Mostrando postagens com marcador alienigena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alienigena. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Etanolamina - A molécula alienígena que pode ter originado a vida na Terra

Etanolamina - A molécula alienígena que pode ter originado a vida na Terra 

Novo estudo pode ajudar a entender como os primeiros processos biológicos terrestres começaram.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Produtor revela a verdade por trás do vídeo da autópsia de um alienigena


Produtor revela a verdade por trás do vídeo da autópsia de um alienigena


Brincadeira ou realidade, o fato é que repercussão da filmagem fugiu do controle

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

E a nave vem - Discos Voadores.

E A NAVE VEM - Discos Voadores.



Pelo menos na imaginação de muita gente, os objetos voadores não-identificados são naves de outros planetas. A ciência não leva isso a sério, mas algumas aparições nunca foram bem explicadas.

Das 21 horas da segunda-feira, 19 de maio de 1986, aos dez minutos do dia seguinte, os radares da Aeronáutica registraram a presença de um objeto luminoso não-identificado nos céus do eixo Rio - São Paulo. O objeto se deslocava a velocidade supersônica e fazia manobras absolutamente impossíveis para um avião. Tão logo foi percebido, seis caças da FAB levantaram vôo para observar o estranho fenômeno.
Os pilotos disseram depois ter visto focos de luz irradiados nas cores verde e vermelha. Eles não fizeram contato com o objeto nem conseguiram explicá-lo. De uma coisa tiveram certeza: não se tratava de qualquer tipo de aeronave conhecida. Mais tarde surgiram as costumeiras hipóteses: era o planeta Vênus, era um satélite reentrando na atmosfera, era uma sonda. E, como sempre, houve quem jurasse: os sinais luminosos pertenciam a uma nave espacial de outro planeta, um disco voador.
Desde 1947, quando o piloto norte-americano Kenneth Arnold lançou a expressão disco voador, essas naves têm freqüentado, senão o espaço real, pelo menos as histórias contadas por aviadores, funcionários de aeroportos e os mais variados tipos de pessoas. Tanto que o misterioso objeto visto nos céus do Brasil em 1986 não foi um caso único no país. No dia 8 de fevereiro de 1982, uma esquadrilha da FAB tentou, sem sucesso, descobrir que objeto perseguiu um Boeing da VASP durante boa parte da viagem de Fortaleza ao Rio. A aparição foi também testemunhada pelas tripulações de dois outros jatos.
Episódios como esses entram para o alentado anedotário dos OVNIs, os objetos voadores não-identificados, que nesses últimos quarenta anos conquistaram um lugar seguro na imaginação popular, até porque tem mais graça supor que existe vida inteligente em outros planetas e que uma luz diferente no céu é uma nave cheia de marcianos do que um reles fenômeno meteorológico.
Por outro lado, como nem sempre as pessoas tomam conhecimento das explicações afinal encontradas para uma aparição misteriosa, sobrevive no ar a atraente idéia de que um OVNI é produto de alguma civilização extraterrestre. As histórias em quadrinhos, a literatura e o cinema só fizeram reforçar essa crença.
Segundo os ufologistas - palavra que veio do inglês UFO (Unidentified Flying Object) - já foram registrados 200 mil casos de objetos voadores não-identificados no mundo todo, dos quais 10 mil apenas no Brasil. Eles próprios, no entanto, tratam de separar bem as coisas. "Cerca de 90 por cento dos casos não são fenômenos ufológicos, mas fraudes ou erros de interpretação", calcula o engenheiro Claudeir Covo, fundador do Centro de Estudos e Pesquisas Ufológica de São Paulo, um dos vários grupos formais e informais de interessados no assunto existentes no país. Claudeir, um ufologista com os pés no chão, baseia suas contas nas constatações atribuídas ao ATIC (Air Technical Intelligence Center), o serviço de contra-espionagem aérea dos Estados Unidos encarregado de localizar e identificar qualquer aparelho que sobrevoe o país.
O Projeto Blue Book, ou Livro Azul, do ATIC, mostrou que quase todos os 13 mil casos de OVNIs relatados em vinte anos de estudo são na verdade fenômenos astronômicos e meteorológicos. Entre os astronômicos estão o brilho de planetas, meteoros, estrelas cadentes. Entre os meteorológicos estão os casos de auroras, fogos-de-santelmo, descargas elétricas em tempestades. Mais prosaicamente ainda, há pessoas que enxergam OVNIs onde só há aviões, balões, reflexos de holofotes, gases poluidores, satélites artificiais, mísseis - ou a combinação de qualquer um desses elementos com fenômenos da natureza. Radares, por exemplo, podem ser enganados por interferência eletrônica, reflexos de nuvens ionizadas, chuvas e diferenças de temperatura.
Outra explicação que não pode ser desconsiderada tem a ver com a mente humana. Num estudo de 1958, o psicanalista suíço Carl Jung (1875-1961) afirmou que os discos voadores seriam alucinações provocadas por ansiedades coletivas que ocorrem em períodos de crise ou tensão internacional. Seriam portanto uma versão moderna das visões de santos e demônios tão comuns na Idade Média. Segundo essa interpretação, o homem da era espacial espera ser salvo de seus problemas cotidianos não por anjos, como antigamente, mas por seres extraterrestres.
Talvez por isso, muitos ufologistas acreditam que ETs estiveram presentes quando o profeta Elias, como conta a Bíblia, subiu aos céus numa carruagem de fogo; ou quando os egípcios veneravam o Sol, representado como um disco de ouro com asas; ou, ainda, quando os persas acrescentaram a essa representação uma cauda e duas patas que, com alguma boa vontade, podem ser comparadas a trem de aterrissagem. Os ufologistas também encontram ETs nos livros da mitologia hindu que falam de discos destruidores, dotados de raios de fogo.
Com tudo isso, compreende-se por que ver um OVNI é fácil - o difícil é fazer com que alguém acredite. No Brasil, os únicos que levam tais visões a sério são os grupos de estudos ufológicos. "De cada dez pessoas que fazem parte desses grupos, treze são piradas", brinca o engenheiro eletrônico Ricardo Varela, do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), referindo-se à salada de místicos, curiosos e visionários de todo tipo que se abrigam nas sociedades ufológicas. O engenheiro Varela, que trabalha no lançamento de balões à estratosfera, até que se interessa pelos OVNIs - uma exceção no meio científico. Pois, sob o argumento de que não trata de fatos comprovados, a discussão do assunto passa ao largo das universidades e instituições de pesquisa.
Os cientistas reagem com impaciência, até mesmo com desagrado, às sugestões de estudos ufológicos. "Qualquer coisa que se disser sobre o assunto é puro chute ou crença pessoal", afirma o astrofísico Roberto Boscko, da USP.
Ele acredita que boa parte dos astrônomos pensa em disco voador "como sinônimo de pilantragem". Mas por que os OVNIs despertam uma reação tão violenta? Afinal, ver um deles não significa automaticamente entrar de sócio no fã-clube dos discos voadores - indica apenas alguma coisa incompreendida. E numa época em que satélites humanos se afastam dos limites do sistema solar com mensagens do planeta Terra, seria natural que a ciência estudasse a possibilidade de algo parecido "do lado de lá" - até para derrubar, uma a uma as histórias de discos, se for o caso.
O mistério dos OVNIs surgiu logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando Estados Unidos e União Soviética trocavam ameaças e xingamentos cada vez mais ferozes e as pessoas comuns, escaldadas pela invenção da bomba atômica pouco antes, desconfiavam seriamente que os dois lados tinham verdadeiros arsenais de armas secretas. Em junho de 1947, o piloto norte-americano Kenneth Arnold contou ter sido perseguido por uma esquadrilha de naves em formato de pires (flying saucers, ou pires voadores), quando sobrevoava o pico Rainier, de 4 300 metros, no extremo noroeste dos Estados Unidos. Não tardou para a imprensa sensacionalista projetar na imaginação popular um clima de paranóia - ou eram os russos que estavam chegando, ou eram mesmo os marcianos.
Dos Estados Unidos, a publicidade sobre os OVNIs correu mundo e animou visionários de todas as cores, credos e nacionalidades. No Brasil, os pires voadores tornaram-se discos, embora algumas vezes fossem avistados sob a forma de charutos, sondas ou bolas. Em junho de 1952, a revista O Cruzeiro eletrizou o público com relatos de supostos discos voadores fotografados na Barra da Tijuca, no Rio. Os marinheiros do navio Almirante Saldanha contaram ter visto, em 1958, vários OVNIs sobre a ilha de Trindade, na costa do Espírito Santo, quando faziam pesquisas para o Ano Geofísico Internacional. E até hoje existem pessoas que juram ter conversado com ETs, viajado em discos e ouvido mensagens telepáticas de outros planetas.
Um dos casos mais célebres em todo o mundo foi o chamado Incidente de Roswell, sobre um disco voador que teria sofrido um acidente no Estado do Novo México, nos Estados Unidos, em 1947. No acidente, teriam morrido os tripulantes, cujos corpos teriam sido levados em segredo pela Força Aérea para estudos. No começo do ano passado, ufologistas fizeram o maior alarde exibindo documentos antigos do governo dos Estados Unidos confirmando o episódio. Na verdade, provou-se meses depois que os documentos eram falsos de cabo a rabo.
Bem antes, em 1968, um estudo da Universidade de Colorado, revisto pela Academia de Ciências dos Estados Unidos, declarou oficialmente que não existem discos voadores. O astrofísico norte-americano Allen Hynek, que participou do Blue Book, não se conformou com o resultado e declarou que as pesquisas de Colorado tinham sido dirigidas a fim de apresentar uma explicação tranqüilizadora para o público. Hynek, que morreu no ano passado, era diretor do Centro de Estudos Ufológicos dos Estados Unidos, sendo considerado um dos maiores especialistas em OVNIs.
Depois, os fãs dos OVNIs como que passaram para a clandestinidade. Atualmente, eles se concentram nas sociedades de ufologistas que funcionam como verdadeiras seitas. Alguns ainda tentam explicar os fenômenos dentro dos limites da ciência acadêmica, aproveitando os conhecimentos sobre a origem da vida e as leis da natureza, com as quais os discos estariam relacionados. Outros ligam o aparecimento dos discos a fenômenos paranormais e às tradições orientais.
E, por menos que a ciência e o bom senso lhes dêem crédito, a crença em que os discos existem vai bem, obrigado. No ano passado, três livros sobre o assunto foram lançados nos Estados Unidos. Venderam como pão quente.

"Eu vi um disco voador".

O meteorologista Rubens Junqueira Vilela, professor do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP, tinha 31 anos em 1961 quando foi à Antártida pela primeira vez a bordo do navio Glacier da Marinha dos Estados Unidos. Na baia do Almirantado, ilha do Rei Jorge, onde 23 anos depois seria construída a base "Comandante Ferraz", do Brasil, Vilela teve uma experiência inesquecível. Ele mesmo conta:
"Naquele dia, 16 de março, após o jantar, subi ao convés para ver o panorama. Estávamos rodeados de montanhas formando paredões de 500 metros de altura, parcialmente cobertos de neve. Na margem, a dois quilômetros, encontrava-se uma base inglesa abandonada. O céu estava nublado, havia um vento leve e a noroeste via-se o clarão fraco e amarelado do sol poente. De repente, vimos uma estranha luz cruzar os céus. Os marinheiros gritavam, apontando para o objeto. Suas cores, formas e contornos não pareciam coisa deste mundo e não sei até hoje a que compará-las. Esse corpo luminoso multicolorido deixava um longo rastro na forma de um tubo oco de cor vermelho-alaranjada.
Subitamente dividiu-se em dois como numa explosão; cada pedaço brilhou mais intensamente com cores branco-azuladas e vermelhas e lançou raios laterais, inclinados para trás. Depois, tomou a forma de uma armação de guarda-chuva semi-aberta e desapareceu em menos de um minuto sem deixar traço. Não se ouviu nenhum ruído, as luzes não eram ofuscantes e as cores tinham tons suaves. O objeto se encontrava a cerca de 100 metros de altura e parecia ter o tamanho de um punho fechado. Deslocava-se a baixa velocidade. Passou a bombordo, de noroeste para sudeste, como se viesse de trás das montanhas da ilha.
Pensávamos que poderia ser um foguete de sinalização lançado por exploradores da ilha. Fomos investigar. Não encontramos ali sinais de vida. Mais tarde, o capitão Porter, do Glacier, registrou no diário de bordo que as luzes eram um ´meteoro ou outro fenômeno natural luminoso´. Para mim, aquilo foi um disco voador".

Dos monstros de Marte ao meigo ET

Antes de se tornar o famoso pires voador, o carro do ano dos ETs foi um "parafuso giroscópio espacial". Ele circulou nas primeiras aventuras em quadrinhos de Flash Gordon, o herói intergalático criado em 1934 por Alex Raymond. Flash Gordon e outro herói, Buck Rogers, reinaram imbatíveis nos seriados de cinema no final da década de 30, utilizando fantásticas máquinas contra os habitantes de outros planetas que vinham ameaçar esta pobre Terra.
Era a época das space operas, que voltariam a fazer sucesso nas histórias do tipo Guerra nas Estrelas. Foi também a época em que o então radialista Orson Welles transmitiu, em 1938, uma suposta invasão marciana dos Estados Unidos - na verdade uma versão de A Guerra dos Mundos, do escritor inglês H.G.Wells. A irradiação do ataque levou o pânico a milhões de ouvintes.
Desde Flash Gordon, histórias com seres de outros planetas têm sucesso quase garantido - principalmente quando se adaptam à época e ao público aos quais se destinam. Na década de 50, marcada pela guerra fria entre os Estados Unidos e a União Soviética e pelo medo de um conflito atômico entre eles, as histórias mais populares mostravam supercivilizações de seres horripilantes que tentavam nos conquistar. São desse período, por exemplo, os filmes Marte, o planeta vermelho e Os vampiros invadem a Terra. Os títulos são um autêntico sinal dos tempos.
O desenvolvimento da ciência e tecnologia na década de 60 obrigou os autores de ficção a se preocupar mais com a base científica de suas histórias. Com o aparecimento dos movimentos pacifistas e de defesa do ambiente, muitos escritores aproveitaram para criticar por tabela a poluição e a acumulação de arsenais nucleares neste mundo.
Data de 1968 o filme 2001, uma odisséia no espaço, de Stanley Kubrick, baseado num conto de Arthur C. Clarke. Uma das mais belas histórias de ficção espacial de todos os tempos, 2001 aborda a questão dos contatos extraterrestres em tempos remotos da História e a forma surpreendente como uma supercivilização condenada à morte pode se perpetuar em outra.
Os discos voadores voltaram à Terra com toda a parafernália técnica possível na década de 70 em Contatos imediatos de terceiro grau, de Steven Spielberg. Este filme, que teve a assessoria do astrofísico Allen Hynek, um dos maiores especialistas em OVNIs, acusa o governo dos Estados Unidos de esconder do público informações sobre os discos. Além disso, Contatos lança a idéia, que seria retomada em grande estilo por ET - O extraterrestre, de 1982, de visitantes do espaço não só pacíficos e encantadores como também vítimas das trapalhadas dos terráqueos. Esse espírito de auto-crítica permanece na ficção mais recente - sinal de que os homens talvez estejam ficando mais bem preparados para se enxergar como são. Os tripulantes de um disco que pousar no planeta nos dias que correm só terão a ganhar com isso.

A terra na escuta: alguém aí?

Pode ser, como querem os cientistas, que no vasto Universo onde a Terra é um ponto menos que insignificante existam muitos mundos nos quais alguma forma de vida inteligente tenha florescido - embora nada indique até agora que algum desses mundos seja um dos oito outros planetas deste sistema solar. Mesmo ao admitir a existência de civilizações extraterrestres, porém, os astrônomos acham pouco provável que seus representantes apareçam aqui um belo dia em carne e osso - se é que de carne e osso são feitos - para uma visita de boa vizinhança. Eles preferem a hipótese de um contato por ondas de rádio.
Esse contato pode ser acidental ou deliberado. Em qualquer dos casos, só se realizará se houver alguém na escuta do lado de cá. Essa é justamente a intenção do SETI (sigla em inglês de Busca de Inteligência Extraterreste), o programa da agência espacial NASA pronto para entrar em ação assim que o Congresso dos Estados Unidos autorizar - e mandar o governo pagar a conta de 100 milhões de dólares.
Trata-se de rastrear metodicamente o espaço em busca de sinais de outras civilizações, supondo, é claro, que elas ainda não tenham aposentado o rádio como meio de comunicação; ou, pior ainda, que não estejam tão fantasticamente longe da Terra a ponto de, quando sua mensagem nos alcançar, milhões de anos terem transcorrido e a civilização que a enviou nem exista mais. Numa primeira etapa, os astrônomos da NASA pretendem usar vários radiotelescópios, entre eles o maior do mundo, em Arecibo, Porto Rico, para captar sinais de oitocentas a mil estrelas a cem anos-luz de distância da Terra. Depois, literalmente, o céu será o limite.
Essa é a mais ambiciosa tentativa do homem de ouvir outros mundos. Representa também uma mudança na política de comunicação dos terráqueos - no passado recente, o homem preferia falar ao Cosmo ao invés de prestar atenção no que ele tivesse a declarar. Em 1974, um grupo de cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York, usou o radiotelescópio de Arecibo para dar um alô ao espaço. A saudação terrestre demorou quatro anos só para chegar à estrela Alfa de Centauro, a mais próxima do planeta. A demora e o custo astronômico da transmissão fizeram os cientistas abandonar a idéia de iniciar o contato.
Muito mais em conta foi encaixar mensagens em naves espaciais. A Pioneer 10 foto 193 , primeira nave a cruzar as fronteiras do sistema solar, em 1983, onze anos depois de seu lançamento, levou uma placa de ouro com desenhos explicando a localização da Terra e do sistema solar, além das figuras de um homem e uma mulher. A Voyager 2, lançada em 1977, que deverá sobrevoar Netuno em agosto de 1989, leva uma mensagem bem mais elaborada.
Um disco com duas horas de duração traz a gravação do choro de um bebê, gritos de uma baleia, lançamento de um foguete, estrondo de uma avalanche e o estalo de um beijo. Há saudações em 54 idiomas, entre os quais o português ("Paz e felicidade para todos"), trechos de músicas, desde os clássicos ao rock "Johnny B. Goode", de Chuck Berry. Resta saber o que um eventual ouvinte de outros planetas achará de nós depois desse clip.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os ETs caem no samba

OS ETS CAEM NO SAMBA



Alienígenas levados para autópsia na Universidade de Campinas, abduções na Amazônia, espaçonaves perseguidas pela Força Aérea Brasileira nos céus do Rio de Janeiro. Será que algum autor de novela resolveu apelar para aumentar a audiência no horário nobre? A comunidade ufóloga brasileira garante que todos os fatos acima são reais. Ou você achou que era só em Roswell, nos Estados Unidos - ou em Hollywood - que apareciam ETs? Marco Antônio Petit, presidente da Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (Afeu) e co-editor da revista UFO (sigla em inglês para Unidentified Flying Object, ou objeto voador não-identificado), por exemplo, acredita que nossos militares são tão eficazes quanto os americanos na hora de acobertar evidências de OVNIs e sonegar informações à população. Para ele, o silêncio dos governos mundiais sobre visitas alienígenas costuma ter duas razões: evitar o pânico e monopolizar o aprendizado com a tecnologia avançada dessas civilizações. O governo, por sua vez, diz que não libera informações porque elas não existem - ou então são insuficientes para qualquer conclusão.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Como os Terráqueos são Abduzidos - OVNI

COMO OS TERRÁQUEOS SÃO ABDUZIDOS?


Abduzir uma pessoa, dizem os principais dicionários da língua portuguesa, significa desviá-la, afastá-la de algum lugar. Nos dicionários da ufologia moderna, porém, abdução alienígena é o nome que se dá ao seqüestro e abuso físico de seres humanos por extraterrestres - ou seja, quando um de nós é afastado do planeta para servir como experimento de outro mundo.

Parece estranho? Pode ser. Mas tem gente demais no mundo que jura de pés juntos que já foi abduzido, o que é coisa para se pensar. Um estudo desenvolvido pelo cientista americano Budd Hopkins, autor do livro Intruders "Intrusos", afirma que 2% da população mundial diz já ter sido vítima desse tipo de contato. Outra pesquisa americana recente afirma que mais de 4 milhões de pessoas dizem a mesmíssima coisa.

O mais intrigante é que os relatos são bem parecidos. Em geral, as descrições são mais ou menos assim: a pessoa diz ter visto uma luz forte e, em seguida, ter sido levada por essa luz para dentro de uma nave. Lá, estranhos seres a teriam submetido a exames clínicos. Depois, normalmente, a vítima não consegue se lembrar conscientemente do processo que sofreu - ela só conta hipnotizada. Mas é comum a pessoa apresentar sinais físicos, como perfurações, marcas de retirada de sangue e até supostos implantes.

BARNEY E BETTY

O primeiro caso de abdução que ganhou notoriedade mundial foi o do casal americano Barney e Betty Hill, que ocorreu em setembro de 1961, durante uma viagem de carro. Eles voltavam de suas férias no Canadá quando, de repente, viram umas luzes diferentes no céu fazendo movimentos zigue-zague. O objeto estranho se aproximou e, subitamente, o casal ouviu um ruído misterioso, aparentemente eletrônico, que repercutiu na lataria do carro. Betty e Barney teriam sido tomados por uma sensação de formigamento, seguida de uma sonolência forte. Ainda meio tontos, já próximos de casa, não souberam explicar como tinham percorrido as últimas 35 milhas. Ao chegarem, perceberam que suas roupas estavam rasgadas e os sapatos arranhados. Barney sentia dor na nuca.

Sem conseguir dormir direito, o casal procurou o Comitê Nacional de Investigação de Fenômenos Aéreos. Percebendo um bloqueio nas suas lembranças, os oficiais chamaram um psiquiatra para conduzir o processo de hipnose. As revelações do casal em transe foram assustadoras: eles teriam sido retirados de seu carro por seres humanóides e submetidos a diversos exames. Barney teria tido um aparelho colocado em seu abdômen. Tempos depois do episódio, inclusive, misteriosas marcas dispostas em círculos apareceram em sua barriga. Em outro ambiente da nave, Betty teria conseguido comunicar-se com o líder alienígena, que mostrou-lhe um mapa celeste para dizer de onde vinha. Betty desenhou com riqueza de detalhes o tal mapa. Ela lembrou-se ainda de que os seres retiraram a dentadura da boca de Barney e perguntaram por que seus dentes não saíam como os dele. Betty tentou fazê-lo entender que aquilo era postiço e que as pessoas costumam usar dentadura quando ficam velhas. O alien quis saber o que era "velho" e Betty tentou explicar-lhe como os humanos contavam a passagem de tempo.

O CASO ELBA

No Brasil, desde o caso do agricultor Antonio Villas-Boas, em 1957, que diz ter sido abduzido e obrigado a transar com uma ET dentro de uma nave, há diversos relatos de abdução. Um dos mais recentes foi o da cantora Elba Ramalho, que, em 2001, revelou ter sido abduzida diversas vezes. Ela teria dito para a revista Veja, que teve um microchip implantado por extraterrestres, e que ele depois foi retirado por "seres celestiais ultrassupraluminosos". As piadas foram tantas, que ela decidiu negar tudo e processar a revista. Já a cantora Suzana Alves, a Tiazinha, fez estardalhaço divulgando um vídeo do que ela dizia ser um disco voador sobre São Paulo. Na verdade, era apenas o dirigível da Goodyear.

Eu acredito!

"Não existe realidade, só existe a percepção da realidade. Se milhões de pessoas acreditam que foram abduzidas e violentadas por alienígenas - e são quase 4 milhões de supostas vítimas só nos Estados Unidos! -, elas FORAM abduzidas e violentadas. Se as pessoas acreditam na existência de uma conspiração, a conspiração É real. Os ETs estão aí e só não vê quem não quer."
Edson Aran, autor de Conspirações - Tudo O Que Não Querem que Você Saiba

Medo de ser abudzido?

Pensando no conforto e na tranqüilidade cósmica da raça humana, o professor norte-americano Michael Menkin criou o fantástico Screen Helmet, um capacete capaz de repelir homens voadores do espaço. Menkin, de 61 anos, que colabora com a Nasa desde 1970, resolveu dar um basta nas abduções com seu aparelho feito de espuma utilizada para transporte e proteção mecânica de componentes eletrônicos. Cada Screen Helmet custa US$ 35 - até agora, com quatro anos no mercado, Menkin já vendeu 45 capacetes. Veja o que diz ele nesta entrevista:

Como funciona o Screen Helmet?

Ele bloqueia qualquer tipo de controle mental alienígena. Todos os abduzidos foram paralisados, congelados mentalmente pelos ETs. Isso facilita a captura de humanos, que são levados para o espaço, sendo cobaias de brutais experimentos.

Quanto tempo é preciso ficar com o capacete na cabeça?

O tempo todo. Os ETs ficam ainda mais irritados com quem usa o capacete. Quando eles não conseguem controlar a pessoa telepaticamente, gostam de partir para a agressão física. Tenho dois clientes que usaram os capacetes durante meses. Esqueceram-se de usar apenas uma noite, os ETs perceberam, os dominaram e os espancaram com muita raiva.

Você mesmo já testou o capacete?

Não. Mas eu já recebi relatos de mais de 35 pessoas que o testaram. E que foram salvas de sofrerem abdução graças ao capacete.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Somos todos Alienígenas

SOMOS TODOS ALIENÍGENAS



Do pó viemos e ao pó voltaremos. Chandra Wickramasinghe, diretor do centro de astrobiologia da Universidade de Cardiff, no País de Gales, enxerga precisão científica na célebre passagem bíblica - pelo menos no que diz respeito à origem da vida. Para ele e sua equipe de pesquisadores, nossa existência na Terra só pode ser entendida como parte de um processo que aconteceria Universo afora: partículas microscópicas que flutuam no cosmo, os grãos de poeira interestrelar, carregando bactérias capazes de semear a vida pelo espaço.

Chandra e seu colega Fred Hoyle são os principais defensores da teoria da ascendência cósmica. Os astrônomos acreditam que a vida não surgiu em nosso planeta, mas chegou aqui importada de algum lugar do Universo. A viagem teria sido feita de carona num cometa, que colidiu com a Terra ou então espalhou bactérias que encontraram aqui condições ideais para se reproduzir e evoluir. Para Chandra, entender o surgimento da vida dessa maneira, e em escala universal, faz muito mais sentido do que aceitar que a Terra, um minúsculo lugar do cosmo, foi o cenário de um milagre de raro paralelo: a transformação da matéria em vida. Pois é exatamente nessa possibilidade que se baseia a teoria da sopa primordial, atualmente aceita pela maior parte dos especialistas na evolução do planeta.

Resposta definitiva até hoje ninguém conseguiu apresentar. A ascendência cósmica é, na verdade, extensão de uma teoria clássica conhecida como panspermia (literalmente, sementes em todo lugar), defendida pelo filósofo grego Anaxágonas, para quem o Universo é um espaço cheio de vida. A comunidade científica, no entanto, parece ter simpatizado mais com a idéia da geração espontânea, proposta por Aristóteles, e que dá respaldo à sopa primordial. Para eles, a vida terráquea surgiu de um oceano quente e rico em nutrientes que teria originado as primeiras moléculas orgânicas, há 4 bilhões de anos. Chandra explicou à Super por que nada pode ter saído desse caldeirão sem a adição de ingredientes externos.

Quais são as principais falhas presentes na teoria da sopa primordial?
Não existe nenhuma prova empírica para essa teoria. Ela é totalmente hipotética. A transformação de uma matéria não-viva em estrutura viva simples, tendo como base qualquer estimativa razoável, é astronomicamente improvável. Presumir que esse milagre aconteu justamente na Terra é um pensamento pré-Copérnico, anterior ao século 16, quando acreditávamos que éramos o centro do Universo. A evidência mais antiga de vida terrestre tem 4 bilhões de anos, um tempo em que o planeta era constantemente bombardeado por cometas. Uma sopa primordial teria dificuldades para se desenvolver nessas condições, mas a vida pode ter sido trazida pelos cometas. A teoria da ascendência cósmica se baseia em métodos científicos reconhecidos - Louis Pasteur provou, no século 19, que a vida é sempre derivada de outra vida.

Se não faz sentido acreditar que a vida surgiu espontaneamente na Terra, qual foi o processo que deu origem a ela em outro lugar do Universo?
A transformação de matéria inorgânica em microorganismos primitivos só poderia ter acontecido em escala cosmológica. Foram necessários todos os recursos de todas as galáxias do Universo para que um evento improvável como esse ocorresse. Mas, uma vez que isso tenha acontecido, a conexão vida-vida de Pasteur, a replicação e o poder de sobrevivência desses micróbios se encarregariam do resto. Não há necessidade de a vida aparecer mais que uma única vez. A ascendência cósmica lida com duas opções. A primeira delas é que, dada uma escala de tempo aberta e acesso a uma quantidade infinita de material carbonoso, a vida pode surgir espontaneamente. A segunda é que, no caso de termos um Universo finito em idade e tamanho, não descartamos a existência de um ato inteligente de criação da primeira vida.

Um ato inteligente de criação significa que Deus ou alguma forma de força superior criou a vida, em qualquer lugar que ela tenha surgido?
A hipótese de um milagre ter acontecido na Terra, um lugar minúsculo dentro do cosmo, representaria um evento único, que colocaria nosso planeta no centro do Universo. Visto assim, temos uma posição pré-Copérnico que é inaceitável. Devemos examinar racionalmente as diferentes opções para saber qual delas é mais razoável: o surgimento da vida na Terra ou no Universo como um todo.

Você acredita na existência de vida inteligente em outros planetas?
Claro que sim. A inteligência é resultado da união das peças certas de unidades cósmicas. Em algum estágio desse processo de montagem do Universo ela surgirá, inevitavelmente. Assim, eu não posso acreditar que a Terra seja a única ilha de inteligência do Universo.

Como uma bactéria pode ser capaz de chegar a um cometa e manter-se viva lá durante uma viagem espacial que pode durar milhões de anos?
Cometas recolhem bactérias vivas em nuvens interestelares durante a formação de estrelas e planetas. Em sua fase inicial, esses cometas têm um núcleo líquido e morno que facilita a multiplicação de bactérias, que podem semear a vida em lugares como a Terra ou então ser expelidas de volta ao espaço. Uma bactéria descoberta recentemente no estado americano do Novo México sobreviveu 250 milhões de anos dentro de um cristal de sal. Protegidas em pequenas pedras e pedaços de gelo, as bactérias podem durar uma eternidade.

Existe alguma prova irrefutável que confirme a teoria da ascendência cósmica?
Estamos próximos de descobrir que cometas de fato carregam microorganismos. Um trabalho recente feito em colaboração com cientistas indianos trouxe fortes indícios de que existem microorganismos derivados de cometas na alta estratosfera. Outros trabalhos na mesma linha estão em andamento e em breve teremos provas concretas de nossa ascendência cósmica. Todos os indícios sobre o espectro das poeiras interestelares e de cometas mostram semelhanças com bactérias. Acredito que temos uma espécie de galáxia grávida de vida cósmica.

A descoberta da existência de água em Marte influencia suas pesquisas?
É curioso ver a incrível resistência da comunidade científica em aceitar o parecer do Dr. Gilbert Levin, chefe de pesquisas da expedição Viking, que foi a Marte em 1976. Na época, ele e sua equipe descobriram evidências de vida microbial que nunca foram levadas a sério. Sim, água é certamente um ótimo indicador de condições apropriadas para a vida, mas temos muitas outras evidências que os cientistas se mostram relutantes em admitir. A recente descoberta de metano e hidrogênio na atmosfera marciana é um claro indício de vida. Se acontecesse em qualquer lugar da Terra, essa combinação certamente provaria um processo de fermentação. Mas, como foi em Marte, estão procurando outras explicações, como atividade vulcânica, algo que me parece duvidoso. Há um medo inato em descobrir outros tipos de vida. Quase como o medo de se deparar com um alien.

A comunidade científica em geral ainda olha com desdém a teoria da ascendência cósmica. Como isso o afeta?
Acho que opiniões não são importantes a longo prazo. Eu e meu colega, Sir Fred Hoyle, temos trilhado o caminho das observações e dos fatos. O Universo sempre terá a palavra final.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

DROPA - O Roswell da China - UFO - OVNI

DROPA - O Roswell da China - UFO - OVNI

Uma descoberta vinda das profundezas das montanhas da China. Discos de pedras de 12.000 anos com uma mensagem gravada por extraterrestres chamados Dropa. Alguns acreditam nesta história fantástica. "Foi um pouso forçado de alienígenas". Os alienígenas teriam visitado a China no passado? Existia uma conexão com as visões recentes de OVNIS? Estará o governo Chinês escondendo provas de um contato extraterrestre? "A história das pedras é o caso mais estranho de OVNIs que já ouvi". Acompanhe-nos, enquantos vamos em busca de provas e estudamos o Roswell Chinês.



DOWNLOAD DO DOCUMENTARIO (CASO DROPA):
HISTORIAS SOBRE OVNIS QUE FALAM SOBRE VISITANTES CHAMADOS DROPA.

http://www.badongo.com/pt/file/2391258




PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Alien, o 8º Passageiro - FILME

ALIEN, O 8º PASSAGEIRO - FILME DE 1979

Uma nave espacial rumo à Terra se vê às voltas com um estranho e mortal ser alienígena. Com direção de Ridley Scott (Gladiador) e Sigourney Weaver, Tom Skerritt e Ian Holm no elenco. Vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Especiais.

Ficha Técnica:
Título Original: Alien
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1979
Site Oficial: www.alien-movies.com
Estúdio: 20th Century Fox / Brandywine Productions Ltd.
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Ridley Scott
Roteiro: Dan O'Bannon, baseado em estória de Ronald Shusett e Dan O'Bannon
Produção: Gordon Carroll, David Giler e Walter Hill
Música: Jerry Goldsmith
Direção de Fotografia: Derek Vanlint
Desenho de Produção: Michael Seymour
Direção de Arte: Roger Christian e Leslie Dilley
Figurino: John Mollo
Edição: Terry Rawlings e Peter Weatherley

Elenco:
Tom Skerritt (Dallas)
Sigourney Weaver (Ripley)
Veronica Cartwright (Lambert)
Harry Dean Stanton (Brett)
John Hurt (Kane)
Ian Holm (Ash)
Yaphet Kotto (Parker)
Eddie Powell (Alien)


Sinopse:
Nave espacial, ao retornar à Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteróide. Ao investigarem o local, um dos tripulantes é atacado por um estranho ser. Mas o que parecia ser um ataque isolado, se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.


Premiações:
- Ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Especiais, além de ter sido indicado como Melhor Direção de Arte.

- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora.

Curiosidades:
- Inicialmente, o diretor de Alien, O 8º Passageiro seria Walter Hill, que posteriormente desistiu do projeto, abrindo espaço para a contratação de Ridley Scott.

- Uma das primeiras versões do roteiro tratava a personagem Ripley como um homem.

- O roteiro original previa uma cena de sexo entre Ripley e Dallas, mas esta cena não foi rodada durante as filmagens.

- Originalmente a Tenente Ripley seria interpretada por Veronica Cartwright, mas os produtores decidiram depois substituí-la por Sigourney Weaver.

- A face frontal da cabeça do Alien foi feita inspirada em um crânio humano.

- Seguido por Aliens, O Resgate (1986), Alien 3 (1992) e Alien - A Ressurreição (1997).

- O personagem Alien aparece também em Alien vs. Predador (2005) e Alien vs. Predador 2 (2007).




DOWNLOAD DO FILME
Uma nave espacial rumo à Terra se vê às voltas com um estranho e mortal ser alienígena.
http://www.badongo.com/pt/file/2028132


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

Documentarios para DOWNLOAD

DISCO VIRTUAL