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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Guerra contra roedores pode estar gerando uma nova espécie de super-ratos

Guerra contra roedores pode estar gerando uma nova espécie de super-ratos


As grandes cidades do mundo, como Nova York, investem milhões de dólares todos os anos para combater os ratos, e o número de roedores, longe de diminuir, aumenta consideravelmente. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A DROGA MORTAL DA ÀFRICA DO SUL QUE MISTURA HEROÍNA, REMÉDIO PARA HIV E VENENO DE RATO

A DROGA MORTAL DA ÀFRICA DO SUL QUE MISTURA HEROÍNA, REMÉDIO PARA HIV E VENENO DE RATO


Droga altamente viciante chamada "nyaope" está destruindo vidas 
nas favelas da África do Sul — Foto: BBC

Mistura altamente viciante é fumada junto com maconha ou injetada pelos usuários, e traficantes se livram de policiais com subornos frequentes.

sábado, 22 de novembro de 2014

Só para os fortes: as 10 bebidas mais sinistras que existem no mundo


Só para os fortes: as 10 bebidas mais sinistras que existem no mundo


Quase todos os bares e restaurantes possuem bebidas alcoólicas tradicionais, como as cervejas e os vinhos, além de alguns drinks especiais mais exóticos que procuram atingir um público em específico.

Contudo, algo é bastante certo: as bebidas que vamos listar logo abaixo não podem ser encontradas em qualquer lugar e são caracterizadas por serem, pelo menos para nós brasileiros, extremamente bizarras. Não está acreditando? Então prepare-se para conhecer as bebidas mais sinistras do mundo:


domingo, 14 de outubro de 2012

Camundongos podem aprender a cantar


Camundongos podem aprender a cantar

Camundongos podem aprender a cantar, aponta estudo
Pesquisadores dizem que animais têm mecanismos cerebrais e comportamentais semelhantes a humanos.

Camundongo teria mecanismo cerebral e comportamental semelhante a humanos e pássaros (Foto: BBC)

Camundongos são capazes de aprender canções com base nos sons que escutam, afirmam 
pesquisadores americanos. Segundo novos estudos publicados no periódico "PLoS ONE", quando camundongos compartilham o mesmo espaço, eles aprendem a modular seus tons de voz entre si. E têm mecanismos cerebrais e comportamentais semelhantes a humanos e pássaros no que diz respeito à aprendizagem vocal.

Mas alguns acadêmicos se dizem céticos quanto à pesquisa, alegando que as provas são insuficientes para tais conclusões. Pesquisas prévias nesse campo haviam mostrado que camundongos machos seriam capazes de cantar canções complexas quando diante de fêmeas, e essas canções seriam uma parte importante do "namoro".

Essas "serenatas" são ultrassônicas - entre 50 e 100 Khz, muito além dos tons que podem ser captados pelos humanos. Quando esses sons são processados para se tornarem audíveis ao ouvido humano, eles soam como uma série de assobios de lamento.

Habilidade rara
Há tempos já se presume que camundongos seriam incapazes de mudar a sequência de seus tons de voz. Essa habilidade, chamada de aprendizado vocal, é rara na natureza - é restrita a alguns pássaros, como papagaios, a baleias, golfinhos, leões-marinhos, morcegos e elefantes.Mas, nos experimentos recém-divulgados, pesquisadores da Universidade de Duke (EUA) afirmam ter descoberto que os camundongos têm tanto os circuitos cerebrais como os atributos comportamentais para o aprendizado vocal. O cientista Erich Jarvis, que supervisionou o estudo, disse à BBC que as descobertas mudaram seu entendimento a respeito de como os camundongos produzem sons. "Descobrimos que, nos camundongos, os caminhos que estão ao menos modulando essas vocalizações estão no prosencéfalo, como em humanos", afirmou.
Jarvis fez a ressalva de que o estudo não apresenta provas claras de que os camundongos têm exatamente a mesma habilidade vocal que pássaros e humanos. Mas avalia que há um espectro de diferentes graus de habilidades para diferentes espécies. "Acreditamos que os camundongos estejam em um estágio intermediário de habilidade, entre uma galinha e um pássaro, ou mesmo entre um primata não-humano e um humano", afirmou o cientista.


Viver em harmonia
Quando camundongos machos com diferentes tons vocais foram colocados no mesmo ambiente, descobriu-se que seus tons gradualmente se equilibraram após cerca de oito semanas. Segundo Jarvis, trata-se de uma evolução importante. "Ao colocarmos uma fêmea na gaiola com dois machos, descobrimos que um macho mudou seu tom para ficar parecido com o do outro", diz o pesquisador. "Em geral, o animal menor muda seu tom para se equiparar ao animal maior."
Mas nem todos os cientistas concordam. Kurt Hammerschmidt, especialista em comunicação vocal no Centro Primata Alemão, em Goettingen, lançou dúvidas a respeito das descobertas do estudo sobre camundongos machos. "A história de convergência de tons é pouco convincente", afirmou. Jarvis rebateu dizendo que o ceticismo é infundado. "A reclamação (de Hammerschmidt) é de que não usamos animais o suficiente, mas descobrimos isso (a convergência de tons) em 12 pares de camundongos. Ao menos sob o nosso ponto de vista, isso é confiável e estatisticamente significativo"



sexta-feira, 29 de abril de 2011

Coração de camundongo recém-nascido se regenera

25/02/2011 09h54 - Atualizado em 25/02/2011 10h07

Coração de camundongo recém-nascido se regenera, diz estudo
Segundo pesquisa, é a primeira vez que esse processo é observado em mamíferos.

Cientistas americanos descobriram que os corações de camundongos recém-nascidos podem se regenerar, em um processo nunca visto entre mamíferos e divulgado por meio de um estudo nesta sexta-feira pela revista Science.

Camundongo geneticamente modificado pia como passarinhoTécnica com camundongos 'cura' paciente de câncer de pâncreasOs pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, autores da pesquisa, removeram o que é conhecido como o ápice ventricular esquerdo do coração (cerca de 15% do músculo cardíaco) dos camundongos, apenas um dia depois de eles terem nascido.

Foi observado que o coração se recompôs completamente após 21 dias. Dois meses depois, o órgão parecia estar funcionando normalmente.

Muitos peixes e anfíbios são conhecidos por sua capacidade de reconstruir o tecido de seus corações, mas, segundo o estudo divulgado nesta sexta, isso nunca tinha sido observado em mamíferos.

Para especialistas britânicos, o entendimento desse processo nos camundongos pode ajudar em tratamentos cardíacos para humanos.

Período curto
No entanto, quando o mesmo experimento foi realizado em roedores com uma semana de vida, o coração foi incapaz de se refazer sozinho, indicando que é curto o período em que os animais preservam a habilidade de autorregeneração.

Acredita-se que as células cardíacas continuem a se replicar e se recompor durante um breve intervalo após o nascimento do camundongo.

"Nossos resultados mostram que as células do novo músculo cardíaco, que recuperam a área amputada do coração, vêm da proliferação e migração de células cardíacas pré-existentes", disse um dos autores do estudo, o professor Eric Olson. "Não temos evidência de que tenham vindo de uma população de células-tronco."

Segundo Olson, há motivos para acreditar que o coração humano tenha a mesma capacidade.

"Tudo o que sabemos sobre o desenvolvimento e as funções iniciais do coração do camundongo são comparáveis ao coração humano. Portanto, estamos confiantes que esse processo pode se repetir em humanos, ainda que isso ainda precise ser mostrado."

Ataques cardíacos
Os cientistas americanos agora buscam formas de ativar esta capacidade regenerativa em corações de camundongos adultos, com a ambição de fazer o mesmo em humanos e corrigir danos causados durante ataques cardíacos.

"Identificamos um micro-RNA (pequeno pedaço de material genético) que regula esse processo e vamos tentar usá-lo como forma de incrementar a capacidade de regeneração cardíaca. Também estamos buscando novas drogas que possam reavivar esse mecanismo na vida adulta", afirma Olson.

O pesquisador diz, no entanto, que novas pesquisas esbarram em desafios, como evitar que a alteração das células cardíacas humanas provoque arritmias, por exemplo. Além disso, o funcionamento do coração humano é mais complexo do que o de outros animais.


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Começou mal, terminou pior - Bandicoot - Pé de porco

COMEÇOU MAL, TERMINOU PIOR - Bandicoot - Pé de porco



Considerado extinto desde 1907, o australiano Chaeropus ecaudatus, ou bandicoot-pé-de-porco, é até hoje um marsupial polêmico. As divergências começam pelo nome científico do bichinho - que significa "pé-de-porco e sem rabo". Depois do batismo, descobriu-se que o responsável pela classificação analisou um exemplar que havia perdido a cauda numa briga ou num ataque de predador (incluindo os aborígines, que usavam o rabo do bicho como ornamento, além de apreciarem a carne do animal). Na verdade, o Chaeropus ecaudatus tem o mais longo rabo de todos os bandicoots. A trapalhada só foi descoberta quando já não dava mais para mudar o nome.
Antes da chegada dos colonizadores europeus à Austrália, no século 18, os nativos costumavam queimar as pequenas áreas gramadas, que logo se regeneravam, resultando em comida fresca e abrigo para os bandicoots. Os europeus aboliram essa prática, mudando o habitat dos animais. A criação de gado e ovelhas na região também alterou as condições do solo. Embora os europeus tenham introduzido posteriormente gatos, raposas e coelhos - predadores não-naturais e adversários dos bandicoots -, a extinção do pé-de-porco é atribuída principalmente às modificações provocadas na flora.
O ecaudatus tinha entre 23 e 26 centímetros de comprimento, e sua cauda media entre 10 e 15 centímetros. O formato da cabeça se assemelhava ao dos demais bandicoots, mas as orelhas lembravam as dos coelhos. O diferencial, no entanto, estava nas patas, compridas e finas. Os "pés" dianteiros tinham dois "dedos", com cascos semelhantes aos dos porcos (entendeu de onde veio seu nome popular?). Atrás, havia quatro "dedos" em cada pata. As estruturas dentárias e intestinais indicam que a dieta devia ser herbívora, embora nativos australianos contem que o pé-de-porco apreciava cupins, formigas e, eventualmente, carne.

Bandicoot-pé-de-porco
Nome científico: Chaeropus ecaudatus
Ano da extinção: 1907
Habitat: Austrália

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O Pequeno Saltador - Canguru rato do deserto

O PEQUENO SALTADOR - Canguru rato do deserto



O canguru-rato-do-deserto tinha uma particularidade: depois de um salto, ele sempre parava com a pata direita à frente da esquerda. Os cientistas não sabem explicar por que o mamífero do sul da Austrália tinha esse inusitado jogo de pernas. E provavelmente jamais vão conseguir explicar, pois o Caloprymnus campestris foi visto pela última vez em 1935.
Grande parte da responsabilidade pelo desaparecimento do rato-do-deserto cabe ao homem. A caça, a destruição do habitat e a introdução de predadores condenaram o futuro desse canguru. Primeiro, foram os aborígines australianos, que matavam o animal para comer. Depois, os colonizadores ingleses levaram para a região o gato, a raposa (ambos se tornaram novos predadores) e o coelho (um competidor pelos mesmos alimentos). Para piorar, a vegetação nativa foi gradativamente substituída por pastagens para o gado. Empurrado para espaços cada vez menores, o rato-do-deserto não resistiu. E o bicho não era fraco. Como habitante do deserto, ele conseguia sobreviver sem água, alimentando-se somente de plantas verdes.
Esse canguru tinha uma altura média de 27 centímetros e um rabo que atingia quase 40 centímetros. Uma característica interessante era a diferença entre o tamanho das patas. As dianteiras eram delicadas, com ossos pesando apenas 1 grama, enquanto as traseiras eram grandes e fortes, com ossos de 12 gramas. Isso porque o rato-do-deserto saltava exclusivamente com as patas de trás. Esses membros possantes ficaram registrados no seu nome científico, Caloprymnus - que em latim significa "belo traseiro".

Canguru-rato-do-deserto
Nome científico: Caloprymnus campestris
Ano da extinção: 1935
Habitat: Austrália

domingo, 5 de setembro de 2010

Fome ajuda rato a lembrar onde está a comida

16/06/09 - 07h00 - Atualizado em 16/06/09 - 07h00

Fome ajuda rato a lembrar onde está a comida, diz estudo
Sem comida ou água, roedor tem ativação melhor de centros da memória.
Pesquisa mostra que motivação é fator importante para as lembranças.

A necessidade é a mãe da invenção, diz o ditado -- e, pelo visto, também é a mãe da memória. Pesquisadores da Escola de Medicina Monte Sinai, nos Estados Unidos, mostraram que ratinhos de laboratório com fome ou sede tiveram mais facilidade de recordar a localização de comida e bebida num labirinto do que os que não passavam por essa forme de estresse.

Pamela Kennedy e Matthew Shapiro publicaram os resultados de sua pesquisa na última edição da revista científica americana "PNAS". Eles estudaram diretamente o hipocampo dos bichos -- estrutura cerebral que é muito importante para a memória de longo prazo em muitos animais, inclusive nos seres humanos.

Kennedy e Shapiro verificaram que o fator motivacional -- ou seja, a motivação que os bichinhos com fome ou com sede tinham de achar comida -- influenciava poderosamente a capacidade de achar de novo o caminho no labirinto em busca dos objetos do desejo. Para eles, isso mostra como a motivação é importante para fenômenos mentais como a memória.

sábado, 31 de julho de 2010

Camundongo canta para namorar, mas fêmea só responde primeira 'estrofe'

26/06/09 - 07h00 - Atualizado em 26/06/09 - 07h00

Camundongo canta para namorar, mas fêmea só responde primeira 'estrofe'
Provável causa é a necessidade de o macho estar próximo para 'paquera'.
Canção ultrassônica dos roedores é tão elaborada quanto a dos pássaros.

Alguns anos atrás, pesquisadores determinaram que, quando um camundongo macho está cortejando, ele produz vocalizações ultrassônicas de uma elaborada estrutura, similar às canções dos pássaros. O que não se sabia era se os roedores cantavam por objetivos similares – marcar território e atrair fêmeas.

Kurt Hammerschmidt, do Centro Primata Alemão em Goettingen, e colegas ofereceram uma resposta parcial a essa pergunta. Num artigo publicado na revista "Biology Letters", eles relatam que as canções de camundongos machos definitivamente geram interesse no sexo oposto.

Os pesquisadores expuseram fêmeas a canções dos machos gravadas, a chamados feitos por filhotes recém-nascidos e a sons de controle. Descobriram que as fêmeas reagiam somente às canções dos machos, aproximando-se da fonte do som. Entretanto, Hammerschmidt disse haver algumas surpresas nos dados. As fêmeas se tornavam habituadas às canções muito rapidamente, e só reagiam na primeira vez em que ouviam os sons.

Segundo Hammerschmidt, isso pode acontecer porque as canções são importantes apenas quando os machos estão próximos. Assim, se uma fêmea escuta a canção, mas não enxerga realmente um parceiro, ela pode perder o interesse.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Agricultor é 'coroado' campeão em Bangladesh

05/02/09 - 13h16 - Atualizado em 05/02/09 - 13h16

Agricultor é 'coroado' campeão em Bangladesh ao matar 39.650 ratos
Como prêmio, ele vai receber um aparelho de TV 14 polegadas.
Em 2008, agricultores do país mataram 25 milhões de ratos.




Foto: Divulgação Agricultor Binoy Kumar Karmakar venceu disputa em Bangladesh ao matar 39.650 ratos. (Foto: Divulgação)O agricultor Binoy Kumar Karmakar, de 40 anos, foi coroado o maior matador de ratos de Bangladesh ao exterminar em 2008 39.650 roedores. Ele usava armadilhas com veneno e guardava os rabos para provar sua eficiência.

Após exterminar quase 40 mil ratos, Binoy Kumar Karmakar reivindica o prêmio que o governo oferecia a quem matasse o maior número de roedores em 2008. Ele vai receber um aparelho de TV 14 polegadas.

"Durante o ano, nossos agricultores mataram cerca de 25 milhões de ratos", disse o porta-voz do departamento de agricultura, Abdul Halim. "Binoy Kumar Karmakar foi declarado o campeão ao matar 39.650", acrescentou ele.

Funcionários do departamento de agricultura estimam que cerca de 10% dos alimentos produzidos em Bangladesh, principalmente arroz, trigo e batata, são devorados por milhões de ratos a cada ano.

No ano passado, uma invasão de ratos em Chittagong, no sudeste do Bangladesh, dizimou culturas e provocou fome em algumas aldeias remotas. As Nações Unidas chegaram a distribuir ajuda alimentar a 120.000 pessoas por quatro meses.



PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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