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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Visite o salão de tesouros de Tutancâmon em passeio virtual lançado pelo governo do Egito

Visite o salão de tesouros de Tutancâmon em passeio virtual lançado pelo governo do Egito


Desde que a política de isolamento social para conter o coronavírus começou, o governo do Egito lançou uma série de passeios virtuais pelos monumentos do país. 

sábado, 9 de maio de 2020

Berlim cria exposição virtual nos 75 anos do fim da Segunda Guerra

Berlim cria exposição virtual nos 75 anos do fim da Segunda Guerra


No dia 8 de maio de 1945 se encerrava um dos capítulos mais tenebrosos da história alemã. 

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Museu do Vaticano promove tour virtual pela Capela Sistina e Quartos de Rafael

Museu do Vaticano promove tour virtual pela Capela Sistina e Quartos de Rafael


Por conta da pandemia do coronavírus, diversos museus tiveram que se adaptar promovendo tour virtual. 

quarta-feira, 2 de março de 2016

Cientistas desenvolvem método de aprendizado semelhante ao de 'Matrix'


Cientistas desenvolvem método de aprendizado semelhante ao de 'Matrix'


No universo do filme "Matrix", as máquinas simulam uma realidade virtual dentro da mente dos seres humanos por meio de sinais elétricos interpretados pelo cérebro. É o mesmo método que os humanos renegados usam para fazer o download de certas habilidades para suas versões digitais dentro da Matrix.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

1ª loja física do Brasil a vender bitcoin quer levar moeda virtual para a rua


1ª loja física do Brasil a vender bitcoin quer levar moeda virtual para a rua

Casa de câmbio BitcoinToYou, em Curitiba, a primeira do Brasil a vender a moeda virtual em loja física. (Foto: Divulgação/BitcoinToYou)

Curitiba recebe casa de câmbio; venda física já ocorre em NY e Londres.
São Paulo, Brasília e Florianópolis devem receber lojas até agosto.

Criado para ser negociado pela internet, o BITCOIN começa a sair do mundo dos computadores no Brasil. A casa de câmbio BitcoinToYou abre nesta terça-feira (17) a primeira loja física do país para comprar e vender a moeda virtual.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Facebook pode criar leitor de notícias no estilo 'revista virtual', diz jornal


Facebook pode criar leitor de notícias no estilo 'revista virtual', diz jornal

Flipboard é inspiração do Facebook para criar leitor de notícias(Foto: Divulgação/Flipboard)

Rede social pode criar leitor de notícias no estilo do Flipboard.
Lançamento deve ser um pouco antes do fim do Google Reader.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Certidão de casamento virtual 'oficializa' união de casais

12/06/09 - 14h00 - Atualizado em 12/06/09 - 14h02

Certidão de casamento virtual 'oficializa' união de casais na internet
Sites usam até cerimônias de matrimônio on-line para atrair apaixonados.
Certificado diferente é opção de presente gratuito no Dia dos Namorados.




Foto: Arquivo Pessoal Lara e Miguel estão casados virtualmente há sete meses. (Foto: Arquivo Pessoal)Assim como a internet tem atuado como cupido para muitos casais, ela também ajuda na hora de reforçar o compromisso entre os enamorados. Não basta apenas se declarar “casado” nos perfis de redes sociais. O que muitos buscam é o casamento, nem que seja virtual. E como nesta sexta-feira (12) é Dia dos Namorados, os apaixonados podem surpreender os parceiros, dando um “upgrade” na relação, com um casório cibernético com direito a certidão e tudo.

Com um visual mais sóbrio do que outros sites do gênero, o VirtualVow.com se apresenta como um dos endereços mais democráticos da rede. Nele é possível casar com tudo que tenha valor sentimental para o internauta, ou seja, não só com outras pessoas, como também com animais e objetos - provando que não há barreiras para o amor.

"Não há regras oficiais, você pode casar com seus animais de estimação se assim desejar. Ou até mesmo casar seus bichinhos, ou casar com o seu carro. O amor é universal!", defende o site, que não discrimina nada nem ninguém e pode ser a opção ideal para os mais excêntricos.

A brasileira Lara Maggione, de 22 anos, e o português Miguel Sottomayor, 23, completaram sete meses de casamento virtual no último sábado (6). Para realizar a cerimônia, o casal optou pelo site russo Virtual Wedding Chapel. "Resolvemos trocar os votos porque moramos longe e queremos ficar juntos", explica Lara. "Pretendemos casar no futuro".

Foi Miguel quem apresentou a Lara esse tipo de serviço. "Eu conheci o site através do meu namorado. Como moramos longe, ele sempre procura sites do tipo para nos sentirmos próximos", conta Lara, natural de Barretos, no interior de São Paulo, que se prepara para ir morar de verdade com seu marido virtual no mês que vem.

No Virtual Wedding Chapel é possível enviar o pedido de casamento por e-mail, preencher uma petição de casamento informando os nomes dos noivos, bem como cidade e país onde moram, e se é o primeiro casamento dos dois, assim como a data e o horário escolhidos para a cerimônia. Além disso, os usuários podem escolher uma testemunha e até permitir o acesso de convidados para o casório virtual. Outra opção é o The Internet Registry of Marriage (iROM.org).

Os internautas encontram uma versão nacional do serviço no site de namoro CyberLove. Na seção "CyberCasamento" é possível conseguir uma certidão virtual. Basta digitar o nome dos noivos e clicar no botão "Cerimônia" para que a figura de um padre apareça, dando início ao que ele chama de "Sagrado Matrimônio Virtual". Após a troca de votos, os noivos são declarados "marido virtual e mulher virtual", ao som da Marcha Nupcial, podendo imprimir sua certidão de casamento cibernética. Mas o site faz questão de ressaltar que o "certificado é apenas uma brincadeira virtual".




Foto: Reprodução Cerimônia na web tem padre virtual e até Marcha Nupcial. (Foto: Reprodução) E como a união não é oficial, muita gente encontra nesses sites a oportunidade ideal para se casar com ídolos da TV, do cinema, do esporte ou da música, ou qualquer pessoa - ou coisa - que a imaginação do internauta permitir.

Porém, como nem sempre o final feliz dura para sempre - inclusive no mundo virtual -, os sites também oferecem uma seção destinada ao divórcio, em que o marido ou a mulher podem optar pela separação, informando o motivo da dissolução da união cibernética.

Alguns sites até se especializam em contar essas histórias de rompimentos amorosos, como o Relashionship Obituaries, que coleciona obituários de relacionamentos desde 2003 e terá seus "melhores" textos transformados em livro que será lançado esse mês no Reino Unido.

terça-feira, 4 de maio de 2010

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais

25/05/09 - 12h48 - Atualizado em 25/05/09 - 12h50

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais
Ataques diários levaram governo de Obama a rever estratégia do país.
Casa Branca não revela se é a favor ou contra uso das ciberarmas.

No momento em que as forças americanas no Iraque quiseram atrair membros da al-Qaeda para uma armadilha, eles hackearam computadores de um dos grupos e alteraram informações que os levaram à mira dos americanos. Quando o presidente George W. Bush ordenou novas formas de desacelerar o progresso iraniano em direção a uma bomba nuclear, no ano passado, ele aprovou um plano para um programa secreto experimental – os resultados ainda são incertos – para adentrar seus computadores e minar o projeto.

O Pentágono comissionou contratados militares para desenvolver uma réplica altamente confidencial da internet do futuro. O objetivo é simular o que seria necessário aos adversários para bloquear as estações de força, as telecomunicações e os sistemas de aviação do país, ou congelar o mercado financeiro – num esforço para construir melhores defesas contra esse tipo de ataque, assim como uma nova geração de armas on-line.

Da mesma forma como a invenção da bomba atômica modificou as operações militares e dissuasão, há 64 anos, uma nova corrida internacional começou a desenvolver armas cibernéticas e sistemas para autoproteção.

Milhares de ataques diários a sistemas computacionais federais e privados nos Estados Unidos – muitos vindos da China e da Rússia, alguns maliciosos, outros testando aberturas nos firewalls americanos – levaram o governo de Obama a rever a estratégia do país.

Pelo fato de vários aspectos do esforço americano para desenvolver ciberarmas e definir seu uso adequado permanecerem em sigilo, muitos dos agentes do governo se recusaram a falar oficialmente. A Casa Branca rechaçou várias solicitações de entrevistas e não respondeu se Obama, em termos de política, apoia ou se opõe ao uso das ciberarmas americanas.

Possibilidades
As inovações mais exóticas cogitadas permitiram a um programador do Pentágono entrar sorrateiramente num servidor de computador na Rússia ou na China, por exemplo, e destruir um "botnet" – um programa potencialmente destrutivo capaz de recrutar máquinas infectadas numa ampla rede, podendo controlá-la clandestinamente – antes de que ele chegue aos Estados Unidos.

Outra possibilidade é de as agências de inteligência americanas poderem ativar códigos maliciosos, secretamente embutidos em chips de computador quando eles são fabricados, permitindo as Estados Unidos comandar os computadores do inimigo por controle remoto, através da internet. Esse, é claro, é exatamente o tipo de ataque que os membros do governo temem que sejam lançados contra alvos americanos, geralmente através de chips ou servidores de computadores fabricados na China.

Até o momento, no entanto, não existe amplas autorizações para que as forças americanas iniciem uma ciberguerra.

Guerra virtual
A ciberguerra não seria tão letal como a guerra atômica, obviamente, nem tão visivelmente dramática. Porém, quando Mike McConnell, ex-diretor da inteligência nacional, relatou a Bush sobre a ameaça, em maio de 2007, ele argumentou que, se um único banco americano de grande porte fosse atacado, "isso teria um impacto gigantesco na economia global, maior que os dos ataques de 11 de setembro". McConnell, que deixou o cargo há três meses, alertou, no ano passado, sobre "a capacidade de ameaça a oferta de dinheiro americana ser equivalente à arma nuclear de hoje".

Os cenários apresentados por McConnell e sua coordenadora de cibersegurança, Melissa Hathaway, ao novo presidente, no ano passado, foram mais além. Eles descreveram vulnerabilidades, incluindo um ataque a Wall Street e um ao sistema de controle de tráfego aéreo da Administração Federal de Aviação. A maioria eram extrapolações de ataques já tentados.

Hoje, Hathaway é a primeira autora da ciberestratégia da Casa Branca e tem viajado por todo o país, falando em termos vagos sobre ataques recentes, e cada vez mais ousados, às redes de computadores responsáveis por manter o país em funcionamento. Membros do governo não discutem detalhes de um recente ataque à rede de transporte aéreo. Em vez disso, eles afirmam que o ataque não afetou diretamente os sistemas de tráfego aéreo.

Ainda assim, o espectro de uma ofensiva digital, capaz de cegar controladores de voo e, talvez, as redes de defesa aeroespacial militares, assombra as forças armadas e oficias da inteligência. A sorte do sistema de controle de tráfego aéreo, dizem os oficiais, é que ele é tão antigo que não está diretamente conectado à internet.

Anjo negro
Estudos, com o codinome de Anjo Negro, têm focado na possibilidade de torres de telefonia celular, comunicações de serviços de emergência e sistemas hospitalares serem destruídos, para semear o caos. No entanto, a teoria tem, com o tempo, se tornado real.

"Vimos operações de rede chinesas dentro de certas malhas elétricas", disse Joel F. Brenner, supervisor de operações de contrainteligência para Dennis Blair, sucessor de McConnell como diretor de inteligência, falando da Universidade do Texas, em Austin. "Se eu me preocupo com essas malhas, com os sistemas de controle de tráfego aérea, de abastecimento de água, e coisas do tipo? Pode apostar que sim."

Porém, a grande questão – que o governo até agora se recusa a discutir – é se a melhor defesa contra o ciberataque é o desenvolvimento de uma capacidade robusta de travar uma ciberguerra.

Fortaleza
Como descobriu rapidamente a equipe de Obama, o Pentágono e as agências de inteligência concluíram, nos últimos anos de Bush no poder, que não seria suficiente simplesmente construir firewalls mais fortes e melhores detectores de vírus, ou restringir o acesso aos próprios computadores do governo federal.

"O modelo de fortaleza simplesmente não funcionará bem para o mundo cibernético", afirmou um experiente oficial militar, participante ativo desse debate há anos. "Alguém sempre vai dar um jeito de invadir".

Esse pensamento levou a uma discussão sobre se as lições aprendidas na era nuclear – nos dias de "destruição mutuamente garantida" – se aplicam à guerra cibernética.

Entretanto, na ciberguerra, é difícil saber onde atacar, ou até mesmo quem atacar. Outras pessoas argumentam a favor de uma página da doutrina de apropriação de Bush, indo aos computadores estrangeiros a fim de destruir softwares maliciosos, antes que eles sejam liberados na corrente sanguínea digital do mundo. Porém, isso poderia corresponder a um ato de guerra. Muitos argumentam que esse é um jogo a ser perdido, pois os Estados Unidos são mais dependentes de um sistema de internet que funcione constantemente, mais, inclusive, do que muitos de seus potenciais adversários. Portanto, eles sofreriam mais prejuízos em caso de contra-ataque.

Detecção
Durante a Guerra Fria, se um míssil estratégico fosse disparado contra os Estados Unidos, telas localizadas numa montanha no Colorado seriam acesas e as forças armadas americanas teriam algum tempo para decidir se lançariam ou não um contra-ataque. Hoje, quando os computadores do Pentágono são alvos de ataque, a origem geralmente é um mistério. Sem a certeza sobre essa origem, é quase impossível elaborar um contra-ataque.

Nos raros casos onde a preparação para um ataque é detectada num sistema de computador estrangeiro, existe um debate contínuo sobre a adoção do conceito da apropriação, com todas as suas conotações da era Bush. As questões variam se um ataque on-line deve ser criado naquele sistema para, num caso extremo, destruir fisicamente aqueles computadores.

Alguns membros do governo sustentam que, se os Estados Unidos adotarem essa apropriação – e demonstrarem estar observando o desenvolvimento de ciberarmas hostis – eles poderiam começar a deter alguns ataques. Outros acreditam que isso só justificaria ataques desse tipo feitos contra os Estados Unidos.

"A Rússia e a China têm muitos hackers nacionalistas", disse um experiente oficial militar. "Eles estão muito, muito dispostos a agir por conta própria".

Oficiais do Pentágono e militares também expressam grande preocupação de que as leis e acordos envolvendo o conflito armado não tenham se atualizado em relação aos desafios da ofensiva da guerra cibernética.

Nas últimas décadas, vários limites sobre as ações têm sido aceitos – mas nem sempre praticados. Um é a proibição contra o assassinato de líderes do governo. Outra é evitar ataques direcionados a civis. Contudo, no mundo cibernético, onda a maioria dos alvos vulneráveis são civis, não existem regras ou acordos. Se uma base militar é atacada, seria uma resposta proporcional e legítima destruir a malha de energia do atacante, mesmo que isso signifique afetar hospitais, o sistema de controle de tráfego aéreo ou o sistema bancário?

"Ainda não temos esse equivalente para o mundo cibernético", afirmou um experiente membro do Departamento de Defesa, "e isso é um pouco perigoso".

sábado, 20 de março de 2010

Oracle quer comprar Virtual Iron para crescer em virtualização

13/05/09 - 19h36 - Atualizado em 13/05/09 - 19h40

Oracle quer comprar Virtual Iron para crescer em virtualização

BOSTON (Reuters) - A Oracle Corp pretende adquirir a empresa privada de software de virtualização Virtual Iron, em um passo que analistas dizem que irá pressionar a VMware Inc, a maior em um setor que cresce aceleradamente.

A Oracle, terceira maior companhia mundial de softwares, anunciou a transação nesta quarta-feira, mas não divulgou os termos do acordo ou a data de fechamento.

O acordo também ameaça tirar clientes da Citrix Systems Inc e da Microsoft Corp, as duas outras principais desenvolvedoras de softwares de virtualização, que ajudam empresas a economizar na compra de hardware e em gastos com energia e manutenção, uma vez que permitem o uso de um só equipamento para executar o trabalho de muitas máquinas.

A empresa de pesquisas de mercado Gartner estima que as vendas de softwares de virtualização devem crescer 43 por cento este ano, para 2,8 bilhões de dólares.

Analistas afirmam que a tecnologia da Virtual Iron é comparável à de seus concorrentes, mas a empresa continuou pequena devido à falta de força ou recursos para marketing.

"A Virtual Iron tem um produto sólido," afirmou a analista da Jefferies & Co, Katherine Egbert.

A Oracle, maior empresa mundial de banco de dados, tem uma das maiores forças de vendas do setor e provavelmente usará sua infraestrutura de marketing para vender produtos da Virtual Iron junto com outros softwares de negócios.

A empresa pode oferecer pacotes de produtos e descontos, além de fazer pequenas mudanças em programas de virtualização para que funcionem melhor em conjunto com banco de dados e softwares de gestão da Oracle.

"Se eu fosse a VMware, se eu fosse a Microsoft, se eu fosse a Citrix, eu estaria preocupada", disse a analista da ITIC Laura DiDio. "A mentalidade da Oracle, quando se trata de concorrentes, é muito simples: não manter prisioneiros. Eles são um concorrente muito, muito forte", acrescentou.

A tecnologia Lowell da Virtual Iron, deve aperfeiçoar programas de virtualização da Oracle lançados no final de 2007. O software, conhecido como Oracle VM, é principalmente usado em computadores com o sistema operacional Linux. Ele compete com softwares de virtualização da Red Hat Inc e da Novell Inc.