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terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Brasileiro é condenado por postar conteúdo Neonazista em Rede Social Russa

Brasileiro é condenado por postar conteúdo Neonazista em Rede Social Russa

Durante as investigações, a PF localizou as origens das postagens em um dispositivo em Itapecerica da Serra.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O Cortiço - Parte 5 de 5 - Aluísio Azevedo


O Cortiço - Parte 5 de 5 - Aluísio Azevedo

O Cortiço - Aluísio Azevedo





Pátio, disformes, horrorosos, e jaziam entre duas velas acesas, ao 
relento, à espera do carro da Misericórdia. Entrava gente da rua para os 
ver; descobriam-se defronte deles, e alguns curiosos lançavam 
piedosamente uma moeda de cobre no prato que, aos pés dos dois 
defuntos, recebia a esmola para a mortalha. 

(SEGUE ABAIXO A PARTE FINAL DESTA OBRA COMPLETA)


O Cortiço - Parte 4 de 5 - Aluísio Azevedo


O Cortiço - Parte 4 de 5 - Aluísio Azevedo

O Cortiço - Aluísio Azevedo




Que nunca daria de si ao marido que ia ter uma companheira amiga, leal 
e dedicada; pressentiu que nunca o respeitaria sinceramente como a um 
ser superior por quem damos a vida; que nunca lhe votaria entusiasmo, 
e por conseguinte nunca lhe teria amor; desse de que ela se sentia capaz 
de amar alguém, se na terra houvera homens dignos disso. 

O Cortiço - Parte 3 de 5 - Aluísio Azevedo


O Cortiço - Parte 3 de 5 - Aluísio Azevedo

O Cortiço - Aluísio Azevedo




O patrão, meneando a cabeça. Muito bem! Pois agora é tomar conta da 
fazenda e, como não gosto de caixeiros amigados, pode procurar 
arranjo noutra parte!...

O Cortiço - Parte 2 de 5 - Aluísio Azevedo

O Cortiço - Parte 2 de 5 - Aluísio Azevedo

O Cortiço - Aluísio Azevedo





fregueses de roupa, apesar daquela mudança para Botafogo, não a 
deixaram quase todos.

O Cortiço - Parte 1 de 5 - Aluísio Azevedo


O Cortiço - Parte 1 de 5 - Aluísio Azevedo

O Cortiço - Aluísio Azevedo


Tendo como cenário uma habitação coletiva, o romance difunde as teses naturalistas, que explicam o comportamento dos personagens com base na influência do meio, da raça e do momento histórico.

(SEGUE ABAIXO OBRA COMPLETA DIVIDIDA EM 5 POSTAGENS)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Robôs inteligentes podem levar ao fim da raça humana - diz Stephen Hawking


Robôs inteligentes podem levar ao fim da raça humana - diz Stephen Hawking


O físico britânico Stephen Hawking está causando novamente. Em entrevista à rede BBC, ele alertou para os perigos do desenvolvimento de máquinas superinteligentes. 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Múmia de menino inca revela nova linhagem da raça humana


Múmia de menino inca revela nova linhagem da raça humana


O estudo de DNA realizado na múmia de um menino inca, sacrificado por volta do ano de 1500 revelou uma nova linhagem genética da raça humana. Estudos arqueológicos anteriores indicaram que o menino poderia ter sido sacrificado em algum ritual inca há 500 anos, ao ser escolhido como “capacocha”, ou seja, menino bonito e saudável.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Animais causaram a primeira extinção em massa da Terra


Animais causaram a primeira extinção em massa da Terra


Cientistas encontraram evidências de que a primeira extinção de massa da terra aconteceu por ação dos novos organismos vivos que foram surgindo. Essa descoberta pode confirmar um papel essencial desempenhado pela raça humana atualmente, o de “engenheiros ecológicos” responsáveis por uma nova destruição em tais proporções.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A misteriosa ponte do suicídio de cães na Escócia


A misteriosa ponte do suicídio de cães na Escócia


O mistério acerca da ponte escocesa, conhecida pela enorme quantidade de cães que se suicidaram nela, parece ter sido resolvido. Trata-se da Overtoun Bridge, localizada em Milton, na Escócia, e chamada de “a ponte dos cães suicidas”, já que, aproximadamente, 100 cachorros se jogaram de sua altura nos últimos 50 anos.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Uma questão de inteligência - Idéias


UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA - Idéias


Um livro escandaloso usa argumentos pretensamente científicos para defender o preconceito racial.

Os negros são menos inteligentes do que os brancos? Sim, dizem  Charles Murray e Richard Herrnstein no livro A Curva Normal. Para os dois, a inteligência, além de ser mais generosa com os brancos, é maior entre os mais ricos e não muda de lado de jeito nenhum, nem se o Estado descarregar montanhas de dinheiro em educação. Claro, tão logo apareceu, o livro foi chamado de racista e nazista por todos os lados. Talvez ele não seja tão maligno, mas uma leitura mais atenta mostra que está longe de ser científico. Escondidas atrás de pilhas de números e estatísticas, estão as posições políticas, contra a assistência social aos mais necessitados. E se há uma grande ameaça para a ciência, é a tentativa de usá-la para encobrir fins políticos.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Cachorra aprende a reconhecer nome de mais de mil brinquedos

23/12/2010 14h46 - Atualizado em 23/12/2010 15h26

Cachorra aprende a reconhecer nome de mais de mil brinquedos
Chaser foi treinada por psicólogos nos EUA por 3 anos para identificar e organizar objetos.

Uma cachorra da raça border collie consegue reconhecer 1.022 brinquedos pelo nome, mais do que qualquer outro animal, de acordo com os cientistas que convivem com ela.

Chaser, que foi treinada pelos psicólogos Alliston Reid and John Pilley, da Universidade de Wofford, nos Estados Unidos, também consegue organizar os objetos por função e forma. Crianças aprendem a fazer o mesmo por volta dos 3 anos de idade.


A border collie Chaser memorizou mais de mil nomes de objetos (Foto: Robin Pilley)A pesquisa dos americanos foi inspirada em Rico, um cachorro treinado no Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha. Rico conseguia reconhecer 200 palavras e identificar objetos novos em um grupo de coisas que ele já conhecia.

Após o estudo com Rico, publicado em 2004, Reid e Pilley decidiram investigar se havia um limite para o número de palavras que os cachorros poderiam aprender.

Treino
Chaser foi treinada por três anos. Primeiro, os brinquedos eram apresentados a ela um a um. Em seguida, ela tinha que encontrar cada um dos objetos, e, por fim, o nome do brinquedo era repetido para reforçar a associação.

Para testar o vocabulário da cachorra, grupos de 20 brinquedos eram escolhidos aleatoriamente e colocados em um quarto isolado onde Chaser tinha que procurá-los pelo nome.

Segundo Alliston Reid, Chaser completou 838 testes e nunca acertou menos do que 18 objetos. Ela também aprendeu a dividir os objetos em categorias.

O especialista Ádám Miklósi, fundador do Projeto Cachorro de Família, na Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, afirma que os resultados são impressionantes por causa do treino intensivo da cachorra.

'Outros cães realizam as mesmas tarefas, mas eles cometem mais erros', disse.

domingo, 5 de setembro de 2010

Consumidor se diz mais satisfeito quando atendido por branco

30/06/09 - 09h30 - Atualizado em 30/06/09 - 09h30

Consumidor se diz mais satisfeito quando atendido por branco, diz estudo
Pesquisa mostra racismo oculto até durante as compras.
Médico branco também foi melhor avaliado por pacientes.

Um novo estudo sugere que as pessoas concedem avaliações mais altas de satisfação do consumidor a homens brancos do que a mulheres e membros de minorias, mesmo quando seu desempenho é o mesmo.

No estudo, a ser publicado na próxima edição da revista "The Academy of Management Journal", pesquisadores dividiram 86 estudantes de faculdade em três grupos, e mostraram a cada grupo um entre três vídeos com um encontro de cliente e consumidor numa livraria. Tudo era idêntico – roteiro, ambientação e ângulos de câmera –, exceto pela identidade do vendedor: mulher branca em um dos vídeos, um homem negro em outro, um homem branco no terceiro. Havia um número substancial de mulheres e não-brancos em cada grupo, mas os estudantes classificaram o desempenho do homem branco como o melhor.

Num segundo teste, cerca de 12 mil pacientes de um plano de saúde de manutenção avaliaram seus médicos. A Organização de Manutenção da Saúde avaliou seus médicos através de medidas objetivas – como o número de procedimentos salutares discutidos pelo profissional –, mas não houve relação entre as duas avaliações, com uma exceção. O número de e-mails de follow-up que o médico enviava ao paciente aumentava sua avaliação, mas somente quando o médico era um homem branco.

“As descobertas sugerem que o cliente está sempre errado”, disse David R. Hekman, o principal autor e professor-assistente de gerenciamento na Universidade de Wisconsin. “Todas as pessoas – brancos, negros, homens, mulheres – acham que o homem branco tem mais valor. Alguém precisa avisar os consumidores sobre seus preconceitos."