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domingo, 15 de setembro de 2024

'Rosto sorridente' encontrado em Marte pode conter sinais de vida

'Rosto sorridente' encontrado em Marte pode conter sinais de vida

Novo estudo coletou dados que podem ajudar a entender melhor a presença de água no passado do Planeta Vermelho.

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Invasão de peixes transgênicos em rios do Brasil preocupa pesquisadores

Invasão de peixes transgênicos em rios do Brasil preocupa pesquisadores

Reprodução descontrolada desses animais que brilham poderia causar desequilíbrio ambiental.

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Mistério do desaparecimento da água em Marte pode ter sido desvendado

Mistério do desaparecimento da água em Marte pode ter sido desvendado

Novo estudo aponta que fenômeno está relacionado ao tamanho do Planeta Vermelho.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Rios de Ouro - Imagem chocante da NASA revela garimpo ilegal na Amazônia

Rios de Ouro - Imagem chocante da NASA revela garimpo ilegal na Amazônia

Astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) registraram imagens impressionantes de "rios de ouro" na Amazônia peruana. 

sábado, 13 de março de 2021

Pesquisadores criam um mapa detalhado dos antigos rios de Marte

Pesquisadores criam um mapa detalhado dos antigos rios de Marte

Após quinze anos de captura de imagens e outros três anos montando um verdadeiro quebra-cabeças, pesquisadores finalizaram a maior imagem já produzida: um mosaico de 8 trilhões de pixels que reproduz a superfície de Marte. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Aguapé - A 'praga verde' brasileira que é promessa de solução para rios poluídos e produção de combustíveis


Aguapé - A 'praga verde' brasileira que é promessa de solução para rios poluídos e produção de combustíveis


Natural da bacia amazônica, a aguapé é capaz de retirar toxinas da água — 
Foto: Natural Resources Wales


Poderes despoluentes de planta amazônica são conhecidos há décadas e, após vários fracassos, cientistas dizem ter técnica para colocar planta invasiva a serviço do homem.

terça-feira, 7 de março de 2017

Os Mares estão chegando - Ambiente


Os Mares estão chegando - Ambiente


Uma parte dos cientistas acha que os oceanos estão subindo rápido demais. Eles prevêem um futuro cheio de inundações catastróficas. Outros duvidam que o perigo seja tão grande. Por via das dúvidas, países como a Holanda já começam a se preparar.

terça-feira, 31 de março de 2015

Invasão do muco verde pelo mundo expõe marca pegajosa da destruição da natureza


Invasão do muco verde pelo mundo expõe marca pegajosa da destruição da natureza


Um estranho limo verde está se espalhando pelo mundo e obstruindo rios na Europa, América do Sul e Oceania. Trata-se de uma espécie de muco, produzido pela alga microscópica Didymosphenia geminata. O Didymo, como foi apelidado, é transportado pelo ser humano, através de barcos que navegam por diferentes rios.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Rios que matam e morrem


RIOS QUE MATAM E MORREM



Os números são alarmantes. Segundo a ONU, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas sem acesso adequado a água, ou 18% da população do planeta. Se nada for feito, esse número deve chegar a 3 bilhões em 20 anos. A contaminação das águas é responsável por mais de 10 milhões de mortes por ano causadas por doenças como cólera e diarréia, principalmente na África. No Haiti, um dos países mais miseráveis do planeta, muita gente mata a sede com o esgoto que corre a céu aberto. Alguns especialistas chegam a prever que as próximas guerras serão travadas pelo controle da água, em vez do petróleo. Não seria uma novidade. No Antigo Egito, o controle das enchentes do Nilo serviu de pretexto para a conquista de civilizações e territórios. Hoje, a maior expressão de luta armada envolvendo a água está no conflito entre Israel e Palestina, que tem como pano de fundo o estratégico vale do Rio Jordão.

Parece incrível que a água seja motivo de tanta disputa. Afinal, a Terra não é chamada de "planeta água"? De fato, as águas cobrem 77% da superfície do planeta, mas somente 2,5% são de água doce. E menos de 1% do total está acessível ao uso pelo homem. Embora a água existente na Terra seja suficiente para todos, há a dificuldade de distribuição, a população mundial não pára de crescer e a ação humana vem alterando drasticamente o sistema hídrico. O desmatamento e a impermeabilização do solo nos centros urbanos, por exemplo, quebram o ciclo natural de reposição da água, secando rios centenários. Alguns rios, como o Colorado, nos Estados Unidos, e o Amarelo, na China, muitas vezes secam antes de chegar ao mar. Isso sem falar nos freqüentes acidentes, como vazamentos de óleo, que causam verdadeiros desastres ambientais.

Para uma boa qualidade de vida, estima-se que sejam necessários 1 000 metros cúbicos de água per capita por ano. Cerca de 40 países vivem com menos do que isso - os Estados Unidos gastam o dobro. Até 2025, dois terços da população mundial deverão viver em países com moderada ou severa escassez de água. De acordo com a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizado na África do Sul em 2002, se forem mantidos os atuais níveis de investimento, o acesso universal a água de boa qualidade não deverá se concretizar antes de 2025 na Ásia, de 2040 na América Latina e Caribe e de 2050 na África.

A situação é preocupante, mas, com algumas mudanças no comportamento de empresários, do governo e da população, é possível reverter o quadro em pouco mais de uma década, segundo o geólogo Aldo Rebouças, professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo e um dos organizadores do livro Águas Doces no Brasil (Escrituras, 2002). As metas sugeridas por Rebouças podem ser assim resumidas: a agropecuária, responsável por 67% da água utilizada no mundo, deve reduzir seu consumo em 20%; a indústria deve diminuir em pelo menos 50% o esgoto lançado na natureza; e o governo deve fazer a manutenção adequada do sistema de distribuição de água.

Nas zonas rurais, muitos produtores aplicam água em excesso ou fora do período de necessidade das plantas. A eficiência da irrigação nos países em desenvolvimento fica entre 25% e 40%. "O resto é desperdício", diz Rebouças. Por parte dos governos há também muito desperdício. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) perde 40% da água que trata, por falta de manutenção das adutoras ou por não fiscalizar as ligações clandestinas. Quanto às indústrias, bastaria que seguissem a lei: 80% dos resíduos industriais nos países em desenvolvimento são despejados clandestinamente em rios, lagos e represas.
Já o usuário doméstico, embora represente a menor fatia do consumo, pode, com sua atitude, influenciar os volumes consumidos pela indústria e pela agropecuária. Para isso, basta que cada um siga algumas recomendações simples, como varrer a calçada em vez de lavá-la com a água da mangueira, não lavar a louça ou escovar os dentes com a torneira aberta e não transformar o banho diário em uma atividade de lazer.


Tendências




- ESCASSEZ

Cerca de 40 países vivem hoje com menos água do que é necessário para uma boa qualidade de vida. Até 2025, dois terços da população mundial deverão viver em países com escassez de água.



- LONGO PRAZO

O acesso a água segura para beber para toda a população não deverá se realizar antes de 2025 na Ásia, antes de 2040 na América Latina e antes de 2050 na África. Essas três regiões representam mais de 80% da população do planeta.



- SAÍDA
É possível impedir o agravamento desse quadro por meio de uma gestão mais adequada dos recursos hídricos e da racionalização do consumo por parte da agricultura, da indústria e dos usuários domésticos.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Brasil das Aguas - Hidrografia

O BRASIL DAS ÁGUAS - Hidrografia



O casal Gérard e Margi Moss se lançou num projeto pioneiro: fazer um levantamento da qualidade da água nos principais rios e reservatórios hídricos do país. Deram-lhe o nome de Brasil das Águas e até o final do mês pretendem finalizá-lo depois de terem percorrido cerca de 100 mil quilômetros.

O trabalho começou em outubro do ano passado na bacia do rio Paraná. O objetivo é fazer um mapa da saúde das águas doces brasileiras e identificar lugares não contaminados para preservá-los. Eles viajam a bordo de um hidroavião anfíbio - ele como piloto, ela como fotógrafa.

A coleta da água é feita durante vôos rasantes. Depois, ela passa pelo mini-laboratório do avião, onde são analisados parâmetros como pH, temperatura e condutividade. Análises complementares são feitas em centros como a UFRJ, a USP e o Instituto Internacional de Ecologia, em São Carlos (SP).

Nas pesquisas, sobrevoando as cinco regiões do país, Margi coletou também estas belas fotos.


TALHA-MAR
Gérard ficou conhecido em 2001 quando se tornou o primeiro homem a percorrer o globo num motoplanador. Na expedição atual, feita no Talha-Mar (nome de uma ave encontrada em hábitats aquáticos), ele e a esposa devem passar por mais de mil pontos de coleta em 350 rios do país. Cada ponto foi escolhido a partir de fatores como existência de mineração, indústria e agropecuária, despejo de esgoto, represamento por barragens e pureza da água

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sábado, 12 de março de 2011

Consumo mundial de fósforo preocupa cientistas

15/02/2011 14h49 - Atualizado em 15/02/2011 14h49

Consumo mundial de fósforo preocupa cientistas
Elemento é utilizado como fertilizante, sobretudo nos países industrializados.
Uso indiscriminado afeta ecossistemas aquáticos.

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo “Environmental Research Letters” traz um alerta sobre o uso de fósforo no planeta. O elemento é utilizado como fertilizante pela agricultura moderna. Seu uso exagerado no mundo industrializado se tornou uma das principais causas da poluição de lagos, rios e riachos.

O texto dos cientistas norte-americanos Stephen Carpenter, da Universidade de Wisconsin-Madison, e Elena Bennett, da Universidade McGill, relata que o fósforo está provocando a eutrofização da superfície de água. Esse fenômeno se dá quando há excesso de nutrientes na água. Isso é um problema porque aumenta a quantidade de algas na água, o que pode alterar a quantidade de oxigênio na mesma, além de provocar mudanças na cadeia alimentar.

“O fósforo provoca o crescimento de algas e ervas perto das margens e algumas algas podem conter ciano bactéria, que é tóxica. Você perde peixes. Perde qualidade na água potável”, explicou Carpenter.

O problema está localizado principalmente nos países mais industrializados, ou seja, América do Norte, Europa e partes da Ásia. Na África e na Austrália, por outro lado, o solo é naturalmente pobre em fósforo.

“Alguns solos têm muito fósforo e alguns não, e é preciso adicionar fósforo para crescer cultivos nele. É essa variação que faz o problema ficar complicado”, disse Carpenter. Ironicamente, a América do Norte é um dos locais cujo solo é rico por natureza.

Outro motivo para preocupação é a possível falta do elemento em breve. Segundo os cálculos dos cientistas, há risco de que ele comece a rarear dentro de um período de 20 anos.

O fosfato – forma em que o fósforo é obtido na natureza – leva muitos milhões de anos para ser formado. Hoje, as maiores reservas de estão nos Estados Unidos, na China e em Marrocos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ONU alerta para ameaça de redes 'fantasmas'

07/05/09 - 04h57 - Atualizado em 07/05/09 - 10h45

ONU alerta para ameaça de redes 'fantasmas' à vida marinha
Relatório afirma que equipamentos abandonados ou perdidos continuam pescando e matando peixes e outros animais marinhos.

Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.

O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.

O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.

O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos de alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.

O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.

Além disso, esses equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.

"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando, e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.

Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.

Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.

As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.

Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.

"Existem muitos fantasmas no mecanismo do ambiente marinho, desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.

As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca, como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.

Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.

Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.

Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.

Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetro quadrado de oceano.


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cientistas britânicos descobrem 'algas dançarinas'

21/04/09 - 15h56 - Atualizado em 21/04/09 - 15h56

Cientistas britânicos descobrem 'algas dançarinas'
Estudo de Cambridge mostra alga de água doce Volvox forma grupos estáveis que dançam 'valsa' e 'minueto'.

Cientistas na Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, descobriram que algas de água doce podem formar grupos estáveis, que dançam em volta uns dos outros e são mantidos juntos apenas pelo fluxo de fluídos que eles criam.




Algas dançarinas (Foto: Ray Goldstein/Divulgação)
Os pesquisadores analisaram um organismo multicelular chamado Volvox, formado por cerca de mil células colocadas na superfície de uma matriz esférica de cerca de apenas meio milímetro de diâmetro.

Cada uma das células da superfície tem dois apêndices, parecidos com fios de cabelo, conhecidos como flagelos. Ao agitarem estes apêndices, a colônia toda é impulsionada em meio ao fluido e, simultaneamente, faz com que elas girem em volta de um eixo.

Os cientistas descobriram que as colônias que nadam perto de uma superfície podem formar dois tipos de "estados de ligação": a "valsa", na qual duas colônias orbitam em volta uma da outra como um planeta em volta do sol. E o "minueto, no qual as colônias oscilam para frente e para trás, como se houvesse um elástico ligando as colônias.

"Estes resultados impressionantes e inesperados nos lembram não apenas da graça e da beleza da vida, mas também dos fenômenos extraordinários que podem ocorrer a partir de ingredientes simples", afirmou o Raymond Goldstein, professor da disciplina relativa a sistemas físicos complexos no Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica, que liderou o estudo.

A pesquisa foi feita em conjunto com o Departamento de Bioengenharia e Robótica da Universidade Tohoku, em Sendai, Japão, e publicada na revista especializada Physical Review Letters.

Análise matemática
Os pesquisadores desenvolveram uma análise matemática que mostra que estes padrões de dança surgem da maneira pela qual as superfícies próximas modificam o fluxo de fluidos perto das colônias e induzem a atração entre elas.

As observações são as primeiras visualizações diretas dos fluxos. Cientistas já tinham previsto que fluxos como estes produziam este tipo de atração.

Já existiam suposições de que estes fluxos tinham um papel na acumulação de microrganismos que nadam, como bactérias e espermatozoides, perto de superfícies.

O estudo da Universidade de Cambridge, financiado pelo Conselho de Pesquisas em Ciência Biológicas e Biotecnologia da Grã-Bretanha, é parte de um esforço maior para melhorar o conhecimento de transições evolucionárias de organismos unicelulares para os multicelulares.

Segundo pesquisadores, o maior entendimento da capacidade dos organismos de se movimentarem sozinhos e do comportamento coletivo destes organismos pode ajudar a esclarecer as mais importantes fases de evolução em direção à maior complexidade biológica.

Além disso, dizem especialistas, os apêndices do Volvox, os flagelos destes organismos, são quase idênticos aos cílios dos humanos, cuja ação coordenada tem importância central em muitos processos do desenvolvimento embrionário, reprodução e do sistema respiratório.

Por isso, segundo os pesquisadores, o estudo da organização dos flagelos tem muitas possibilidades para o estudo da saúde e doenças entre humanos.

PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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