Mostrando postagens com marcador Historico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Historico. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pedra achada na Rússia indicaria supercivilização anterior à nossa. Será?


Pedra achada na Rússia indicaria supercivilização anterior à nossa. Será?


Tem uma notícia que está rolando na internet dizendo que cientistas russos fizeram uma descoberta de que teria existido na Terra uma civilização superdesenvolvida antes da Humanidade. No entanto, pelo menos por enquanto, não há registros dessa informação em nenhuma fonte de notícias conhecida, o que levanta muito a probabilidade de ser fake.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cem anos nos céus de Paris - Torre Eiffel


CEM ANOS NOS CÉUS DE PARIS - Torre Eiffel



Inaugurada em maio de 1889, a Torre Eiffel é um prodígio de engenharia e o símbolo de um tempo. Seus 300 metros ergueram as aspirações de um mundo em transformação.

No dia 15 de maio de 1989, uma das mais belas filhas da França completou a respeitável idade de 100 anos. Símbolos por excelência de Paris, como o Coliseu é de Roma e o Cristo Redentor do Rio de Janeiro, a Torre Eiffel - construção vizinha à margem esquerda do Sena, num  dos pontos mais elegantes da cidade - é também um dos símbolos característicos de um período de formidável expansão da civilização humana, na esteira da Revolução Industrial desencadeada na Inglaterra. Naquele final do século XIX, tudo era movimento e mudança, inovação e invento. Por toda parte vicejava a ordem burguesa, cujo grande edifício político começara a ser construído na Revolução de 1789 na França - em celebração da qual se decidiu erguer em Paris um marco imperecível. Para não melindrar as muitas monarquias ainda existentes, porém, optou-se por festejar o advento da República francesa longe da memória da guilhotina, valorizando mais o presente e o futuro.
Era uma idéia esculpida sob medida para um homem que encarnava em seu métier o espírito ousado da época - Gustave Eiffel, engenheiro nascido em Dijon, a terra da mostarda, no sul do país, em 1832. Monsieur Eiffel era um construtor de pontes, conhecido também pela criação de algumas obras nada convencionais, como a estrutura da Estátua da Liberdade, em Nova York, a cúpula do observatório de Nice, no sul da França - que tinha a peculiaridade de poder ser girada apenas com as mãos, devido a um genial mecanismo apoiado num lençol de água. Usando seu extraordinário talento para cálculos, concebeu pontes como se fossem kits, para serem montadas em poucas horas. Foi um sucesso de vendas, pois Eiffel era ainda um excelente homem de negócios.
Cinco anos antes do centenário da Revolução Francesa, os organizadores da Exibição Universal de Paris, de 1889 - uma exposição periódica de inventos do mundo inteiro -, tomaram a decisão de construir um monumento para honrar a data. Seria uma torre de mil pés (304,8 metros), altura que pairava como um desafio ao engenho tecnológico do tempo. Dois engenheiros da construtora Eiffel, Emile Nouguier e Maurice Koechlin, trabalhavam então no projeto de um imenso pilar de ferro - o material da moda, na época - formado por quatro bases que se encontravam no topo. Segundo seu desenho, a torre seria intercalada por plataformas metálicas, o que serviria para fixar a construção.
As plantas foram apresentadas a Eiffel. Este, embora não aparentasse maior interesse, permitiu que os dois discípulos continuassem com os estudos. A eles se juntou o arquiteto Stephen Souvestre, outro veterano da empresa, responsável por diversas modificações no projeto inicial. Para começar, Souvestre idealizou um imenso salão envidraçado que ocuparia todo o primeiro andar. O salão e as quatro colunas seriam unidos por arcos monumentais, que não só dariam impressão de maior estabilidade ao conjunto como também serviriam de portão de entrada da Exibição.
Tais alterações e, sobretudo, a possibilidade de ser o primeiro a levantar uma obra de 300 metros, despertaram a vaidade do construtor. Em março de 1885, Eiffel se apressou a exibir o projeto à Sociedade dos Engenheiros Civis. Resultado: quando o ministro do Comércio, Eduard Leckroy, abriu a concorrência para a escolha da torre, o texto deixava claro qual tinha sido a fonte de inspiração: "Sugerimos que se pense na alternativa de projetar uma torre de ferro de 300 metros de altura, com quatro pilares de base, que formem um quadrado de 125 metros de lado..."
A 12 de junho, a comissão julgadora anunciou a decisão, de resto já esperada por todos: entre setecentos projetos de 107 autores, o de Gustave Eiffel tinha sido escolhido para o monumento à Revolução. Ele receberia uma subvenção de 1,5 milhão de francos para os trabalhos, que custariam na verdade 7,8 milhões - uma dinheirama equivalente ao custo de 20 mil casas de padrão médio. O resto do orçamento deveria ser levantado pelo próprio Eiffel. Ele teria, em compensação, o direito de explorar o monumento por vinte anos. Era pegar ou largar. Eiffel pegou. O terreno doado pela Prefeitura de Paris, ficava junto aos jardins do Campo de Marte na Rive gauche. Nos dezoito meses seguintes, cinquenta engenheiros desenharam nada menos de 5 300 plantas. As 18 038 peças da torre foram pré-fabricadas, nas oficinas Lavallois-Perret, algo até então nunca tentado em obras de grande porte (nesses casos, as peças eram produzidas no local da montagem).
De 150 a 300 operários trabalharam na construção da torre propriamente dita, enquanto outros tantos fabricaram os 2,5 milhões de parafusos e o milhão de rebites que uniriam com precisão de décimos de milímetro todas as partes desse gigantesco brinquedo de montar. As vigas já subiam no tamanho certo e devidamente furadas - só os parafusos eram fixados no local. Para sustentar os quatro pilares voltados para os pontos cardeais, que deveriam repousar sob o solo num lençol arenoso, foi necessário remover 30 mil metros cúbicos de lodo, argila e terra; só isso consumiu quase meio ano de trabalho. Mais uma vez, Eiffel se mostrou revolucionário: para trabalhar no subsolo, utilizou caixas de ar comprimido que eram progressivamente empurradas até alcançar a profundidade ideal. Depois, preenchidas com cimento, serviram de fundações para a torre.
Houve quem não gostasse da idéia de espetar nos céus de Paris tão extravagante agulha de ferro. Um respeitável número de artistas, por exemplo, redigiu uma carta de protesto contra a "aberração" que "ofendia o bom gosto dos franceses". O escritor Guy de Maupassant, por exemplo, dizia tratar-se de um "esqueleto horroroso". Impassível Eiffel levou adiante seu propósito. A construção acima do solo finalmente começou a 1 de julho de 1887. A maior dificuldade era atingir o primeiro andar. A partir dali a estrutura básica estaria armada, bastando apenas, por assim dizer, empilhar algumas toneladas de traves e parafusos.
Antes disso, porém, os quatro pés eram colunas inclinadas, soltas no espaço. Foi preciso escorá-las com postes de madeira que sustentavam as caixas de areia onde as colunas de ferro se apoiavam. Estas atingiam a inclinação exata à medida que, pouco a pouco, se escoava a areia. Além disso, sob cada uma das quatro bases, foi colocado um macaco hidráulico, para ajustar a altura ideal. O resultado foi uma perfeita coincidência dos quatro pilares a 57 metros de altura - não foi preciso limar ou cortar 1 centímetro sequer. As obras, em si, logo viraram uma grande atração: parisienses, franceses de outras cidades e até estrangeiros vinham todos contemplar a colossal armação.
A perfeição do trabalho entusiasmou tanto os franceses que alguns deles se dispuseram a escalar 345 degraus, o equivalente a dezenove andares de um prédio, até uma barraca improvisada onde o exigente Eiffel e sua equipe festejavam a proeza. Seu desafio seguinte era a altura. Como não existiam guindastes capazes de içar peças a tamanha elevação, o engenheiro recorreu a um sistema inovador que, depois de imaginado, parece óbvio: a própria torre sustentaria quatro gruas a vapor para transportar as vigas.
À medida que a construção subisse, as roldanas das gruas também seriam deslocadas para andares superiores. Quatro meses depois, alcançou-se o segundo andar. 
Para que os trabalhadores não perdessem tempo subindo e descendo intermináveis escadas, Eiffel autorizou a construção de duas cantinas nas plataformas. O preço das refeições era módico: 65 centimes, pouco mais da metade do que os peões recebiam por um hora de serviço. Não obstante, e talvez motivados pela inquietação do final do trabalho, em setembro de 1888 os operários entraram em greve por melhores salários. Quatro dias parados depois, as reivindicações foram atendidas. Para Eiffel valia a pena pagar a diferença para não perder a batalha contra o tempo. Pouco mais tarde, outra greve eclodia. Dessa vez, porém, Eiffel foi inflexível: não só não aumentou os salários como também puniu de maneira peculiar os líderes do movimento, confinando-os ao primeiro andar - um humilhante rebaixamento para quem construía a grande obra de engenharia do século.
A tarefa de encaixar as milhares de peças do imenso quebra-cabeça tornava-se cada vez mais rápida: a torre afinava à medida que ganhava altura. Erguidas pelo sistema das gruas, as peças levavam em média apenas 15 minutos para alcançar a altura de 200 metros. Em fevereiro de 1889, quando a torre alcançou 264 metros, um obscuro matemático francês, cujo nome não entrou para a história, previu seu desmoronamento; naturalmente, nada aconteceu - ela se mantinha absolutamente rígida. O vento, esse sim, era uma das principais preocupações de Eiffel, construtor de uma ponte que ruiu sob um vendaval noturno. Para não correr riscos parecidos, o engenheiro desenhou a torre de maneira que resistisse a rajadas de até 250 quilômetros por hora, algo que os parisienses jamais tiveram o dissabor de ver nestes cem anos.
Mesmo nesse caso extremo, a estrutura da torre permitiria que a ponte se movesse nada menos de 70 centímetros, sem apresentar, contudo, o menor perigo (o recorde até hoje foram apenas 15 centímetros). Além do vento, também o sol influi na dança porque a face da torre diretamente exposta ao calor dos seus raios se dilata mais depressa, fazendo o conjunto se inclinar levemente na direção oposta. Hoje, um monitor de TV instalado no primeiro andar mostra aos visitantes, graças a um sistema de visualização por raios infravermelhos, como a torre oscila lá em cima.
A 31 de março de 1889, a construção estava pronta. Nos exatos dois anos, dois meses e cinco dias de trabalho, vários recordes foram batidos.
Em primeiro lugar, com seus 300,65 metros, a torre permaneceria a estrutura mais alta do mundo até a inauguração do Empire State Building, em Nova York, com 380 metros, 41 anos depois. (Atualmente, a mais alta construção é a torre da TV Nacional da Polônia, em Varsóvia com 646 metros.)
Além disso, numa época em que a segurança no trabalho era mínima, a inexistência de acidentes fatais foi um marco à parte. Enfim, trata-se, literalmente de um monumento à leveza. Perfeitamente encaixadas, devido aos impecáveis cálculos de Monsieur Eiffel, as 7 300 toneladas da torre propriamente dita exercem uma pressão de apenas 4,5 quilos por centímetro quadrado de seus pés - equivalente à pressão sobre uma cadeira exercida por uma pessoa sentada.
Mantidas as proporções reais entre altura e peso, se a Torre Eiffel medisse apenas 30 centímetros, como uma régua escolar, pesaria 7 gramas, como uma folha de papel. Ainda assim, pode suportar um total de 10 416 pessoas em suas três plataformas - e, desde que foi inaugurada, o que nunca faltou ali foi justamente muita gente. Só no primeiro ano de existência, foi visitada por 2 milhões de pessoas - pouco menos que toda a população de Paris na época. Cobrando 5 francos por uma excursão até o topo - de elevador, naturalmente - e 2 até o primeiro andar, a Sociedade da Torre, então fundada, logo arrecadou 6 milhões de francos, o suficiente não só para reembolsar os banqueiros que financiaram o engenheiro Eiffel mas também para fazer dele próprio um milionário.
Em pouco tempo, a fama do monumento e de seu autor correram mundo. O inventor americano Thomas Edison se apressou a cruzar o Atlântico e ver com os próprios olhos a nova maravilha. Eiffel, para ele, era nada menos que o "engenheiro de Deus". Os seis meses que durou a Exibição foram uma festa permanente. Eiffel, já perto dos 60 anos, tinha um prazer especial em convidar as pessoas para conhecer seus laboratórios, instalados num apartamento particular no terceiro andar do monumento. À época, ele se interessava por Astronomia, Meteorologia e Aerodinâmica, a que iria se dedicar integralmente anos depois. Para a nata da sociedade, o creme de la creme parisiense, não havia nada mais charmoso que almoçar num dos dois restaurantes do primeiro andar e comprar o diário Le Figaro no segundo, onde funcionaram a redação e as oficinas do jornal durante a mostra.
No entanto, um fantasma pairava sobre a torre - o limite de vinte anos da concessão outorgada a Eiffel. Ou seja, a partir de 1909, a inigualável torre de peças encaixadas poderia ser transformada numa montanha de sucata. Era preciso, portanto, torná-la útil para que sobrevivesse. O engenheiro, então com cerca de 70 anos, já tendo construído no Campo de Marte o primeiro túnel de vento do mundo para experimentos em Aerodinâmica, não parara de pensar no futuro de sua obra-prima. Em 1898, um certo Eugène Ducreter obtivera licença para instalar a antena de um aparelho de telégrafo sem fio no topo da torre. Eiffel logo percebeu que aí estava a garantia de longa vida para o monumento. No fim de 1903 ofereceu a torre ao Exército para a instalação dos equipamentos necessários à telegrafia militar. A oferta foi prontamente aceita.
Proporcionando uma visão de 360 graus a uma distância (em dias claros) de até 70 quilômetros, a torre possuía evidente utilidade como posto de observação militar. Por isso mesmo, ficou fechada aos civis nas duas guerras mundiais. Desde então, continua a servir como ponto de apoio a sistemas de comunicação. Em meados da década de 30 foram realizadas ali as primeiras experiências francesas com emissão de imagens - e em 1946 uma antena de TV instalada no topo elevou a altura da torre a 320 metros. Atualmente, ela pode receber e transmitir os sinais de seis emissoras de TV e dez estações FM de rádio. Passados cem anos, a majestosa construção permanece como uma das maiores atrações turísticas do mundo, visitada anualmente por cerca de 4 milhões de pessoas, que levam como souvenirs 1,5 milhão de cartões-postais e 100 mil chaveiros com o formato da torre.

O ENGENHEIRO QUE PENSAVA GRANDE

O vencedor do concurso para o monumento da Exibição Universal de 1889 era um circunspecto cavalheiro de 53 anos, frios olhos azuis, baixote e rechonchudo, autoritário por temperamento e antimonarquista por convicção. Do pai, um veterano das guerras napoleônicas, Gustave Eiffel tinha herdado o espírito sonhador e inventivo; da mãe, a verdadeira chefe da família, o senso prático e o tino para negócios. Em 1857, aos 25 anos, de posse de um diploma de engenheiro químico da École Centrale de Paris, começou a trabalhar numa fábrica de máquinas a vapor e material para ferrovias. Tão bem se saiu que, no ano seguinte, já em outro emprego, supervisionou a construção de uma ponte ferroviária sobre o rio Garonne, em Bordéus, a maior do gênero na França.
Era a primeira de uma centena de obras que lhe dariam fama e fortuna como um dos grandes construtores de pontes de seu tempo, com obras pelos quatro cantos do mundo, da Rússia à Indochina, da Áustria ao Peru. Desde os 35 anos tinha sua própria empresa de engenharia e não se distinguia exatamente pela modéstia: todo fim de ano tinha o costume de dar um retrato seu de presente à mulher, Marie Gandelet, com quem se casara aos 30 anos e com quem teria cinco filhos. Marie morreu em 1877 de doença pulmonar. Muita gente não gostava de Monsieur Eiffel. Dizia-se que não primava pela lisura nos negócios e se apropriava com muita ligeireza de idéias alheias.
Um episódio em especial deu munição aos seus inimigos. Em 1887, no mesmo ano em que a Torre começava a surgir em Paris, projetou as eclusas do canal do Panamá - o que teria sido a maior obra de sua vida, não fosse um escândalo envolvendo acusações de corrupção que estourou no ano seguinte, mal haviam começado os trabalhos. A participação de Eiffel no caso nunca ficou efetivamente provada. Mesmo assim, foi condenado a dois anos de prisão, sentença depois suspensa pelo Supremo Tribunal. Inaugurada a Torre, o autor trocou as obras pelas pesquisas ligadas à aerodinâmica. Ao morrer, em 1923, aos 91 anos, tinha a seu crédito mais de 5 mil experiências e pelo menos dois projetos futuristas: o de um túnel sob o canal da Mancha, entre a França e a Inglaterra, de 1890, e o de um avião de combate de alta velocidade, de 1917. 


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ônibus espacial Discovery é lançado rumo à sua última missão

24/02/2011 18h53 - Atualizado em 24/02/2011 19h18
Ônibus espacial Discovery é lançado rumo à sua última missão
Decolagem acontece após série de adiamentos e problemas com a nave.
Programa de ônibus espaciais da Nasa será aposentado até o final de 2011.

Após quatro meses de tentativas frustradas e adiamentos, o ônibus espacial Discovery foi lançado no Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos, partindo para sua última missão no espaço nesta quinta-feira (24), às 18h50 (horário de Brasília).

O lançamento acontece após uma série de adiamentos por conta de vazamentos, problemas elétricos e rachaduras nos tanques externos. A equipe também sofreu baixas, com a substituição do especialista Tim Kopra, que se machucou após cair da bicicleta, pelo astronauta Steve Bowen.

Após reparos no sistema de combustível do veículo, a Discovery retornou ao complexo de lançamento 39A, no Centro Espacial Kennedy, em fevereiro de 2011. Os tanques externos foram completamente abastecidos durante a manhã desta quinta-feira.

A missão STS-133 leva seis astronautas e um robo humanoide à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A equipe deve permanecer no espaço durante 11 dias, levando novos instrumentos aos posto orbital. Para instalá-los, duas caminhadas no espaço serão feitas pelos especialistas a bordo Steve Bowen e Alvin Drew.

Será a 35ª viagem de um ônibus espacial à ISS. O programa de ônibus espaciais da Nasa será aposentado até o final de 2011, com o voo final da Endeavour, na missão STS-134, e da Atlantis, que será utilizada novamente após a agência espacial norte-americana ter anunciado o fim do uso desta nave em 2010.


Da esquerda para a direita, os tripulantes da missão STS-133, a última da Discovery: Nicole Scott, Michael Barratt, Alvin Drew, Steve Bowen, Eric Boe e Steve Lindsey, comandante da tripulação (Foto: Nasa)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Em 20 anos no país, celular se torna amigo inseparável do brasileiro

28/12/2010 08h14 - Atualizado em 28/12/2010 08h36

Em 20 anos no país, celular se torna amigo inseparável do brasileiro
Hoje o Brasil tem mais celular que gente. São 190 milhões de brasileiros e 197,5 milhões de celulares.


O telefone celular está fazendo 20 anos de idade no Brasil. Já foi artigo de luxo para pouquíssima gente. Mas, duas décadas depois, já são 197,5 milhões de aparelhos no país. E pensar que muitas gerações já viveram sem ele. Como?

No Brasil de 1990, quando os primeiros celulares chegaram no país, 700 brasileiros se tornaram os primeiros assinantes da telefonia móvel. Eram proprietários de um aparelho que de portátil só tinha mesmo o nome, com uma bateria enorme e uma antena que não pegava na maioria dos lugares. Mas eram os pioneiros de uma nova forma de comunicação que ia revolucionar o jeito de falar ao telefone.

Em 1997, começaram as privatizações da telefonia. Surgiram várias operadoras no mercado, mais concorrência e tecnologia. A revolução nas comunicações já não tinha mais como parar. “Agora eu dependo do celular, estou com ele na mão porque eu estou trabalhando”, comentou uma senhora.

Hoje o Brasil tem mais celular que gente. São 190 milhões de brasileiros e 197,5 milhões de celulares. “Brasileiro virou dependente de celular, infelizmente”, diz uma carioca.

Na Região Sul, são 105 celulares por cem habitantes; no Sudeste, 111; e no Centro-Oeste, 121 aparelhos por cem habitantes . A maioria (82%) são pré-pagos e funcionam com créditos.

Até bem pouco tempo atrás, entrava-se em uma casa e via logo aquela mesinha com o telefone fixo. Hoje isso está caindo em desuso. A família da administradora imobiliária Ana Lúcia Araújo Victor há dois anos aboliu o telefone fixo e hoje tem cinco aparelhos celulares.

“As pessoas me encontram em qualquer lugar do mundo. Falo dentro do banco, falo na rua, tenho uma irmã que mora na Alemanha”, conta Ana Lúcia. “Eu falo no dia a dia com minha mãe e minhas amigas”, diz a filha.

Dos primeiros “tijolões” aos mais modernos que mandam mensagens, recebem e-mails e estão sempre conectados à internet e às redes sociais, 20 anos se passaram. Uma geração inteira se criou convivendo com essa forma de se comunicar.

“O celular acabou virando indispensável. Eu uso tem uns sete ou oito anos, ou seja, cresci com o aparelho. Então, fica mais fácil de pai e mãe encontrar”, comenta uma estudante.

“Não consigo sair de casa e deixar o celular. Eu volto para pegar, não tem como. Nem passear com cachorro eu vou sem celular”, confessa uma jovem.

“É uma joia, eu acho uma verdadeira joia”, compara um carioca. “Isso aqui é o meu amigo inseparável, amigo de bolso”, brinca um senhor.

Doador de 1º transplante de órgão bem-sucedido morre aos 79 anos

29/12/2010 16h36 - Atualizado em 29/12/2010 16h40

Doador de 1º transplante de órgão bem-sucedido morre aos 79 anos
Ronald Lee Herrick doou um rim ao seu irmão gêmeo.
Operação foi realizada no dia 23 de dezembro de 1954.


Richard Herrick, à esquerda, recebeu o rim do seu
irmão gêmeo, Ronald, em 1954. (Foto: AP)O homem que doou um rim no primeiro transplante de órgão bem-sucedido no mundo morreu na segunda-feira (27) aos 79 anos no estado americano de Maine. A saúde de Ronald Lee Herrick se deteriorou depois de uma cirurgia cardíaca realizada em outubro.

Herrick doou um rim ao seu irmão gêmeo, Richard, há 56 anos. Como eles eram gêmeos idênticos, não houve problema de rejeição.

A operação foi realizada no dia 23 de dezembro de 1954 e fez com que o irmão de Herrick vivesse por mais oito anos. O cirurgião responsável pelo transplante, Joseph Murray, ganhou um Prêmio Nobel.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

11 de Setembro foi armação de Bush ??? - Terrorismo

11 DE SETEMBRO FOI ARMAÇÃO DE BUSH?


Nos dias seguintes aos atentados contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, o mundo todo ficou com várias interrogações na cabeça: como a CIA, o FBI e todos os espiões americanos ultrabem pagos e treinados, espalhados pelo mundo afora, não conseguiram desconfiar do ataque mais letal aos Estados Unidos desde Pearl Harbour, em 1941? É lógico que teorias conspiratórias não faltaram. Umas absurdas, outras que nos fazem, no mínimo, pensar. Veja abaixo algumas delas e tire você mesmo suas conclusões.

BIN-BUSHLTDA.

Em novembro de 2001, a deputada americana Cynthia McKinney levantou a lebre dizendo em alto e bom som no Congresso que a polícia foi instruída a não investigar grupos terroristas sauditas, uma vez que eles mantinham relações comerciais com empresas ligadas ao presidente George W. Bush. E foi mais longe: disse que Bush precisava de uma guerra já que seu pai era diretor da principal fornecedora de material bélico para os Estados Unidos e iam faturar horrores com uma investida no Oriente Médio. McKinney foi tachada de traidora, perdeu a cadeira no Congresso, foi cassada e ninguém - nem jornais, nem TVs - tocou no assunto.

Só o inquieto cineasta Michael Moore foi atrás das denúncias. Fahrenheit 11 de Setembro, seu filme mais recente, mostra as ligações comerciais entre os Bin Laden e os Bush ao longo dos últimos 25 anos. Conta sobre uma reunião que Bush-filho e a família Bin Laden tiveram no Texas, meses antes dos atentados, para discutir um projeto de construção de um duto de gás natural sob o Afeganistão. Não deixa passar o fato de Bush-pai ser um dos diretores da Carlyle Group, o maior fornecedor de armamento para o exército americano - que tinha a família Bin Laden como um dos investidores.

CARRO-BOMBA

Uma outra teoria garante que o Pentágono, quartel-general das Forças Armadas americanas, não foi atingido por um Boeing 757, como divulgado, mas por um carro-bomba. A principal evidência apontada é que um avião de 100 toneladas, voando a 400 quilômetros por hora, teria feito estrago muito maior no edifício - que teve apenas um dos cinco lados danificado. Além disso, onde estariam os pedaços da fuselagem do Boeing, nunca mostrados pelos veículos de comunicação?

De fato, naquela manhã, a agência de notícias Associated Press chegou a informar que o prédio havia sido atingido por um caminhão cheio de explosivos. Logo depois, a agência corrigiu a informação e divulgou a versão oficial do governo. A hipótese de ser atingido por um carro-bomba demonstraria que os Estados Unidos são muito mais vulneráveis do que todos imaginam - e não era isso que o governo queria.

CONTROLE REMOTO

Thierry Meyssan, jornalista francês de esquerda, levantou a teoria de que o Pentágono não foi atingido por um avião, e sim por um míssil lançado por um grupo americano de extrema direita. Esse grupo defende os interesses das indústrias bélica e petrolífera, que lucrariam um absurdo com uma guerra contra o Afeganistão e o Iraque. Segundo Meyssan, Osama Bin Laden é um agente da CIA desde os anos 80, quando os Estados Unidos financiaram a resistência afegã contra a ocupação soviética, e as gravações de Laden assumindo os atentados não passam de uma manobra de desinformação. Tem mais: os aviões que atingiram o World Trade Center teriam sido guiados por controle remoto.

"ETERRORISTAS"

De acordo com o escritor americano David Icke, os atentados foram, na verdade, obra da sociedade secreta Illuminati, que supostamente foi desmantelada em 1784 pelo governo alemão. Só que, para Icke, a sociedade ainda existe e sempre foi composta por ETs reptilianos - seres híbridos, meio humanos, meio alienígenas. Bush-pai e Bush-filho, além de Saddam Hussein, são também membros da Illuminati, afirma o escritor. O jogo de RPG Illuminati - A Nova Ordem Mundial, lançado em 1995, teria previsto os ataques de 11 de setembro.

Eu acredito!

"De todas as teorias conspiratórias que ouvi desde aquela manhã de 11 de setembro de 2001, só acredito no que vi com meus próprios olhos: milhares de pessoas correndo em minha direção, enquanto eu tentava alcançar o World Trade Center. O hommo americanus é desconfiado por natureza. No instante em que o primeiro avião atingiu uma das torres, já pululavam histórias as mais fantasiosas possíveis."
Teté Ribeiro, jornalista e escritora, morava a oito quadras do WTC

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Arquivos revelam que pornô ‘Garganta profunda’ foi investigado pelo FBI

19/06/09 - 18h14 - Atualizado em 19/06/09 - 19h13

Arquivos revelam que pornô ‘Garganta profunda’ foi investigado pelo FBI
Agência federal dos EUA investigou filme pornográfico de 1972.
Arquivo do diretor Gerard Damiano no FBI tem 4.800 páginas.




Foto: Divulgação O cartaz original de 'Garganta profunda'. (Foto: Divulgação)Arquivos do FBI recém-revelados mostram que agentes em todos os Estados Unidos e no maior nível da agência investigaram “Garganta profunda” – o filme pornô de 1972, chamado de “Deep throat” em inglês – em uma tentativa vã de acabar com o que se transformou em uma mudança cultural em direção a um entretenimento mais permissivo.

Os documentos analisados pela Associated Press mostram a extensão das investigações dos agentes sobre o filme: apreensão de cópias do longa, análises de negativos em laboratórios e entrevistas com todo mundo, de atores e produtores aos mensageiros que entregavam os rolos de filme no cinema.

A estratégia falhou na tentativa de impedir que o filme se espalhasse, no que alguns viram como a vitória de uma revolução cultural e sexual e outros apenas enxergaram como decadente.

“Hoje não conseguimos imaginar autoridades de qualquer nível do governo – local, estadual ou federal – envolvidas com este tipo de perseguição a obscenidades” , diz Mark Weiner, professor de direito constitucional e historiador da Rutgers-Newark School of Law. “A história de ‘Garganta profunda’ é a história do último esforço de entidades alinhadas contra a revolução cultural e sexual e também é o advento da pornografia no mainstream”.

Mais de 4.000 páginas
Os documentos consistem em 498 páginas do arquivo do FBI sobre Gerard Damiano, que dirigiu o filme e morreu em outubro de 2008. Liberados neste mês em função de um pedido de Liberdade de Informação requisitado pela AP, são apenas uma pequena parte do arquivo original de Damiano, que tem em torno de 4.800 páginas no total. Mas de 1.000 páginas foram retidas por duplicarem outros materiais, o resumo final do arquivo ainda não foi revisado e liberado.

Várias partes dos arquivos liberados foram suprimidas, e alguns dos objetivos do FBI são imprecisos, mas a seriedade com que a agência tratou a investigação é inquestionável.

Várias autoridades disseram que o filme foi feito com dinheiro da máfia – e o próprio FBI ligou a máfia com a pornografia por anos – mas o arquivo não inclui nenhuma menção às supostas ligações.

O documento inclui memorandos trocados entre os diretores do FBI – L. Patrick Gray, William Ruckelshaus e Clarence Kelley, que sucederam, em ordem, J. Edgar Hoover – e tantos agentes de campo que parece que quase todas as grandes cidades dos EUA estavam envolvidas.

Enquanto boa parte das investigações centravam-se em Nova York, onde a maioria dos participantes do filme viviam, e Miami, onde ele foi produzido, agentes de Honolulu a Detroit se envolveram.

Nixon
Em várias páginas do documento, um checklist com os principais funcionários do FBI aparece no topo direito, com iniciais ao lado de alguns nomes. Um dos listados é W. Mark Felt, o segundo em comando do FBI cujo pseudônimo “Garganta profunda”, usado como informante no caso Watergate, veio do nome do filme. Apesar disso, nenhuma das marcações indica que ele tenha lido algum dos materiais sobre o filme que virou sinônimo do seu papel na queda da presidência de Richard Nixon.

Felt recebeu o apelido de duplo sentido porque vazou informações cruciais sobre a corrupção na administração de Nixon das “profundezas dos bastidores” para o repórter do Washington Post Bob Woodward. Sua identidade permaneceu secreta até 2005 – ele morreu em dezembro de 2008.

Além de registros investigativos a respeito de intimações, entrevistas, exibições e distribuição do filme, o arquivo de Damiano inclui vários relatórios de agentes do FBI descrevendo o filme cena a cena, e o papel específico de Damiano na investigação da agência.

O FBI nota que Damiano foi “razoavelmente cooperativo” com as investigações. Os memorandos não especificam o crime de que o diretor foi acusado, apensar de ser mencionada ao longo dos documentos a acusação de transporte interestadual de material obsceno.

Linda Lovalace
Entre as áreas do caso que foram suprimidas está uma entrevista com a estrela do filme, que na época atendia pelo pseudônimo de Linda Lovalace.

“Garganta profunda” atingiu uma fama acima de qualquer outro filme pornográfico na história e se tornou o filme adulto mais conhecido a chegar ao grande público. Foi imensamente lucrativo – custou US$ 25 mil e teve uma renda de milhões de dólares – e se transformou em expressão cultural.

Agentes de todos os níveis de governo tentaram parar as exibições e julgamentos sobre obscenidade seguiram por anos. Mas ao fim, dizem os especialistas, marca o fim da era em que o governo tentou frear as mudanças culturais.

Eugene Volokh, professor de direito na UCLA, diz que o estranhamento que se pode ter sobre a investigação feita a respeito de “Garganta profunda” é reflexo de tempos diferentes.

“Certamente hoje, com nossa atitude menos restritiva à maioria da pornografia e ao sexo nos faz pensar que é muito estranho que o governo tenha dedicados tantos esforços em fazer algo assim”, diz. “Mas as atitudes na época eram muito diferentes”.

sábado, 24 de abril de 2010

Morre uma das blogueiras mais velhas do mundo

22/05/09 - 04h07 - Atualizado em 22/05/09 - 09h19

Morre uma das blogueiras mais velhas do mundo
A espanhola Maria Amelia Lopez tinha 97 anos.
Blog foi criado com a ajuda do neto, que digitava as memórias da avó.


A espanhola Maria Amelia Lopez, que ganhou fama como uma das blogueiras mais velhas do mundo, morreu na manhã de quarta-feira (20), aos 97 anos, na província de La Coruna. Ela era responsável pelo blog A mis 95 años, criado com a ajuda do neto.

Na imagem, a espanhola Maria Amelia Lopez, de 97 anos, aparece na tela de um computador em Hong Kong. (Foto: Mike Clarke/AFP Photo ) saiba mais

A página reunia as memórias de Maria Amelia, incluindo fatos relacionados à Guerra Civil da Espanha e aos anos de ditadura do general Francisco Franco. A blogueira ditava os textos e o neto Daniel escrevia, pois ela tinha problemas na vista. Por conta da fama obtida com o site, a avó conheceu o primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero.

“Meu neto me deu esse blog no dia 23 de dezembro de 2006, quando eu tinha 95 anos, e mudou minha vida. Desde aquele dia, tive mais de 1,5 milhão de visitas de internautas dos cinco continentes”, escreveu em um post. O texto mais recente, postado pelo neto, informa sobre a morte de Maria Amelia e já tem mais de 500 comentários.

Em 2007, a avó venceu o Best Of Blogs (BOBs), o concurso de blogs da rede de televisão alemã "Deutsche Welle" (DW), na categoria em espanhol.

terça-feira, 28 de julho de 2009

ANALISANDO AS PROFECIAS - NOSTRADAMUS

ANALISANDO AS PROFECIAS - NOSTRADAMUS

Michel de Nostredame ou Miquèl de Nostradama [1], mais conhecido sob o nome de Nostradamus (Saint-Rémy-de-Provence, 14 de dezembro de 1503 ou 21 de dezembro de 1503[2] — Salon-de-Provence, 2 de julho de 1566), foi um apotecário e pretenso médico da Renascença que praticava a alquimia (como muitos dos médicos do século XVI). Ficou famoso por sua suposta capacidade de vidência. Em 1555, escreveu e lançou um livro de centúrias (As Profecias), versos codificados que seriam previsões do futuro.

Sofria de epilepsia psíquica, de gota e de insuficiência cardíaca. Morreu em 2 de julho de 1566 em Salon-de-Provence, vítima de um edema cárdio-pulmonar.


DOWNLOAD DO DOCUMENTARIO:

http://www.badongo.com/vid/243294


Infância e origens
Lugar de nascimento de Nostradamus.Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).


Época de estudante
Quando tinha 15 anos, Nostredame entrou na Universidade de Avignon para cursar o bacharelado. Depois de pouco mais de um ano, quando ele estava estudando o Trivium (gramática, retórica e lógica), teve que sair de lá por causa de uma epidemia de peste negra. Depois de deixar Avignon ele viajou pelo país por oito anos, de 1521 a 1529, em busca de ervas medicinais. Em 1529, após alguns anos como apotecário (farmacêutico), ele entrou na Universidade de Montpellier para cursar doutorado em medicina. Em 1530, ele foi expulso da universidade porque eles descobriram que ele era apotecário (e isso era proibido segundo os estatutos da universidade).[3] O documento de expulsão (BIU Montpellier, Register S 2 folio 87) ainda se encontra na biblioteca da universidade.[4] Depois da expulsão, Nostredame voltou a ser apotecário e se tornou famoso por criar uma "pílula rosa" que supostamente protegia as pessoas daquela praga por conter altas doses de vitamina C.[5]

Astronomia
Ao contrário do que muitos pensam, Nostradamus não era astrólogo, mas sim astrônomo, conforme estudos indicam. Nostradamus utilizava o conhecimento científico da astronomia, e embora fizesse previsões, as mesmas não se baseavam em fundamentos astrológicos

Casamentos
A casa de Nostradamus em Salon-de-Provence.Em 1531, Nostredame foi convidado por Julius Caesar Scaliger, um líder polímata, para ir a Agen.[6] Lá ele casou-se com uma mulher de nome ainda incerto (provavelmente Henriette d'Encausse), e teve dois filhos com ela.[7] Em 1537, sua esposa e os dois filhos morreram supostamente por causa da peste negra. Então viajou pela França e provavelmente pela Itália.[6]

Em 1545, ele ajudou o físico Louis Serre para combater um surto da praga em Marselha e depois em Salon-de-Provence e Aix-en-Provence. Depois, em 1547, casou-se com uma viúva chamada Anne Ponsarde Gemelle e teve seis filhos com ela (três filhos e três filhas).[6]

Carreira como vidente
Com seus conhecimentos sobre o ocultismo e com a sua habilidade de prever o futuro, começou a escrever uma série de almanaques anuais, sendo o primeiro lançado em 1550, e passou a utilizar o seu nome em latim, de Nostredame para Nostradamus. Quando ele lançou o livro Les Propheties (As Profecias), muitas pessoas passaram a pensar que ele era o demônio e o chamavam de herege. Mas outras classes sociais aprovaram a publicação, porque suas centúrias inspiravam profecias espirituais. Então o livro chamou a atenção de Catarina de Médicis, esposa de Henrique II de França, que era uma grande admiradora de Nostradamus, e depois ela o chamou para Paris para perguntar a ele qual seria o futuro de seus filhos através do horóscopo.


Últimos anos e morte
Tumba de Nostradamus no Collégiale St-Laurent, Salon.Em 1566, a gota se transformou em edema. Em 1 de Julho, um dia antes de morrer, Nostradamus supostamente previu a sua própria morte, dizendo ao seu secretário Jean de Chavigny: "Você não me achará vivo ao amanhecer". No dia seguinte, ele foi encontrado morto próximo de sua cama e de um banquinho (Presságio 141 [originalmente 152] em Novembro de 1567, que foi postumamente editado por Chavigny para adaptação).[8][4] Ele foi enterrado em uma capela local Franciscana (parte da capela foi depois incorporada ao agora restaurante La Brocherie) e depois foi novamente enterrado no Collégiale St-Laurent durante a Revolução Francesa, onde está enterrado até os dias de hoje.[6]


DOWNLOAD DO DOCUMENTARIO:

http://www.badongo.com/vid/243294




Retrato:


Local do nascimento:


Casa onde viveu (Salon-de-Provence):


Tumba(Collégiale St-Laurent, Salon):




PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL