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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Hacker faz brincadeira e desenha gato perto da costa da Nova Zelândia


Hacker faz brincadeira e desenha gato perto da costa da Nova Zelândia

Imagem do felino foi desenhada na baía Hobson (Foto: Reprodução/Google Maps)

Imagem do felino foi desenhada perto da baía Hobson.
Google está investigando como o hacker criou desenho.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Jogos de Paz - Computadores

JOGOS DE PAZ - Computadores



Eles são jovens, amam a paz e seus computadores e fazem prodígios com eles - como penetrar os segredos de governos e grandes organizações. São os hackers, que querem livre acesso às informações.

Na noite de 28 de setembro passado aconteceu algo estranho na cidade alemã de Hamburgo: agentes do serviço secreto da polícia francesa invadiram o número 85 da Schenckerstrasse e de lá saíram carregando caixas com equipamentos eletrônicos e mais de quatrocentas folhas de formulário contínuo (o papel utilizado em computadores). Dez dias antes, em Washington, um porta-voz do governo americano reconheceu, encabulado que um grupo de garotos alemães conseguira, com seus microcomputadores, penetrar nos sistemas de segurança da NASA - Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço.
Apesar de acontecerem tão longe, os dois fatos têm estreita ligação. Um dia antes da entrevista do porta-voz alguns membros do Clube de Computador Caos, de Hamburgo, haviam denunciado publicamente o envolvimento da NASA - entidade criada para fins pacíficos de exploração espacial - no desenvolvimento de armas para o programa "Guerra nas estrelas" do governo americano. Eles haviam obtido essas informações diretamente dos computadores da NASA, cujos sistemas de segurança conseguiram penetrar, como reconheceu o porta-voz. O prédio invadido era a sede do clube, cujos membros haviam violado, também, os computadores da polícia francesa.
Se não fosse verdade, daria o enredo para um bom filme de ficção científica - que, por sinal já foi feito. Quem não se lembra de Jogos de guerra, uma envolvente história em que um menino habilidoso invade o computador de uma agência do governo americano e quase leva o mundo à guerra nuclear? Os membros do Caos são assim também - garotos habilidosos no uso do computador. São uma espécie diferente de jovens, espalhados por todo o mundo (inclusive no Brasil) que se apelidam hackers.
Em português, seria algo como "fuçadores". Pois fuçar é o que eles mais adoram fazer especialmente no campo da informática. Os primeiros hackers apareceram em 1959, quando ainda não havia computadores pessoais. Moravam perto do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e ficavam andando pelos corredores da famosa instituição, de madrugada, vendo tudo e mexendo no que fosse possível. Gostavam sobretudo do prédio 26 da universidade, onde estavam instalados os primeiros computadores eletrônicos, máquinas gigantescas. De lá para cá, várias gerações das melhores cabeças da técnica da informática foram influenciadas pelo que se costuma chamar filosofia hacking, essa mania de procurar saber tudo.
Vamos acompanhar a história dos meninos do Caos. Eles são noventa, espalhados pela Alemanha. A sede do clube que a polícia invadiu é a casa do seu líder, Wau Holland. Lá eles tinham vários computadores com seus periféricos como impressoras, modems (que convertem a linguagem binária dos computadores em sinais eletrônicos modulados que podem ser enviados pelo telefone), drives (que gravam e reproduzem as informações da memória dos computadores em disquetes). Uma parafernália eletrônica que justifica o lema do clube: "Salada de fios é saudável".
O objetivo do Caos é entrar nos segredos dos grandes computadores do mundo inteiro, que trabalham para complexas instituições como a NASA ou a polícia francesa. Esses segredos são protegidos por códigos formados por letras e números. Há códigos específicos para cada arquivo, e um que dá acesso ao sistema operacional da máquina - uma espécie de chave que põe o computador em funcionamento. É por aí que os hackers começam.
Eles põem o computador a funcionar, mas não sabem como abrir as portas que guardam os segredos. Usam, então, o truque chamado "cavalo de Tróia": põem na memória do computador um programa simples que eles mesmos preparam. Esse programa manda o computador responder a qualquer chamada com os procedimentos de rotina: o nome da instituição, uma saudação ao usuário e o pedido da senha para o arquivo que quer utilizar. Quando o usuário fornece a senha, o programa não abre a porta, que os hackers nem sabem qual é - mas registra o código na memória.
O computador então passa a operar com seu programa normal, dá o nome da instituição outra vez, saúda o usuário e pede a senha. Este pensa que houve algum problema com a ligação telefônica e repete tudo. Depois de introduzir esse programa na memória do computador, os hackers esperam alguns dias, e voltam a fazer contato. Chamam o seu programa e fatalmente vão encontrar nele uma coleção de senhas que o computador guardou para eles. Os garotos do Caos fizeram isso com 135 computadores de vários países, descobriram um monte de segredos, como as armas da NASA - sem gastar um tostão com ligações internacionais. Pois outra especialidade dos hackers é descobrir números telefônicos desativados nas centrais e mandar a conta para eles.
Os hackers gostam dos computadores, acreditam que eles existem para tornar a vida das pessoas melhor. Por isso os sócios do Caos, que são pacifistas, denunciaram o envolvimento da NASA com armas. Não há dúvida de que essa atividade de furar os segredos alheios é ilícita e com as provas materiais recolhidas pela polícia francesa os hackers alemães correm sério risco de acabarem na cadeia. Mas isso não acabará com a preocupação de governantes e dirigentes de grandes organizações: se garotos utilizando computadores comuns conseguem tais façanhas, qual a garantia de que seus segredos podem ser mantidos realmente secretos?

Ilustres Pioneiros

A galeria dos hackers ilustres inclui esses nomes:Stephen "Woz" Wozniak - Nasceu em San José, perto de São Francisco, nos Estados Unidos. Prodígio da eletrônica, construiu o primeiro microcomputador Apple para se divertir. Acabou sendo um dos fundadores da Apple Computer.Steven Jobs - Colega de Woz na fundação da Apple, seu amigo desde a infância. Na adolescência, especializaram-se em fazer ligações telefônicas internacionais sem pagar - e chegaram a ligar para o Vaticano, para falar com o papa em nome do então secretário de Estado Henry Kissinger.Bill Gates - Outro garoto prodígio que largou no meio do curso a Universidade de Harvard para escrever o primeiro programa Basic para o primeiro computador pessoal, o Altair. Hoje é um jovem empresário riquíssimo, proprietário da Microsoft, que anda brigando com a empresa brasileira Scopus, que acusa de copiar um dos seus programas.Adam Osborne - Nasceu em Bangkok, na Tailândia, mas fez carreira como hacker nos Estados Unidos. Diz-se um filósofo, mas encontrou tempo para criar a Osborne Computer.Peter Samson - Pode ser considerado um pioneiro hacker: gostava de sistemas eletrônicos, trens em miniatura, música. Fundou o primeiro clube de hackers, o Clube Técnico de Ferromodelismo, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.Steve Russel - Escreveu o primeiro programa de vídeo game, o Spacewar, num velho computador gigante POP-1. Ao contrário da maioria dos outros hackers, não ganhou dinheiro com suas habilidades.Roberta Williams - A única mulher da lista dos hackers notáveis. Manifestou sua criatividade produzindo videogames juntamente com o marido, Ken Russel. Eles criaram uma empresa de video games, a On-Line.Os hackers brasileiros se reúnem em clubes CBBS - sigla americana de Computer Bulletim Board System, uma espécie de sistema de recados por computador. O primeiro foi fundado em 1983 por Paulo Sérgio Pinto, no Rio de Janeiro. A moda pegou rápido. Eles preferem ser chamados de micromaníacos, pois vivem trocando recados e informações através de seus microcomputadores. Os maiores CBBS estão em São Paulo: o Sampa, com cerca de 800 usuários, e o Sampinha, com 250. Quem tiver um micro e quiser contatar com eles, ligue para (011) 37-4107 (Sampa) e (011) 64-7199 (Sampinha).

terça-feira, 4 de maio de 2010

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais

25/05/09 - 12h48 - Atualizado em 25/05/09 - 12h50

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais
Ataques diários levaram governo de Obama a rever estratégia do país.
Casa Branca não revela se é a favor ou contra uso das ciberarmas.

No momento em que as forças americanas no Iraque quiseram atrair membros da al-Qaeda para uma armadilha, eles hackearam computadores de um dos grupos e alteraram informações que os levaram à mira dos americanos. Quando o presidente George W. Bush ordenou novas formas de desacelerar o progresso iraniano em direção a uma bomba nuclear, no ano passado, ele aprovou um plano para um programa secreto experimental – os resultados ainda são incertos – para adentrar seus computadores e minar o projeto.

O Pentágono comissionou contratados militares para desenvolver uma réplica altamente confidencial da internet do futuro. O objetivo é simular o que seria necessário aos adversários para bloquear as estações de força, as telecomunicações e os sistemas de aviação do país, ou congelar o mercado financeiro – num esforço para construir melhores defesas contra esse tipo de ataque, assim como uma nova geração de armas on-line.

Da mesma forma como a invenção da bomba atômica modificou as operações militares e dissuasão, há 64 anos, uma nova corrida internacional começou a desenvolver armas cibernéticas e sistemas para autoproteção.

Milhares de ataques diários a sistemas computacionais federais e privados nos Estados Unidos – muitos vindos da China e da Rússia, alguns maliciosos, outros testando aberturas nos firewalls americanos – levaram o governo de Obama a rever a estratégia do país.

Pelo fato de vários aspectos do esforço americano para desenvolver ciberarmas e definir seu uso adequado permanecerem em sigilo, muitos dos agentes do governo se recusaram a falar oficialmente. A Casa Branca rechaçou várias solicitações de entrevistas e não respondeu se Obama, em termos de política, apoia ou se opõe ao uso das ciberarmas americanas.

Possibilidades
As inovações mais exóticas cogitadas permitiram a um programador do Pentágono entrar sorrateiramente num servidor de computador na Rússia ou na China, por exemplo, e destruir um "botnet" – um programa potencialmente destrutivo capaz de recrutar máquinas infectadas numa ampla rede, podendo controlá-la clandestinamente – antes de que ele chegue aos Estados Unidos.

Outra possibilidade é de as agências de inteligência americanas poderem ativar códigos maliciosos, secretamente embutidos em chips de computador quando eles são fabricados, permitindo as Estados Unidos comandar os computadores do inimigo por controle remoto, através da internet. Esse, é claro, é exatamente o tipo de ataque que os membros do governo temem que sejam lançados contra alvos americanos, geralmente através de chips ou servidores de computadores fabricados na China.

Até o momento, no entanto, não existe amplas autorizações para que as forças americanas iniciem uma ciberguerra.

Guerra virtual
A ciberguerra não seria tão letal como a guerra atômica, obviamente, nem tão visivelmente dramática. Porém, quando Mike McConnell, ex-diretor da inteligência nacional, relatou a Bush sobre a ameaça, em maio de 2007, ele argumentou que, se um único banco americano de grande porte fosse atacado, "isso teria um impacto gigantesco na economia global, maior que os dos ataques de 11 de setembro". McConnell, que deixou o cargo há três meses, alertou, no ano passado, sobre "a capacidade de ameaça a oferta de dinheiro americana ser equivalente à arma nuclear de hoje".

Os cenários apresentados por McConnell e sua coordenadora de cibersegurança, Melissa Hathaway, ao novo presidente, no ano passado, foram mais além. Eles descreveram vulnerabilidades, incluindo um ataque a Wall Street e um ao sistema de controle de tráfego aéreo da Administração Federal de Aviação. A maioria eram extrapolações de ataques já tentados.

Hoje, Hathaway é a primeira autora da ciberestratégia da Casa Branca e tem viajado por todo o país, falando em termos vagos sobre ataques recentes, e cada vez mais ousados, às redes de computadores responsáveis por manter o país em funcionamento. Membros do governo não discutem detalhes de um recente ataque à rede de transporte aéreo. Em vez disso, eles afirmam que o ataque não afetou diretamente os sistemas de tráfego aéreo.

Ainda assim, o espectro de uma ofensiva digital, capaz de cegar controladores de voo e, talvez, as redes de defesa aeroespacial militares, assombra as forças armadas e oficias da inteligência. A sorte do sistema de controle de tráfego aéreo, dizem os oficiais, é que ele é tão antigo que não está diretamente conectado à internet.

Anjo negro
Estudos, com o codinome de Anjo Negro, têm focado na possibilidade de torres de telefonia celular, comunicações de serviços de emergência e sistemas hospitalares serem destruídos, para semear o caos. No entanto, a teoria tem, com o tempo, se tornado real.

"Vimos operações de rede chinesas dentro de certas malhas elétricas", disse Joel F. Brenner, supervisor de operações de contrainteligência para Dennis Blair, sucessor de McConnell como diretor de inteligência, falando da Universidade do Texas, em Austin. "Se eu me preocupo com essas malhas, com os sistemas de controle de tráfego aérea, de abastecimento de água, e coisas do tipo? Pode apostar que sim."

Porém, a grande questão – que o governo até agora se recusa a discutir – é se a melhor defesa contra o ciberataque é o desenvolvimento de uma capacidade robusta de travar uma ciberguerra.

Fortaleza
Como descobriu rapidamente a equipe de Obama, o Pentágono e as agências de inteligência concluíram, nos últimos anos de Bush no poder, que não seria suficiente simplesmente construir firewalls mais fortes e melhores detectores de vírus, ou restringir o acesso aos próprios computadores do governo federal.

"O modelo de fortaleza simplesmente não funcionará bem para o mundo cibernético", afirmou um experiente oficial militar, participante ativo desse debate há anos. "Alguém sempre vai dar um jeito de invadir".

Esse pensamento levou a uma discussão sobre se as lições aprendidas na era nuclear – nos dias de "destruição mutuamente garantida" – se aplicam à guerra cibernética.

Entretanto, na ciberguerra, é difícil saber onde atacar, ou até mesmo quem atacar. Outras pessoas argumentam a favor de uma página da doutrina de apropriação de Bush, indo aos computadores estrangeiros a fim de destruir softwares maliciosos, antes que eles sejam liberados na corrente sanguínea digital do mundo. Porém, isso poderia corresponder a um ato de guerra. Muitos argumentam que esse é um jogo a ser perdido, pois os Estados Unidos são mais dependentes de um sistema de internet que funcione constantemente, mais, inclusive, do que muitos de seus potenciais adversários. Portanto, eles sofreriam mais prejuízos em caso de contra-ataque.

Detecção
Durante a Guerra Fria, se um míssil estratégico fosse disparado contra os Estados Unidos, telas localizadas numa montanha no Colorado seriam acesas e as forças armadas americanas teriam algum tempo para decidir se lançariam ou não um contra-ataque. Hoje, quando os computadores do Pentágono são alvos de ataque, a origem geralmente é um mistério. Sem a certeza sobre essa origem, é quase impossível elaborar um contra-ataque.

Nos raros casos onde a preparação para um ataque é detectada num sistema de computador estrangeiro, existe um debate contínuo sobre a adoção do conceito da apropriação, com todas as suas conotações da era Bush. As questões variam se um ataque on-line deve ser criado naquele sistema para, num caso extremo, destruir fisicamente aqueles computadores.

Alguns membros do governo sustentam que, se os Estados Unidos adotarem essa apropriação – e demonstrarem estar observando o desenvolvimento de ciberarmas hostis – eles poderiam começar a deter alguns ataques. Outros acreditam que isso só justificaria ataques desse tipo feitos contra os Estados Unidos.

"A Rússia e a China têm muitos hackers nacionalistas", disse um experiente oficial militar. "Eles estão muito, muito dispostos a agir por conta própria".

Oficiais do Pentágono e militares também expressam grande preocupação de que as leis e acordos envolvendo o conflito armado não tenham se atualizado em relação aos desafios da ofensiva da guerra cibernética.

Nas últimas décadas, vários limites sobre as ações têm sido aceitos – mas nem sempre praticados. Um é a proibição contra o assassinato de líderes do governo. Outra é evitar ataques direcionados a civis. Contudo, no mundo cibernético, onda a maioria dos alvos vulneráveis são civis, não existem regras ou acordos. Se uma base militar é atacada, seria uma resposta proporcional e legítima destruir a malha de energia do atacante, mesmo que isso signifique afetar hospitais, o sistema de controle de tráfego aéreo ou o sistema bancário?

"Ainda não temos esse equivalente para o mundo cibernético", afirmou um experiente membro do Departamento de Defesa, "e isso é um pouco perigoso".

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Polícia de Nova York - Ataques pela rede

23/04/09 - 14h00 - Atualizado em 23/04/09 - 14h04

Polícia de Nova York diz receber até 70 mil ataques hackers por dia
Departamento teria identificado computadores na China e na Holanda.
Terrorismo ainda ameaça a cidade, diz comissário de polícia.

A rede de computadores da polícia de Nova York, nos Estados Unidos, sofre até 70 mil tentativas de invasão por dia - e nenhuma atinge seu objetivo, segundo o Comissário Raymond Kelly.

Ele diz que todos os ataques falharam até hoje devido a um forte sistema de segurança dos computadores.

Segundo Raymond, o Departamento de Polícia de Nova York identificou ataques vindos de computadores na China e na Holanda, além de outros países. Os hackers vasculham o sistema atrás de uma brecha para invasão.

O Comissário destaca que o terrorismo continua sendo uma ameaça para a cidade de Nova York, mesmo anos depois dos atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo Raymond, a polícia de Nova York continua a aprimorar suas táticas e a expandir seu alcance internacional.


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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domingo, 13 de setembro de 2009

Hacker rouba senha e invade sistema administrativo do Twitter

04/05/09 - 11h23 - Atualizado em 04/05/09 - 12h34

Hacker rouba senha e invade sistema administrativo do Twitter
Invasão confirmada pelo site foi realizada na semana passada.
Francês 'Hacker Croll' divulgou imagens internas do microblog.

Um hacker francês que se identifica como ‘Hacker Croll’ afirmou na semana passada, em um fórum on-line, ter invadido sistema administrativo do Twitter. Isso lhe daria acesso a todas as contas do serviço do microblog -- no site há diversas pessoas famosas, como Barack Obama, Britney Spears, Ashton Kutcher e Lily Allen.

Em um post publicado no blog oficial do Twitter, Biz Stone, um dos fundadores do site, confirmou o acesso não-autorizado. “Nossas investigações iniciais indicam que nenhuma informação das contas foi alterada ou removida. No entanto, descobrimos que dez contas foram visualizadas durante o acesso”, afirmou no texto divulgado na quinta-feira (30).

“Os dados pessoais que podem ter sido vistos são endereço de e-mail e número de telefone celular [se estivesse associado à conta]. Contatamos pessoalmente os usuários das contas que foram comprometidas”, continuou. “As senhas não foram reveladas nem alteradas, e as mensagens pessoais [direct messages] não foram vistas.”

Segundo a empresa de segurança Sophos, o hacker disse ter ganho acesso ao sistema interno de administração do Twitter depois de invadir o Yahoo de Jason Goldman, diretor do serviço de microblog, e roubar seus dados de login referentes ao Twitter.

A Sophos publicou a imagem divulgada on-line pelo hacker.

Empresa de segurança Sophos publicou imagens do sistema administrativo do Twitter, que foram divulgadas pelo hacker francês. (Foto: Reprodução/Sophos)
Ataques

Recentemente, Michael "Mikeyy" Mooney, 17, espalhou pragas que atormentaram os usuários dessa mesma rede social. A invasão acabou lhe rendendo um emprego como analista de segurança.

As ações de Michael foram realizadas no início de abril. A primeira praga fazia com que os perfis infectados espalhassem um link que direcionava os internautas ao site Stalk Daily. O segundo código malicioso atacou depois de o Twitter divulgar uma mensagem dizendo que já tinha tomado as medidas para consertar as falhas – neste último caso, os perfis contaminados distribuíam, involuntariamente, mensagens como “Mikkey is done” (“Mikkey já acabou”) e “Twitter please fix this, regards Mikeyy” (“Twitter, por favor conserte isso, atenciosamente Mikeyy”).





PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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sábado, 16 de maio de 2009

Comando militar de segurança do ciberespaço

22/04/09 - 13h10 - Atualizado em 22/04/09 - 13h10

EUA vão criar comando militar de segurança do ciberespaço
Foco será nas redes do Pentágono e em ofensivas de 'guerra cibernética'.
Objetivo é barrar hackers de países como China e Rússia, diz jornal.


Foto: Jason Reed/Reuters Barack Obama deve anunciar um plano de 'segurança cibernética' ainda este mês (Foto: Jason Reed/Reuters)

O governo Obama planeja criar um novo comando militar cujo foco estará nas redes de computadores do Pentágono e em capacidades ofensivas de guerra cibernética, reportou o "Wall Street Journal", mencionando atuais e antigos funcionários do governo que conhecem os planos.
A iniciativa reformulará os esforços das forças armadas para proteger suas redes contra ataques de hackers, especialmente aqueles vindos de países como China e Rússia, informou o jornal.
Funcionários do Pentágono foram citados como tendo declarado que o novo comando será
anunciado dentro de poucas semanas.
O comando do ciberespaço será liderado inicialmente por um oficial militar de quatro
estrelas, e será parte do Comando Estratégico do Pentágono, afirmou o jornal, citando funcionários conhecedores da proposta.
Porta-vozes da Casa Branca e do Pentágono não comentaram de imediato.


'Cibercomando'
O presidente Barack Obama deve anunciar um plano para melhorar a segurança cibernética ainda este mês, depois que a Casa Branca concluir sua revisão sobre o assunto, de acordo com o jornal.
O secretário da Defesa Robert Gates planeja anunciar a criação do novo "cibercomando" das Forças Armadas depois que a revisão da Casa Branca for concluída, segundo a reportagem, que cita múltiplos funcionários das forças armadas familiarizados com o plano.

O jornal havia reportado anteriormente que espiões cibernéticos haviam violado repetidamente o mais dispendioso programa de armamentos do Pentágono, o projeto Joint Strike Fighter, de US$ 300 bilhões.
A identidade dos atacantes e as dimensões dos danos causados ao projeto não foram reveladas, segundo o jornal.
O "Wall Street Journal" citou antigos funcionários do governo norte-americano como tendo declarado que os ataques parecem ter se originado da China, ainda que apontasse a dificuldade de identificar a origem dada a facilidade de ocultar identidades on-line.

A embaixada chinesa declarou que a China "se opõe e proíbe todas as formas de crimes
cibernéticos", de acordo com o jornal.