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segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Arqueólogos encontram antiga cidade subterrânea no Irã

Arqueólogos encontram antiga cidade subterrânea no Irã

Acredita-se que o sistema de túneis servia como refúgio durante guerras e invasões.

quinta-feira, 21 de julho de 2022

SEGURANÇA - Cão robô patrulha uma casa de metralhadora e dispara à vontade

SEGURANÇA - Cão robô patrulha uma casa de metralhadora e dispara à vontade

Já vimos que os robôs, do tipo Spot pode ser uma ajuda auxiliar em muitas áreas. Pode ser um bombeiro, um pastor, um técnico nas fábricas de automóveis, ajudar em hospitais e até patrulhar as ruas.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Empresa quer levar turistas para passear na estratosfera em um balão espacial

Empresa quer levar turistas para passear na estratosfera em um balão espacial


Uma empresa dos Estados Unidos anunciou planos para levar turistas até a estratosfera. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Gigantesco depósito de lixo nuclear pode se romper devido às mudanças climáticas

Gigantesco depósito de lixo nuclear pode se romper devido às mudanças climáticas


Um gigantesco depósito de lixo nuclear pode se romper devido às mudanças climáticas. 

terça-feira, 29 de outubro de 2019

OMS alerta para risco de pandemia que poderia matar 80 milhões de pessoas em 36 horas

OMS alerta para risco de pandemia que poderia matar 80 milhões de pessoas em 36 horas


Especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) fazem um alerta: o mundo está despreparado para os riscos crescentes de uma pandemia global.  

terça-feira, 5 de junho de 2018

Cientistas criam lente de contato capaz de emitir raios laser


Cientistas criam lente de contato capaz de emitir raios laser


Soltar raios laser pelos olhos era algo que só acontecia em gibis do Super-Homem ou dos X-Men, mas agora essa realidade pode mudar. 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Colapso da internet poderá derrubar os mercados globais


Colapso da internet poderá derrubar os mercados globais


O vice-presidente da empresa australiana de segurança informática LogRhythm, James Carder, explicou, em uma entrevista concedida à revista financeira Business Insider, que o crescimento dos ataques cibernéticos poderá causar um colapso dos mercados internacionais em 2017.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Seriado MR Robot deixa 6 observações quanto a segurança


Seriado MR Robot deixa 6 observações quanto a segurança


O cibercrime normalmente é algo com os quais a maioria das pessoas não se preocupam até se tornarem vítimas dele. No entanto, algo pode ter mudado no último ano graças a uma série de TV: Mr. Robot. O seriado americano altamente premiado se popularizou rapidamente até entre quem não é muito familiarizado com tecnologia e deu a muitos a primeira percepção de quão danoso pode ser o crime digital.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

EUA ainda usa Windows 3.1 e computadores dos anos 1970


EUA ainda usa Windows 3.1 e computadores dos anos 1970



Segundo relatório, agências governamentais dos Estados Unidos também utilizam linguagens de programação antigas e até mesmo disquetes. Agências do governo americano estão usando sistemas de TI rodando o Windows 3.1, as linguagens de programação antigas Cobol e Fortran e computadores dos anos 1970.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Russo inventa aparelho capaz de ver através das paredes


Russo inventa aparelho capaz de ver através das paredes


Uma nova invenção foi apresentada no XI Salão Internacional de Invenções Nova Era, realizado em Sebastopol, na Rússia. Trata-se de um aparelho que permite ver através das paredes.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Conheça a história dos reatores nucleares


Conheça a história dos reatores nucleares


Modelo em escala do reator de Fermi CP-1, abrigado, atualmente, na Universidade de Chicago.

A origem da energia nuclear
A energia nuclear começou embaixo de um estádio de futebol da Universidade de Chicago. Foi onde, em 1942, um grupo de cientistas liderado por Enrico Fermi criou o primeiro reator nuclear. Assim como todos os outros que se seguiram, o primeiro reator transformava átomos mais pesados em mais leves por um processo chamado de fissãonuclear, liberando grandes quantidades de energia, mais de um milhão de vezes maior do que uma reação química ordinária.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

NORMAS REGULAMENTADORAS - ABNT



NORMAS REGULAMENTADORAS - ABNT 


As Normas Regulamentadoras (NR's) são normas que possuem caráter obrigatório e devem ser observadas em todo o o território nacional, sendo seu objetivo explicitar as determinações que estão contidas nos artigos 154 a 201 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) de parâmetro técnico, às pessoas ou empresas devem atender a tudo o que diz a lei, além de observar o pactuado nas convenções coletivas sobre prevenção de acidentes. Tratam da regularização técnica sobre a segurança e a saúde do trabalho e abrangem todas as empresas e demais entidades públicas da administração direta, que possuam empregados regidas pela CLT.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Câmeras hi-tech 'preveem crimes' e alertam a polícia


Câmeras hi-tech 'preveem crimes' e alertam a polícia



As câmeras de segurança podem ser cada vez mais onipresentes nas paisagens urbanas, mas até agora só conseguem registrar a ocorrência de crimes.

Mas um programa de computador desenvolvido na Universidade de Cardiff, no Reino Unido, pode representar um passo adiante na sofisticação destes SISTEMAS DE VIGILÂNCIA.

O SOFTWARE analisa as imagens em tempo real, identifica comportamentos associados à violência e alerta a polícia que um crime está prestes a ocorrer.

A novidade é vista com bons olhos por comitês de segurança de bairros por complementar o policiamento tradicional.

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OUTRAS POSTAGENS:





sábado, 29 de junho de 2013

Pistola Taser Arma de choque elétrico – Informações


Pistola Taser  Arma de choque elétrico – Informações

Pistola Taser: A arma não letal utilizada pelos homens da polícia e que tem provocado mortes (Foto: Divulgação)

Depois da morte de dois brasileiros surge debate quanto ao uso da Pistola Taser, que imobiliza uma pessoa por meio de choque elétrico

Tecnologia para detecção de armas e drogas


Tecnologia para detecção de armas e drogas

Tecnologia que detecta armas à distância é atração em feira

O scanner ThruVision TS4, esta sendo negociado pela Digital Barriers, com empresas brasileiras para ser produzido em território brasileiro.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Óculos especiais bloqueiam reconhecimento facial por câmeras


Óculos especiais bloqueiam reconhecimento facial por câmeras

Óculos com luzes infravermelhas de LED impedem reconhecimento facial por câmeras (Foto: Divulgação/National Institute of Informatics)

Luzes infravermelhas impedem que câmeras façam identificação.
Aparelho ainda não tem data para chegar ao público.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Um Modelo de Segurança - Automóveis



UM MODELO DE SEGURANÇA - Automóveis



A indústria provoca horrorosas colisões para testar novas técnicas e equipamentos capazes de proteger melhor os passageiros. 

Quem compra um carro não espera apenas que seja veloz e econômico, mas principalmente seguro. Nos últimos 25 anos, a industria automobilística de países como os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão, vem desenvolvendo uma tecnologia voltada para dotar o veículo - ou, mais precisamente, quem o dirige - de maior proteção contra acidentes. Para isso, automóveis são testados em laboratórios, antes de enfrentar as ruas. Os acidentes controlados procuram reproduzir as condições em que um carro se encontraria no momento de um acidente real - e os possíveis efeitos sobre a lataria e os ocupantes. Estatisticamente, 80 por cento dos acidentes acontecem a menos de 50 quilômetros por hora. E desses apenas cinco em cem fazem vítimas. Mesmo assim, haja acidentes: os 50 mil mortos e os 270 mil feridos no trânsito em todo o Brasil no ano passado formam uma soma assustadora. A segurança depende sobretudo do motorista: a grande maioria dos acidentes continua sendo atribuída a falhas humanas. Quando se fala em segurança, os especialistas fazem uma distinção. Ela pode ser ativa ou passiva. A ativa engloba o chamado leito carroçável, que vai desde uma trilha no mato até uma rodovia com quatro pistas de rolamento; significa também a potência do motor para realizar ultrapassagens rápidas. Já a segurança passiva é aquela que o carro oferece em caso de acidente: uma cabine de lata que proteja os.passageiros como uma armadura.
Se o problema é proteger os passageiros, por que não fazer então um carro forte como um tanque de guerra? Um blindado certamente ficaria imune a qualquer batida, mas não livraria o motorista dos efeitos do choque. A melhor solução, verificou-se, é uma carroceria que assimile a energia liberada subitamente numa colisão, encolhendo-se como uma sanfona e afastando o perigo da cabine dos passageiros. "Hoje em dia se reclama que a lataria dos carros é muito fina, em comparação com a dos carros mais antigos", observa o engenheiro Torquato Carvalho, da GM do Brasil. "Mas quem reclama disso não percebe que as latarias antigas protegiam somente o carro, não os passageiros."
De fato, um robusto Aero-Willys, por exemplo, que marcou época no país nos anos 60, sairia ileso, praticamente, de uma colisão com qualquer carro atual. Mas transferiria o choque ao motorista, devido à inércia - ou seja, como se o próprio motorista tivesse trombado com outro veículo. A desaceleração abrupta na hora do choque pode causar danos fatais aos órgãos internos do corpo humano. Por isso, é necessário que se considere o carro uma gaiola de segurança. O impacto de uma colisão é difícil de conceber. Um corretor de seguros certa vez participou de um teste controlado, descrente dos efeitos de batidas a baixa velocidade. O resultado foi uma semana com o corpo dolorido: ele se chocara a 8 quilômetros por hora com um bloco de concreto.
Mesmo nos testes simulados, tudo se passa tão depressa que só é possível acompanhar um acidente por meio de várias câmeras de alta velocidade, que congelam a seqüência dos movimentos. Além disso, bonecos recheados de sensores eletrônicos são colocados no lugar dos passageiros para que se estudem os efeitos da aceleração e desaceleração repentinas. Sensores também são dispostos na carroceria para medir as forças que seriam transmitidas aos passageiros numa colisão de verdade. Os motoristas que não usam o cinto de segurança não sabem a que tipo de força estão sujeitos. Numa batida a 30 quilômetros por hora, por exemplo, sem o cinto, os braços e pernas do motorista descuidado teriam de suportar o impacto de nada menos de 1,5 tonelada.
Já a 50 quilômetros por hora, o esforço seria de 2 toneladas - o que até hoje nenhum halterofilista sequer sonhou levantar. Bater a essa velocidade moderada é o mesmo que cair do quinto andar de um edifício. Para frear, nessas condições, são necessários cerca de 10 metros. Num choque frontal, entretanto, esse espaço é reduzido a 50 ou 60 centímetros. Os carros modernos são construídos de forma que se calcule previamente como o veículo se amassaria em diferentes velocidades para, com esses dados, afastar a zona de impacto da cabine dos passageiros com a chamada estrutura diferenciada. Dependendo da marca, as estruturas atuais suportam choques entre 4 e 6 quilômetros por hora sem maiores danos.
Até 16 quilômetros por hora, um dispositivo conhecido como caixa de choque é eficiente para proteger a lataria. Trata-se de duas peças metálicas, descartáveis, colocadas logo atrás do pára-choque. Numa batida leve, suportam o choque, retorcendo-se fortemente, e deixam a carroceria intacta. Mas os acidentes não acontecem apenas a velocidades ciclísticas. Acima de 16 quilômetros por hora, começam a comprometer a estrutura do carro. Somente então começa o efeito de amassamento na tampa do motor, nos pára-lamas e nas rodas. Numa colisão, todas as partes sustentadoras da lataria são pressionadas e toda a parte anterior encolhe como mola para neutralizar a violência do choque - e deixar os passageiros fora de perigo. No Brasil, o teste de colisão frontal (a 50 quilômetros por hora, contra uma parede) é exigido legalmente das montadoras pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Na prática, começa-se a proteger os passageiros a partir de uma estrutura projetada de acordo com os testes de colisão, capaz de absorver choques sem machucar ninguém. A lataria é então reforçada com perfis de aço, desenhados para assimilar o máximo de energia. Internamente, são usados apenas materiais macios - e deformáveis durante um acidente. Assim, a barra da direção tem de ser retrátil, isto é, encolher com o impacto, mesmo quando a direção não é regulável. Além disso, o volante tem de quebrar sem formar lascas, para não ferir quem estiver dirigindo. Os vidros também têm a função de reter os ocupantes porque, qualquer que seja o acidente, é mais seguro ficar dentro do carro. Por outro lado, o vidro não pode ser muito resistente, para não causar grandes traumatismos em caso de batida com a cabeça.
Outro importante item básico de segurança são as portas, que não devem se abrir durante um choque ou capotamento. As travas mais recentes permitem que a porta seja aberta mesmo com a. maçaneta amassada. A forma de amassamento irá depender, além da velocidade, da maneira como a zona de impacto for projetada. Dependerá também da qualidade da lataria. Por isso, o carro mais duro poderá, visto de fora, apresentar menos danos, mas, em troca, os passageiros sofrerão mais. De qualquer forma, o fato de o carro ser mais ou menos resistente não faz diferença, pois convencionou-se que, acima de 50 quilômetros por hora, a destruição é total.
As estatísticas de acidentes mostram que 60 por cento das colisões com vítimas graves são choques frontais. Destes, dois em cada três são choques parcialmente laterais. Pois o motorista, no último instante, procura instintivamente desviar-se da batida, torcendo a direção para o lado. Por essa razão, na construção de automóveis já se raciocina com acidentes frontais lateralmente deslocados. Nesse tipo de acidente, o choque não se distribui igualmente pela superfície frontal, o que faz os carros se encaixarem como peças de um quebra-cabeça. Para melhor distribuir a pancada, os suportes do motor são construídos de forma a resistir a uma carga maior e assim manter o amassamento uniforme. Se o choque for muito violento, os suportes devem se romper, soltando o motor, para não penetrar na cabine.
A grande dor de cabeça dos fabricantes, o ponto fraco das colisões, é o choque lateral. Ali, nas portas, a zona de amassamento é extremamente curta: apenas de 25 a 40 centímetros entre a lataria da porta e o ombro do motorista, dependendo da marca do carro. O que é realmente muito pouco espaço para postes, árvores ou pára-choques alheios. Por isso, as laterais têm uma estrutura mais rígida que a frente e a traseira. A fim de minimizar os choques laterais, as carrocerias desviam as forças do choque para as colunas do carro, pelas fechaduras e dobradiças.As soleiras também assimilam parte da energia do impacto, conduzindo-a ao assoalho do carro. Para alguns construtores, já se chegou ao máximo de proteção lateral. Os aprimoramentos possíveis relacionam-se com os pontos de fixação do cinto de segurança. Mas somente afivelar o cinto não resolve - principalmente se ele estiver muito frouxo.
Os carros mais luxuosos incorporam um enrolador automático que estica o cinto em centésimos de segundo, durante uma freada mais violenta. Em alguns modelos americanos, há um dispositivo de segurança adicional: o airbag. Trata-se do conhecido saco de ar que infla instantaneamente após qualquer colisão, amortecendo o corpo do passageiro. Os airbags ainda não tiveram sua eficácia totalmente comprovada, razão pela qual não são obrigatórios em nenhum país. Como as almofadas de ar só se liberam nos acidentes em que os passageiros são lançados para a frente, já se cogita colocar airbags nas colunas das portas. Mas isso não é tarefa fácil: num choque frontal ainda se dispõe de um intervalo de pelo menos 50 milésimos de segundo, nos quais os passageiros se movimentam para a frente. Lateralmente, esse tempo se reduz a bem menos da metade. E o que é pior: a própria lateral danificada atrapalha o acionamento do airbag. Por esse motivo, muitas experiências ainda serão necessárias antes que as almofadas de ar possam proteger a região das têmporas do motorista - se é que isso é realmente possível.
A última novidade em segurança automotiva é a chamada cadeira multifuncional, desenvolvida por um fabricante alemão. Esse banco tem, entre outras maravilhas, motores para alterar as posições do encosto, do assento e do apoio de cabeça. A tudo isso soma-se um apoio lateral, um cinto de segurança de três pontos, apoiados no próprio banco: sob grande impacto, ele se movimenta para frente, diminuindo a pressão do cinto sobre o corpo, que assim é freado elástica e gradativamente.
Nenhum desses sistemas de proteção adiantará, se quem estiver ao volante não observar algumas regras básicas de segurança. Afinal, o automóvel é projetado apenas para levar passageiros e não - como muitos motoristas parecem acreditar - funcionar como um aríete sobre rodas. Roberto Salvador Scaringella, presidente do Contran, acha que a solução está na educação para o trânsito: "Não adianta projetar carros seguros se o próprio motorista não tiver segurança ao dirigir".

sábado, 12 de março de 2011

Empresa de segurança americana discutia projeto de 'supervírus'

15/02/2011 19h44 - Atualizado em 15/02/2011 19h44

Empresa de segurança americana discutia projeto de 'supervírus'
Praga seria 'quase impossível' de remover.
HBGary discutia projeto com contratada do governo.

HBGary trabalhou junto da HBGary Federal, que teve
seus e-mails hackeados. Site da HBGary Federal


segue fora do ar. (Foto: Reprodução)Uma coleção e-mails vazada da empresa de segurança HBGary após invasão do Anonymous revela um projeto de desenvolvimento de um vírus do tipo rootkit – que se camufla no sistema para dar o controle do computador a um invasor. O projeto do vírus, codinome Magenta, foi enviado por um funcionário ao cofundador da HBGary, Greg Hoglund, que o encaminhou à Farallon Research, uma empresa cujo objetivo é “conectar tecnologias comerciais avançadas e as empresas que as constroem com as necessidades do governo dos Estados Unidos”.

Não nos e-mails vazados nenhuma outra informação sobre o futuro da proposta ou se ela foi aceita. O e-mail à Farallon é datado do dia 7 de janeiro de 2011.

A proposta, encontrada entre dados vazamentos pelo site de jornalismo colaborativo Crowdleaks, explica como o código malicioso seria capaz de permanecer no sistema de tal forma que seria muito difícil detectá-lo ou removê-lo. Ele usaria “4kb ou menos” de memória e poderia aceitar comandos externos – para controlar a máquina infectada – de formas diversas, inclusive burlando firewalls.

Hoglund é o responsável pelo site Rootkit.com, conhecido por ser uma biblioteca virtual de recursos – de defesa e ataque – relacionados a pragas digitais que se camuflam no sistema e permitem ao invasor manter tudo sob controle de forma invisível, roubando dados e realizando outras atividades maliciosas.

Stuxnet
A HBGary recebeu uma cópia do Stuxnet da fabricante de antivírus McAfee. A análise dos documentos pelo Crowdleaks aponta para um possível interesse de fazer a companhia não se pronunciar publicamente o vírus, que atacou centrífugas nucleares no Irã e pode ter sido criado por agentes dos Estados Unidos e Israel.

A empresa discutia a relação do vírus com os sistemas de segurança dos Estados Unidos – apontando a vulnerabilidade de órgãos como a Administração de Segurança de Transportes (TSA).

A empresa também tinha conexões na Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA). Em um e-mail, Aaron Barr, responsável pela companhia relacionada HBGary Federal, fornece seu número de telefone a Cheryl D. Peace, que trabalha na NSA em um cargo desconhecido, mas que era diretora de cibersegurança do Departamento de Segurança Nacional dos EUA em 2004.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Mulher leva multa por não colocar a mão no corrimão

26/05/09 - 10h00 - Atualizado em 26/05/09 - 10h00

Mulher leva multa por não colocar a mão no corrimão de escada rolante
Bela Kosoian, de 38 anos, recebeu uma multa de cerca de R$ 850.
Ela criticou a punição e disse que foi tratada como uma criminosa.




Foto: Reprodução/National Post Bela Kosoian foi multada em mais de US$ 400 por não ter colocado a mão no corrimão. (Foto: Reprodução/National Post)Bela Kosoian, de 38 anos, foi multada em US$ 420 (R$ 850) por não ter colocado a mão no corrimão de uma escada rolante na estação de metrô de Montmorency, em Montreal (Canadá), segundo reportagem do jornal "National Post".

Estudante de direito internacional na Universidade de Montreal e Quebec (UQAM), Bela disse ter ficado indignada com o incidente. Ela contou que não colocou a mão no corrimão porque estava procurando o dinheiro em sua carteira para pagar a tarifa.

"Fui várias vezes ameaçada com multa se não colocasse a mão", disse a mulher, que acabou recebendo uma multa total de US$ 420 (US$ 100 por não usar o corrimão da escada rolante e US$ 320 por obstrução da Justiça).

Segundo a polícia, a mulher começou a gritar quando foi chamada atenção e não quis cumprir as normas de segurança na estação de metrô. Bela Kosoian, no entanto, rebateu a versão da polícia e diz que foi tratada como uma criminosa.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Verbas de Defesa vão beneficiar tecnologia e segurança na Web

08/05/09 - 15h22 - Atualizado em 08/05/09 - 15h25

Verbas de Defesa vão beneficiar tecnologia e segurança na Web

ATLANTA (Reuters) - À medida que o Departamento da Defesa dos Estados Unidos reformula sua capacidade militar e se equipa melhor para enfrentar operações de combate irregular, as empresas que se concentram na tecnologia de informação e em prevenir novas ameaças de segurança estarão bem posicionadas para se beneficiar.

O governo Obama esta semana solicitou ao Congresso 663,8 bilhões de dólares para o
Pentágono, que mudará de foco e passará a dedicar mais recursos a combater insurgentes do que a inimigos tradicionais.

O orçamento, que precisa de aprovação do Congresso, pode resultar no encerramento da
produção do F-22, o caça stealth da Lockheed Martin, do helicóptero presidencial VH-71 e do avião de carga militar C-17, da Boeing.

Mas também reforçaria as verbas de sistemas que coligem, monitoram e disseminam
informações, e ofereceria cobertura adicional do campo de batalha por veículos aéreos não tripulados. Também está prevista uma expansão de mais de 2,4 mil soldados no efetivos das forças de "operações especiais".

"As empresas que estão produzindo tecnologias que auxiliam os soldados no campo de batalha de maneira prática" devem se beneficiar, disse Brian Ruttenbur, analista de defesa da Morgan Keegan.

"Coisas que apresentam custos muito elevados e retornos questionáveis estão chegando ao fim", acrescentou.

Jim McAleese, um consultor de defesa, disse estar surpreso pela forte concentração da Casa Branca em cancelar cerca de 5 bilhões de dólares de verbas adicionais para armamentos em uma proposta de orçamento de guerra suplementar, quando está a ponto de apresentar um orçamento de 3,55 trilhões de dólares.

Dado o esforço para cortar programas de armas, alguns representantes do setor estão
começando a temer que "defesa talvez se torne um nome feio na Casa Branca".

Mas Alex Hamilton, diretor executivo sênior da Jesup & Lamont Securities, disse que a mudança de foco do governo Obama demonstra que as autoridades estão cada vez mais preocupadas com as operações de inteligência e a proteção de redes de computadores contra ameaças, e não com a produção de equipamentos militares mais tradicionais.