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domingo, 12 de agosto de 2018

O movimento das microcasas pode ajudar a resolver crise habitacional nos EUA


O movimento das microcasas pode ajudar a resolver crise habitacional nos EUA




As chamadas microcasas, popularizadas nos Estados Unidos a partir da 
crise econômica de 2008, continuam ganhando visibilidade em várias 
cidades americanas (Foto: TinyDwellingCo/Divulgação via BBC)


De empreendimentos de luxo a abrigos para sem-teto, as chamadas microcasas, popularizadas nos EUA a partir da crise econômica de 2008, continuam ganhando visibilidade em várias cidades americanas. 

sábado, 29 de setembro de 2012

Computadores alugados clicaram secretamente usuários fazendo sexo nos EUA


Computadores alugados clicaram secretamente usuários fazendo sexo nos EUA

Investigação de autoridades americanas revelou ainda que dados sigilosos, como senhas e dados bancários, estavam expostos.



Computadores alugados clicaram secretamente usuários fazendo sexo nos EUA (Foto: BBC)

Uma investigação feita por autoridades americanas com sete companhias que alugam computadores nos Estados Unidos revelou que diversas das máquinas registraram secretamente fotos de seus clientes, alguns deles durante atos sexuais.

Os computadores investigados possuíam o software PC Rental Agent, da empresa Designerware, que coleta dados pessoais e até fotos dos usuários. Acredita-se que o PC Rental Agent esteja instalado em aproximadamente 420 mil computadores em todo o mundo.

A investigação foi feita pela Comissão Federal de Comércio (FTC, em inglês), uma agência do governo americano dedicada à proteção dos direitos dos consumidores.

A FTC disse que o aspecto mais nocivo do software é um dispositivo chamado Detective Mode ('modo detetive'), que é ativado quando os usuários não devolvem os computadores alugados dentro do prazo correto, ou quando não pagam pelo seu uso.

O Detective Mode era usado pelas locadoras americanas para rastrear os computadores e ajudar a recuperá-los das mãos dos usuários. O dispositivo faz com que uma janela se abra na tela, pedindo dados como telefone e e-mail dos usuários.

Mas o software vai além, e registra também dados como usuário e senha de contas de e-mail, sites de mídia social e de instituições financeiras.
A investigação revelou que dados ainda mais sensíveis foram coletados - como número da previdência social, históricos médicos, e-mails trocados com médicos e extratos de conta corrente e de cartão de crédito.

'Em vários casos, a ação do Detective Mode sobre a webcam tirou fotos de crianças, pessoas parcialmente nuas e casais realizando atividades sexuais', diz um dos relatórios da investigação.

A Designerware não comentou a investigação. A FTC determinou que esse tipo de software não pode ser usado pelas empresas americanas de locação de computadores.
Para o especialista em segurança online Graham Cluley, que trabalha na empresa britânica Sophos, este caso ressalta a importância de se verificar como funcionam todos os dispositivos do computador, especialmente em casos em que a máquina não pertence ao usuário.

'Sempre que você está usando o computador de outra pessoa, seja ele emprestado ou alugado, você pode nem sempre saber de todos os softwares que estão sendo utilizados e o que cada um está fazendo', disse Cluley à BBC.

'Se você for alugar um computador, leia a letra miúda no contrato, e pense duas vezes antes de fazer algo pessoal demais.'

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Google planeja lançar serviço de assinatura de filmes on-line, diz jornal

25/02/2011 09h50 - Atualizado em 25/02/2011 11h18

Google planeja lançar serviço de assinatura de filmes on-line, diz jornal
Semelhante ao Netflix, serviço seria lançado inicialmente na Europa.
Google destinou US$ 100 milhões para acordos de conteúdo com estúdios.


Google (Foto: Reprodução)O Google planeja lançar um serviço de assinatura ilimitada para acesso a filmes, semelhante ao Netflix e ao oferecido pela Amazon, publicou o "New York Post" nesta sexta-feira (25).

A companhia, que vem negociando com estúdios de Hollywood há meses, espera lançar o serviço inicialmente na Europa – especificamente no Reino Unido – antes de avançar para os Estados Unidos, afirmou o jornal, citando executivos da companhia.

O Google destinou US$ 100 milhões para acordos de conteúdo com estúdios e outros fornecedores em meio ao seu plano de expandir esse tipo de oferta. Representantes da companhia não estavam imediatamente disponíveis para comentar sobre a reportagem.