Mostrando postagens com marcador ratos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ratos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Guerra contra roedores pode estar gerando uma nova espécie de super-ratos

Guerra contra roedores pode estar gerando uma nova espécie de super-ratos


As grandes cidades do mundo, como Nova York, investem milhões de dólares todos os anos para combater os ratos, e o número de roedores, longe de diminuir, aumenta consideravelmente. 

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Como cientistas chineses conseguiram que ratos do mesmo sexo se reproduzissem

Como cientistas chineses conseguiram que ratos do mesmo sexo se reproduzissem

Pesquisadores chineses recorreram a células-tronco embrionárias - e à manipulação genética 
- para realizar o estudo em laboratório — Foto: Leyun Wang/Divulgação


Pesquisadores chineses recorreram a células-tronco embrionárias – e à manipulação genética – para realizar o estudo em laboratório. Foi a primeira vez que os filhotes nasceram saudáveis.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Os ratos são inocentes pesquisa aponta que humanos espalharam a peste negra


Os ratos são inocentes pesquisa aponta que humanos espalharam a peste negra


Pulgas de roedores têm sido historicamente culpadas pela transmissão da 
peste bubônica (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)


Segundo estudo, piolhos do corpo humano, em vez de pulgas de ratos, propagaram praga que devastou a Europa no século 14.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

IBM cria conjunto de processadores com a capacidade do cérebro de um roedor


IBM cria conjunto de processadores com a capacidade do cérebro de um roedor


A IBM anunciou, nesta semana, a criação de um conjunto de processadores chamado TrueNorth, que tem capacidade computacional comparável à de um cérebro de roedor. A empresa pretende usar essa tecnologia para, no futuro, criar smartphones com CPUs que utilizam inteligência artificial. O objetivo da IBM é que seja possível identificar palavras e imagens de forma mais parecida com um cérebro biológico.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Cientistas “produziram” camundongos mais inteligentes alterando gene para inibir um tipo de enzima


Cientistas “produziram” camundongos mais inteligentes alterando gene para inibir um tipo de enzima


Cientistas alteram gene em ratos para inibir a atividade de uma enzima denominada fosfodiesterase-4B (PDE4B), que está presente em muitos órgãos do corpo dos vertebrados, incluindo o cérebro.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Veja como a humanidade poderá ser extinta, modelo de extinção foi feita com ratos


Veja como a humanidade poderá ser extinta, modelo de extinção foi feita com ratos


No ano de 1972, o pesquisador John Calhoun decidiu construir um paraíso para ratos, com belos edifícios e alimento ilimitado. Ele introduziu oito ratos a essa população. Dois anos depois, os animais tinham criado seu próprio apocalipse.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ratos Humanos - Genética


RATOS HUMANOS - Genética



Fabricados num tubo de ensaio, eles têm  em seu organismo substâncias ou órgãos do homem ou de outras espécies e por isso tornam-se modelosideais para o estudo de diversas doenças

As doenças, por motivos óbvios, estão entre os fenômenos naturais cuja compreensão mais interessa ao homem. Infelizmente, é impossível estudá-las por meio de experimentos, como se faz, com grande sucesso, em outras áreas do conhecimento. Certamente, não se pode provocar um distúrbio em uma pessoa para tentar elucidar as suas causas. A própria ciência, no entanto, encarregou-se de romper os limites naturais e acabou descobrindo um método excepcional de simular os males humanos no corpo dos ratos. Já existem animais especialmente talhados para desenvolver a calvície, o câncer, o diabetes e a hepatite, entre muitos outros exemplos. E, para coroar essas proezas, parece cada dia mais próxima a possibilidade de se fabricar um rato aidético. 

A força da nova técnica é evidente: para estudar os males humanos, já não é preciso procurar animais naturalmente suscetíveis a doenças análogas a esses males humanos, nem tentar induzi-los por meio de drogas. Tais métodos são úteis, sem dúvida, a tal ponto que se colecionam raras linhagens de ratos com esse fim. Mas isso não é o ideal. O que se procura agora é recriar uma doença completa no organismo de uma cobaia e assim desnudar, com precisão jamais alcançada, o emaranhado de reações químicas existentes nas células. Uma analogia ajuda a entender como isso é feito. Afinal, apesar de seu volume microscópico, as células são verdadeiras fábricas. No seu interior, fazendo as vezes de engrenagens, milhares de substâncias movimentam-se para elaborar os produtos essenciais ao organismo.Não é fácil, portanto, investigar os possíveis defeitos das engrenagens, ou os equivalentes das doenças, de acordo com essa analogia. Mas, além de engrenagens, as células também têm um roteiro de trabalho, por meio do qual é muito mais simples entender o funcionamento da fábrica. Esse roteiro está inscrito nos genes, substâncias-capatazes cuja função é orientar o trabalho das substâncias-engrenagens Os problemas da calvíce, por exemplo, mostram como o estudo dos genes pode ser útil. Eles têm origem na linha de montagem da queratina, o principal ingrediente dos cabelos, cuja produção exige cerca de vinte comandos químicos diferentes.
Em vista disso, os bioquímicos decidiram sabotar pelo menos um desses comandos para ver que tipo de doença poderiam produzir. Primeiro, extraíram do organismo de uma ovelha um gene de nome IF, um dos responsáveis pela produção de queratina. Depois, num tubo de ensaio, copiaram-no diversas vezes e introduziram as cópias nas células sexuais de uma rata prenhe. Como resultado, os filhotes da rata herdaram as instruções defeituosas inseridas na mãe; por ter genes de uma outra espécie, a ovelha, esse tipo de animal é chamado transgênico. Os cientistas haviam imaginado um defeito simples, em que um gene começa a trabalhar mais do que o normal e provoca um desequilíbrio danoso na química celular. O excesso de cópias poderia simular esse efeito.
A experiência confirmou a hipótese, pois os filhotes nasceram suscetíveis à calvíce. Mais do que isso, apresentavam muitos desequilíbrios químicos efetivamente observados nas pessoas que têm problema com os cabelos. Assim, apesar de não deslindar a causa desses males, a experiência mostrou como procurar pelo fio da meada. Não se deve pensar que a questão se resume ao excesso de uma substância. A lição extraída é que uma simples mudança na quantidade altera por completo as instruções originais de um gene, sejam elas quais forem. "Os animais transgênicos desvelam as verdadeiras ações dos genes dentro dos organismos", ensina a bioquímica Brenda Leckie, do Centro de Pesquisas Médicas, de Glasgow, Escócia.
Ela analisa uma intrigante experiência, na qual alguns ratos receberam uma cópia extra do gene produtor de renina, substância associada ao controle da pressão sangüínea. Quando injetada no sangue de um animal qualquer, inclusive o homem, a renina provoca hipertensão. Nesse caso, porém, o que se observou foi algo bem diferente: embora sofressem de pressão alta, os ratos não tinham elevada concentração de renina no sangue. Isso prova que não há uma relação simples entre o excesso de trabalho de um gene e as alterações provocadas por ele. Ainda não existe uma pista bem definida sobre os furtivos caminhos desse gene. Mas há indícios de que ele estabelece uma verdadeira revolução na química dos vasos sangüíneos, do coração ou dos rins, em cujas células ele costuma trabalhar. Resultados parecidos podem advir das traquinagens bioquímicas de um gene humano, denominado Apo CIII, que hoje tornou-se suspeito personagem de diversas doenças.Quando se enxertam muitas cópias de Apo CIII numa rata, seus filhotes tornam-se superprodutores de apolipoproteína, substância aparentada ao colesterol. Como decorrência, sofrem de hipertrigliceridemia, ou HTG, distúrbio comum em pessoas com problemas nas coronárias. Em outras palavras, a experiência faz pensar que a causa da HTG é um excesso de trabalho do Apo CIII. Mas esse fato é ainda mais significativo quando se sabe que a HTG também está associada a diabetes, obesidade, pancreatite, deficiência renal crônica, estresse e até alcoolismo.
A criação de modelos para as doenças, embora recente, transformou-se na aplicação de maior sucesso dos animais transgênicos. Fabricam-se muitos outros tipos de bichos mistos, como as cabras com um gene humano produtor de insulina, cujas células tornam-se fábricas ambulantes desse importante medicamento para diabéticos. Um problema com cabras desse tipo é que a insulina brota de vários tipos de células, quando o ideal seria concentrar a produção nas tetas. Assim, seria mais prático coletá-la. De qualquer modo, considera-se que a experiência é um sucesso. Já se fazem, também, porcos magros, animais que recebem um gene humano responsável pela produção de hormônio de crescimento. Outras experiências utilizam um gene de boi do mesmo tipo, com efeito quase idêntico.
Em conseqüência disso, crescem mais esbeltos e desenvolvem uma carcaça com menor proporção de gordura, comparados a seus iguais da natureza. O mesmo pode-se fazer em organismos tão diferentes quanto o dos peixes. Esse tipo de animal, inicialmente, era acometido por severos efeitos colaterais, geralmente devido a uma imperfeita extração dos genes. No entanto, a técnica está sendo aparada rapidamente. Na realidade, os genes dos hormônios de crescimento ganharam uma aplicação mais direta: já estão nascendo porcos anões, duas vezes menores que o normal. É o que diz o geneticista Francisco Duarte, da Faculdade de Medicina (USP) de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. "Estamos nos preparando para gerar um miniporco e um microporco", conta ele, animado com a perspectiva de iniciar a pesquisa com transgênicos no Brasil.
Esses estranhos suínos têm uma dupla finalidade. O miniporco deverá ser criado como um substituto para a leitoa, que é excessivamente gorda quando jovem. O microporco terá grande utilidade na toxicologia, para testar o nível de perigo dos agentes tóxicos industriais e agrícolas. O porco tem um organismo bastante análogo ao do homem e sua reação aos venenos pode ser considerada uma indicação confiável sobre as reações humanas. Mas o tamanho dos animais, atualmente, torna difícil criá-los em laboratórios. O pesquisador quer resolver o problema. "Os microporcos o contornarão."O trabalho em Ribeirão Preto terá início em março e deve avançar ao longo dos próximos anos. Nesse caso, haverá uma auspiciosa corrida, já que inúmeros outros laboratórios do país apostam no estudo dos animais transgênicos. No Rio de Janeiro, nas dependências da Universidade Federal, prevê-se o nascimento, em breve, do primeiro rato transgênico nacional. "Ele será o protótipo de um futuro boi transgênico imune à febre aftosa", proclama o pesquisador Rodrigo Brindeiro. A aftosa é uma das maiores ameaças aos rebanhos, e um boi capaz de resistir a ela faria uma revolução nos campos. Portanto, já de saída, abrem-se largos horizontes para uma tecnologia transgênica tipicamente brasileira.
Finalmente, um dos maiores sucessos dos últimos tempos são os ratos híbridos mas não transgênicos. Em vez de genes, logo que nascem, esses animais recebem transplantes de células humanas. Assim, crescem dotados de miniaturas de órgãos humanos, verdadeiros penetras em seu organismo. São pequenas cópias do fígado, timo, rins, pulmões e diversas outras peças básicas do corpo. O grande sucesso dessa tecnologia são recriações, na escala dos ratos, do sistema imunológico humano, uma proeza concebida e executada, em primeiro lugar, pelo médico Michael Cune, do Hospital Geral de San Francisco, na Califórnia, Estados Unidos. Seus ratos têm uma dupla capacidade.Primeiro, porque desenvolvem um sistema imunológico humano perfeitamente capaz de defendê-los. Segundo, porque esse sistema pode fracassar, exatamente como ocorre durante um ataque de AIDS. Essa segunda característica é uma triste prerrogativa dos homens, os únicos animais vulneráveis ao vírus desse mal. Mas, aparentemente, os ratos de Cune também terão esse potencial, daqui para a frente, fato que Ihes dá imenso valor para a Medicina. No inicio não se dava crédito a Cune e ainda não há certeza sobre o verdadeiro valor dos seus ratos. Agora, inúmeros outros vírus humanos infestam ratos híbridos e fortalece-se a idéia de que as doenças do homem podem ser forjadas de maneira independente do seu próprio organismo.   


domingo, 5 de setembro de 2010

Cientistas utilizam ondas de celular para reverter doença

06/01/10 - 21h05 - Atualizado em 06/01/10 - 21h45

Cientistas utilizam ondas de celular para reverter doença de Alzheimer
Pesquisa utilizou ratos expostos 1 a 2 horas por dia durante 7 a 9 meses.
Exposição reduziu acúmulo de proteína beta-amilóide, indicador da doença.

As pessoas que gastam horas todos os dias no telefone celular podem ter uma nova desculpa para tagarelar. Um novo estudo feito com ratos dá a primeira evidência de que a exposição às ondas eletromagnéticas associadas ao uso do aparelho podem proteger da doença de Alzheimer e até mesmo reverter seu desenvolvimento.

O estudo, conduzido por pesquisadores do Florida Alzheimer's Disease Research Center (ADRC), da Universidade do Sul da Flórida, foi publicado nesta quarta-feira (6) no “Journal of Alzheimer's Disease”.

Foi ainda mais surpreendente verificar que as ondas eletromagnéticas geradas pelos aparelhos celulares reverteram as debilidades na memória de ratos mais velhos com a doença"
“Ficamos surpresos ao concluir que a exposição ao telefone celular, iniciada cedo na idade adulta, protege a memória de ratos destinados a desenvolver o mal de Alzheimer”, afirmou Gary Arendash, autor da pesquisa. “Foi ainda mais surpreendente verificar que as ondas eletromagnéticas geradas pelos aparelhos celulares reverteram as debilidades na memória de ratos mais velhos com a doença.”

Os pesquisadores mostraram que a exposição de ratos mais velhos às ondas eletromagnéticas reduziu o acúmulo danoso da proteína beta-amilóide em áreas do cérebro, além de prevenir o acúmulo em ratos jovens.

As placas formadas pelo acúmulo anormal da proteína são as marcas da doença. Muitos dos tratamentos contra Alzheimer são focados nessa proteína.

No estudo, os cientistas conseguiram isolar os efeitos para o cérebro da exposição ao telefone celular de outros fatores, como a dieta e exercícios. Foram analisados 96 ratos, muitos deles geneticamente modificados para desenvolver o acúmulo de placas de beta-amilóide.

Alguns dos ratos não tinham nenhum tipo de demência e não passaram por alterações genéticas para o desenvolvimento da doença. Dessa forma, os pesquisadores puderam analisar os efeitos das ondas eletromagnéticas em cérebros normais.

Exposição
Cada animal dos dois grupos de cobaias foram expostos a um campo eletromagnético equivalente ao gerado por um telefone celular padrão durante uma a duas horas por dia, por um período de sete a nove meses.




Ratos foram colocados em volta de antena de celular (Foto: University of South Florida)

Se conseguirmos determinar os melhores parâmetros de exposição para efetivamente prevenir o depósito e remover as placas de beta-amilóide, essa tecnologia pode se transformar rapidamente em benefício contra o mal de Alzheimer"
As gaiolas em que os ratos estavam foram dispostas ao redor de uma antena que emitia ondas eletromagnéticas de intensidade semelhante a gerada por um aparelho colado à cabeça de um usuário durante uma ligação. Cada um deles permaneceu a mesma distância da antena.

A partir dos resultados, os pesquisadores concluíram que a exposição ao campo magnético pode ser uma forma não invasiva e livre de medicamentos de prevenção e tratamento do Alzheimer.

“Se conseguirmos determinar os melhores parâmetros de exposição para efetivamente prevenir o depósito e remover as placas de beta-amilóide, essa tecnologia pode se transformar rapidamente em benefício contra o mal de Alzheimer”, disse Chuanhai Cao, pesquisador da Universidade do Sul da Flórida e também um dos autores do estudo.

O teste de memória aplicado para avaliar os efeitos da exposição ao telefone celular em ratos foi desenvolvido de forma semelhante ao usado para determinar a presença da doença e seus primeiros sinais em humanos.

“Acreditamos que nossas conclusões podem ter considerável relevância para o organismo humano”, disse Arendash.