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terça-feira, 23 de julho de 2024

Altos níveis de cocaína são encontrados nos organismos de tubarões brasileiros

Altos níveis de cocaína são encontrados nos organismos de tubarões brasileiros

Análises revelaram a presença da droga em 13 peixes capturados no litoral do Rio de Janeiro.

domingo, 26 de dezembro de 2021

Londres - Tubarões venenosos são encontrados no rio Tâmisa

Londres - Tubarões venenosos são encontrados no rio Tâmisa

Rio chegou a ser declarado biologicamente morto no passado, mas voltou a abrigar diversas espécies aquáticas.

sábado, 20 de junho de 2020

TUTUBARÃO - Animação - Anos 80

TUTUBARÃO - Animação - Anos 80


Tutubarão (Jabberjaw em inglês) é um desenho da Hanna-Barbera produzido em 1976, que  mais uma vez seguia o estilo grupo de adolescentes com animal de estimação.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Megatubarão - o que é verdade sobre tubarões pré-históricos


Megatubarão - o que é verdade sobre tubarões pré-históricos


Megalodonte existiu, mas dificilmente teria sobrevivido às mudanças climáticas. Filme estreou na quinta-feira (09/08/2018)

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Luta nas Profundezas - Lula x Tubarão


Luta nas Profundezas - Lula x Tubarão 




Uma expedição patrocinada pela National Geographic Society e pelo Smithsonian Institute utilizou em 1998 uma câmera submarina para explorar o cânion Kaikoura, ao largo da Nova Zelândia. A lula e o tubarão foram filmados a 730 metros de profundidade.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O tubarão 'pré-histórico' com 300 dentes capturado por acidente


O tubarão 'pré-histórico' com 300 dentes capturado por acidente


Dentes do tubarão-enguia chamam atenção (Foto: Marian Torres)

Espécie, que habita as profundezas do oceano, está na Terra antes dos homens; mas muitas incógnitas ainda cercam sua existência.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Conheça a história do pior ataque de tubarões de todos os tempos


Conheça a história do pior ataque de tubarões de todos os tempos


Apesar de os seres humanos não aparecerem no “cardápio” como presas habituais, incidentes com tubarões são registrados todos os anos, e a grande maioria se refere a casos isolados, envolvendo apenas uma pessoa. Contudo, em 1945, ocorreu um ataque sinistro cujo número de vítimas foi estimado em quase 150 indivíduos!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Será que o megalodon ainda poderia existir na Terra?


Será que o megalodon ainda poderia existir na Terra?


Você já deve ter ouvido falar no megalogon, um tubarão pré-histórico gigante que apavorava os mares com seus mais de 15 metros de comprimento e mandíbulas repletas de “dentinhos” medindo entre 8 e 18 centímetros aproximadamente. Essas criaturas monstruosas habitaram o nosso planeta há cerca de 28 e 1,5 milhões de anos atrás e desapareceram durante o Pleistoceno.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

O Monstro Corre Perigo - Zoologia


O MONSTRO CORRE PERIGO - Zoologia


Maior predador do planeta, o tubarão branco é uma tremenda máquina de matar, com um peso de quase duas toneladas e até oito metros de comprimento. Equipado com dentes superafiados e centenas de sensores elétricos espalhados pela parte frontal do corpo, o bicho é um exterminador. Mas está ameaçado de extinção. Os cientistas enfrentam o desafio de tentar protegê-lo para não deixar desaparecer uma espécie que tem mais de 60 milhões de anos e é o ápice da cadeia alimentar dos oceanos.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Estudo nega que tubarões sejam 'fósseis vivos', como se acreditava


Estudo nega que tubarões sejam 'fósseis vivos', como se acreditava


Fóssil utilizado para pesquisa é visto em dois ângulos diferentes (Foto: AMNH/F. Ippolito)

Antes, acreditava-se que tubarões tinham permanecido inalterados.
Estudo mostra que eles trocaram esqueletos ósseos por cartilaginosos.

sábado, 19 de outubro de 2013

Pobre Tubarão - Natureza


POBRE TUBARÃO - Natureza


O governo americano promete executar um plano para salvar da extinção um animal estigmatizado como o terror dos mares. Pescado em massa por causa da carne e das barbatanas, ele seria melhor caracterizado pela expressão´pobre tubarão.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tubarão Branco: Grande Injustiçado


TUBARÃO-BRANCO: GRANDE INJUSTIÇADO



Todos nós temos medo do grande tubarão-branco e de seus primos menores. Depois de assistir a filmes como Tubarão ou o recente Mar Aberto, não há como não se arrepiar ao pensar em um ambiente inóspito de água infinita, rondada por um imenso animal de dentes dilacerantes. Mas é preciso perguntar: o que nos dá esse pavor - o tubarão em si ou a imagem que temos dele? O caçador marinho é, sim, um poderoso predador. Mas não é exatamente a fera que imaginamos.

"Os filmes mentem para causar sensação", diz o biólogo marinho Peter Klimley, da Universidade da Califórnia, em Davis, Estados Unidos. "Tubarões-brancos não são tão perigosos. Eles são seletivos", afirma. Isso quer dizer que sua força predatória é destinada à própria sobrevivência - e não a aterrorizar banhistas em praias ou barcos.

Para quebrar o mito de assassino do tubarão-branco, é preciso conhecê-lo um pouco melhor. Esse animal tem forma hidrodinâmica: parecido com um torpedo, possui corpo alongado e focinho pontudo, um formato apropriado para o ambiente aquático. Além disso, é muito musculoso. Isso se traduz em alta velocidade da natação - até 40 quilômetros por hora (para efeito de comparação, um campeão de natação humano não passa de 7,5 quilômetros por hora). "Ele tem um tamanho muito grande, mas consegue ser o animal mais ágil e forte do ecossistema marinho", diz o biólogo Otto Gadig, da Unesp de São Vicente, no litoral paulista. Além da força e da velocidade, o tubarão tem outras armas para caçar. Ele, de certa forma, tem sete sentidos - dois além de tato, olfato, visão, audição e paladar. O primeiro, que todos os peixes têm, é a linha lateral - uma série de poros enfileirados no corpo do animal com a função de sentir estímulos mecânicos. O segundo são as ampolas de Lorenzini, estruturas presentes na região debaixo do focinho compostas de câmaras com células especializadas em receber estímulos eletromagnéticos. Como todo corpo emite um campo elétrico, isso é útil para que o tubarão perceba presas enterradas, escondidas ou até invisíveis no escuro ou em águas turvas.

A caçada de um tubarão-branco é uma mistura de violência, sangue e pedaços de carne e tripas - nada bonita de ver. Entretanto, ele não ataca aleatoriamente ou por crueldade. Seu comportamento predatório mostra padrões organizados por tipos de presa. As favoritas são os pinípedes - mamíferos como focas e leões-marinhos. Geralmente, os tubarões-brancos atacam esses animais por baixo. É uma estratégia eficiente, já que ele tem as costas negras e se mistura à escuridão da água, tornando difícil que a presa o aviste. Para pegar uma foca, o tubarão nada do fundo para cima, morde a presa perto da superfície e a leva entre os dentes para debaixo d’água. Ele então a segura firmemente até que ela morra e pare de sangrar - é a chamada técnica da hemorragia. Depois de arrancar um pedaço, ele solta a carcaça. Mais tarde, pode voltar à superfície para comer outro pedaço do animal morto.

Já com leões-marinhos, o ataque é diferente. Ele começa com uma explosão - o tubarão se choca fortemente com a presa. Às vezes, essa força é suficiente para levá-la para fora d’água. O leão-marinho, ao contrário da foca, escapa mais rapidamente da primeira mordida e volta à superfície, sangrando, contorcendo-se e nadando de maneira desorientada. Mas logo o tubarão ressurge e o captura de novo, para mordê-lo outra vez e soltar a carcaça já sem sangue.

Se a estratégia do tubarão-branco para abater determinadas presas é sabida, o método que ele usa para escolhê-las ainda é obscuro. Uma possibilidade é que ele primeiro faça uma identificação visual e, depois de morder o animal, analise o paladar para decidir se vai comê-lo ou não. Os ataques a humanos podem ter essa lógica. "Uma idéia interessante é a de que os tubarões confundem humanos por presas como focas, mas depois percebam o erro", diz Otto Gadig.

Um ataque a um homem ocorrido nas Ilhas Farallon, na Califórnia, pode comprovar essa teoria. Um tubarão-branco mordeu a perna de um mergulhador e puxou-o para baixo por poucos segundos, enquanto o homem sangrava muito. De repente, o tubarão soltou-o e foi embora. Pesquisadores que faziam um estudo na área concluíram que, já que o padrão de ataque é igual ao da caça a uma foca - morte por hemorragia - e que o tubarão largou a "presa", ele deve ter percebido uma diferença no sabor. Comportamento parecido foi relatado em outros ataques a humanos, assim como a pelicanos e lontras. Como os três são compostos basicamente de músculos e focas e leões-marinhos são compostos de gordura, a hipótese mais forte é a de que os tubarões-brancos preferem alimentos mais gordos e se livram dos magros.

A explicação para essa preferência pode estar na alta velocidade de crescimento do tubarão-branco: o comprimento dos adultos aumenta mais de 5% ao ano, uma taxa maior do que a de tubarões de águas mais quentes. A escolha pela camada de gordura de focas e afins, rica em energia, estaria ligada à necessidade de crescimento em águas mais frias, de mares temperados. Em mares tropicais, ele tende a se alimentar de presas menores - e a ser menor.

Normalmente, o tubarão-branco caça sozinho, e sempre se pensou que fosse um animal solitário. Mas pesquisas recentes têm constatado que eles podem se juntar a grupos em determinadas situações. Peter Klimley e sua equipe fizeram um experimento com tubarões-brancos na Baía de Monterey, na Califórnia. Eles identificaram cinco tubarões e monitoraram-nos com sensores de alta freqüência. Em três semanas, somente duas caças foram registradas. No entanto, quando um deles teve sucesso ao pegar uma presa, os outros convergiram para o local. Após a refeição daquele tubarão que havia matado a presa, os restos permaneceram flutuando na água. Os outros tubarões que foram atraídos para o lugar não lutaram pela comida. Surpreendentemente, eles começaram um tipo de ritual: cada um levantava sua cauda e batia-a contra a superfície, espirrando água à sua volta. Klimley sugere que isso é um tipo de comunicação entre os tubarões-brancos. Aquele que espirrou mais água que os outros, levantando a cauda e parte do corpo para fora do mar, foi o "vencedor" e pôde comer o resto da caça.

É particularmente difícil estudar um tubarão-branco em seu ambiente natural. Por isso, pouco se sabe sobre seu comportamento - e menos ainda sobre as variações populacionais. Não é possível sequer estimar quantos deles há no mundo. Se a ciência consegue traçar esses números para leões, por exemplo, que habitam espaços visíveis e razoavelmente delimitados, o mesmo não vale para tubarões-brancos, que vivem espalhados pelos oceanos.

A dificuldade de estudá-los pode piorar com a diminuição das populações de peixes em geral, devido à pesca. Alguns cientistas acreditam que o tubarão-branco já esteja ameaçado de extinção em lugares como a costa da Califórnia, Austrália e África do Sul. "Apesar de não haver como contar tubarões-brancos, já que as áreas são ilimitadas, a diminuição na população é estimada pela menor captura", diz o biólogo Marcelo Szpilman, do Instituto Aqualung, no Rio de Janeiro. "A avaliação é de que a população tenha caído até 79% entre os últimos 15 e 20 anos."
O tubarão-branco, como se vê, não é o mesmo monstro pintado em livros e filmes. Após ter criado terror com sua imagem, o homem parece estar percebendo que é preciso protegê-lo. A África do Sul foi a primeira a proibir sua caça, em 1991. Mais tarde, outros países seguiram o exemplo. Mas os resultados dessas medidas ainda são discutíveis. Como diz Peter Klimley: "A ameaça do tubarão-branco sobre as pessoas pode se revelar pequena em comparação à ameaça das pessoas sobre o tubarão".


Tubarão rebocador


Era junho de 1978 - começo de verão. Na costa leste dos Estados Unidos, próximo a Nova York, um grupo de pescadores saía de barco para caçar baleias. No meio da pescaria, acharam que tinham tirado a sorte grande - o arpão atingiu o que parecia ser um enorme animal. Apesar do golpe, o bicho não morreu. Admiravelmente, começou a se mover - e a levar o barco junto. Era um grande tubarão-branco, e o arpão havia se prendido às suas costas. Com seu tamanho e força, ele tentava livrar-se da arma e arrastou o barco de pesca de cerca de 15 metros de comprimento. Por fim, após 14 horas e 23 quilômetros, o cabo se arrebentou e o tubarão fugiu. Os homens não levaram o animal como troféu. Ele virou mesmo história de pescador.


Fatos selvagens




Nome vulgar

Tubarão-branco



Nome científico

Carcharodon carcharias



Dimensões

Até 7,1 metros



Peso

Até 3 toneladas



Principais armas

Conjunto de recursos para caça - sensores para estímulos luminosos, mecânicos, elétricos e químicos; mandíbula e musculatura



Comportamento social

Normalmente é solitário, mas ocasionalmente se reúne em grupos



Expectativa de vida

25 anos



Ataques a humanos

805 ataques (99 fatais) entre 1990 e 2003



Quanto come

60 quilos por dia, em média



Dieta

Focas, leões-marinhos, peixes, outros tubarões, baleias, lulas, polvos, toninhas, golfinhos



Principais inimigos

Não tem inimigos



Se você encontrar um
Mantenha a calma e tente sair da água sem perder o tubarão de vista e sem agitação, pois o animal é atraído pelo movimento


Para saber mais




Na livraria

Tubarões no Brasil - Marcelo Szpilman, Mauad, 2003



Nas bancas - DVD
Território Selvagem - Tbarão - Documentário produzido pela BBC e lançado no Brasil pela Super (à venda em abril)


sábado, 31 de julho de 2010

Aposentado bate recorde ao pescar tubarão

27/06/09 - 16h00 - Atualizado em 27/06/09 - 16h00

Aposentado bate recorde ao pescar tubarão de 479 kg com vara e anzol
'Parecia um monstro quando o vi pela primeira vez', disse ele.
Ele precisou de 35 minutos para vencer a batalha contra o peixe.




Foto: Reprodução/Daily Mail Joe Waldis capturou um tubarão de cerca de 3,9 metros de comprimento e 479 quilos. (Foto: Reprodução/Daily Mail)O aposentado Joe Waldis, de 70 anos, pescou o maior peixe em águas britânicas utilizando apenas uma vara com anzol. Durante a pescaria, ele capturou um tubarão de cerca de 3,9 metros de comprimento e 479 quilos, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".

Geralmente, Joe Waldis costuma fisgar peixes de cerca de 90 centímetros. Ele contou ao jornal que precisou de 35 minutos para vencer a batalha contra o tubarão. Ele descreveu a pescaria como "a luta de sua vida".

"Eu não sabia que estava lidando com um tubarão até que ele chegou à superfície", disse ele. "Parecia um monstro quando o vi pela primeira vez", acrescentou o aposentado.

Devido ao tamanho, Waldis disse que não foi capaz de puxá-lo para dentro do barco. O tubarão foi rebocado e, depois, transportado por uma empilhadeira para ser pesado.

No entanto a pescaria não foi só motivo de festa para o aposentado. Ele foi criticado por outros pescadores, que acreditam que o tubarão deveria ter sido solto vivo ao mar.

O recorde anterior de maior peixe capturado com vara e anzol em águas britânicas tinha sido um atum azul de cerca de 439 quilos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Americano pesca tubarão-martelo de 480 kg

06/05/09 - 20h13 - Atualizado em 06/05/09 - 20h13

Americano pesca tubarão-martelo de 480,8 kg e bate recorde
Marca anterior de 281,2 kg tinha sido registrada em 1982, no Texas.
Bucky Dennis também detém outro recorde, com tubarão de 580 quilos.




O pescador norte-americano Bucky Dennis pescou sozinho um tubarão-martelo de 480,8 quilos em Boca Grande, na Flórida (EUA), e bateu o recorde mundial --a marca anterior de 281,2 kg tinha sido registrada em 1982, no Texas. Essa não é a primeira vez que Dennis captura um tubarão gigante. Em 2006, ele pescou um tubarão-martelo de 580 quilos, superando o recorde em outra categoria. Na ocasião, ele contou com a ajuda de outros pescadores para vencer a lutar contra o animal. (Foto: Reprodução/NBC)


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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