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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

segunda-feira, 7 de março de 2022

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

História do KFC - Trajetória envolve assassinato e outra passagens surpreendentes

História do KFC - Trajetória envolve assassinato e outra passagens surpreendentes

A trajetória do Coronel Sanders é repleta de passagens surpreendentes.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Novo estudo encontra padrão estatístico nos assassinatos de imperadores romanos

Novo estudo encontra padrão estatístico nos assassinatos de imperadores romanos


Um novo estudo constata que ser imperador romano era uma atividade extremamente perigosa. 

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Tecnologia moderna desvenda assassinato do faraó Ramsés III

Tecnologia moderna desvenda assassinato do faraó Ramsés III


Um antigo mistério sobre um faraó do Egito parece ter sido solucionado com a ajuda da tecnologia moderna. 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Seis saques vergonhosos de Roma

Seis saques vergonhosos de Roma


Em 24 de agosto de 410 d.C., tribos bárbaras sob o comando do rei visigodo Alarico entraram em Roma para três dias de assassinato e pilhagem. 

sábado, 3 de novembro de 2018

Conheça o experimento real que inspirou a história de Frankenstein

Conheça o experimento real que inspirou a história de Frankenstein


A história do monstro de Frankenstein começou a ganhar popularidade assim que o livro escrito por Mary Shelley foi publicado, em 1818.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Saiba quais foram as piores matanças dos últimos 25 anos nos EUA


Saiba quais foram as piores matanças dos últimos 25 anos nos EUA


O massacre na boate gay Pulse, em Orlando, na Flórida, é considerado o pior tiroteio em massa da história moderna dos EUA.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

16 DOCUMENTÁRIOS INDICADOS - JANEIRO DE 2014


16 DOCUMENTÁRIOS INDICADOS - JANEIRO DE 2014


Documentário / Diversos
Nome Original: Hitler's Secret Attack On Amer
Cor: Colorido
Classificação: Programa livre
11 de dezembro de 1941: Hitler declara guerra contra os Estados Unidos. 
Para o almirante alemão Karl Dönitz, comandante da frota de submarinos U-boot, o momento está próximo. Dönitz elabora um plano para um ataque surpresa à costa dos Estados Unidos, chamado "Operação Drumbeat." A história do que poderia ter sido um dos ataques mais violentos à costa leste dos Estados Unidos foi encoberta e permanece sem ser contada, até agora. Pela primeira vez, a história dos U-boots e de suas presas está sendo procurada, descoberta e filmada pelo NOAA National Marine Sanctuaries e pela Wild Life Productions. Utilizando veículos submarinos operados remotamente de alta definição, sonares especiais e imagens 3D, este programa vai reunir as táticas, as batalhas, os heróis e os vilões da Operação Drumbeat, um plano desconhecido para atacar os Estados Unidos que poderia ter tido resultados mortais.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Tomografia revela que faraó egípcio teve garganta cortada



Tomografia revela que faraó egípcio teve garganta cortada

Múmia do faraó egípcio Ramsés 3º, que teve a garganta cortada (Foto: Reprodução/"British Medical Journal")

Harém armou conspiração contra imperador egípcio, sugere pesquisa.
Atentado contra Ramsés 3º ocorreu 1,1 mil anos antes de Cristo.

Um estudo realizado pela Universidade do Cairo, no Egito, em conjunto com outras instituições do país utilizou tomografia computadorizada e técnicas de medicina para confirmar que o faraó Ramsés 3º morreu ao ter a garganta cortada. A pesquisa sugere que ele foi vítima de uma conspiração realizada por seu harém por volta de 1,1 mil anos antes de Cristo.

A pesquisa, publicada no conceituado periódico "British Medical Journal", esclarece alguns pontos obscuros na história, há muito tempo debatida por egiptólogos.

Um dos documentos mais analisados da época, um papiro "judicial" do Egito antigo, afirma que no ano 1.155 antes de Cristo, mulheres que integravam o harém do faraó cometeram um atentado contra a vida dele, como parte de uma conspiração. O papiro relata que a conspiração falhou, mas não havia dados que confirmassem o homicídio.

O documento revela que foram feitos quatro julgamentos dos conspiradores e que houve punição aos responsáveis. Os dois chefes da conspiração seriam uma rainha secundária, chamada Tiy, e seu filho, o príncipe Pentawere.

O papiro é vago quanto à morte de Ramsés 3º. Primeiro, sugere que ele poderia ter morrido pouco antes ou durante o julgamento dos conspiradores. Depois, diz que a Corte que julgava o harém recebeu ordens diretas do rei, o que indica que ele estaria vivo quando houve o julgamento.

Corte profundo
Com as tomografias na múmia de Ramsés 3º, os cientistas descobriram um grande e profundo corte em sua garganta, causado por uma lâmina afiada, possivelmente, e que teria sido letal o suficiente para causar morte imediata.

Um amuleto foi encontrado dentro do ferimento, dizem os pesquisadores. O objeto foi possivelmente inserido, na época, pelos responsáveis por embalsamar o corpo do faraó.

Os cientistas analisaram ainda outra múmia, provavelmente do filho do rei, Pentawere.
A múmia possuía entre 18 e 20 anos quando morreu, e evidências como pele ferida em volta do escoço da múmia sugerem que ela foi morta de forma violenta, possivelmente por estrangulamento.

O corpo mumificado que possivelmente pertence a Pentawere não foi mumificado da forma tradicional, mas feito em um "ritual impuro", segundo os cientistas, o que indica que foi uma forma de punição por participar da conspiração.

A análise do DNA de ambas as múmias indica que existe grau de parentesco, o que "sugere fortemente que eram pai e filho", segundo os cientistas.

Tomografia mostra coluna e pescoço de faraó; estrelas indicam local onde ferimento foi causado (Foto: Reprodução/"British Medical Journal")


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem assassinou o Papa João Paulo I ???

QUEM ASSASSINOU O PAPA JOÃO PAULO I?



Odia 28 de setembro de 1978 ainda está bem vívido na memória dos católicos do mundo inteiro. Para eles, a data remete à morte precoce do papa João Paulo I. Mas, para muita gente ainda hoje, naquele dia coroou-se com êxito uma das mais bem armadas conspirações da história da Igreja. Os fatos que cercaram sua eleição, o curto mandato de apenas 33 dias e as circunstâncias da morte de Albino Luciani sugerem, para os defensores dessa teoria, que João Paulo I foi assassinado.

Mas que sorte de interesses aquele homem doce e discreto de 65 anos - conhecido como o "Papa Sorriso" - teria ameaçado contrariar? Antes de abordar a trama, convém relembrar os acontecimentos, amplamente debatidos pela mídia da época, e que renderam algumas obras polêmicas e o bem-documentado livro Um Ladrão na Noite, de John Cornwel, publicado na Inglaterra em 1989.

Filho de uma família proletária e de um pai socialista, Albino Luciani nasceu em 17 de outubro de 1912 onde hoje fica Canale d’Agordo, norte da Itália. Durante toda sua carreira, foi um clérigo inexpressivo e nunca foi cotado para o posto de papa. Sua eleição deixou todos boquiabertos, uma vez que concorreu com nomes fortes, como os cardeais Pignedoli, Baggio, Siri, Felici, Koenig, Bertoli e o brasileiro Aloísio Lorscheider. Também nunca havia integrado o serviço diplomático nem servido no Vaticano. Com essa história, para surpresa geral, foi eleito pontífice no conclave mais concorrido e rápido de que se tem notícia.

Para o escritor inglês David Yallop, autor do livro Em Nome de Deus - uma investigação do assassinato do papa João Paulo I, Albino Luciani teria sido eleito pelos conservadores simplesmente para cumprir ordens. Mas, ao demonstrar carisma, liderança e, principalmente, disposição para reformar os quadros e interferir no comando do Banco do Vaticano, teria despertado o receio de determinado grupo de prelados.

O diretor executivo do Banco do Vaticano, Paul Marcinkus, seria um dos primeiros prejudicados por João Paulo I. Sua exoneração traria à tona extensas negociatas com a Máfia Italiana e a Maçonaria. Marcinkus era notoriamente próximo do presidente do Banco Ambrosiano de Milão, Roberto Calvi, por sua vez amigo do advogado e financista siciliano Michele Sindona. Os três mantinham relações com Lício Gelli, outro financista que controlava a loja maçônica P2, a qual teria se infiltrado no Vaticano.

Um grupo de clérigos também estaria envolvido na trama, por temer a perda de posições de prestígio no Vaticano. Essa versão foi explorada por obras como A Verdadeira Morte de João Paulo I, de Jean-Jacques Tierry, e pelo romance A Batina Vermelha, de Roger Peyrefitte, que ainda acrescentava à trama uma suposta participação da KGB, a polícia secreta da então poderosa União Soviética. Mas foi o escritor John Cornwel quem investigou mais seriamente o episódio e deu consistência à trama em Um Ladrão na Noite. Ex-seminarista, Cornwel foi estimulado pela própria Igreja a produzir uma obra conclusiva que pudesse desmantelar as teorias conspiratórias sobre a morte do papa.

LADRÃO NA NOITE

O autor parece ter ido fundo nas pesquisas (o livro é comparado a um bem documentado relatório), mas, para o desespero do Vaticano, manteve a dúvida no ar: "João Paulo quase com certeza morreu de embolia pulmonar. Necessitava de descanso e medicação. Se estes tivessem sido receitados, ele provavelmente teria sobrevivido. As advertências de uma doença mortal estavam claras, à vista de todos. Pouco ou nada foi feito para socorrê-lo", afirma ele nos parágrafos finais do livro, traduzido para mais de 30 idiomas, com tiragem total de mais de cinco milhões de exemplares.

No início de seu relato, Cornwel aponta dez contradições que envolvem a morte do papa até hoje não esclarecidas. A mais intrigante, divulgada pela Ansa, agência de notícias italiana, é sobre o horário em que um carro do Vaticano apanhou em suas casas os embalsamadores Renato e Ernesto Signoracci: às 5h. Acontece que há duas versões oficiais sobre o horário em que o corpo foi encontrado: uma, às 5h30. Outra, às 4h30. A causa oficial da morte também nunca foi esclarecida. Segundo alegou o Vaticano, as leis canônicas impediam que a autópsia fosse realizada.
Há ainda indícios de que Luciani pressentira sua morte. Ricardo de la Cierva, a única pessoa que teria tido acesso ao diário pessoal do papa, reproduz no livro O Diário Secreto de João Paulo I um trecho em que o pontífice revela essa premonição. De acordo com o livro, em julho de 1977, ele teria visitado irmã Lúcia, a anciã protagonista das aparições de Fátima, no convento das Carmelitas de Coimbra. Entre longos silêncios e súbitos olhares fixos, a religiosa teria lhe dito a frase: "E quanto ao senhor, senhor padre, a coroa de Cristo e os dias de Cristo". Em seu diário, João Paulo I teria escrito: "Os dias de Cristo serão meus dias, minhas semanas, meus anos? Não sei". Aquele era o 25o dia de seu pontificado - que durou exatos 33 dias.

Eu acredito!

"Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu Filho Unigênito, o qual foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem, desceu ao mundo dos mortos, ressuscitou noterceiro dia, subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai, de onde virá para julgar os vivos e os mortos. Creio também que Paul McCartney morreu em 1966, que a Aids foi criada em laboratório, que a viagem à Lua foi uma farsa e que o Dalai Lama é a 14ª reencarnação de Buda. Creio que Alá é Deus e Maomé o seu profeta. Creio na reencarnação, no poder dos astros, nos florais de Bach e no feng shui, nas cirurgias espirituais. Creio na infalibilidade de João Paulo II e que João Paulo I foi morto pela própria Igreja. Amém!"
Janer Cristaldo, escritor, tradutor e jornalista, só não acredita em Papai Noel. Apesar de ter a cara dele

O céu não os protege

O supremo pontífice foi peça central de inúmeras conspirações ao longo dos séculos, culminando com o assassinato de pelo menos uma dezena dos que ocuparam o posto. A primeira vítima foi João VIII, envenenado em 882. Mas ele acabou morto a golpes de martelo, pois o preparado demorou a surtir efeito. Anos mais tarde, em 896, o papa Formoso também foi envenenado por uma facção dissidente. Em 903, Cristóvão matou Leão V e assumiu o papado. Em 929, João X foi asfixiado pela filha de sua amante. Em 974, Bento VI foi estrangulado por seu sucessor, Bonifácio VII.

No final do século 13, Celestino V foi envenenado por seu sucessor, Bonifácio VIII, e logo em seguida, no início do século seguinte, Benedito XI teria morrido após ingerir vidro moído misturado a figos.

A partir de então, os assassinatos refluíram. Passaram-se 150 anos até a morte de Paulo II, que pode ter sido vítima de veneno ou simplesmente do pecado capital da gula (morreu após ter devorado dois grandes melões). Em 1503, Alexandre VI foi envenenado com uma dose de arsênico: seu corpo inchou tanto que foi preciso que pulassem sobre seu estômago para fechar o caixão.
Já Leão X, sucessor de Alexandre VI, teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco cardeais teriam contratado um cirurgião que, para "tratar-lhe" as hemorróidas, do papa introduziria veneno no ânus; mas a trama foi descoberta a tempo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Quem quer acabar com os Kennedy ???

QUEM QUER ACABAR COM OS KENNEDY?



O assassinato do presidente John Kennedy, em 1963, gerou a maior e mais intrincada rede de conspirações da história recente. Várias testemunhas-chave desapareceram misteriosamente. Se você tem alguma informação valiosa sobre o caso, é melhor se esconder

No dia 22 de novembro de 1963, em Dallas, no Estado do Texas, o presidente John Kennedy foi morto com um tiro na cabeça enquanto desfilava em carro aberto ao lado de sua mulher, Jacqueline Kennedy. Menos de uma hora depois, Lee Harvey Oswald foi preso com a arma do crime e confessou o atentado. Tudo parece muito simples, mas não é. O assassinato de Kennedy é o que se pode chamar de conspiração-mãe: envolve artimanhas conjuntas e isoladas da CIA, do FBI, da KGB, da Máfia e até de Fidel Castro.

A célebre imagem do presidente Kennedy sendo alvejado no carro dá o que pensar. O cineasta amador que registrou as cenas atende pelo nome de Abraham Zapruder. Ele filmava o desfile quando flagrou, quadro a quadro, o momento exato do assassinato. O mais surpreendente é que Zapruder não largou a câmera por nenhum momento, mesmo com o tiroteio comendo solto. As imagens mostram a primeira bala acertando a cabeça de Kennedy, que foi jogado violentamente para trás, como se tivesse sido acertado de frente. Aí é que está: Oswald, o assassino oficial, estava num depósito atrás da limusine de Kennedy. O filme atestaria, portanto, a existência de pelo menos dois atiradores.

Para investigar o caso, foi formada a Comissão Warren. Os fatos que se seguiram são recheados de estranhas coincidências e uma sucessão incrível de assassinatos e desaparecimentos, tudo numa sincronia de arrepiar.

Um dos investigadores do caso, Buddy Walther, disse ter encontrado um cartucho de calibre 45 perto do local onde Kennedy foi atingido. Walther teria entregado a cápsula a um agente do FBI, mas o material desapareceu e o agente nunca relatou sua existência. Indignado, Walther meteu a boca no trombone. Morreu ao ser atingido por uma bala perdida durante uma blitz de rotina.

EM SÉRIE

Quem também se deu mal foi Lee Bowers Jr., que assistira ao trágico desfile presidencial em Dallas. Ele afirmou ter visto dois homens armados escondidos atrás de uma cerca. Logo após o tiro fatal em Kennedy, os suspeitos fugiram. Ninguém deu bola para Bowers, que continuou martelando a história na imprensa. Três anos depois, ele morreu num estranho acidente automobilístico, batendo seu carro em uma ponte.

E tem mais: o deputado Hale Boggs, um dos membros da Comissão Warren, discordou publicamente da tese de que Oswald agira sozinho. Em seguida, Boggs declarou que estava sendo pressionado pelo FBI a mudar de idéia. Durante uma viagem, seu avião desapareceu misteriosamente no Alasca. Ele nunca mais foi encontrado.

Apesar da nacionalidade russa, George Dewohreischildt era anticomunista e colaborador da CIA. Também era amigo muito próximo de Oswald. Declarou que seu chapa era inocente e que havia uma grande conspiração tentando encobrir a verdade. No entanto, antes que tivesse a oportunidade de depor, Dewohreischildt foi encontrado morto com um tiro de espingarda na cabeça. Aparentemente, foi suicídio.

Depois disso, um agente da CIA resolveu falar. Gary Underhill disse que alguns de seus colegas estavam envolvidos na morte de Kennedy. Batata. O destro Underhill foi encontrado morto com uma bala na cabeça e uma automática... na mão esquerda.

Surpreendentes também são os fatos envolvendo o assassino oficial, Lee Oswald. Poucos dias antes do crime, Oswald, um ex-comunista, ex-anticastrista e ex-informante do FBI, teria ido a uma reunião de simpatizantes de Fidel Castro em Miami. Empolgado, teria pedido a palavra e dito: "Ninguém tem colhões. Eu vou matar o presidente". Mas o FBI afirma que nesse mesmo dia Oswald estava no México tentando obter um visto para Cuba. Ele foi visto também num estande de tiros, em Dallas, na véspera do atentado. Ali, ele repetira a quem quisesse ouvir que iria matar Kennedy.

Dois dias após cumprir sua promessa, Oswald foi morto na garagem da delegacia de polícia, diante de câmeras de TV, quando estava sendo transferido para a prisão de Dallas. Seu assassino, Jack Ruby, dono de uma boate de striptease, disse que queria vingar Kennedy. Vingou, mas morreu de câncer no pulmão ainda na cadeia, em 1967.

Nesse amontoado de desencontros, suicídios e histórias mal contadas, o promotor Jim Garrison transformou o caso numa cruzada pessoal. Mas não contou com a sorte. Uma de suas primeiras testemunhas foi Marylin Moon, uma stripper do clube de Ruby. Ela anunciou em 1966 que estava escrevendo um livro contando a verdade sobre a morte de Kennedy. Porém, morreu baleada no seu próprio apartamento.

Outro nome importante para Garrison era o do militar David Ferrie, que, patrocinado pela CIA, organizara campos de treinamento para os cubanos exilados que queriam derrubar Fidel Castro, na famosa operação Baía dos Porcos. Ferrie era muito próximo a Ruby e tinha servido na força aérea ao lado de Oswald. Ele era uma peça-chave para Garrison. Era. Foi encontrado morto, com hemorragia cerebral. Na seqüência, Aladio Del Valle, um anticastrista treinado por Ferrie, foi assassinado em Miami. Clyde Johnson, que dizia conhecer a ligação entre Ruby-Oswald-CIA-anticastristas, foi baleado e morto, frustrando as investigações de Garrison. Mais tarde, Garrison lançou vários livros sobre o assunto, acusando a participação da CIA, da KGB, da Máfia e dos anticastristas na morte de Kennedy. E, por incrível que pareça, nada lhe aconteceu.

À DISTÂNCIA

Outra teoria bem popular entre os conspirólogos reza que Oswald fazia parte de uma linhagem de assassinos mentalmente controlados. Um programa (verídico) chamado MK Ultra, produzido pela CIA em 1953, pretendia criar um exército de assassinos por controle remoto, utilizando o LSD e técnicas de hipnose. Vários criminosos famosos apresentaram indícios de controle mental à distância. É o caso de Lee Oswald, de Mark Chapman (que matou John Lennon), James Earl Ray (assassino de Martin Luther King) e Sirhan Bishara Sirhan (que matou Robert Kennedy).
Robert Kennedy, irmão mais novo de John, era senador em 1968 e o favorito para ocupar o cargo de presidente. Durante a campanha, Bob prometeu reabrir as investigações sobre a morte de seu irmão. No dia 5 de julho daquele ano, Bob estava hospedado no hotel Ambassador, em Los Angeles. Ao se dirigir para o salão de conferências, um imigrante palestino chamado Sirhan Bishara Sirhan parou na sua frente, apontou o revólver e soltou três balaços. Na necropsia, descobriram que Bob tinha uma esquisita perfuração na nuca, como se tivesse sido baleado de perto. Daí a teoria de que Sirhan foi programado apenas para distrair a atenção de Bob enquanto o verdadeiro assassino agia. Ao contrário da maioria dos personagens citados nesta reportagem, Sirhan está vivo até hoje, cumprindo prisão perpétua num presídio na Califórnia.

Ricos, famosos e amaldiçoados

A maldição sempre é evocada quando o assunto é a família Kennedy. O patriarca Joseph P. Kennedy tinha uma obsessão: levar seu filho Joseph P. Kennedy Jr. à presidência dos Estados Unidos. Joseph Jr., no entanto, morreu num acidente aéreo em 1944, aos 29 anos. Quatro anos depois, nova tragédia: Kathleen, a segunda filha, também morreu num acidente aéreo, aos 28 anos.

John F. Kennedy realizou o sonho do pai e levou o sobrenome da família à Casa Branca, mas foi assassinado em 1963. Patrick Bouvier, filho de John e Jacqueline Kennedy, morreu em 1964. Robert Kennedy, terceiro filho de Joseph, foi assassinado em 1968. O caçula da família, Edward (Ted) Kennedy, bateu o carro depois de uma festa e foi parar na água. Sua namorada, Mary Jo, faleceu dentro do carro submerso e afundou a carreira política de Ted.
E teve mais: em 1984, David, filho de Robert Kennedy, morreu vítima de uma overdose de drogas. William, sobrinho de Ted, foi acusado de estupro em 1991. Michael, outro filho de Robert, não resistiu a um acidente de esqui em 1997. A última vítima foi John-John, filho caçula de JFK. Ele e sua mulher, Carolyn, morreram num acidente aéreo no litoral de Massachusetts, em julho de 1999.

Estranhas coincidências

- Os dois presidentes mais populares dos EUA morreram assassinados.

- Lincoln foi eleito em 1860. Kennedy foi eleito em 1960.

- Lincoln foi morto quando assistia a uma peça no Teatro Ford. Kennedy foi morto enquanto andava num Lincoln conversível fabricado pela Ford.

- Ambos foram mortos numa sexta-feira.

- John Wilkes Booth, acusado de matar Lincoln, nasceu em 1839. Lee Oswald, acusado de matar Kennedy, nasceu em 1939.

- Ambos os acusados dos crimes foram mortos antes de serem julgados.
- O sucessor de Lincoln, que se chamava Andrew Johnson, nasceu em 1808. O substituto de Kennedy, Lyndon Johnson, nasceu em 1908.

Oliver Stone sabe das coisas

O principal filme sobre a morte de John Fitzgerald Kennedy é JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar, lançado em 1991, sob direção de Oliver Stone. No filme, Stone revela a megaconspiração arquitetada por Fidel Castro, Richard Nixon, Maçonaria, Illuminati, CIA, KGB e muita gente mais. O estranho é que ninguém se pronunciou sobre o filme, que foi um sucesso de público na época.

Isso parece colocar Stone no hall de sujeitos suspeitos no mundo das conspirações. O cineasta denunciou o intervencionismo americano em Salvador - O Martírio de Um Povo (1986), o Vietnã em Platoon (1986), a ganância capitalista em Wall Street (1987) e, agora em 2004, lança um documentário sobre Fidel Castro, chamado Looking for Fidel, em que mostra o caso dos três cubanos executados enquanto tentavam fugir de Cuba.

Stone tem tanta moral que, em seu filme, consegue juntar numa mesa-redonda Fidel Castro, seqüestradores, promotores e advogados de defesa. É pouco? Ele convence Fidel a se submeter a um exame médico para desmentir rumores sobre sua saúde.
Stone é bem mais poderoso do que imaginamos....

Eu acredito!

"A verdade é que os americanos são fanáticos por teorias conspiratórias. No filme Teoria da Conspiração, Mel Gibson interpreta um cara completamente obcecado, desconfiando até do português da padaria. Não seria exagero dizer que, hoje em dia, esse é o verdadeiro American Way of Life."
Peu K é músico e canta na banda Vodka Frog