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sábado, 9 de maio de 2020

Berlim cria exposição virtual nos 75 anos do fim da Segunda Guerra

Berlim cria exposição virtual nos 75 anos do fim da Segunda Guerra


No dia 8 de maio de 1945 se encerrava um dos capítulos mais tenebrosos da história alemã. 

sábado, 3 de agosto de 2019

EXPOSIÇÃO LONGEVIDADE – Os caminhos para viver mais e melhor traz reflexão sobre transformações da sociedade

EXPOSIÇÃO LONGEVIDADE – Os caminhos para viver mais e melhor traz reflexão sobre transformações da sociedade

Brinquedo popular na década de 1980 será uma das referências da 
exposição ao tratar das diferentes gerações 

Mostra com entrada gratuita oferece atividades interativas que trazem provocações sobre como escolhas de hoje impactam no futuro

quarta-feira, 20 de março de 2019

Arte degenerada - Por que Hitler tentou dar fim ao Modernismo ???

Arte degenerada - Por que Hitler tentou dar fim ao Modernismo ???


Em 20 de março de 1935, uma exposição foi aberta pelos nazistas para ridicularizar o modernismo

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A Mística dos Diamantes - Geologia


A Mística dos Diamantes - Geologia


Uma exposição minuciosa mostra todas as formas e cores do brilhante, a mais preciosa das pedras. E revela que os cristais guardam segredos sobre a origem da nossa galáxia.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Exposição reúne desde tiranossauro até pessoas feitas de Lego na China


Exposição reúne desde tiranossauro até pessoas feitas de Lego na China

Esqueleto de tiranossauro feito completamente de Lego é exibido na China (Foto: Peter Parks/AFP)

Obras fazem parte da exposição 'The Art of the Brick', exibida em Xangai.
Peças foram criadas pelo artista norte-americano Nathan Sawaya.

domingo, 23 de junho de 2013

Artista exibe exposição com esculturas feitas com peças Lego


Artista exibe exposição com esculturas feitas com peças Lego

Nathan Sawaya abriu uma exposição com esculturas feitas de peças Lego (Foto: Mario Tama/Getty Images/AFP )

Exposição ocorre na Times Square, em Nova York.
Mostra reúne mais de 100 obras criadas com milhões de legos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Maior meteorito já encontrado no Brasil fica em exposição no Rio


Maior meteorito já encontrado no Brasil fica em exposição no Rio


Meteorito tem cinco toneladas e é conhecido como Bendegó.
Ele está exposto no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A Cidade da Ciência - Museus


A CIDADE DA CIÊNCIA - Museus



No Parque de La Villette, em Paris, um imenso centro de exposições científicas procura atrair o grande público para um mundo antes reservado aos iniciados.Todo dia, La Cité seduz multidões

Há cinco anos, Pierre Saliot, um simpático geólogo mineralogista, abandonou seu laboratório na Escola Normal Superior de Paris para embarcar num projeto grandioso: fazer funcionar o maior museu científico do mundo. A contar pelo número de máquinas, computadores, quadros, filmes, esquemas, maquetes, livros e outros equipamentos que se espalham pelos 150 000 metros quadrados dos sete andares de um prédio extenso feito um trem de metrô, mais alto do que um foguete Ariane, "a ciência é realmente incontornável", como gosta de dizer Saliot para indicar que ela está presente em tudo nas sociedades atuais.Na Cidade das Ciências e da Indústria, ou simplesmente La Cité, no dizer dos parisienses, encravada no Parque de La Villette, na prosaica ponta nordeste de Paris, podem-se ver, tocar e entender muitos dos equipamentos que dão forma e função ao século XX. Do silicone usado para proteger fachadas de prédios, por se tratar de material hidrofóbico (que não encharca em contato com a água), ao simulador de vôo, ou seja, do que passa despercebido à maioria das pessoas ao que parece ininteligível aos olhos de um leigo, tudo que é fruto da ciência ou da técnica é tratado na Cité de forma simples porém precisa. A meta não é propriamente deslumbrar os visitantes com as maravilhas da tecnologia, mas explicar no que consiste a atividade científica e de que modo ela pode influir na vida de cada um. "O público quer saber como as coisas funcionam e como elas interferem na nossa sociedade", diz o cientista Saliot, hoje um dos diretores de exposições do centro.A Cidade das Ciências e da Indústria foi inaugurada na noite de 13 de março de 1986, quando o Cometa Halley passeava no céu. Desde então, 21 milhões de curiosos se aventuraram por seus corredores, fascinaram-se diante de exposições gigantescas ou simularam o resgate de satélites perdidos no espaço, com a ajuda de uma espécie de assento propulsor, usado pelos astronautas para esse fim. "Nosso maior desafio foi criar um museu tão grande como este sem acervo", comenta Brigitte Coutant, chefe do departamento de relações internacionais da Cité. "Esse foi um dos motivos pelos quais o fizemos com instrumentos que podem e devem ser usados, experimentados. manipulados pelas pessoas." De fato, ao contrário de um museu convencional, a maior parte da área da Cité é aberta ao público, e não reservada às coleções. 

Os outros motivos que fizeram da Cité um estabelecimento tão pouco tradicional a ponto de merecer, a rigor, o nome de museu, já tinham levado os americanos a criar centros de lazer e de cultura científica para as grandes massas. O Exploratorium, de San Francisco, e o Museu do Ar e do Espaço, de Washington, foram pioneiros da filosofia sintetizada na expressão science is fun (ciência é divertido) - uma nova forma de conceber a divulgação do conhecimento. Ninguém vai a museus para ler cartazes intermináveis e incompreensíveis", argumenta Brigitte. Ao dosar com habilidade pedagogia e divertimento, a Cité acertou o ponto. O público que diariamente invade esse enorme laboratório inclui desde crianças de 3 anos a anciãos de 80. Vai-se à Cité visitar uma exposição, consultar a vasta biblioteca (260 000 volumes), estudar ou assistir de graça a filmes e vídeos sobre assuntos variados.A espinha dorsal da instituição é sua exposição permanente, chamada Explora. "Ela serve para mostrar que desde as suas origens o homem vive uma aventura extraordinária e arriscada". declama o presidente da Cidade das Ciências e da Indústria. Roger Legards, um administrador de empresas que, paradoxalmente, não tem formação científica alguma e jamais trabalhou em organizações ligadas à pesquisa. "Para acompanhar tal aventura. abordamos seis temas centrais: o Universo, a vida, a matéria, o trabalho, o homem e a comunicação." Ao percorrer o labirinto de 30 000 metros quadrados da Explora, por sinal o maior espaço destinado a exposições permanentes em toda a Europa. descobrem-se bizarros equipamentos, como a bola de som, um balão inflado com gás carbônico que, ao focalizar" o som da voz, se transforma numa espécie de concha acústica, permitindo que duas pessoas sentadas a sua volta, mas a 5 metros de distância uma da outra, mantenham uma conversa reservada, como se estivessem tête à tête.Outros engenhos mais complexos, como o computador dotado de um programa especial, testam a acuidade do ouvido do visitante. A poucos passos dali, o suiveur de regard, que se pode traduzir por "rastreador de olhar", registra os complexos movimentos dos olhos de um leitor. E esse descobre que ao folhear um livro, a vista não se desloca regularmente, da esquerda para a direita, como parece. Na seção de informática, evidentemente uma das mais procuradas, um autêntico simulador de vôo, com instrumentos de bordo, imagens, sons e um sistema computadorizado que permite que as decisões do piloto sejam tratadas em tempo real costuma criar rivalidades entre pais e filhos, todos disputando a vez de pousar num dos três aeroportos oferecidos pelo jogo. Antes de manipulá-lo porém, é preciso algum preparo para a aventura. Por isso dois filmes. Imagens do simulador e Avião, modo de usar, orientam os aeronautas novatos.Para os que preferem histórias de velhos (ou novos) lobos-do-mar, a Cité criou um espaço onde se conta em detalhes a conquista dos oceanos e se disserta sobre a vida marinha. Uma maquete em tamanho real do submarino francês Nautille, o mais moderno destinado à exploração das águas profundas, mostra como foi construído, como funciona e quais as possibilidades do engenho. Outros tantos modelos computadores, jogos e miniaturas aproveitam cada canto da ultramoderna arquitetura da Cité para cumprir a missão que é sua razão de estar ali: "Explicar e não dar respostas prontas", nas palavras do geólogo Pierre Saliot.Não saberia dizer quantos equipamentos interativos (que permitem a participação do público) estão em funcionamento na Cité", reconhece Brigitte Courant. "Só sei que para mantê-los em atividade várias equipes trabalham diariamente e os defeitos não ultrapassam 5%, o que é fabuloso." Ao todo, 1000 pessoas trabalham ali. Para abrir suas portas seis dias por semana neste ano de 1991, a Cidade das Ciências e da Indústria gastará 722 milhões de francos (cerca de 144 milhões de dólares), dos quais 80% bancados pelo governo francês. "O restante vem da venda de ingressos (35 francos ou 7 dólares, em média), do aluguel de exposições para museus do mundo inteiro e de convênios com importantes indústrias", contabiliza Brigitte Coutant. Esses convênios permitem a empresas como Apple, Philips, Kodak ou Matra montar exposições no recinto da Cité. Elas contribuem também na organização do Inventorium, um espaço concebido especialmente para crianças.Montar uma exposição não é o que se pode chamar tarefa simples. Da escolha do tema à abertura ao público, na melhor das hipóteses lá se vão dois anos. Para acertar o justo meio-termo entre simplicidade e exatidão, vários grupos de controle, integrados por cientistas, examinam desde a oportunidade de se abordar determinado assunto até um simples enunciado explicativo fixado num equipamento qualquer. "Tudo que se pretende mostrar ao público passa pelas mãos de Paul Carot, o delegado de assuntos científicos". ressalva Pierre Saliot. "Depois o assumo é estudado por um conselho, que analisa a forma pela qual o tema será apresentado. Finalmente, para cada área específica da exposição, existe um comitê científico, integrado por pessoas que trabalham em entidades de pesquisa, centros de tecnologia ou indústrias de ponta."Tudo somado, esses comitês e os que elaboram textos, ajudam a escolher fotografias e cuidam de todos os pormenores podem mobilizar 500 cientistas -para uma única exposição. "Alguns chegam a se transferir para a Cité, ficando um ou dois anos conosco em regime de dedicação integral lembra o sempre entusiástico Saliot. A política de exposições da Cidade das Ciências parte da premissa de que o público prefere a abordagem por atacado de uma questão grande complexa. em vez de pequenas mostras dedicadas a aspectos particulares de um tema. Nessa linha, o assunto de 1991 ali é a comunicação. "Vamos cercá-la de todos os lados", promete Saliot.O grande Parque de La Villette, com 35 hectares de área, abriga ainda a Cidade da Música (um conservatório de música e dança), um cinema com tela em 180 graus chamado Géode, além, naturalmente. dos espaços dedicados às exposições. O conjunto foi construído num dos muitos lugares que fizeram a história de Paris. Durante um século de 1867 até os anos 1970, quando o congelamento em grande escala modificou o comércio de carnes, a Villette era conhecida como o grande abatedouro e principal mercado do gênero da capital francesa. Quando o abate passou a ser feito nos próprios centros de criação de gado, a região foi abandonada. Em 1977, o então presidente Valéry Giscard d´Estaing criou uma "missão de estudos" para decidir se valia a pena construir ali um museu científico. Com a conclusão positiva, escolheu-se o arquiteto, Adrien Fainsilber, e a Cité começou a tomar forma.A Villette é o maior parque da cidade", compara Brigitte Coutant. Do antigo mercado, preservou-se apenas o prédio central, a Grande Halle. Tudo o mais foi construído nos moldes da arquitetura contemporânea que ao longo da década passada fariam de Paris uma das capitais mais modernas do mundo. Além do próprio prédio da Cité, chama especial atenção a Géode. Dentro dessa esfera de aço polido com 36 metros de diâmetro, uma tela abobadada e um avançadíssimo sistema de projeção produzem efeitos dignos de George Lucas. Filmes sobre o corpo humano, o espaço ou o fundo do mar transmitem à platéia-1,1 milhão de espectadores em 1990-uma inigualável sensação de realismo. Filmes, encontros e debates participam agora da comemoração dos cinco anos da Cidade. Vamos aproveitar e fazer um balanço da experiência, anuncia Brigitte Coutant. "Mas não temos a menor dúvida de que nesse período alcançamos todos os objetivos e que o público não se cansou de descobrir aqui o mundo técnico e científico que permeia nosso dia-a-dia":

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ônibus espacial Endeavour começa a ser exibido



Ônibus espacial Endeavour começa a ser exibido em museu dos EUA

Veículo aposentado em 2011 ficará em centro de exposição de Los Angeles.
Estudantes, pais e professores se reuniram para ver cerimônia de abertura.

Milhares de pessoas compareceram na terça-feira (30) ao Centro de Ciências da Califórnia, em Los Angeles, nos EUA, para ver de perto o ônibus espacial Endeavour, aposentado no ano passado pela Nasa, junto com os outros veículos da frota.

Estudantes, pais e professores se reuniram com autoridades para assistir à cerimônia de abertura e conferir a exposição. Os participantes também receberam explicações sobre o Endeavour e as futuras missões da Nasa.


Convidados circulam pelo espaço onde ficará exibido o ônibus espacial Endeavour (Foto: Bill Ingalls/Nasa)


A inauguração faz parte de um esforço de seis dias chamado SpaceFest, que vai até este domingo (4). A Nasa planejou outras 30 exposições, atividades e manifestações educacionais em homenagem à Aeronáutica e ao passado, presente e futuro da exploração espacial.

Segundo o ex-astronauta e administrador associado da agência para educação, Leland Melvin, o lançamento dessa "nova missão" do Endeavour pode inspirar a próxima geração de exploradores. 

Após cruzar os EUA, a nave deve ficar permanentemente nesse novo espaço.Astronautas da Nasa Danny Olivas (esq.), Garrett Reisman, Barbara Morgan e Leland Melvin cumprimentam as crianças que comparecem ao Centro de Ciências da Califórnia, em Los Angeles (Foto: Bill Ingalls/Nasa)

Os ônibus espaciais estiveram em atividade por 30 anos. Só o Endeavour completou 25 missões, que, entre outras tarefas, ajudaram a construir a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Ele substituiu o ônibus Challenger, que explodiu logo após o lançamento, em 28 de janeiro de 1986, e deixou sete astronautas mortos.

O Endeavour passou 299 dias em órbita e deu 4.671 voltas ao redor da Terra. Ao todo, percorreu 197.761.262 quilômetros.

Pneus usados no último voo do Endeavour são expostos separados do ônibus (Foto: Bill Ingalls/Nasa)

De acordo com o diretor do Centro de Pesquisa de Voos Dryden da Nasa, David McBride, a nova era da exploração espacial já está em andamento. Esta semana, a cápsula Dragon da empresa privada SpaceX partiu rumo à ISS em uma missão de abastecimento. Assim, a companhia se tornou a primeira dos EUA a ter sucesso nessa tarefa.

McBride destacou que, ao contar com a engenhosidade das empresas americanas para fazer transporte de rotina à ISS e outras viagens em órbita baixa, a Nasa pode se concentrar no desenvolvimento da cápsula tripulada Orion, que vai substituir a antiga geração de ônibus espaciais. Essa nova nave promete percorrer grandes distâncias, desde asteroides até Marte.


Dançarinos da Academia de Dança Debbie Allen fazem performance de 'Men in Black' (Foto: Bill Ingalls/Nasa)


Obras assustadoras criadas para o Halloween


Obras assustadoras criadas para o Halloween

Artista Ray Vilafane esculpiu zumbi assustador em abóboras.
Em Londres, museu festejou a data com bolos em formatos bizarros.

Famoso por esculpir imagens em abóboras para o Halloween, (Dia das Bruxas), que foi comemorado nesta quarta-feira (31), o artista americano Ray Vilafane e sua equipe transformaram três das maiores abóboras dos EUA em um assustador zumbi.

Na Inglaterra, o museu de Patologia de Londres decidiu festejar a data com uma exposição com bolos no formato de órgãos doentes e membros do corpo machucados. Abaixo, reunimos algumas obras criadas para o Dia das Bruxas.


Artista Ray Vilafane, fundador de um estúdio de arte que leva seu sobrenome, reuniu sua equipe e transformou três das maiores abóboras dos EUA em um assustador zumbi, que arrasta outros mortos-vivos do chão por meio de um ramo. (Foto: Ray Vilafane/AP)


'Zumbi' arrasta outros mortos-vivos do chão usando um ramo. (Foto: Ray Vilafane/AP)



Esculturas criadas por Ray Villafane. (Foto: Barcroft/Getty Images)


Por conta do Halloween, o museu de Patologia de Londres, na Inglaterra, abriu suas portas para uma exposição com bolos no formato de órgãos doentes e membros do corpo machucados. (Foto: Ben Stansall/AFP)


Máscara do personagem 'Pinhead', da série 'Renascido do Inferno', que é vendida para a festa de Halloween. (Foto: AFP)


Abóbora personalizada criada por Villafane. (Foto: Caters)


Villafane é capaz de criar esculturas divertidas e assustadoras, além de expressivas e complexas - como esta dupla de abóboras, uma costurando a boca da outra. (Foto: Caters)


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mundial de animais empalhados reúne espécies

27/05/09 - 08h00 - Atualizado em 27/05/09 - 08h00

Mundial de animais empalhados reúne espécies quase reais
Cerca de 800 espécies selvagens fizeram parte da competição.
Mundial aconteceu em St. Charles, no estado do Missouri (EUA).




Cerca de 800 espécies selvagens fizeram parte da edição 2009 do Campeonato Mundial de animais empalhados, que aconteceu em maio em St. Charles, no estado do Missouri (EUA). (Foto: Reprodução/River Front Times)




Animais empalhados expostos durante o Mundial pareciam quase reais. (Foto: Reprodução/Site oficial)




Mundial de animais empalhados foi realizado durante cinco dias em St. Charles, no estado do Missouri. (Foto: Reprodução/Site oficial)

quinta-feira, 11 de março de 2010

Idosa mais tatuada do mundo participa de feira na Espanha

15/05/09 - 17h06 - Atualizado em 15/05/09 - 17h06

Idosa mais tatuada do mundo participa de feira na Espanha
Isobel Varley nasceu em 1937 em Yorkshire, na Inglaterra.
Ela participou da 'II Expotatoo', feira de tatuagem em Gijón.




A septuagenária Isobel Varley é a idosa com maior número de tatuagens do mundo, segundo o Guinness (livro dos recordes). (Foto: Eloy Alonso/Reuters)




Isobel Varley nasceu em 1937 em Yorkshire, na Inglaterra. (Foto: Eloy Alonso/Reuters)




Isobel Varley participou nesta sexta-feira da 'II Expotatoo', feira de tatuagem em Gijón, na Espanha. (Foto: Eloy Alonso/Reuters)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Exposição na Califórnia traz fotos tiradas por cegos

13/05/09 - 17h24 - Atualizado em 13/05/09 - 18h00

Exposição na Califórnia traz fotos tiradas por cegos
Mostra reúne 12 fotógrafos com diferentes graus de deficiência visual.
Exposição vai até agosto no Museu de Fotografia da Califórnia.




Foto: Reprodução Imagem de Kurt Weston, fotografo cego que expõe nos EUA. (Foto: Reprodução)A exposição “Sight unseen”, realizada no Museu de Fotografia da Califórnia, traz uma série de fotos tiradas por cegos e portadores de deficiências visuais severas. São 12 artistas, usando as mais diferentes técnicas para produzir suas imagens.

Segundo uma reportagem da revista “Times”, o fotógrafo Kurt Weston, que perdeu sua visão para a AIDS, utiliza um scanner para fazer seus retratos. Já a escocesa Rosita McKenzie tem uma direção mais livre: “Eu posso experimentar, porque eu não enxergo. No lugar disso, sinto a luz no meu rosto. Ouço o barulho do vento nas árvores ou sinto a fragrância das flores no ar”.

Evgen Bavcar define bem a vida de um fotógrafo cego: “Eu tenho uma galeria particular, mas, infelizmente, só eu posso visitá-la. Outros podem entrar por meio das minhas fotografias, mas eles não vêem os originais, apenas as reproduções”. A exposição segue até 29 de agosto em Riverside, nos EUA.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Americana usa estrume de cavalo para fazer esculturas

11/02/09 - 08h00 - Atualizado em 11/02/09 - 08h00

Americana usa estrume de cavalo para fazer esculturas
Susan Bell mora na cidade de Denver, no estado do Colorado.
Ela faz esculturas de coelhos, patos, sapos, gatos, tartarugas.

A artista norte-americana Susan Bell, que mora na cidade de Denver, no estado do Colorado (EUA), decidiu reciclar o excremento dos seus dois cavalos e fazer esculturas de animais, como coelhos, patos, sapos, gatos, tartarugas e esquilos.

Segundo Susan, a ideia de utilizar o estrume para fazer suas esculturas surgiu após ver uma exposição em Nova York, que apresentava obras de arte criadas a partir de fezes humanas. Os preços de suas obras variam entre US$ 8 e US$ 28, segundo o site www.dungbunnies.com.




Susan Bell usou estrume para fazer escultura de pato. Obra custa US$ 12, segundo o site da artista (www.dungbunnies.com). (Foto: Reprodução/Dung Bunnies)





Artista criou diferentes tipos de esculturas de coelhos. Os preços variam de US$ 10 (obras pequenas) e US$ 28 (grandes). (Foto: Reprodução/Dung Bunnies)



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