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terça-feira, 27 de abril de 2021

ESPECIAL PIRLIMPIMPIM (1982) - Muitas boas lembranças dos anos 80

ESPECIAL PIRLIMPIMPIM (1982) - Muitas boas lembranças dos anos 80

Pirlimpimpim foi um especial exibido pela Rede Globo em 1982 para comemoração aos 100 anos de Monteiro Lobato e para promover o LP "Pirlimpimpim", lançado pela Som Livre com os temas dos personagens da série Sítio do Pica-Pau Amarelo, que foram interpretados pelos cantores abaixo listados. Antes disso, foi também o nome de um programa veiculado na TVE do Rio de Janeiro, apresentado, entre outros, por Daniel Azulay.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Globo faz parceria inédita com o Google para transformação digital

Globo faz parceria inédita com o Google para transformação digital

A aliança entre as empresas é única no mundo e deve acelerar a digitalização da emissora

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

GLOBO INAUGURA O MG4 - Conjunto de 3 novos estúdios - CC3

GLOBO INAUGURA O MG4 - Conjunto de 3 novos estúdios - CC3

João Roberto Marinho, Roberto Irineu Marinho e José Roberto Marinho tiram a faixa de inauguração do MG4, conjunto de 3 novos estúdios do Grupo Globo que amplia o maior complexo de produção de conteúdo da América Latina, no Rio de Janeiro.

Espaços fazem parte dos Estúdios Globo, que passam a ocupar área total de 1,73 milhão de metros quadrados. 

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Seriado ‘Chaves’ ganhará paródia em programa da TV Globo

Seriado ‘Chaves’ ganhará paródia em programa da TV Globo

'Chaves' na Globo? 'Tá no Ar' fará paródia sobre o humorístico
 mexicano de maior sucesso no mundo. 

Última temporada de ‘Tá no Ar: a TV na TV’ trará imitação do humorístico mexicano mais famoso do mundo

terça-feira, 19 de junho de 2018

MAGNUM - 1980 - Série de TV


MAGNUM - 1980 - Série de TV


Magnum era uma série de TV norte-americana, apresentado originalmente pela rede CBS, entre 11 de dezembro de 1980 a 1 de maio de 1988, num total de 162 episódios, de aproximadamente 60 minutos cada, em 8 temporadas.

sábado, 24 de março de 2018

POEIRA DAS ESTRELAS - DOCUMENTÁRIO


POEIRA DAS ESTRELAS - DOCUMENTÁRIO



Os mistérios da natureza, a dança da criação e destruição que rege o cosmo, as descobertas e teorias científicas, as invenções, os primórdios da astronomia. As respostas da ciência moderna a muitas questões que desde os princípios da história intrigam a diversas culturas, como qual o sentido da existência. Em 'Poeira das Estrelas', Marcelo Gleiser mostra a beleza do mundo natural e como ela é revelada pela ciência.

Segue abaixo o documentário POEIRA DAS ESTRELAS exibido pelo FANTÁSTICO na REDE GLOBO no ano de 2006. São 12 episódios postados no YOUTUBE que foram exibidos aos DOMINGOS nesta ordem original.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Globo decide acabar com o Programa do Jô no final deste ano


Globo decide acabar com o Programa do Jô no final deste ano


Principal talk show da história da TV brasileira, o programa de Jô Soares vai acabar no final deste ano. A temporada que estreia em março será a última. A decisão foi anunciada na última quinta-feira (18) em reunião da cúpula da Globo com diretores da área artística e autores de novelas. Quem deu a notícia foi Ricardo Waddington, diretor de gênero responsável por atrações como o Amor&Sexo, Domingão do Faustão e Altas Horas, além do próprio Jô.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

GIBI - VOCÊ CONHECE A ORIGEM DESSE NOME ?


GIBI - VOCÊ CONHECE A ORIGEM DESSE NOME ?


Sabe porque HISTÓRIAS EM QUADRINHOS são chamadas assim? 
Roberto Marinho, dono e fundador da Rede Globo! O que teria ele a ver com GIBIS? 
Vamos a alguns fatos e curiosidades sobre a palavra GIBI e o pq das hqs serem assim chamadas! 

Após o lançamento da revista O Tico Tico de 1905 ,que foi a primeira revista em quadrinhos brasileira e reinou por três décadas ,o que fazia sucesso eram os suplementos infantis em quadrinhos, encartados nos jornais A Nação e O Globo,este último de Roberto Marinho, em 1934. 
O sucesso foi imenso, com altíssimas vendas dos jornais nos dias em que os suplementos estavam presentes.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

AS PRIMEIRAS MANCHETES DAS DÉCADAS DE 70 A 2010


AS PRIMEIRAS MANCHETES DAS DÉCADAS DE 70 A 2010



1970- 02 de Janeiro de 1970






domingo, 26 de maio de 2013

16 Crimes cometidos em novelas


16 Crimes cometidos em novelas

Na novela "Paraíso Tropical" (2007) Taís (Alessandra Negrini) foi a ambiciosa gêmea, capaz de matar a própria irmã, Paula, para conseguir dinheiro e fama. Era uma mulher fútil, mentirosa e é capaz de tudo por dinheiro. Reprodução

sábado, 20 de abril de 2013

Globo retira links do Facebook: o que isso significa?



Globo retira links do Facebook o que isso significa ?


Analistas de mídias sociais logo ficaram em polvorosa e há os que concordam e os que discordam da atitude da Globo.com. Vamos conhecer seus argumentos e, ao final, minha opinião.

Notícia de que a Globo retirou seus links do Facebook dá sinais importantes para o mercado web e sobre como está se desenhando o futuro da Internet. Entenda aqui.

domingo, 14 de abril de 2013

Russo, de 82 anos, mantém casamento com mulher meio século mais jovem



Russo, de 82 anos, mantém casamento com mulher meio século mais jovem e não pensa em parar: 'Vou morrer na Globo'


Na casa dele, o casal de passarinhos se chama Carminha e Tufão, e a cadela vira-lata atende pelo nome de Nina. "Essa aí foi o Chacrinha que me deu", diz o mais famoso contrarregra da TV, logo corrigido pela mulher Adriana: "Chacrinha já morreu faz tempo. Essa foi presente do nosso amigo Sérgio". Apesar de traído pela memória, Russo continua, aos 82 anos, na ativa. E fazendo graça. "Sou bom em levar microfone para as pessoas. Para dar entrevista sou muito ruim. Estou nervoso", avisa ele, assim que recebeu a equipe do Extra, de camisa social dentro da calça e chapeu panamá para ficar bonito nas fotos.

domingo, 7 de abril de 2013

As 10 Novelas Brasileiras mais vendidas


As 10 Novelas Brasileiras mais vendidas

Ninguém pode negar que as novelas são umas das 10 maiores paixões dos brasileiros, mas o que impressiona, é o numero de países que tem a mesma preferência. Pode não ser umas das paixões nacionais desses países, no entanto, as novelas da Rede Globo prendem a atenção milhões de pessoas no mundo inteiro.
A emissora já se tornou referência no meio, e segue uma linha diferente da Televisa (maior produtora de novelas do mundo), com conceitos mais modernos, , a Globo, vende os direitos televisivos após exibição no Brasil. A campeã de vendas em 2012 foi “Insensato Coração”, exibida em 2011. Foi vendida para 60 países, mas nem todos iniciaram a exibição da novela.


As 10 Novelas Brasileiras mais vendidas
Rank Novela Ano Autor N° de Países
Da cor do pecado 2004 João Emanuel Carneiro 100
Terra Nostra 1999 Benedito Rui Barbosa 95
O Clone 2002 Glória Perez 91
Caminhos das Índias 2009 Glória Perez 90
Escrava Isaura 1976 Gilberto Braga 79
Laços de família 2000 Manoel Carlos 77
Por amor 1997 Manoel Carlos 74
Mulheres de areia 1993 Ivani Ribeiro 67
Anjo Mau 1997 Cassiano Gabus Mendes 67
10° Sinhá Moça 1986 Benedito Ruy Barbosa 60





quinta-feira, 4 de abril de 2013

Top 10 canais de maior audiência da TV por assinatura no Brasil


Top 10 canais de maior audiência da TV por assinatura no Brasil


Os dados provenientes do IBOPE constatou, segundo a Anatel, o grande crescimento da TV por assinatura no país. A grande concorrência tem deixado o mercado cada vez mais competitivo, com valores acessíveis para a maioria da população.

Também notamos que apesar de termos mais de 200 canais a disposição, ainda assim, preferimos os canais disponíveis gratuitamente na TV aberta. Segundo a audiência de fevereiro de 2013, as quatro grandes emissoras do Brasil tem a preferência dos assinantes pagos.
Se considerássemos somente os canais únicos e exclusivos para TV a cabo, seria acrescentado ao TOP 10, os canais: Nickelodeon (95.400), Telecine Pipoca (90.100), Mega Pix (90.100) e Telecine Action (84.800).



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sábado, 20 de outubro de 2012

Sucesso da novela “Avenida Brasil” atrai atenção de veículos no exterior



Sucesso da novela“Avenida Brasil” atrai atenção de veículos no exterior



The Guardian e Washington Post destacaram o sucesso da novela. Último capítulo alcançou média de 51 pontos em São Paulo, segundo dados preliminares.

O capítulo final de Avenida Brasil foi um dos maiores fenômenos de audiência da TV brasileira dos últimos anos: alcançou média de 51 pontos em São Paulo, o recorde do ano na TV brasileira, segundo dados preliminares.
Na era da revolução da informação, a novela foi acompanhada ao redor do planeta, e atraiu a atenção de alguns dos principais veículos estrangeiros.

Um artigo comparou o último capítulo de Avenida Brasil ao final da Copa, ao Carnaval e ao Dia da Independência, como uma das datas mais importantes do calendário brasileiro. Outro jornal britânico importante, o The Guardian, destacou a mudança de agenda da presidente Dilma Rousseff para não coincidir com o último capítulo da novela.

Outros veículos, como a também britânica rede BBC, o Washington Post, um dos principais jornais americanos, e a revista Forbes lembraram que a audiência espetacular da novela poderia causar sobrecarga no fornecimento de energia elétrica, o que acabou não acontecendo. Todos ressaltaram que o sucesso da novela se deve ao fato de que ela retrata a vida da nova classe média brasileira.
Durante a novela, o primeiro assunto mais comentado no Twitter no mundo era Avenida Brasil. Entre os dez primeiros tópicos cinco eram sobre a novela.

FONTE:


sábado, 1 de setembro de 2012

RPG em 1996 - "RPG & CARDS" Jornal O Globo


RPG em 1996 - "RPG & CARDS" Jornal O Globo
Nada como voltar no tempo e ver como era RPG em 1996, nestas 4 reportagens do Jornal Globo que divulgou lançamentos mais que esperados para a época.







Anjos e Demônios travam uma batalha celestial 
'ovo jogo da Steve Jackson, 'In Nomine', é' Jma adaptação de um RPG clássico francês 
Alexandre Cabral 

O pecado mortal para qualquer editora de RPG é prometer e não cumprir. Durante dois anos a Steve Jackson Games anunciou que iria adaptar para o inglês "In Nomine", Jogo Francês que coloca os jogadores na pele de anjos ou demônios na luta pela salvação (ou perdição) das almas humanas. Prometeu mais: regras simples (diferentemente de seu sistema principal, o "GURPS"); desenhos coloridos de primeira; cenário e personagens detalhados. Diante da demora, parecia que promessa não seria cumprida. Más os hereges que duvidavam estavam enganados. Desta vez o autor da versão americana, Derek Pearcy, e seu ilustrador, Dan Smith, vão para o céu, pois "In Nomine" tem tudo isso. Ele também teve o mérito de conseguir reunir dois jogos (na França há dois livros básicos. "Magna Veritas", para os anjos, e "In Nomine Satanis". para os demônios) num só Trabalho de primeira na arte e no texto. O jogo é ambientado no mundo moderno. Os seres celestiais (anjos ou demónios) incorporam na Terra com freqüência e têm que cumprir diferentes missões, desde proteger uma personalidade importante ou recuperar uma relíquia sagrada até simplesmente promover o bem ou o mal. Para (quem já curte cenários como "Vampiro, a Máscara", "In Nomine" é uma aquisição obrigatória. Mesmo quem não é um fiel da linha Storyteller, tem neste jogo uma opção criativa, e bem-feita. 
Na ilustração acima ESTE É BAAL, O Príncipe dos Demônios, um dos personagens do jogo, que traz ilustrações de ótima qualidade 






Aventuras vividas na Cidade Maravilhosa
Uerj promove concurso para jovens autores de RPG soltarem a imaginação sobre o Rio
Alexandre Cabral

A violência, a qualidade dos transportes e do ensino público são apenas alguns dos problemas das grandes cidades. Pensando numa maneira criativa de enfrentar e buscar soluções para tais questões, o Centro de Tecnologia Educacional (CTE) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) propôs um desafio aos jogadores e mestres de RPG: a criação de um sistema de jogo cujo cenário seja o Rio de Janeiro, levando em conta as aventuras e desventuras dos cariocas. O concurso é gratuito e aberto a qualquer pessoa. Os interessados devem escrever um RPG completo, ambientado no Rio, e entregá-lo até 25 de outubro no CTE, na Uerj (Rua São Francisco Xavier 524, bloco F/sala 10043, Maracanã). Informações pelos telefones 587-7410 e 587-7152. As inscrições também podem ser feitas na Banca do Osny, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua São José (tel.: 533-9029). A disputa será dividida em três categorias, de acordo com a faixa etária, e premiará os melhores trabalhos com R$ 1.500. Os autores nacionais, como Artur Vecchi, criador do "Monstros", gostaram da iniciativa: — O RPG sempre desperta o interesse dos jovens. Só o prazo de entrega é que ficou curto para escrever um trabalho tão complexo — diz ele. Para Igor Morais, autor do primeiro jogo nacional, "Tagmar", o futuro do RPG é sair da área de entretenimento puro, passando a ser usado também na educação e até no treinamento empresarial: — Um RPG tem que ser bom como jogo e como leitura. Quanto às regras, basta que não atrapalhem a imaginação dos jogadores — conclui..
Marcelo/Editoria de Arte







Lobisomens marcam presença em novidades internacionais 
Lançamentos trazem personagens inspirados em cards. As versões em português não devem chegar por aqui tão cedo
Alexandre Cabral

Lobisomens sempre povoaram as aventuras clássicas de terror ou fantasia. Primeiro com o RPG, e depois na versão cardgame. a White Wolf investiu em cima deste mito. O sucesso continua e, apesar da época de vacas magras que vive o mercado editorial, os lobos vão muito bem, mesmo. Prova disso é a continuidade de módulos lançados lá fora para expandir o sistema. Os livros de Tribos (semelhan-tes aos livros de Clã dos vampiros, que já estão saindo no Brasil) estão quase completos e o último lançamento foi algo inédito: o primeiro módulo para um RPG inspirado nos personagens do cardgame, e não vice-versa. "Warriors of the Apocalipse" é o livro que traz as fichas de personagem dos principais cards do jogo, adaptados para o cenário de role playing. Ele funciona também como um suplemento para criar histórias enfocando os conflitos que acontecem entre os próprios Garous à medida que se aproxima o conflito final entre os defensores de Gaia e a forças destrutivas da Wyrm. Quem não domina o inglês terá que esperar um
pouco: a Devir prometeu para breve a edição brasileira do "Livro dos Jogadores" para "Lobisomem", e só depois disso poderá trazer os livros das Tribos e as demais novidades deste RPG.

Ilha do Governador se firma como point de RPG
Aventuras de diversos sistemas, palestras e vídeos (de "Arquivo X" até animação japonesa e "Jornada nas estrelas"). Isso tudo vai rolar na próxima sexta-feira, dia 21 de junho, das 10h às 17h, no "RPG Cult Con", evento aberto ao público que será organizado pela Interativa Jogos e pela Cultura Inglesa. Completando o dia, haverá um live action, às 19h, no qual os jogadores atuarão numa representação ambientada na Inglaterra da Era Vitoriana completa com Sherlock Holmes, Príncipe de Gales e outras figuras reais ou imaginárias. Inscrições para o live e maiores informações pelos telefones 463 2100 e 462 1887. Se você quiser apenas jogar RPG nas mesas ou assistir aos vídeos, basta aparecer no dia (o endereço é Rua Cam-bauba 281, Ilha do Governador). É grátis, e vale a pena participar. Eventos como esse são raros.







Quando o leitor também é o heroi da aventura 
Livro-jogo ambientado em Tagmar explora os conflitos sociais num mundo de fantasia 
Alexandre Cabral 

Os livros-jogos são uma opção prática de diversão. Lançados no Brasil pela Marques Saraiva, atravês da coleção "Aventuras Fantásticas", conquistaram milhares de adeptos com uma fórmula simples: histórias em que o leitor interage com o texto. Ele é o herói da aventura e decide quais caminhos a seguir, afetando o desenrolar da trama e seu desfecho. Para jogar basta ter papel, lápis e dois dados comuns. Agora a pequena GSA, pioneira em produtos escritos e produzidos no Brasil, lança "Estandarte Sangrento", livro-jogo ambientado no mundo de fantasia de Tagmar. A aventura tem tudo que os fãs do gênero apreciam: combates, charadas, equipamentos, etc. O que torna o livro de Ricardo Andreiolo cativante e original são alguns temas raramente vistos nos livros-jogos. Para começar, o grande vilão não é um dragão devorador de criancinhas nem o feiticeiro maligno do topo da montanha. Andreiolo aposenta estes clichês e apresenta o próprio rei da nação de Marana como antagonista. O tirano envolve a vila do herói (ou seja, do leitor) numa terrível guerra civil. Para detê-lo, você precisará viajar à distante Sensera, capital do reino, para libertar o sábio Rofir (este sim um feiticeiro), seu mestre e mentor do povoado. Assim, apesar dos encontros com monstros e outros inimigos, o centro da saga é o conflito entre o poderoso monarca e seus servos contra o valoroso herói revolucionário e seu povo oprimido. Quebrando outro tabu, o protagonista não age sozinho. Conta, desde o início, com a ajuda de um guerreiro e de um elfo. A interação do leitor com esses ajudantes é instigante. Você passa a ler e jogar preocupado não apenas com o que vai acontecer ao seu personagem como também com o que vai acontecer a seus companheiros, que podem morrer ou separar-se do herói, influindo diretamente na trama. Os desenhos internos, bem acima da média, tornam "Estandarte Sangrento" um livro-jogo e uma história imperdíveis • 




segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Globo - A voz do Brasil

A VOZ DO BRASIL



Era o Cid Moreira de sempre. Terno impecável, topete no cabelo grisalho como em todo Jornal Nacional. Ele olhou para a câmera e disse: "Tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos que dominou o nosso país."



A fala histórica foi ao ar ao vivo, na noite de 15 de março de 1994. Não era um pedido público de demissão. O apresentador transmitia um direito de resposta concedido pela Justiça ao ex-governador Leonel Brizola, que redigiu o texto após ser a acusado, no Jornal Nacional, de "declínio da saúde mental" e "deprimente inaptidão administrativa" por tentar proibir a transmissão do Carnaval. Naquele dia, milhares de brasileiros devem ter se deliciado com o texto de Brizola, lido no programa jornalístico que com média de 68% dos televisores ligados é, proporcionalmente, o mais assistido do mundo. Pessoas que como eu, e talvez você, cresceram fazendo lição-de-casa diante da Sessão da Tarde, jantando com a novela das 7 e indo dormir depois dos dramas de Regina Duarte na novela das 8. Após 40 anos como líder da televisão no Brasil, a Globo se tornou uma paixão nacional - mas uma paixão tão grande quanto a de falar mal dela.

Todos os anos, cada brasileiro passa em média 700 horas assistindo à Globo. Sem William Bonner, Xuxa ou Sinhozinho Malta, nossas roupas, jeito de falar, famílias e a imagem que temos do lugar em que vivemos seriam diferentes. "Tire a televisão de dentro do Brasil e o país desaparece", diz Eugênio Bucci, presidente da Radiobrás, co-autor do livro Videologias e ex-diretor de redação da SUPER. Exagero? Nas páginas seguintes, você verá como a Globo inventou o Brasil.



O Brasil sem a Globo

Na década de 1950, quando a televisão começou por aqui, o país escutava Tonico e Tinoco, ria de Mazzaropi e tinha 70% das pessoas morando no campo. Na cidade, ter um televisor era mais chique que home theater nos dias de hoje. As famílias deixavam de ir à ópera para assistir ao "teleteatro" em casa - e depois ligavam para o camarim cumprimentando os atores. E como não existiam satélites, cada cidade tinha sua programação, com celebridades, piadas e notícias locais.

Nos anos 1960, esse Brasil rural passou por um banho de loja cultural. Até o início dos anos 1970, o número de livros impressos passaria de 43 milhões para 191 milhões, a venda de discos cresceria 800% e a televisão viraria profissional, com antenas mais potentes, tecnologia para gravar programas e um aumento de 500 mil casas com televisores por ano. Percebendo a reviravolta, um grupo de comunicação resolveu se modernizar para virar empresa. Em 1963, contratou quase 100 funcionários num só dia - entre eles Chico Anysio e Gianfrancesco Guarnieri - e começou a fazer novelas diárias. Não, essa empresa não era a Globo. Era a TV Excelsior.

A Excelsior tinha tudo para dar certo, menos um item - isenção política. Com o golpe militar de 1964, foi boicotada pelos militares. Seu proprietário, Wallace Simonsen, que usava abertamente a televisão para apoiar o presidente João Goulart, sofreu retaliações financeiras. A emissora fechou em 1969. A outra grande TV da época, a Tupi, do magnata Assis Chateaubriand, dado a negociatas e ameaças políticas, entrou em declínio até falir em 1979. O trono estava vago para uma nova dinastia. "Os militares queriam uma empresa com visão moderna e que fosse parceira da expansão da televisão pelo país", afirma a psicanalista e estudiosa de televisão Maria Rita Kehl. É aí que entra Roberto Marinho.

Em 26 de abril de 1965, 3 anos após ganhar a concessão do então presidente Goulart, o dono do jornal O Globo levou ao ar o canal 4 do Rio de Janeiro. Em poucos meses deu para ver as novidades. A grade de atrações era conhecida do público e não mudava de repente, como na Tupi, na Excelsior ou na Record. Outra inovação: os anúncios publicitários, que apareciam ao longo do dia todo, mas em breves intervalos. Em resumo, igualzinho ao que assistimos hoje. Foi a Globo que implantou esse formato no Brasil.

Por trás do arrojo da Globo estava quem mais entendia de televisão na época: o grupo Time-Life, dos EUA. Um contrato assinado em 1962 previa que a Globo desse aos americanos 30% de seus lucros em troca de dinheiro para investimentos e experiência. O acordo virou escândalo nacional. A lei proibia que grupos estrangeiros fossem sócios de empresas de comunicação. Uma CPI foi instalada para apurar o caso e o governo podia até ordenar o fechamento da emissora - mas como uma legítima CPI brasileira, tudo terminou em pizza. Em 1969, insatisfeita com a rentabilidade do negócio, a Time-Life desistiu do contrato.



A Globo é o Brasil

Em 1969, uma casualidade mudou os rumos da TV Globo. Um incêndio destruiu a sede da emissora em São Paulo e, com os estúdios destruídos, a cidade teve de assistir à programação que ia ao ar do Rio. Surpreendentemente, a audiência na cidade não caiu. O que começou como estratégia de emergência, virou a maior vantagem da Globo, que se tornou a primeira emissora nacional do país. E uma rede que alcançasse o país inteiro era tudo o que os militares queriam. "Acreditava-se na época que o território nacional só estaria livre da ameaça estrangeira se as fronteiras estivessem em contato com o centro", diz o jornalista Gabriel Priolli, da PUC-SP e autor do livro A Deusa Ferida. Essa mentalidade fez nascer megaprojetos, como a estrada Transamazônica e a instalação de um sistema nacional de torres de televisão. Em muitos países, esse investimento foi feito pela iniciativa privada. Aqui, o estado bancou tudo. E ainda abriu linhas de crédito para qualquer pessoa comprar um televisor sem juros. O resultado foi um país unificado na tela da televisão.

Você já parou para pensar o que um descendente de alemães do interior gaúcho, um paulistano e um ribeirinho da Amazônia têm em comum? Eles falam português, ainda que um português bem diferente, descansam nos mesmos feriados e têm uma carteira de identidade que diz: brasileiro. Até 1969, era só isso. Mas depois que a Globo se tornou uma rede nacional, todos passaram a ter um enorme universo em comum. O mesmo sonho de conhecer o Rio, os mesmos bordões como "Não, Pedro Bó", o mesmo desejo de comer pizza com guaraná. "A televisão igualou o imaginário de um país cuja realidade é constituída de enormes contrastes, conflitos e contradições", afirma Eugênio Bucci.

Um estudo do pesquisador Luiz Augusto Milanesi, da USP, sobre a chegada da televisão a Ibitinga, interior de São Paulo, deixa claro os efeitos desse fenômeno. Assistindo a atores e jornalistas, os moradores descobriram que palavras como "compreto" e "frauta" estavam erradas. Mas, sem certeza do quanto já tinham se enganado, acabaram também trocando as letras em palavras corretas - "freira" virou "fleira". E se "paia" virou "palha", "meia" passou a ser "melha".



A Globo governa

Ok, a política de integração nacional deu ao país uma cara moderna e uma rede de telecomunicações de primeiro mundo. Mas o avanço também serviu como espaço de propaganda política. O programa Amaral Neto, o Repórter, por exemplo, se dedicava a noticiar os feitos milicos. No resto da programação, a censura encrencava com a roupa das chacretes e investigava até se Tom & Jerry tinha mensagens revolucionárias subliminares.

Além disso, a televisão rendeu cartadas no jogo de poder. Um estudo da pesquisadora Susy dos Santos, da Universidade Federal da Bahia, mostrou que pelo menos 40 afiliadas da Globo pertencem a políticos locais, todos ex-aliados dos militares. Os Magalhães, na Bahia, os Sarney, no Maranhão, os Collor, em Alagoas. O clima de paz e amor com o governo era tanto que, em 1972, o presidente Médici chegou a dizer: "Fico feliz todas as noites quando assisto ao noticiário. Porque, no noticiário da Globo, o mundo está um caos, mas o Brasil está em paz".

Mesmo após 1976, com o fim da censura prévia, o noticiário da Globo continuou sem farpas contra os militares. "Quando o país começou a se democratizar, a resistência da Globo às mudanças ficou clara", diz Valério Brittos, professor da pós-graduação em ciências da comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Foi assim durante as greves do ABC, entre 1978 e 1980, que mal foram mencionadas pela emissora, e na campanha pelas eleições diretas em 1984 (leia quadro na página 57). Esse comportamento fez surgir nos muros e passeatas o lema "O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo". "Na prática do jornalismo, como em qualquer outra atividade, erros podem acontecer", diz Luis Erlanger, diretor da Central Globo de Comunicação. "O importante é ter humildade para corrigir rumos e agir com transparência."

Nos últimos anos da ditadura, o poder de Roberto Marinho era de espantar mesmo. Para tentar diminuir sua força, o governo abriu concorrência para novas concessões de TV, em 1980. O Jornal do Brasil e a Editora Abril, que edita a SUPER, estavam no páreo, mas a disputa acabou ganha por Adolpho Bloch, que fez a Manchete, e Silvio Santos, do SBT. Enquanto esses canais engatinhavam, Roberto Marinho decidia os rumos do país. "Eu brigo com o papa, com a Igreja Católica, com o PMDB. Só não brigo com o doutor Roberto", disse o presidente eleito Tancredo Neves, em 1985, a Ulysses Guimarães, que estava indignado com a indicação de Antonio Carlos Magalhães para o Ministério das Comunicações. ACM não foi o único ministro que Roberto Marinho nomeou ou demitiu nessa época (leia quadro ao lado).



Revolução dos costumes

Para muitas pessoas, a história da Globo acaba aqui. A emissora só chegou aonde chegou graças a barganhas políticas e ponto final. É aí que esses críticos quebram a cara. A Globo não se fez apenas apoiando militares e jogos. "Estamos diante de um caso de talento artístico. Nenhuma emissora do mundo domina tão bem a produção técnica em vídeo quanto a Globo. Melhor que ela, só a produção em película de Hollywood", diz Gabriel Priolli. Hoje, não é só líder no Brasil: é a maior produtora de televisão do mundo. "Em 2004, produzimos 2 546 horas de programação, o que equivale a mais de 1 000 longas-metragens", afirma Erlanger, da Globo. Neste momento, 62 países estão assistindo a programas que você viu meses atrás.

Foi combinando alcance nacional e capacidade técnica acima da média mundial que a Globo protagonizou a construção da identidade brasileira. E esse talento se concentrou principalmente nas novelas. Para escrevê-las, foram chamados os melhores dramaturgos. Muitos deles vieram de jornais e grupos de teatro de esquerda da década de 1960, como Benedito Ruy Barbosa, Dias Gomes e Aguinaldo Silva. "Os autores disseminaram em cadeia nacional novos estilos de vida", diz o pesquisador Cláudio Paiva, da Universidade Federal da Paraíba. Em vez das velhas histórias da moça virgem que tinha um pai carrancudo e fora enganada por um homem, trama típica do dramalhão latino-americano, aparecem os adolescentes que transam sem culpa, o homem que chora, a mulher separada, o gay. "O Brasil tem costumes mais modernos que o restante da América Latina também porque nossas novelas são mais realistas que as mexicanas", diz Priolli.

Em 1994, a pesquisadora Anamaria Fadul, da Universidade Metodista de São Paulo, montou a árvore genealógica de 33 novelas da Globo produzidas entre os anos 1970 e 1990. Apenas duas mostravam famílias com mais de 2 filhos. "Não se pode fazer uma relação de causa e efeito, mas ficou claro que as novelas da Globo anteciparam o modelo da família atual em 2 décadas", diz Anamaria. "Há quase 30 anos a Rede Globo promove o reexame das relações homem e mulher", afirma o filósofo Renato Janine Ribeiro, autor do livro O Afeto Autoritário. "Os movimentos feministas iniciaram esse questionamento, mas a rede Globo assumiu a causa e não a abandonou." 2 produções dessa linha marcaram época:

- Dancin’ Days (1978), que mostrava a vida de Júlia (Sônia Braga), ex-presidiária que luta para retomar a vida ao lado da filha, criada pela irmã milionária.

- Malu Mulher (1979), em que Malu (Regina Duarte) é uma socióloga que decide se separar depois de ser traída pelo marido. A minissérie questionava tabus como aborto e virgindade, narrando os dramas da mulher madura que passa a ter de sustentar a filha. Malu Mulher foi sucesso na Inglaterra e na Holanda - e censurada em países da América Latina.

No caldo sem-gracinha do melodrama, também entraram pitadas de sátira, que parodiavam a política brasileira. "O Jornal Nacional mostrava políticos, em geral nordestinos, que depois de servir a todos os ditadores haviam se reciclado com a volta da democracia. Apareciam como grandes homens da República. Meia hora depois, a principal novela da mesma Globo expunha clones deles como emblemas do que há de pior em nossa sociedade", diz Renato Janine. Você deve se lembrar de algumas dessas novelas:

- Roque Santeiro (1985), que tinha 36 capítulos gravados quando foi censurada pela ditadura, em 1975. Regravada 10 anos depois, mostrava como protagonista Sinhozinho Malta (Lima Duarte), um típico coronel nordestino.

- Que Rei Sou Eu? (1989), passada no reino de Avilan, país imaginário da Europa do século 18 que vivia crises comuns às do Brasil de 1989: inflação, planos econômicos furados, moedas que mudavam de nome. Sem falar nas falcatruas e negociatas políticas.

- O Bem-Amado (1973), onde a cidade fictícia de Sucupira era palco de diversos tipos brasileiros - não exatamente os melhores. Exemplo de como a novela transformada em minissérie retratou o país é a fala do general Golbery do Couto e Silva, braço-direito do presidente Geisel, que ao deixar o cargo de chefe da Casa Civil disse aos repórteres: "Não me perguntem nada. Acabo de deixar Sucupira".



A vida começa aos 40

E hoje? E o futuro? É difícil que, daqui pra frente, um canal de TV tenha tanta importância para o imaginário de Sucupira, ops!, do Brasil. "É uma tendência mundial as grandes televisões perderem audiência para outros canais ou tipos de mídia", diz o professor Valério Brittos. "Mas, dentro dessa segmentação, a Globo vai seguir como uma das principais produtoras do mundo."

O maior baque de perda de público aconteceu na década de 1990. A audiência média de 49% dos televisores ligados, em 1979, baixou para 37% em 1997. Record e SBT aproveitaram o barateamento da tecnologia de produção e lançaram programas populares. Também apareceu o controle remoto, arquiinimigo das líderes de audiência. Mas o susto passou rápido: a novela Terra Nostra, de 1999, recuperou antigos índices de audiência e provou que o modelo "sanduíche" de um jornal entre novelas, marca da Globo instituída em 1968, não estava acabado. Até programas típicos de emissoras B no resto do mundo, como o Big Brother, viraram atração global. "A capacidade de inovar e adaptar que a Globo tem é incomum em empresas tradicionais", diz Valério Brittos.

Essa inovação, porém, foi um tiro pela culatra no que se refere à televisão a cabo. Quando partiu para a transmissão por assinatura, a Globo teve, desta vez, de tirar do próprio bolso os custos de instalação da rede. O grupo que controla a emissora fez uma dívida que, com a crise do real, em 1999, virou uma bolha de 1,3 bilhão de reais. "A empresa pode até sanear essa dívida, mas terá dificuldades se precisar fazer mais investimentos em novas tecnologias", diz Brittos.

A tecnologia mais nova do pedaço, a TV digital, pode mudar todo o jeito de ver TV hoje. Se a transmissão de dados por computador se popularizar, em poucos anos você poderá escolher entre ler seu e-mail, escutar música ou assistir aos Simpsons enquanto espera o ônibus (pois é, os ônibus devem continuar os mesmos). Especialistas dizem que a tecnologia pode tornar obsoleto o sistema de concessões de canais usado hoje em dia.
Isso significa o fim da Globo? Será que a televisão generalista, que todos vêem ao mesmo tempo, é coisa do passado? A interatividade da internet fez de qualquer pessoa uma potencial emissora de conteúdo - e mudanças como essa, que cindem a idéia de uma sociedade uniforme, tem força para inaugurar uma nova idade histórica. Por isso, é difícil prever o futuro da emissora que deu uma cara ao Brasil - "aguarde e confie", diria Didi Mocó. Já é possível, no entanto, julgar seu papel nos últimos 40 anos. Sim, em muitos momentos a Globo foi mesmo porta-voz dos militares. Mas também não faltam motivos para tratá-la como agente modernizante e um orgulho do talento nacional. A Rede Globo tem uma grande dívida com o Brasil. Mas o Brasil também deve muito à Rede Globo.


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sábado, 26 de setembro de 2009

Problema técnico tirou Globo.com do ar

14/04/09 - 12h48 - Atualizado em 14/04/09 - 15h35

Problema técnico tirou Globo.com do ar
Falta de energia atingiu prédio da Embratel.
Local abriga os servidores da Globo.com.

Um problema técnico deixou o portal Globo.com fora do ar na manhã desta terça-feira (14), impedindo o acesso aos sites G1, Globoesporte.com, Ego, Rede Globo, O Globo, entre outros. A falha começou às 10h05. Por volta das 10h40, o serviço começou a ser normalizado e, por volta das 15h15, todas as páginas já haviam voltado ao normal.

Segundo a concessionária Light, houve uma queda no fornecimento de energia elétrica no Centro do Rio de Janeiro, entre 9h51 e 9h59.

A falta de luz atingiu a sede da Embratel, onde ficam os servidores da Globo.com.

Em nota, a Embratel informou: "Nesta terça-feira, 14 de abril, uma queda de energia da concessionária local da cidade do Rio de Janeiro ocasionou uma queda momentânea nos sistemas atendidos por aquela região. Os geradores da empresa agiram e a rede voltou a funcionar normalmente".

Segundo Marco Lúcio Figueiredo Moreira, gerente de tecnologia da Globo.com, o data center (sala que reúne os computadores da Globo.com) ficou sem energia entre 10h05 e 10h30. Moreira diz que houve falha nos sistemas elétricos de emergência do prédio da Embratel. Segundo ele, às 12h55, um dos no-breaks ainda não estava funcionando.

Questionada pelo G1, a Embratel informou que não confirma a falha.

Segundo a assessoria da Light houve uma interrupção de energia provocada pelo acionamento de um equipamento de proteção para segurança. A Light informou que ainda investiga a causa da interrupção.




PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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