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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Larry King faz último programa e recebe o adeus de Obama e Clinton

17/12/2010 04h03 - Atualizado em 17/12/2010 07h06

Larry King faz último programa e recebe o adeus de Obama e Clinton
Apresentador comandou o ‘Larry King Live’ por mais de 25 anos.
Ele reaparecerá ocasionalmente em especiais na ‘CNN’.

Após mais de 25 anos no ar nos Estados Unidos, o programa “Larry King Live” chegou ao fim nesta quinta-feira (16), celebrado por várias estrelas, entre elas o presidente americano, Barack Obama, e o ex-presidente do país, Bill Clinton.

Larry King, visivelmente emocionado e com a voz embargada, agradeceu sobretudo a seus fãs: "Quero dizer a vocês, à audiência, obrigado! E em vez de adeus, que tal um até breve?".

O apresentador reaparecerá ocasionalmente na "CNN" para apresentar reportagens especiais.


Imagem de arquivo, o apresentador Larry King recebe o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton. (Foto: Arquivo / Reuters)A última transmissão começou com uma emocionante montagem com alguns dos melhores momentos das entrevistas realizadas por King nos últimos 25 anos.

Durante o programa, co-apresentado por Ryan Seacrest e Bill Maher, foram veiculados discursos de jornalistas das principais emissoras dos EUA, como Barbara Walters, Katie Couric e Anderson Cooper, e de diversas personalidades, entre elas Donald Trump e Tony Bennett, que lhe dedicou a canção “The best is yet to come”.

Veterano apresentador Larry King pendura os suspensóriosApresentador Larry King anuncia fim de programa de TV após 25 anosParis Hilton dará primeira entrevista a Larry KingOs momentos de maior emoção, no entanto, foram proporcionados por Obama e Clinton.

“Se vai um dos grandes”, disse Obama em mensagem gravada. “Obrigado por estes 25 anos de conversas com os americanos. Dizem que só faz perguntas, mas as respostas que consegue nos surpreendem, nos informam e nos abrem os olhos. Obrigado e boa sorte”, acrescentou.

“Obrigado por todos estes anos. Você foi genial”, avaliou Clinton em discurso ao vivo.

No fim do programa, King apareceu com sua mulher e filhos. “Poucas vezes fiquei sem palavras na minha vida. Nunca imaginei que isto fosse durar tanto, nem que se transformaria no que é”, afirmou King nos momentos finais.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Casa Branca entra em sites de relacionamento

04/05/09 - 08h41 - Atualizado em 04/05/09 - 09h44

Casa Branca entra em sites de relacionamento social
Governo dos EUA abre perfis no Facebook, Twitter e MySpace; Flickr traz fotos da famíla Obama.

A equipe de comunicações do presidente americano, Barack Obama, criou perfis da Casa Branca nos sites de relacionamento Facebook, MySpace e Twitter, como forma de permitir um contato mais próximo com os eleitores.

A iniciativa segue a estratégia de aproveitar ao máximo a internet como fator de promoção e divulgação, testada pela equipe de Obama durante a última campanha eleitoral no país.

Em seu comunicado semanal, o presidente Obama disse que a Casa Branca não pode enfrentar os desafios atuais com "ideias antiquadas e velhos hábitos", e defendeu reformas para que seu governo "seja mais eficiente, transparente e criativo".

Obama ainda prometeu "ir além das salas do governo" para engajar o público.

Os primeiros comunicados nos sites de relacionamento foram sobre informações e orientações sobre o vírus H1N1, da gripe suína.

Na sexta-feira (1º), a Casa Branca entrou no ar nos sites de relacionamentos, depois de ter lançado, no início da semana, uma página no Flickr, com fotos oficiais de Obama, da família e momentos "de intimidade" do presidente.

A Casa Branca também mantém um blog, e Obama foi o primeiro presidente americano autorizado a usar uma conta pessoal de e-mail.

"A tecnologia teve um profundo impacto sobre como - e onde - consumimos informação e nos comunicamos uns com os outros", diz o site da Casa Branca, afirmando que a página é apenas um dos modos usados pelo governo para se comunicar com o público de forma rápida e eficiente.

O perfil da Casa Branca já tem mais de 48 mil fãs no Facebook e mais de 61 mil membros em sua página no Twitter.




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sábado, 16 de maio de 2009

Comando militar de segurança do ciberespaço

22/04/09 - 13h10 - Atualizado em 22/04/09 - 13h10

EUA vão criar comando militar de segurança do ciberespaço
Foco será nas redes do Pentágono e em ofensivas de 'guerra cibernética'.
Objetivo é barrar hackers de países como China e Rússia, diz jornal.


Foto: Jason Reed/Reuters Barack Obama deve anunciar um plano de 'segurança cibernética' ainda este mês (Foto: Jason Reed/Reuters)

O governo Obama planeja criar um novo comando militar cujo foco estará nas redes de computadores do Pentágono e em capacidades ofensivas de guerra cibernética, reportou o "Wall Street Journal", mencionando atuais e antigos funcionários do governo que conhecem os planos.
A iniciativa reformulará os esforços das forças armadas para proteger suas redes contra ataques de hackers, especialmente aqueles vindos de países como China e Rússia, informou o jornal.
Funcionários do Pentágono foram citados como tendo declarado que o novo comando será
anunciado dentro de poucas semanas.
O comando do ciberespaço será liderado inicialmente por um oficial militar de quatro
estrelas, e será parte do Comando Estratégico do Pentágono, afirmou o jornal, citando funcionários conhecedores da proposta.
Porta-vozes da Casa Branca e do Pentágono não comentaram de imediato.


'Cibercomando'
O presidente Barack Obama deve anunciar um plano para melhorar a segurança cibernética ainda este mês, depois que a Casa Branca concluir sua revisão sobre o assunto, de acordo com o jornal.
O secretário da Defesa Robert Gates planeja anunciar a criação do novo "cibercomando" das Forças Armadas depois que a revisão da Casa Branca for concluída, segundo a reportagem, que cita múltiplos funcionários das forças armadas familiarizados com o plano.

O jornal havia reportado anteriormente que espiões cibernéticos haviam violado repetidamente o mais dispendioso programa de armamentos do Pentágono, o projeto Joint Strike Fighter, de US$ 300 bilhões.
A identidade dos atacantes e as dimensões dos danos causados ao projeto não foram reveladas, segundo o jornal.
O "Wall Street Journal" citou antigos funcionários do governo norte-americano como tendo declarado que os ataques parecem ter se originado da China, ainda que apontasse a dificuldade de identificar a origem dada a facilidade de ocultar identidades on-line.

A embaixada chinesa declarou que a China "se opõe e proíbe todas as formas de crimes
cibernéticos", de acordo com o jornal.