suíços analisaram mais de 30 voluntários em dois grupos etários.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Precognição - Farejando desgraça

PRECOGNIÇÃO: FAREJANDO DESGRAÇAS



No dia 5 de setembro de 2001, o médium irlandês Zak Martin descreveu uma visão assustadora: "Na última semana, tive uma premonição muito nítida de um avião - parecido com uma aeronave comercial de passageiros - colidindo num arranha-céu e explodindo em chamas. Acho que é nos Estados Unidos - possivelmente Chicago". O relato de Martin foi enviado para o Registro de Premonições Psíquicas, uma entidade de parapsicologia do Reino Unido. Seis dias depois, não apenas um, mas dois aviões comerciais foram jogados contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Como se sabe, ambos explodiram e cobriram de fogo e fumaça os prédios mais altos daquele país, que acabaram ruindo e virando uma pilha de vidro, concreto e aço. Coincidência? Previsão do futuro? Levando-se em conta que Martin, aparentemente, nada tinha a ver com a Al Qaeda, o grupo terrorista acusado de promover o atentado, e contou o sonho quase uma semana antes da tragédia, a história rapidamente se transformou num badalado caso de precognição. Fenômeno mais freqüente da paranormalidade, precognição é o nome que os parapsicólogos dão para a premonição, o conhecimento prévio do futuro sem dados do presente que permitam a dedução do que vai acontecer. Todos os dias, dezenas de pessoas relatam fatos desse tipo. Muitos caem no esquecimento, sem nunca serem confirmados. Outros se materializam, com uma espantosa perfeição de detalhes, e enchem páginas de jornais, revistas, livros e sites de parapsicologia. Quanto mais universal a história, mais fácil de ganhar fama.

É o que aconteceu com o pintor americano Charles Burwell. Em setembro de 2000, ele terminou de pintar um quadro em estilo surrealista de 60 por 84 centímetros. A obra tinha tudo para permanecer anônima fora da turma das artes plásticas, não fosse um bizarro detalhe: em vez de relógios derretidos como os de Salvador Dalí, Burwell desenhou a imagem de um prédio coberto pelo que parece ser uma nuvem de fumaça em forma de sorvete de casquinha, destacando-se no horizonte de uma metrópole. Exatamente um ano depois, o próprio pintor se surpreendeu com a semelhança entre a tela e as fotografias das torres gêmeas queimando, publicadas no mundo todo. "O simbolismo de minha pintura lembrou-me quase imediatamente o 11 de setembro", escreveu o artista em seu site pessoal. "Mesmo depois dessa formidável coincidência, não estou certo se tenho ou não habilidades precognitivas."

Independentemente da explicação, a tela foi batizada de Omen, ou "presságio", em português. Afinal, Burwell pode ter tido uma precognição? Qualquer pessoa pode pressentir o futuro diante de seus olhos? "As faculdades parapsicológicas, todos têm, mas ninguém as domina", afirma o padre Oscar Gonzalez-Quevedo, um dos mais polêmicos parapsicólogos do Brasil. Assim, num momento de desequilíbrio, febre alta, dor de cabeça ou sonho, você poderia ver detalhadamente alguma coisa que ainda vai acontecer. Como envolve fortíssimas doses de emoção, as precognições normalmente estão relacionadas a acidentes, desastres e más notícias em geral.



Salvos por um sonho

Não é por acaso que o naufrágio do Titanic, uma das mais célebres tragédias do século 20, seja acompanhado de diversas histórias de pessoas que pressentiram a viagem sem volta do transatlântico. O empresário inglês J. Connon Middleton havia reservado passagens para ele e a família. Dez dias antes do embarque, ele sonhou com um navio de quilha para o ar, rodeado por passageiros e bagagem boiando. Para não assustar os parentes, ficou quieto. Mas o sonho se repetiu na noite seguinte. Middleton resolveu adiar a passagem, pois a viagem não era urgente, e contou tudo para três amigos. Na fatídica noite de 14 de abril de 1912, o Titanic bateu num iceberg e afundou no Atlântico Norte, matando 1500 pessoas, entre passageiros e tripulantes. Middleton relatou o caso para a Sociedade de Parapsicologia de Londres, acompanhado dos passaportes, das reservas e de uma carta com o testemunho assinado dos amigos. Dias depois, novos registros foram aparecendo. O marinheiro Colin MacDonald, por exemplo, recusou a função de subchefe de máquinas do Titanic por causa de um presságio de desastre.

Em alguns casos, foi pura superstição, como os milionários J. P. Morgan e George W. Vanderbilt, que admitiram ter cancelado as passagens por medo de estar na viagem inaugural de um navio. Em outros, faltavam detalhes que pudessem relacionar os sonhos e as precognições ao acidente do Titanic. Se o problema são os detalhes, a história do escritor inglês Morgan Robertson é de arrepiar. Em 1898, ele publicou um romance sobre o naufrágio de um grande navio, que ocorria num mês de abril, após chocar-se com um iceberg no norte do Atlântico. Metade dos passageiros morria por falta de botes salva-vidas, tal qual ocorreria com o Titanic. Mera coincidência ou terrível premonição, o livro chamava-se Futility or the Wreck of the Titan ("Futilidade ou o Naufrágio de Titan", sem versão para o português). Robertson não viajou no Titanic, logo, não virou personagem da própria ficção.

Já o jornalista inglês W. T. Stead não teve a mesma sorte. Até 1912, ele tinha publicado várias histórias, entre as quais o conto "O Fantasma Branco do Desastre", a respeito de navios que afundavam no oceano e os passageiros morriam à deriva. Stead se interessava pelo sobrenatural e visitou alguns médiuns, em busca de novas idéias fantásticas para os seus textos. Nesses contatos, três deles teriam avisado sobre o acidente do Titanic, com premonições como "será perigoso viajar no mês de abril de 1912" ou "você estará no meio de uma catástrofe na água". Mesmo assim, Stead embarcou naquela primeira e última travessia do Titanic. E, como costumava narrar em seus livros, foi um dos que morreram no mar porque não havia botes suficientes para todos. Embora fossem escritores de ficção, Robertson e Stead teriam visto o futuro? Ou foram vítimas casuais da própria imaginação literária?

Os céticos citam um dado comum a esses acontecimentos: todos se referem a preocupações de suas épocas. No começo do século 20, quando os navios dominavam o transporte de pessoas de um continente para outro, preocupar-se com naufrágios era tão comum quanto temer um atentado aéreo nos dias de hoje, quando os turistas preferem o avião. A pergunta racional seria: por que ouvimos poucas premonições de tragédias marítimas no século 21 em comparação às visões de Boeings explodindo no ar? Nesse caso, Robertson e Stead teriam apenas denunciado um fato daqueles anos: as empresas marítimas descuidavam da segurança. Em 1998, a inteligência americana alertou a Casa Branca para a possibilidade de ataques terroristas, com o uso de aviões, dentro dos Estados Unidos. O relatório estava certo, como comprovou o atentado de 11 de setembro, e não foi feito por uma equipe de precognitivos. No site Dicionário do Cético (brazil.skepdic.com), o americano Robert Todd Carroll cita a lei dos números muito grandes. Essa lei diz que, numa amostra suficientemente grande, muitas coisas estranhas demais para parecerem coincidências são prováveis e nada estranhas. "Digamos que a possibilidade de uma pessoa sonhar com a queda de um avião, e um cair no dia seguinte, seja de 1 para 1 milhão. Com 6 bilhões de pessoas tendo em média 250 temas de sonho por noite, devem existir 1,5 milhão de pessoas por dia tendo sonhos que parecem clarividência", escreve Carroll. A análise cética utiliza também a regra do efeito Forer - quanto mais vagos forem o sonho, a premonição ou a predição, mais exatos eles parecerão.

Na parapsicologia, a precognição só é reconhecida se a pessoa não tiver informações no presente que permitam a dedução do futuro. Em 1915, Edward Bowen, um bem-sucedido vendedor de calçados de Boston, nos Estados Unidos, estava com bilhete comprado para embarcar no luxuoso transatlântico britânico Lusitania. Na véspera da viagem, ele sentiu uma súbita preocupação e resolveu ficar. "Um sentimento cresceu dentro de mim de que algo ia acontecer ao Lusitania. Conversei seriamente com minha esposa, e decidimos cancelar nossa passagem, apesar de eu ter um negócio importante marcado em Londres", contou a amigos, na ocasião. Um dia antes da partida, os tripulantes do Lusitania interpretaram como mau agouro a fuga do mascote do navio, um pequeno gato preto. Em 7 de maio de 1915, um torpedo alemão afundou o Lusitania. Naquele ano, Grã-Bretanha e Alemanha combatiam em lados opostos na Primeira Guerra Mundial. Os jornais dos Estados Unidos publicavam anúncios da embaixada alemã alertando que os viajantes deveriam assumir os riscos de atravessar o Atlântico. O clima era hostil, mas ninguém imaginava ataques a navios de passageiros. A Marinha alemã pensou diferente, matando 1200 pessoas que estavam a bordo do Lusitania. Bowen teve uma premonição verdadeira ou estava influenciado pelas notícias vindas do front? O comerciante estaria impressionado com os perigos de viajar para a Europa durante a guerra ou pressentiu a tempo a tragédia? Para céticos ou não, a única certeza é que Bowen e a mulher sobreviveram.



Central de premonições

Apesar das centenas de precognições vagando pelo planeta, ninguém consegue evitar os desastres a tempo. Primeiro, porque é preciso acreditar que um sonho seja premonitório e não um pesadelo causado pelo jantar. Segundo, porque é impossível determinar se a visão de um acidente vai se tornar realidade. Em 1967, o psiquiatra J. C. Barker criou o Escritório Britânico de Premonições, na Inglaterra, com a proposta de centralizar as experiências precognitivas. Qualquer um que tivesse sonhado ou pressentido um evento podia telefonar para o escritório e relatá-lo. A idéia de Barker era simples: se um número considerável de pessoas descrevesse situações parecidas, ele poderia construir um sistema de alerta e prevenção de desastres. Em seis anos, foram recebidas 1 206 ligações. Poucas pareciam conter premonições verdadeiras de assuntos de interesse público, além de serem feitas normalmente pelas mesmas pessoas. Barker não conseguiu estabelecer um padrão claro de repetições ou uma quantidade considerável de registros de um único evento. Ainda que tenha obtido algum sucesso em antecipar determinados fatos, o escritório foi incapaz de evitar qualquer tragédia e fechou. Hoje existem trabalhos similares, como o da entidade para a qual Zak Martin comunicou a visão do 11 de setembro, que apenas registram as precognições. Entretanto, continua-se não conhecendo alguém que impediu uma catástrofe a tempo.



Está tudo escrito?

Algum dia será possível prevenir um acidente baseado num relato de precognição? "A precognição é o conhecimento direto do futuro", afirma o padre Quevedo, do Centro Latino-Americano de Parapsicologia. "Se o fato for evitado, foi uma falsa precognição." Por isso, segundo a parapsicologia, as tragédias previstas não poderiam ser evitadas. No filme Minority Report - A Nova Lei, de Steven Spielberg, baseado no livro do escritor americano de ficção científica Philip K. Dick, três jovens precognitivos visualizam os assassinatos antes de eles acontecerem. Com a informação em mãos, os policiais de Washington prendem os criminosos antes do crime. Seguindo o raciocínio dos parapsicólogos, como os crimes não ocorriam, os três precognitivos erravam todas as previsões. Se eles erravam, os acusados não se tornariam assassinos.

Claro que o livro e o filme Minority Report são obras de ficção, mas a explicação parapsicológica das precognições questiona a viabilidade de usar paranormais na investigação de crimes. Simplesmente porque as visões não escolhem hora para aparecer. "As precognições são fenômenos espontâneos e incontroláveis", diz Quevedo. O padre ficou famoso como caçador de falsos paranormais e virou um dos maiores inimigos de videntes, adivinhos e futurólogos em geral que garantem dominar poderes extra-sensoriais de precognição, clarividência e telecinese, entre outros.
Se pode fazer o cérebro humano acertar o futuro, a percepção extra-sensorial tem pelo menos uma limitação, conforme a parapsicologia. As precognições são sempre relacionadas ao nosso conhecimento do mundo e dentro de um prazo existencial de dois séculos, para frente ou para trás. Por isso, ninguém conseguiu acertar previsões sobre outros planetas já visitados por sondas terrestres ou decifrar um hieroglifo por meio da retrocognição - a capacidade de ver o passado. Com tantos estudos sobre o assunto, o que falta para a precognição ser reconhecida como um fenômeno verdadeiro? A resposta está na estatística, a grande divergência entre céticos e parapsicólogos. Ao seu modo, cada um interpreta os números de premonições que se materializaram. Voltemos ao caso de Zak Martin. No mesmo relato de 5 de setembro de 2001, no qual antecipou o avião batendo no arranha-céu, o médium irlandês descreveu outras duas visões: "Eu também prevejo duas mortes na família real, uma logo depois da outra" e "Tenho a impressão de uma tentativa de assassinato do líder palestino Yasser Arafat. Não tenho certeza, mas acho que envolve uma explosão". Como se sabe, a rainha-mãe britânica Elizabeth morreu no dia 29 de março de 2002, menos de dois meses após a morte da filha, a princesa Margaret. Já Yasser Arafat morreu, internado num hospital militar na França, no dia 11 de novembro de 2004. Dois acertos em três previsões indicam coincidência, sorte ou precognição? Depende do lado em que você estiver.


Na onda do Tsunami




Em outubro de 2004, a médium americana Sylvia Browne disse num programa de TV que os turistas, por questões de segurança, deveriam evitar ir à Índia. Sua previsão era muito vaga, como costumam ser as profecias desse tipo (a médium não explicou o que queria dizer com as tais "questões de segurança"). O fato é que, dois meses depois, no dia 26 de dezembro, parte da Índia foi atingida pelo tsunami, a onda gigante causada por um maremoto no sul do Pacífico. Rapidamente, Sylvia contabilizou o desastre como mais uma das premonições da sua bem-sucedida carreira de vidente. Para os céticos, no entanto, faltou mencionar o maremoto, o tsunami e a Indonésia - de longe, o país mais castigado pela catástrofe.

No dia 29 de dezembro, Sylvia foi novamente à TV para dizer que os astros Brad Pitt e Jennifer Aniston, um dos casais mais famosos de Hollywood, iriam se separar. O programa fora gravado no dia 8 de dezembro. Quase um mês depois, no dia 7 de janeiro deste ano, Brad Pitt e Jennifer Aniston anunciaram o fim de seus quatro anos de casamento.

Sylvia ganha a vida dando palestras e escrevendo livros de auto-ajuda. Algumas de suas obras viraram best sellers nos Estados Unidos e foram publicadas no Brasil, como O Outro Lado da Vida (Sextante, 2000) e A Vida no Outro Lado (Sextante, 2001). Em 2001, a médium aceitou colocar seus poderes à prova do cético e caçador de paranormais James Randi - até hoje ela não se apresentou para o desafio.

Para quem prefere acreditar nos poderes mediúnicos de Sylvia, convém anotar algumas previsões que ela faz para os próximos cem anos (veja mais no site www.sylvia.org):

- O câncer vai ser erradicado e, se isso não bastasse, será desenvolvida uma nova forma de extração de dentes sem dor, usando um método de sucção.

- Alienígenas farão contato conosco em 2010 (não se preocupe, pois eles não nos farão mal - querem apenas observar o que estamos fazendo com nosso planeta).

- A paz finalmente chegará ao Oriente Médio, mas ainda precisaremos aguardar até o ano 2050.

- Em 2055, a maioria das pessoas viverá em cidades dentro de domos, devido às "pobres condições atmosféricas".

- Ainda neste século, os Estados Unidos deixarão de ter um presidente e passarão a ser administrados pelo Senado.

- Não haverá mais somente um papa, mas três - cada um responsável por uma determinada região do mundo católico.
- O planeta viverá em paz por volta de 2050 a 2100 - depois disso, Sylvia não põe a mão no fogo ("Não vejo nada além, o que pode significar que ‘o fim virá como um ladrão na noite’", afirma a médium em seu site).

domingo, 5 de setembro de 2010

Desempenho mental melhora após cochilo com sonhos

30/06/09 - 07h30 - Atualizado em 30/06/09 - 07h30

Desempenho mental melhora após cochilo com sonhos, mostra pesquisa
Pesquisa americana estudou efeito do sono com sonhos.
Teste de associação ficou mais fácil após repouso.

Precisa solucionar um problema? Tente tirar um cochilo. Mas precisa ser o tipo certo de cochilo – um que tenha o sono com movimento rápido dos olhos (REM, da sigla em Inglês), o tipo que inclui sonhos.

Pesquisadores chefiados por Sara C. Mednick, professora-assistente de psiquiatria da Universidade da Califórnia em San Diego, ministraram, em 77 voluntários, testes de associação de palavras sob três condições antes-e-depois: passar um dia sem um cochilo, cochilar sem o sono REM e cochilar com REM. Simplesmente passar o dia afastado do problema melhorou o desempenho; as pessoas que ficaram acordadas se saíram um pouco melhor na sessão das 17h do que às 9h. Tirar um cochilo sem o sono REM também levou a resultados levemente melhores. Porém, um cochilo com sono REM resultou numa melhora de quase 40% em relação ao desempenho anterior ao cochilo.

O estudo, publicado em 8 de junho na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences", descobriu que aqueles com sono REM tiraram cochilos mais longos que os outros – mas não havia qualquer correlação entre o tempo total de sono e a melhora no desempenho. Apenas o sono REM havia ajudado.

“Sonhos são fantásticos”, disse a Dra. Mednick. “Eles incorporam ideias estranhas, coisas que você nunca imaginaria se estivesse acordado. No sono REM, fica mais provável que as ideias possam se unir numa solução."

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tecnologia em excesso contribui para insônia entre adolescente

10/06/09 - 16h16 - Atualizado em 11/06/09 - 17h26

Tecnologia em excesso contribui para insônia entre adolescentes, diz pesquisa
Estudos foram realizados em universidades dos Estados Unidos.
Consumo de cafeína também contribui para distúrbios do sono.

Foto: Jae C. Hong/AP Jogadores participam de competição durante a E3 2009. (Foto: Jae C. Hong/AP)Muitas horas gastas com tecnologia e o uso excessivo de jogos eletrônicos são as possíveis causas do aumento da obesidade e de distúrbios do sono entre os adolescentes norte-americanos, indicaram duas pesquisas divulgadas essa semana, nos Estados Unidos, de acordo com o o site "EurekAlert".

Nesta terça-feira (9), pesquisadores da Universidade do Arizona apresentaram um trabalho no qual afirmam que o aumento dos problemas enfrentados na hora de dormir por muitos jovens está relacionado a muitas horas passadas diante de uma tela ou monitor, incluindo aí o uso de TV, computador e videogames.

Além disso, esse maior tempo gasto com aparelhos eletrônicos também está associado a um aumento no consumo de cafeína, o que também contribui para os sintomas de distúrbios do sono.

O estudo analisou dados de 320 adolescentes, com média de idade de 13,3 anos, sendo que 51,8% dos participantes eram do sexo masculino, 65% brancos e 35% de origem hispânica.

"A combinação de sono inadequado com o aumento do tempo gasto com aparelhos eletrônicos e cafeína pode ter implicações negativas para a saúde, o bem-estar psicossocial e o desempenho acadêmico do adolescente", considerou a pesquisa.

Um outro estudo, divulgado nesta segunda-feira (8) por pesquisadores da Universidade de Arkansas, mostra que jogadores de computador ou console que passam mais de sete horas por semana se divertindo com games dormem menos e apresentam mais períodos de sonolência do que jogadores casuais ou quem não joga.

Jogadores que relataram que os games interferiam na sua qualidade de sono dormiam menos de 1,6 hora do que os outros jogadores, enquanto aqueles que afirmaram ser viciados em games dormiram uma hora a menos em dias de semana, se comprados aos demais grupos analisados.

O estudo analisou dados de 137 estudantes universitários, com idade média de 22 anos, sendo a maioria da amostra formada por mulheres (86%). Classificados como jogadores casuais ou exagerados (aqueles que gastam mais de sete horas por semana usando a internet e jogos no computador), 12,6% deles identificaram-se como viciados em games, enquanto 10,81% relataram que os games interferiam em seu sono.

Na conclusão da pesquisa, os autores recomendam que os problemas descobertos no estudo devem contribuir para que os jovens jogadores sejam alvo de uma campanha para promover a melhora do sono.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Idosos lidam melhor com a privação de sono

15/05/09 - 09h09 - Atualizado em 15/05/09 - 09h09

Idosos lidam melhor com a privação de sono, mostra experimento
Pessoas com menos de 29 anos acabam perdendo dos com mais de 65.
Cochilo involuntário não é natural da velhice e pode ser sinal de problema.

Pode parecer que o vovô está sempre cochilando em sua cadeira de balanço, mas um pequeno estudo sugere que pessoas jovens com pouco tempo de sono têm chances muito maiores de cair no sono repentinamente.

Pesquisadores examinaram os padrões de sono em 37 pessoas saudáveis, 26 delas com menos de 29 anos e o restante com mais de 65. O estudo de cinco dias incluiu um período de 26 horas em que os participantes concordaram em se manter despertos. Os cientistas monitoraram sua vivacidade traçando ondas cerebrais e movimento dos olhos, e administraram testes a cada duas horas para medir tempos de reação e lapsos de atenção.

A análise, publicada online em 3 de maio no "The Journal of the American Geriatrics Society", descobriu que nas primeiras 16 horas os dois grupos estavam empatados. Porém, nas dez horas seguintes, os mais jovens tiveram algo em torno de três vezes mais falhas de atenção do que os idosos, além de tempos de reação significativamente mais lentos. Aqueles abaixo de 29 anos eram também mais inclinados a dormir de repente – mais da metade deles cochilou em um momento ou outro, enquanto todos os idosos se mantiveram acordados.

“Idosos que cochilam durante o dia podem ter algum outro problema”, disse a principal autora, Jeanne F. Duffy, professora assistente de medicina em Harvard. “Essa não é uma consequência natural do envelhecimento."

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Garantia de um sono tranquilo e revigorante

21/04/09 - 07h56 - Atualizado em 21/04/09 - 07h56

Médica dá dicas para você garantir um sono tranquilo e revigorante
Recomendações simples ajudam a dormir bem todas as noites.
Mas, se o problema permanecer, é preciso procurar ajuda.

Se você aproveitou o feriado e dormiu até não poder mais para diminuir o cansaço durante a semana de trabalho, temos uma má notícia: você pode ter piorado tudo. “É importante manter a regularidade dos horários do sono para ter uma noite tranquila. Você precisa dormir e acordar mais ou menos na mesma hora todos os dias – mesmo nos finais de semana e nos feriados”, orienta a médica Luciana Palombini, especialista em saúde do sono.



São regras simples que seguem uma máxima: “o sono é sagrado”. E por isso deve ser reverenciado e ter um templo: o seu quarto. Quarto não é lugar de trabalhar, não é lugar de estudar, nem de ver TV. Quarto é lugar de dormir (mas não se preocupe, os encontros, digamos, “íntimos” estão liberados). E de dormir com conforto. Você tem que mantê-lo sem luz excessiva, livre de ruído e com uma temperatura agradável.




Foto: Reprodução Quarto precisa virar um 'templo do sono' para que você possa dormir em paz (Foto: Reprodução)Além de respeitar o seu quarto, você tem que respeitar a hora de dormir. Quem tem problemas durante o sono tem que começar a relaxar algumas horas antes de ir para cama. Ou seja, nada de estimulantes à noite. Esqueça cigarro, café e refrigerantes a base de cafeína, prefira chás e leite. E evite se exercitar à noite. “A melhor hora para fazer exercícios é de manhã e à tarde”, recomenda Palombini.

E, é claro, é preciso respeitar também o seu corpo. Se ele não quer dormir, não adianta ficar brigando com ele. “A pior coisa que uma pessoa com insônia pode fazer é ficar deitada na cama tentando se forçar a dormir. Isso só aumenta a ansiedade e piora tudo”, diz a médica. “

Não importa se é no começo, no meio ou no final da noite, se passar trinta minutos e você não conseguir dormir, levante da cama”, avisa Palombini. Levante e vá fazer algo relaxante. Nada de exercícios ou filmes agitados. Procure tomar um chá, ler um livro, ouvir uma música mais calma. E só volte para a cama quando estiver pronto para dormir.