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quinta-feira, 3 de março de 2011

E ele pagou o pato - Pato do Labrador

E ELE PAGOU O PATO - Pato do Labrador


Tudo indica que eles viviam e se reproduziam ao longo do Golfo de São Lourenço, na costa do Labrador, no Canadá, e migravam no inverno para os Estados Unidos. Na verdade, não existem muitas certezas a respeito do pato-do-labrador, considerado uma das mais belas espécies da família dos patos. No século 19, o número de representantes dessa ave já era escasso, até chegar ao último registro de vida, no outono de 1875, quando um macho foi capturado nas águas próximas de Long Island, em Nova York, nos Estados Unidos.
Seja pelo estudo desse exemplar - que hoje se encontra no Museu Nacional em Washington - ou de outros 53 patos igualmente mantidos em museus nos Estados Unidos, no Canadá, na Holanda, na Áustria e na Alemanha, foi possível fazer uma descrição física da ave. Os machos mediam cerca de 50 centímetros, tinham a cabeça branca, com uma faixa preta no topo, o pescoço também branco, com um colarinho preto, e o rabo preto. As asas mesclavam penas de cor branca, cinza e preta. Nas fêmeas, que mediam cerca de 45 centímetros, as penas da cabeça e do dorso eram marrom-acinzentadas e o peito, de um tom mais claro. Ambos tinham olhos avermelhados e um bico longo e maleável. É esse formato de bico que sustenta a crença de que a ave buscava alimentos no fundo de águas rasas. Reforçam a tese relatos segundo os quais exemplares da ave eram "pescados" por engano, principalmente quando os pescadores usavam mexilhões como iscas.
As causas de sua extinção não são conhecidas precisamente. Embora sua carne não fosse considerada apetitosa, acredita-se que o pato-do-labrador tenha sido caçado e comercializado em mercados como o de Nova York e Baltimore. A busca dos ovos como alimento também parece ter contribuído para o desaparecimento da espécie, assim como a caça com armas de fogo. Outra razão pode ter sido a influência humana crescente nos ecossistemas do litoral da América do Norte. Tal intervenção causou mudanças na fauna de pequenas espécies de moluscos, o que pode ter sido fatal para o pato-do-labrador.

Pato-do-Labrador
Nome científico: Camptorhynchus labradorius
Ano da extinção: 1875
Habitat: Canadá e Estados Unidos, do Labrador até Nova Jersey

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Americana usa estrume de cavalo para fazer esculturas

11/02/09 - 08h00 - Atualizado em 11/02/09 - 08h00

Americana usa estrume de cavalo para fazer esculturas
Susan Bell mora na cidade de Denver, no estado do Colorado.
Ela faz esculturas de coelhos, patos, sapos, gatos, tartarugas.

A artista norte-americana Susan Bell, que mora na cidade de Denver, no estado do Colorado (EUA), decidiu reciclar o excremento dos seus dois cavalos e fazer esculturas de animais, como coelhos, patos, sapos, gatos, tartarugas e esquilos.

Segundo Susan, a ideia de utilizar o estrume para fazer suas esculturas surgiu após ver uma exposição em Nova York, que apresentava obras de arte criadas a partir de fezes humanas. Os preços de suas obras variam entre US$ 8 e US$ 28, segundo o site www.dungbunnies.com.




Susan Bell usou estrume para fazer escultura de pato. Obra custa US$ 12, segundo o site da artista (www.dungbunnies.com). (Foto: Reprodução/Dung Bunnies)





Artista criou diferentes tipos de esculturas de coelhos. Os preços variam de US$ 10 (obras pequenas) e US$ 28 (grandes). (Foto: Reprodução/Dung Bunnies)



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