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segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Estudo com mamíferos indica que microplásticos passam de mãe para filho na gestação

Estudo com mamíferos indica que microplásticos passam de mãe para filho na gestação

Na nova pesquisa, cientistas encontraram partículas poluentes em animais recém-nascidos.

domingo, 21 de agosto de 2022

Gestação de dois anos - Por que os elefantes demoram tanto para nascer

Gestação de dois anos - Por que os elefantes demoram tanto para nascer

Um estudo revelou os mistérios por trás do longo período que os paquidermes permanecem no útero materno.

sábado, 8 de maio de 2021

Marco Histórico - Cientistas desenvolvem embriões de camundongos em útero artificial

 Marco Histórico - Cientistas desenvolvem embriões de camundongos em útero artificial

Pela primeira vez, cientistas conseguiram desenvolver embriões de camundongos em um útero artificial. 

segunda-feira, 18 de março de 2019

Síndrome Alcoólica Fetal - Os males causados nos filhos pelo consumo de bebidas na gravidez

Síndrome Alcoólica Fetal - Os males causados nos filhos pelo consumo de bebidas na gravidez

El hecho de que sus madres biológicas bebieran durante el embarazo provocó síntomas físicos y mentales en Andy y Rachel. — Foto: BBC

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, estudos apontam que de cada 1 mil nascidos vivos, de dois a sete bebês apresentam sinais da Síndrome Alcoólica Fetal; para a maioria dos sintomas não há cura e diagnóstico é difícil.

quinta-feira, 15 de março de 2018

O FETO APRENDE - PSICOLOGIA


O FETO APRENDE - PSICOLOGIA


Imagine como seria passar nove meses trancado em uma sala escura e morna, dormindo 16 horas por dia. O lugar, apertadinho, sem ser desconfortável, é envolvido por uma marcação de tambor constante, que não pára nem durante a noite, e por um barulho esquisito de líquidos borbulhando. Você ouve, sem poder entender, conversas abafadas do lado de fora, nas quais predomina sempre uma voz feminina clara, que parece vir de todos os lados ao mesmo tempo. Não há muito o que fazer lá dentro além de brincar com o saco transparente que te embrulha e beber o líquido quase sempre doce à sua volta.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Esta prática comum está mudando a evolução humana


Esta prática comum está mudando a evolução humana


Os partos por cesariana aumentaram enormemente nas últimas décadas.

Pesquisadores afirmam que a prática generalizada dessa cirurgia está modificando os padrões da evolução humana.

sábado, 22 de outubro de 2016

Descoberta incrível - células dos filhos estão alojadas nos cérebros das mães


Descoberta incrível - células dos filhos estão alojadas nos cérebros das mães



Os avanços tecnológicos estão ajudando a entender a complexidade biológica da reprodução humana.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Uma em cada 200 jovens diz ter engravidado sendo virgem, diz estudo


Uma em cada 200 jovens diz ter engravidado sendo virgem, diz estudo

Gravidez (Foto: Reprodução/TV Morena)

Pesquisa nos EUA apontou 0,5% que teriam dado à luz sem contato sexual.
Também foram encontrados alguns pais 'virgens', diz pesquisador.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O paciente na barriga da mãe - Medicina

O PACIENTE NA BARRIGA DA MÃE - Medicina


Só muito recentemente os médicos começaram a realizar essa proeza: tratar fetos ainda no útero materno. E assim conseguem corrigir problemas antes do nascimento.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A vida dentro de um ovo - Biologia


A VIDA DENTRO DE UM OVO - Biologia



Só agora os embriologistas começam compreender como o corpo humano esculpido, durante os primeiros meses de gestação

Um milésimo de milímetro à esquerda e, depois, dois milésimos de milímetro acima-indicações assim eram dadas ao micromanipulador, um aparelho criado para realizar, com precisão, movimentos imperceptíveis a olho nu. Com isso, não havia como errar na pontaria: a agulha de vidro alfinetou e seqüestrou uma célula, muito menor do que um grão de poeira. No prato sob o microscópio, boiando ilesas em um meio de cultura, restaram outras três células, grudadas entre si, que poderiam ser implantadas, mais tarde, no útero de uma mulher portadora de um defeito genético capaz de se manifestar apenas em seus filhos homens. Sim, os médicos do Hospital de Hammersmith, na Inglaterra, estavam roubando a célula de um ovo humano, fecundado em proveta no dia anterior. Tudo para testar se o embrião seria menino ou menina, garantindo desde o princípio a gestação de uma criança sadia. Apenas embriões femininos foram implantados na paciente, hoje mãe de duas garotinhas gêmeas, que devem apagar sua primeira velinha de aniversário no próximo mês.
As gêmeas nasceram perfeitas, como se o organismo esnobasse a célula embrionária extraída. "Até o décimo quinto dia de vida, as células do embrião são idênticas e totipotentes, isto é, capazes de originar qualquer órgão", explica o embriologista pernambucano Reinaldo Azoubel, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ou seja, nessa fase, pode-se arrancar impunemente um quarto do embrião, sem que por isso venha ao mundo uma criança, por exemplo, sem perna nem coração. Como e quando essas células totipotentes se diferenciam são algumas das questões a que, até hoje, não se conseguiu responder. Nenhum cientista é capaz de explicar por que uma daquelas primeiras células se transforma em um pé, e não em uma mão.
"A Embriologia foi a área médica que mais evoluiu, nos últimos treze anos", insiste, mesmo assim, Azoubel. Ao assinalar um prazo tão exato, o médico pensava no nascimento, em 1978, da inglesinha Louise Brown, o primeiro bebê de proveta. Desde então, os embriologistas aprimoraram as técnicas de exames pré-natais e das chamadas fertilizações assistidas, ou in vitro, em que o laboratório substitui as trompas do aparelho reprodutor feminino como ponto de encontro do espermatozóide com o óvulo. "Há cinco anos, os médicos congelam embriões humanos a -190° Celsius, preservando-os durante três anos", exemplifica o obstetra, especialista em infertilidade, Dirceu Mendes Pereira, do Hospital Pró-Matre Paulista. Recentemente, chegou-se ao extremo de se perfurar o óvulo para injetar o espermatozóide, numa espécie de entrega a domicílio. "Ao permitir a manipulação de embriões humanos em laboratório", comenta Pereira, "esses avanços sobre bebês de proveta possibilitam, entre outras coisas, que os cientistas arrisquem explicações sobre como uma célula escolheria o seu destino até a oitava semana de gestação-a partir daí, o embrião se transforma em feto, porque já possui todos os  órgãos formados." Esses só irão crescer e aprender a funcionar direito nos sete meses seguintes, até o parto.
Cerca de catorze horas depois da fecundação, o ovo inicia um processo de divisão, cada célula sempre se quebrando em duas. O embrião reúne 32 células e lembra uma amora-por isso, é chamado mórula-, seis dias mais tarde. "Metade desse tempo é consumida descendo o caminho da trompa; nos outros três dias, o embrião fica vagando, solto, de um lado para outro no útero", descreve Reinaldo Azoubel, com sua fala repleta de pausas "Quando se fixa na parede uterina, surge uma cavidade cheia de líquido no interior da mórula, que agora passa a se chamar blástula", explica o médico. Nesse instante, ocorre a primeiríssima diferenciação, pois as células externas da blástula se alongam, talvez estimuladas pelo contato direto com o útero, gerando o chamado trofoblasto, o tecido que dá origem a tudo o que não é embrião, ou seja, aos anexos como a placenta, o saco vitelino, o líquido amniótico.Já as células do interior da blástula, que permanecem rechonchudas e iguaizinhas entre si, são conhecidas por massa celular interna-a matéria-prima da futura criança propriamente dita. Só quando o embrião completa três semanas de idade, essa massa celular interna se distingue em três camadas-feito três grandes avenidas que vão se bifurcando em caminhos diversos, em mão única, sem retorno. Da camada interna, o endoderma, aparecem o aparelho respiratório, os genitais, parte do aparelho digestivo; a camada intermediária, ou mesoderma, por sua vez, se transforma em músculos, ossos, cartilagens, sangue, vasos, coração e rins; a camada externa, ou ectoderma, constrói coisas tão diferentes como o sistema nervoso, a pele e seus anexos."Talvez as células já  tenham  um endereço determinado muito antes do que a gente consegue perceber com a tecnologia atual", divaga o obstetra José Rafael Macéa, que desde os anos 70 ensina Embriologia na Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. Pesquisas realizadas em diversos países sobre uma mosca, a drosófila, incrementam suspeitas como essa. É relativamente comum aparecerem anomalias no desenvolvimento embrionário desse inseto, como um par de asas extra ou patas em lugares inesperados. E, sempre que algo está fora de lugar no organismo ou surge em quantidade inadequada, significa que houve engano na diferenciação celular. Na caça aos responsáveis pelo erro, os cientistas chegaram a um grupo de genes, que chamaram, em inglês, homeobox: como interruptores, eles indicam o papel certo de uma célula, ao ligar ou desligar outros genes.
Existem diversas teorias sobre como eles agiriam. A mais recente foi elaborada, no último mês de abril, por uma equipe da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Intrigados ao observar no microscópio que muitas células morrem nas primeiras semanas de vida do embrião, os cientistas levantam a hipótese de ocorrer uma legítima competição celular. Desse modo, em vez de programadas para desempenhar uma função específica-e, portanto, formar esse e não aquele órgão-, as células teriam seus genes ativados aleatoriamente pelos homeoboxes. Ou seja, uma célula pode ter 100% dos genes ativados para se tornar um neurônio, enquanto sua vizinha teria somente, por exemplo, 70% deles recrutados. No final, acabam selecionadas, por substancial como hormônios, aquelas células que, por mero acaso, teriam vocação genética para desempenhar determinado papel. As restantes, desprezadas, morreriam. 

José Rafael Macéa chama a atenção para o fato de que o ambiente onde cresce o embrião, no caso, o organismo materno, também é um fator importante na diferenciação: "Em mulheres diabéticas, o risco de malformações congênitas é três a quatro vezes maior", lembra. Outra questão é desvendar como essas células encontram no embrião o seu lugar certo-por que uma perna fica embaixo dos quadris, e não pendurada no ombro. "A notocorda, uma estrutura que aparece na terceira semana de gestação, é fundamental para o processo de migração celular, embora se desconheçam os mecanismos", diz Macéa. A notocorda funciona como eixo longitudinal no embrião, garantindo sua simetria: as células parecem compreender que devem caminhar e estacionar em um ponto exato dessa régua, de um lado ou de outro. "Quando se arranca a notocorda de cobaias, crescem fetos com defeitos horripilantes", conta Macéa.
Depois do nascimento, da notocorda só resta uma massa gelatinosa, que recheia os discos da espinha dorsal, verdadeiros amortecedores entre as vértebras. "Para caminhar, as células do embrião devem usar os mesmos mecanismos das células cancerosas, ao se espalharem no organismo", especula o obstetra paulista, especialista em Genética, Thomaz Raphael Gollop. " Entender seu processo ajudará a descobrir novos tratamentos para a doença. " Ao saber exatamente quando esse ou aquele órgão se forma, os médicos também podem, muitas vezes,  evitar o aparecimento de anomalias.
Nesse sentido, a esperança está nas recentes experiências com vírus, realizadas no Instituto Pasteur, na França. Os vírus recebem o gene de uma proteína inócua, mas que o corpo humano não tem a receita para fabricar. Além disso, são incapazes de se multiplicar, ou seja, permanecem estáticos nas células que infectam. No final do ano passado, os cientistas injetaram esses vírus, através do útero, diretamente em embriões humanos. Assim, meses mais tarde, puderam notar em exames de ultra- sonografia, com injeções de substâncias marcadoras especiais, onde existia aquela proteína estranha-ela estava na mãozinha. Só tem um problema: os pesquisadores não sabem qual foi o ponto de partida, isto é, injetaram o vírus às cegas no embrião. Por isso, ainda não respondem, afinal, qual célula construiu aquela mão.


A escultura do corpo humano Na fase embrionária, aparecem todos os órgãos

Quatro dias
O ovo ainda não cresceu, apenas se subdividiu em doze a dezesseis células idênticas entre si. Graças à sua aparência, que lembra uma amora, nessa fase, o embrião é chamado mórula

Seis dias
Na fase de blástula, as células externas fixam o embrião no útero-mais tarde, elas formarão os anexos, como a placenta. A massa celular interna é que dará origem à criança

Quatro semanas 
A cabeça, o tronco e uma cauda somam cerca de 7 milímetros de comprimento. Surgem os vasos sangüíneos, as vértebras primitivas. Dois gomos laterais são a semente dos braços

Cinco semanas
Agora com 12 milímetros, o embrião já tem braços e pernas-embora os dedos ainda não estejam separados entre si. A face começa a ser moldada e, mais importante, o cérebro se desenvolve

Oito semanas
O embrião se transforma em um feto, com cerca de 4 centímetros de comprimento e todos os órgãos formados. Eles, apenas, terão de crescer e aprender a funcionar até a hora do parto. 


Um estranho no útero

Parecia um quadro surrealista: do útero, cercado por homens vestidos de azul, emergia o braço de um feto, erguido pelo punho fechado, do tamanho de uma bola de gude. O bisturi fez um corte de 2 centímetros na barriga do futuro bebê, com apenas 24 semanas de vida e um defeito fatal no diafragma. Para que isso acontecesse, bastou o pequeno braço ficar para fora do útero, previamente esvaziado do líquido amnéstico. O restante do corpo do feto pode permanecer naquele ambiente acolhedor, pois a mão do cirurgião foi alcançá-lo ali. Essa intrusão ocorreu, pela primeira vez, em junho de 1989, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Só foi divulgada, no entanto, um ano mais tarde, quando se teve certeza que a criança, Blake Schultz, nascida sete semanas depois da cirurgia, era sadia.Tamanha cautela faz sentido, ao se tratar de uma área da ciência que mal começa a andar-a Medicina fetal. A dificuldade nesse tipo de cirurgia não está na fragilidade do feto, cujas cicatrizes, aliás, desaparecem antes do nascimento, tamanha a velocidade de reposição de seus tecidos. "O maior obstáculo é o útero da mulher grávida", conta o obstetra paulista Thomaz Raphael Gollop. "Ele detesta ser tocado e reage com uma série de contrações. Mesmo se, com o auxílio de drogas, o feto não é expulso logo depois da operação, o parto prematuro acaba sendo inevitável."Às vezes, contudo, o risco da cirurgia vale a pena. Tratar fetos, afinal, não é uma questão de pressa: muitos problemas, que se manifestaram já no organismo em formação, não têm conserto depois do parto. Um diafragma defeituoso, por exemplo, pode ser corrigido depois do nascimento, mas então a criança já estará condenada a uma grave insuficiência respiratória, com 75% de chances de morrer. "Nos anos 90, vamos passar do simples diagnóstico de anomalias para o tratamento de fetos, com injeções de remédios ou até driblando os riscos nas cirurgias", aposta Gollop.1- uma vez aberto o útero, os médicos ergueram para fora o braço esquerdo do feto para ligar aparelhos de monitoração-um de eletrocardiograrna e outro, o oxímetro, que mede o consumo de oxigênio. Ao mesmo tempo, o líquido amniótico foi retirado com uma seringa e preservado2-Os cirurgiões, então, fizeram um corte no abdome do feto, cujos órgãos subiram para o tórax, aproveitando uma brecha do diafragma. Os pulmões, nesse estado, tinham pouco espaço para crescer3-Os médicos empurraram os órgãos abdominais para o lugar certo4-Depois de se fechar o buraco no diafragma, a cavidade do tórax quase vazia, foi preenchida com uma solução salina5- 0 abdome do teto foi emendado com um material à prova d´água para ampliar seu volume e acomodar todos os órgãos. Com o útero costurado os médicos reinjetararm. o líquido amniótico. 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Usar celular durante a gravidez pode gerar filhos desobedientes

07/12/2010 09h44 - Atualizado em 07/12/2010 10h39

Usar celular durante a gravidez pode gerar filhos desobedientes, diz estudo
Segundo pesquisadores, o celular pode afetar o comportamento da criança.
Exposição à radiação do aparelho aumenta em 50% chance de problemas.


Grávida ao celular (Foto: Reprodução)Pesquisadores que estudam os efeitos do celular sobre a saúde dizem ter encontrado indícios de que mulheres grávidas, que usam o aparelho regularmente, podem ter filhos com transtornos de comportamento.

As crianças cujas mães usaram celular durante e depois da gestação têm 50% mais riscos de apresentar problemas comportamentais, reportaram os pesquisadores em artigo para o “Journal of Epidemiology and Community Health”.

Para as crianças expostas apenas antes do nascimento, o risco era de 40%. O estudo também mostrou que mais de um terço das crianças de 7 anos (35%) usam celular.

Um terço das crianças de 7 anos (35%) usam celular“É difícil compreender de que maneira exposições baixas como essas poderiam exercer influência”, disse a epidemiologista da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Leela Kheifets, que liderou o estudo. “Mas os indícios precisam ser considerados”, disse.

A equipe de Kheifets entrevistou 28 mil crianças de 7 anos e suas mães. O estudo se baseia em uma série de nascimentos dinamarqueses que inclui 100 mil mulheres grávidas entre 1996 e 2002.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Americana deu à luz gêmeos de pais diferentes

18/05/09 - 10h49 - Atualizado em 18/05/09 - 15h04

Americana deu à luz gêmeos de pais diferentes
Testes de DNA revelaram que os filhos gêmeos nascidos de uma mulher nos Estados Unidos há quase um ano são de pais diferentes.

Segundo informações da rede de TV americana Fox 4, Mia Washington, de Dallas, engravidou do namorado James Harrison, e também de um outro homem, cuja identidade não foi revelada. Intrigada porque os meninos - hoje com 11 meses de idade - estavam crescendo com feições bastante diferentes, a mãe decidiu fazer um exame de DNA para provar a paternidade.

Para sua surpresa, o resultado confirmou que os meninos tinham 99,999% de chances de serem filhos de pais diferentes. Mia Washington então procurou a rede de TV para contar sua história. A mãe admitiu o caso, e o noivo, James Harrison - pai de um dos meninos -, diz ter perdoado a traição. Ele prometeu criar Justin e Jordan como se fossem seus filhos.

O pai do outro menino não foi identificado, mas Mia Washington disse à rede Fox que pretende contar a história aos filhos no futuro. Ela, no entanto, não pensa em entrar em contato o outro pai. "De todas as pessoas nos Estados Unidos, e de todas as pessoas no mundo, foi acontecer comigo. Estou chocada", disse Mia Washington à Fox.

O caso de dois gêmeos de pais diferentes é bastante raro, mas pode ocorrer se a mulher liberar mais de um óvulo durante seu período fértil e tiver relações sexuais com dois homens em um curto período.

O fenômeno é conhecido como superfecundação heteropaternal. De acordo com o médico Chris Dreiling, da Associação Pediátrica de Dallas, ouvido pelo canal de TV, "este provavelmente será o único caso que vamos ver na cidade de Dallas. É raro assim".

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mulheres acima do peso correm mais risco de parto complicado

05/05/09 - 11h07 - Atualizado em 05/05/09 - 11h07

Mulheres acima do peso correm mais risco de parto complicado, diz estudo
Pesquisa nos EUA examinou 600 obesas ou com peso acima do normal.
Trabalho de parto dura 30% mais e necessidade de cesariana é maior.

Como se não bastassem os problemas já conhecidos e sofridos pelas mulheres obesas ou acima do peso, mais uma evidência surge contra a obesidade feminina. As mulheres obesas ou acima do peso, quando engravidam, correm risco maior de ter um trabalho de parto demorado, o que pode trazer problemas para o feto e aumenta a necessidade de um parto por cesariana.

O trabalho, que foi realizado por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte e financiado pelo governo americano, demonstrou que o trabalho de parto das mulheres obesas dura em média 30% mais do que o das mulheres com peso normal. A gravidez de uma mulher com excesso de peso traz não só um aumento dos problemas típicos da gravidez como também aumenta a chance da ocorrência de doenças como diabetes gestacional e pré-eclâmpsia.

Os cientistas acompanharam mais de seiscentas mulheres em sua primeira gravidez para estudar porque as mulheres obesas apresentavam uma incidência maior de cesarianas. O conselho dos médicos para as mulheres que pretendam engravidar e estejam acima do peso ou obesas é que procurem orientação especializada para perder peso.

Essa orientação é fundamental para evitar o uso de dietas que promovam perdas de peso, porém levem a comprometimento do estado nutricional das mulheres.
Esse trabalho deve servir de alerta para todas as mulheres jovens, pois se sabe que o percentual de gestações não planejadas pode chegar a 50%.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.


PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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