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terça-feira, 17 de agosto de 2021

USA - Estados Unidos revelam imagens de seu novo bombardeiro secreto futurista

USA - Estados Unidos revelam imagens de seu novo bombardeiro secreto futurista

O B-21 Raider poderá transportar mísseis de cruzeiro de longo alcance e bombas nucleares.

domingo, 25 de abril de 2021

Túnel medieval secreto é encontrado por acidente no País de Gales

Túnel medieval secreto é encontrado por acidente no País de Gales

Eletricistas encontraram um túnel secreto medieval enquanto faziam um serviço nas proximidades de Tintern, no País de Gales. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Os espiões mais famosos da história

Os espiões mais famosos da história

O mundo da espionagem sempre fascinou as pessoas. Quando se fala em espiões, logo vêm à mente tramas secretas, disfarces, assassinatos, conspirações e sedução. A vida de muitos deles realmente parece ter saído das páginas de romances policiais.  

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

5 Mulheres que discretamente governaram o mundo


5 Mulheres que discretamente governaram o mundo


Apesar do papel de subordinação ao qual se tentou colocar as mulheres ao longo da história, muitas delas conseguiram, graças à sua inteligência e habilidade política, exercer seu poder nas sombras.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O homem que vigiou por 40 anos um bunker chinês secreto


O homem que vigiou por 40 anos um bunker chinês secreto


Fiel às ordens recebidas, homem vigiava bunker ultrassecreto abandonado desde 1976!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

FBI revela arquivos secretos sobre Nikola Tesla e seu “raio da morte”


FBI revela arquivos secretos sobre Nikola Tesla e seu “raio da morte”


Recentemente, o FBI tornou público os arquivos relacionados a Nikola Tesla, 73 anos depois da morte do brilhante cientista sérvio.

sábado, 29 de setembro de 2012

Computadores alugados clicaram secretamente usuários fazendo sexo nos EUA


Computadores alugados clicaram secretamente usuários fazendo sexo nos EUA

Investigação de autoridades americanas revelou ainda que dados sigilosos, como senhas e dados bancários, estavam expostos.



Computadores alugados clicaram secretamente usuários fazendo sexo nos EUA (Foto: BBC)

Uma investigação feita por autoridades americanas com sete companhias que alugam computadores nos Estados Unidos revelou que diversas das máquinas registraram secretamente fotos de seus clientes, alguns deles durante atos sexuais.

Os computadores investigados possuíam o software PC Rental Agent, da empresa Designerware, que coleta dados pessoais e até fotos dos usuários. Acredita-se que o PC Rental Agent esteja instalado em aproximadamente 420 mil computadores em todo o mundo.

A investigação foi feita pela Comissão Federal de Comércio (FTC, em inglês), uma agência do governo americano dedicada à proteção dos direitos dos consumidores.

A FTC disse que o aspecto mais nocivo do software é um dispositivo chamado Detective Mode ('modo detetive'), que é ativado quando os usuários não devolvem os computadores alugados dentro do prazo correto, ou quando não pagam pelo seu uso.

O Detective Mode era usado pelas locadoras americanas para rastrear os computadores e ajudar a recuperá-los das mãos dos usuários. O dispositivo faz com que uma janela se abra na tela, pedindo dados como telefone e e-mail dos usuários.

Mas o software vai além, e registra também dados como usuário e senha de contas de e-mail, sites de mídia social e de instituições financeiras.
A investigação revelou que dados ainda mais sensíveis foram coletados - como número da previdência social, históricos médicos, e-mails trocados com médicos e extratos de conta corrente e de cartão de crédito.

'Em vários casos, a ação do Detective Mode sobre a webcam tirou fotos de crianças, pessoas parcialmente nuas e casais realizando atividades sexuais', diz um dos relatórios da investigação.

A Designerware não comentou a investigação. A FTC determinou que esse tipo de software não pode ser usado pelas empresas americanas de locação de computadores.
Para o especialista em segurança online Graham Cluley, que trabalha na empresa britânica Sophos, este caso ressalta a importância de se verificar como funcionam todos os dispositivos do computador, especialmente em casos em que a máquina não pertence ao usuário.

'Sempre que você está usando o computador de outra pessoa, seja ele emprestado ou alugado, você pode nem sempre saber de todos os softwares que estão sendo utilizados e o que cada um está fazendo', disse Cluley à BBC.

'Se você for alugar um computador, leia a letra miúda no contrato, e pense duas vezes antes de fazer algo pessoal demais.'

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Nem tudo é azul - Ufologia

NEM TUDO É AZUL - Ufologia



Um dos mais célebres estudos de ufologia realizados por uma fonte oficial foi o Projeto Blue Book, conduzido pela Força Aérea americana entre 1952 e 1969. Por quase duas décadas, a equipe dessa força-tarefa investigou milhares de casos com o objetivo de verificar se os óvnis representavam uma ameaça à segurança nacional norte-americana. Naquela época, os Estados Unidos viviam uma verdadeira onda de avistamentos e o governo se viu forçado a estudar os casos de forma mais sistemática. O Blue Book (termo em inglês usado para se referir a uma publicação oficial) foi uma continuação de dois estudos anteriores da Aeronáutica, os projetos Sign e Grudge, que haviam fracassado na tarefa de dar uma resposta à população sobre os misteriosos objetos que riscavam o céu do país.
Sob a direção do capitão Edward Ruppelt, o Blue Book desenvolveu um método rápido e conciso de avaliação dos casos. As testemunhas dos supostos óvnis respondiam a um questionário com oito páginas e enviavam fotografias e negativos dos avistamentos. Os investigadores analisavam o material e faziam entrevistas de campo. Consultavam dados astronômicos, monitoravam os vôos da Aeronáutica e verificavam os registros meteorológicos. Resultado: dos mais de 12 mil relatos analisados pelo Blue Book, 90% foram identificados como aeronaves, pássaros, balões, planetas, meteoros, auroras, nuvens e outros fenômenos atmosféricos ou como produtos da imaginação ou fraudes. Os outros 10% foram classificados como não-identificados, incluindo casos em que as informações eram insuficientes para se chegar a uma conclusão.
O projeto causou polêmica desde o início. Pelo menos três comissões de cientistas foram criadas ao longo dos anos 50 e 60 para analisar os registros do Blue Book. A primeira comissão, em 1952, foi patrocinada por ninguém menos que a CIA, o serviço secreto americano, e chefiada pelo renomado físico H. P. Robertson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ela incluía engenheiros, meteorologistas, físicos e um astrônomo. A conclusão da comissão foi que na maioria dos casos havia uma explicação científica para os supostos óvnis, que na verdade seriam fenômenos naturais ou artefatos humanos. A segunda comissão chegou a um resultado parecido. Alguns cientistas, no entanto, em especial o meteorologista James McDonald e o astrofísico Josef Allen Hynek, discordaram da conclusão, defendendo que havia fortes indícios da visita de ETs ao nosso planeta. "Para mim, os óvnis são completamente reais e, se não sabemos o que são, é porque nos limitamos a rir deles. A possibilidade de que sejam artefatos extraterrestres e de que estejamos sendo observados por alguma tecnologia avançada é algo que vejo com extrema seriedade", disse McDonald.
A chamada "hipótese extraterrestre", levantada por esse grupo de cientistas, foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação em meados dos anos 60. O tema gerou discussões acaloradas e levou a Força Aérea americana a patrocinar um outro estudo, desta vez na Universidade do Colorado, sob a direção do físico Edward Condon, declaradamente cético em relação à possibilidade da vida fora da Terra. Divulgado no início de 1969, o Relatório Condon rejeitou firmemente a "hipótese extraterrestre" e declarou encerrado o assunto. Baseado nesse relatório, a Aeronáutica anunciou, em dezembro de 1969, a desativação do Projeto Blue Book. Dizia que não se justificava sua manutenção "nem em termos de segurança nacional, nem no interesse da ciência". No dia seguinte, os principais jornais americanos estampavam: "Discos voadores não existem".

CAMPANHA DE DESINFORMAÇÃO
Como era de se esperar, o desfecho do Blue Book provocou críticas raivosas de ufólogos, para quem o projeto fora apenas mais um capítulo da política do governo de acobertamento dos fenômenos extraterrestres. Segundo esses ufólogos, as investigações teriam sido superficiais e utilizado métodos pouco científicos com o objetivo único de negar a hipótese de vida em outros planetas. Os membros do projeto teriam sido pressionados a identificar os óvnis como fenômenos terrestres para evitar uma histeria coletiva no país. Os casos realmente sérios e inexplicáveis, que poderiam causar preocupação, teriam sido excluídos dos arquivos do Blue Book. Na realidade, o projeto teria sido um programa de desinformação criado para esconder da população a verdadeira investigação feita pelo governo sobre a presença de alienígenas na Terra.
Uma das pessoas que defendiam um estudo mais sério sobre os óvnis era o astrofísico Josef Allen Hynek, que fora consultor da Força Aérea americana no Projeto Blue Book. No começo, Hynek era cético em relação aos óvnis, mas, depois de analisar centenas de casos, chegou à conclusão de que eles deveriam ser estudados com mais seriedade. Muitos acreditavam que, com o fim do Projeto Blue Book, o interesse em torno do assunto iria acabar. No entanto, relatos de avistamentos continuaram nas décadas seguintes, com contornos cada vez mais espetaculares. Tornaram-se freqüentes também testemunhos de supostos seqüestros em naves espaciais - para o desespero de cientistas como Hynek, que achava que esse tipo de história muitas vezes sensacionalista poderia abalar a credibilidade dos mais convictos ufólogos. O assunto, no entanto, continua despertando polêmica até hoje.

Arquive-se

Entre os milhares de casos que estão no arquivo do Projeto Blue Book, inúmeros foram relatados como fraudes após a análise dos investigadores. Veja a seguir algumas dessas histórias, extraídas do livro O Fenômeno Óvni (coleção Mistérios do Desconhecido, da Abril Livros).

O caso - A maquete
O relato - O mecânico Paul Villa, morador de Albuquerque (Novo México), afirmou que fora convocado telepaticamente a comparecer num determinado local no dia 16 de junho de 1963. Na ocasião, ele teria conversado com os alienígenas e fotografado sua nave
A conclusão - O exame das fotografias demonstrou que o objeto era uma maquete de espaçonave com meio metro de diâmetro, pendurada diante de uma câmera. Villa acreditava mesmo ter entrado em contato com ETs e forjara provas para dar credibilidade a sua história

O caso - Luzes na janela
O relato - O fotógrafo da guarda costeira Shell Alpert afirmou ter visto quatro luzes brilhantes através da janela de seu escritório em Salem, Massachusetts. Segundo Alpert, quando ele estava prestes a fotografá-las, elas haviam perdido a intensidade. O fotógrafo foi em busca de um colega e, ao voltar, as luzes brilhavam novamente. Alpert tirou a foto e as luzes desapareceram. O fato teria ocorrido em 16 de julho de 1952
A conclusão - Para os analistas, a foto parecia forjada por meio de dupla exposição. Onze anos depois, o caso foi novamente examinado. O novo veredicto apontou que a câmera havia captado reflexo das luzes da sala no vidro da janela

O caso - Trote de adoslescente
O relato - Dois irmãos adolescentes, Dan e Grant Jaroslaw, disseram ter visto um objeto em forma de disco e de cor cinza voando à baixa altitude e se movimentando rapidamente no céu, em Michigan. Uma foto foi tirada do objeto, cuja aparição teria ocorrido em 9 de janeiro de 1967
A conclusão - O exame da foto não permitiu que se identificasse o objeto. Os investigadores arquivaram o caso, assinalando: "Dados insuficientes para avaliação". Anos depois, os irmãos Jaroslaw admitiram o trote: tinham fotografado um modelo de espaçonave perto de casa

O caso - Negativo retocado
O relato - Uma foto mostrando três óvnis foi enviada ao Projeto Blue Book acompanhada de uma carta afirmando que os objetos eram redondos e tinham cerca de 15 metros de diâmetro. Ela teria sido tirada em 26 de setembro de 1960, na Itália
A conclusão - Ao analisar a foto, os investigadores observaram que os hipotéticos óvnis eram muito mais escuros que todos os outros elementos da imagem e que estavam fora de foco. O negativo poderia ter sido retocado. O veredicto: provável fraude

domingo, 5 de setembro de 2010

Grã-Bretanha libera arquivos sobre objetos voadores

18/02/10 - 13h26 - Atualizado em 18/02/10 - 14h05

Grã-Bretanha libera arquivos sobre objetos voadores não identificados
Mais de 6 mil páginas incluem relatos sobre supostas aparições de óvnis entre 1994 e 2000.




Lote de documentos liberado agora é o quinto de um projeto de três anos de divulgação de arquivos (Foto: BBC)

O Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha liberaram mais de 6 mil páginas de documentos que incluem relatos de aparições de óvnis (objetos voadores não identificados) entre 1994 e 2000.

Formatos dos óvnis descritos mudaram nas últimas décadas
Um deles inclui a aparição de objetos que sobrevoavam o Chelsea, clube de futebol de Londres, e a residência de um ex-ministro do Interior, Michael Howard.

Os relatos dão detalhes sobre a aparência dos objetos - de vários formatos e tamanhos - e incluem desenhos feitos por testemunhas.

Um homem disse à polícia que vomitou e adquiriu "um distúrbio de pele" depois que um estranho "tubo de luz" envolveu o seu carro no Vale de Ebbw, no País de Gales, no dia 27 de janeiro de 1977.

Em outro caso, um óvni visto por policiais de Skegness, no leste da Inglaterra, foi filmado.

A aparição foi informada à guarda costeira, que alertou embarcações no Mar do Norte. A tripulação de um barco disse que viu mais ovnis.

Força Aérea
Os documentos também incluem uma carta de um alto funcionário do Ministério da Defesa, Ralph Noyes, em que ele diz ter visto um filme com óvnis feito por pilotos de caça da Força Aérea Real da Grã-Bretanha em 1956.

Noyes alega que as imagens foram mostradas em uma sessão secreta organizada por integrantes da defesa aérea no prédio do Ministério da Defesa em 1970.

E um memorando revela como o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill manifestou curiosidade sobre "discos voadores" e pediu um briefing de seus ministros sobre o assunto.

Depois de um estudo realizado pelos serviços de inteligência em 1951, concluiu-se que "discos voadores" podem ter quatro causas - fenômenos meteorológicos ou astronômicos, identificação errônea de aeronaves convencionais, ilusão de ótica e delírios psicológicos ou trotes deliberados.

Especialistas afirmam que os documentos mostram como os formatos dos óvnis mudaram nas últimas décadas, e a explicação pode estar nas representações que a cultura popular tinha desses objetos.

Vários relatos neste último lote de documentos - o quinto de um projeto de três anos para a liberação de arquivos - descrevem as supostas naves alienígenas como grandes, pretas e de formato triangular, com luzes nas pontas. Nas décadas de 1940 e 1950, o formato predominante era de disco.

"No período coberto pelos mais recentes documentos liberados, bombardeiros americanos de formato triangular e aviões espiões Aurora apareciam muito na TV, assim como em programas como Arquivo X e filmes como Independence Day, lançado em 1996, e os relatos de aparições de ovnis são semelhantes", disse David Clarke, autor do livro "The UFO Files" e professor de Jornalismo da Universidade Hallam Sheffield, ao jornal britânico "The Daily Telegraph".

"É impossível provar uma ligação direta entre o que as pessoas estão lendo e vendo e o que elas dizem ser ovnis, mas uma interpretação pode ser que os mais recentes avanços na tecnologia podem estar influenciando o que as pessoas veem no céu", concluiu.

Os arquivos estão disponíveis para baixar de graça por um mês a partir do website dos Arquivos Nacionais .