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terça-feira, 11 de março de 2014

Os número não mentem jamais. Será ? Estatística

OS NÚMEROS NÃO MENTEM JAMAIS. SERÁ? Estatística


"Fulano está com 34% de intenções de voto".
"Fome atinge 32 milhões de brasileiros".
"São realizados 4 milhões de abortos por ano no Brasil".

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Boas novas sobre o Câncer - Medicina


BOAS NOVAS SOBRE O CÂNCER - Medicina


Drogas mais poderosas, coquetéis de medicamentos, mais eficientes equipamentos, combinação de quimio e radioterapia. Com essas armas, os médicos bloqueiam a doença e garantem: nem mesmo a metástase representa hoje uma sentença de morte irrecorrível. 

domingo, 23 de janeiro de 2011

A vida em perigo - Extinção

A VIDA EM PERIGO

Com 4,5 bilhões de anos, a Terra está passando pela pior devastação da vida animal em sua história. Apenas nos últimos 500 anos, 608 animais desapareceram do planeta, 311 deles vertebrados. A maioria foi extinta pela interferência do homem na natureza: destruição de ecossistemas, caça e pesca predatórias, introdução de espécies estranhas aos habitats e substituição de florestas por plantações. Essa triste estatística indica que, a partir da chegada dos colonizadores europeus ao Novo Mundo, uma espécie sumiu a cada dez meses. A taxa de extinção de animais no século 20 é cem vezes maior do que antes do século 15.

A devastação por classes de animais

Aves
9 932 espécies conhecidas
1194 ameaçadas
129 extintas

Mamíferos
4 842 espécies conhecidas
1 130 ameaçadas
74 extintas

Répteis
8 134 espécies conhecidas
293 ameaçadas
21 extintas

Anfíbios
5 578 espécies conhecidas
157 ameaçadas
7 extintas

Peixes
28 100 espécies conhecidas
750 ameaçadas
80 extintas

Fontes: União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Humanos (IUCN), Worldwatch Institute (WWI) e World Widelife Fund for Nature (WWF)


O estrago por continentes

Europa
892 espécies ameaçadas
19 extintas

América do Norte
356 espécies ameaçadas
245 extintas

América Central
1 074 espécies ameaçadas
76 extintas

América do Sul
1 111 espécies ameaçadas
13 extintas

África
1 949 espécies ameaçadas
234 extintas

Oceania
841 espécies ameaçadas
171 extintas

Ásia
3 207 espécies ameaçadas
33 extintas

*Algumas espécies vivem em mais de um continente. Por isso, a soma por continente é maior do que a soma por classe taxonômica

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Homens são 83% do total de mortos em acidentes e homicídios no país

14/12/2010 12h09 - Atualizado em 14/12/2010 12h13

Homens são 83% do total de mortos em acidentes e homicídios no país
Sexo masculino corre cinco vezes mais risco de morrer de forma violenta.
Eles também são maioria entre o número de internações.



O sexo masculino representou 83,1% do total de vítimas fatais em acidentes e homicídios em 2008, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (14). Homens também estão entre os feridos que mais necessitaram de internação hospitalar, respondendo por 70,3% dos casos.

As chamadas "causas externas" representaram 12% do total de óbitos no país naquele ano. Foi a terceira maior causa de morte no Brasil, perdendo apenas doenças crônicas como as do aparelho circulatório e os casos de câncer.

Os dados estão presentes no "Saúde Brasil 2009", publicação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Ao todo, foram 133.644 mortes por causas externas de um total de 1.066.842 óbitos declarados há dois anos.

Para o diretor do Departamento de Análise de Situação da Saúde, Otaliba Libânio de Morais Neto, o desafio para o combate da mortandade por acidentes e homicídios é permanente para profissionais de saúde e há uma crescente demanda por serviços públicos para atendimento de emergências.

Homens x mulheres
Na comparação entre os gêneros, o risco de óbito foi 5,1 maior para homens do que mulheres quando a causa foi externa no período considerado pela pesquisa. Agressões (40,6%) foram a principal forma de morrer entre integrantes do sexo masculino, especialmente quando armas de fogo estiveram envolvidas (29,4% das mortes por agressão).

Acidentes de trânsito responderam por 26,9% dos acidentes de trânsito fatais com homens.

Segundo os dados da SVS, a taxa de morte por acidentes e homicídios é até quatro vezes maior entre homens entre 20 até 29 anos na comparação com mulheres na mesma faixa etária. Em 2008, foram 43.886 homens mortos neste grupo contra 10.786 pessoas do sexo feminino.

Consideradas todas as idades e todas as formas de morte, homens correm risco 40% maior de óbito, de acordo com as informações do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), ligado ao Ministério da Saúde.

domingo, 5 de setembro de 2010

Consumidor se diz mais satisfeito quando atendido por branco

30/06/09 - 09h30 - Atualizado em 30/06/09 - 09h30

Consumidor se diz mais satisfeito quando atendido por branco, diz estudo
Pesquisa mostra racismo oculto até durante as compras.
Médico branco também foi melhor avaliado por pacientes.

Um novo estudo sugere que as pessoas concedem avaliações mais altas de satisfação do consumidor a homens brancos do que a mulheres e membros de minorias, mesmo quando seu desempenho é o mesmo.

No estudo, a ser publicado na próxima edição da revista "The Academy of Management Journal", pesquisadores dividiram 86 estudantes de faculdade em três grupos, e mostraram a cada grupo um entre três vídeos com um encontro de cliente e consumidor numa livraria. Tudo era idêntico – roteiro, ambientação e ângulos de câmera –, exceto pela identidade do vendedor: mulher branca em um dos vídeos, um homem negro em outro, um homem branco no terceiro. Havia um número substancial de mulheres e não-brancos em cada grupo, mas os estudantes classificaram o desempenho do homem branco como o melhor.

Num segundo teste, cerca de 12 mil pacientes de um plano de saúde de manutenção avaliaram seus médicos. A Organização de Manutenção da Saúde avaliou seus médicos através de medidas objetivas – como o número de procedimentos salutares discutidos pelo profissional –, mas não houve relação entre as duas avaliações, com uma exceção. O número de e-mails de follow-up que o médico enviava ao paciente aumentava sua avaliação, mas somente quando o médico era um homem branco.

“As descobertas sugerem que o cliente está sempre errado”, disse David R. Hekman, o principal autor e professor-assistente de gerenciamento na Universidade de Wisconsin. “Todas as pessoas – brancos, negros, homens, mulheres – acham que o homem branco tem mais valor. Alguém precisa avisar os consumidores sobre seus preconceitos."