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terça-feira, 9 de julho de 2024

Arqueólogos encontram jardim do imperador Calígula perto do Vaticano

Arqueólogos encontram jardim do imperador Calígula perto do Vaticano

Durante as escavações, os pesquisadores identificaram um cano de chumbo contendo uma inscrição com o nome do governante.

quarta-feira, 21 de junho de 2023

A lenda da Papisa Joana, a mulher que teria liderado a Igreja Católica

A lenda da Papisa Joana, a mulher que teria liderado a Igreja Católica

Durante a Idade Média, circularam histórias sobre uma jovem disfarçada de homem que se tornou papa e deu à luz durante uma procissão.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Castrati - A triste história dos cantores castrados na infância para manter a voz aguda

Castrati - A triste história dos cantores castrados na infância para manter a voz aguda

Esses artistas se tornaram muito populares na Europa nos séculos XVII e XVIII, estrelando diversas óperas.

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

domingo, 14 de junho de 2020

Bispos alemães admitem que a Igreja Católica foi "cúmplice" de crimes nazistas

Bispos alemães admitem que a Igreja Católica foi "cúmplice" de crimes nazistas


A Conferência dos Bispos Católicos da Alemanha divulgou um documento admitindo que a Igreja foi "cúmplice" dos crimes nazistas. 

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Museu do Vaticano promove tour virtual pela Capela Sistina e Quartos de Rafael

Museu do Vaticano promove tour virtual pela Capela Sistina e Quartos de Rafael


Por conta da pandemia do coronavírus, diversos museus tiveram que se adaptar promovendo tour virtual. 

domingo, 12 de abril de 2020

Vaticano abre arquivos do papa Pio XII, acusado de ter sido "conivente com o nazismo"

Vaticano abre arquivos do papa Pio XII, acusado de ter sido "conivente com o nazismo"


O Vaticano está abrindo os arquivos secretos do papa Pio XII, acusado por críticos de ter sido conivente com o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bento XVI quebra silêncio e critica proposta de flexibilização do celibato na Amazônia em livro

Bento XVI quebra silêncio e critica proposta de flexibilização do celibato na Amazônia em livro


Documento, de outubro, sugeriu ordenação de homens casados para fortalecer a presença da Igreja em áreas remotas da floresta

sábado, 9 de novembro de 2019

Você sabia que a teoria do Big Bang foi proposta por um padre e teve até aprovação do Vaticano

Você sabia que a teoria do Big Bang foi proposta por um padre e teve até aprovação do Vaticano


Apesar do longo histórico de atritos entre a ciência e a religião, a moderna teoria do Big Bang foi elaborada por ninguém menos do que um padre. 

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Crer ou não crer - Santo Sudário


Crer ou não crer - Santo Sudário


Os pesquisadores querem retomar os estudos sobre a mortalha que teria recoberto o corpo de Jesus Cristo. Há dez anos, exames acusaram o lençol de ter sido criado na era medieval, por volta de 1300. Se isso for confirmado, estaremos diante da fraude mais enigmática e mais bem elaborada da História.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Historiador revela plano secreto do Papa para matar Hitler


Historiador revela plano secreto do Papa para matar Hitler


Muito se tem especulado sobre a ajuda secreta que o Papa Pio XII teria dado a Hitler ao nunca ter se pronunciado publicamente contra os crimes do nazismo, em especial o genocídio dos judeus. Tanto é assim que ele é conhecido como o “Papa de Hitler”.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Bíblia com evangelho inédito encontrada na Turquia preocupa o Vaticano

Bíblia com evangelho inédito encontrada na Turquia preocupa o Vaticano


Documento com mais de 1500 anos foi descoberto no ano 2000 e traria textos negando a crucificação de Jesus.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem assassinou o Papa João Paulo I ???

QUEM ASSASSINOU O PAPA JOÃO PAULO I?



Odia 28 de setembro de 1978 ainda está bem vívido na memória dos católicos do mundo inteiro. Para eles, a data remete à morte precoce do papa João Paulo I. Mas, para muita gente ainda hoje, naquele dia coroou-se com êxito uma das mais bem armadas conspirações da história da Igreja. Os fatos que cercaram sua eleição, o curto mandato de apenas 33 dias e as circunstâncias da morte de Albino Luciani sugerem, para os defensores dessa teoria, que João Paulo I foi assassinado.

Mas que sorte de interesses aquele homem doce e discreto de 65 anos - conhecido como o "Papa Sorriso" - teria ameaçado contrariar? Antes de abordar a trama, convém relembrar os acontecimentos, amplamente debatidos pela mídia da época, e que renderam algumas obras polêmicas e o bem-documentado livro Um Ladrão na Noite, de John Cornwel, publicado na Inglaterra em 1989.

Filho de uma família proletária e de um pai socialista, Albino Luciani nasceu em 17 de outubro de 1912 onde hoje fica Canale d’Agordo, norte da Itália. Durante toda sua carreira, foi um clérigo inexpressivo e nunca foi cotado para o posto de papa. Sua eleição deixou todos boquiabertos, uma vez que concorreu com nomes fortes, como os cardeais Pignedoli, Baggio, Siri, Felici, Koenig, Bertoli e o brasileiro Aloísio Lorscheider. Também nunca havia integrado o serviço diplomático nem servido no Vaticano. Com essa história, para surpresa geral, foi eleito pontífice no conclave mais concorrido e rápido de que se tem notícia.

Para o escritor inglês David Yallop, autor do livro Em Nome de Deus - uma investigação do assassinato do papa João Paulo I, Albino Luciani teria sido eleito pelos conservadores simplesmente para cumprir ordens. Mas, ao demonstrar carisma, liderança e, principalmente, disposição para reformar os quadros e interferir no comando do Banco do Vaticano, teria despertado o receio de determinado grupo de prelados.

O diretor executivo do Banco do Vaticano, Paul Marcinkus, seria um dos primeiros prejudicados por João Paulo I. Sua exoneração traria à tona extensas negociatas com a Máfia Italiana e a Maçonaria. Marcinkus era notoriamente próximo do presidente do Banco Ambrosiano de Milão, Roberto Calvi, por sua vez amigo do advogado e financista siciliano Michele Sindona. Os três mantinham relações com Lício Gelli, outro financista que controlava a loja maçônica P2, a qual teria se infiltrado no Vaticano.

Um grupo de clérigos também estaria envolvido na trama, por temer a perda de posições de prestígio no Vaticano. Essa versão foi explorada por obras como A Verdadeira Morte de João Paulo I, de Jean-Jacques Tierry, e pelo romance A Batina Vermelha, de Roger Peyrefitte, que ainda acrescentava à trama uma suposta participação da KGB, a polícia secreta da então poderosa União Soviética. Mas foi o escritor John Cornwel quem investigou mais seriamente o episódio e deu consistência à trama em Um Ladrão na Noite. Ex-seminarista, Cornwel foi estimulado pela própria Igreja a produzir uma obra conclusiva que pudesse desmantelar as teorias conspiratórias sobre a morte do papa.

LADRÃO NA NOITE

O autor parece ter ido fundo nas pesquisas (o livro é comparado a um bem documentado relatório), mas, para o desespero do Vaticano, manteve a dúvida no ar: "João Paulo quase com certeza morreu de embolia pulmonar. Necessitava de descanso e medicação. Se estes tivessem sido receitados, ele provavelmente teria sobrevivido. As advertências de uma doença mortal estavam claras, à vista de todos. Pouco ou nada foi feito para socorrê-lo", afirma ele nos parágrafos finais do livro, traduzido para mais de 30 idiomas, com tiragem total de mais de cinco milhões de exemplares.

No início de seu relato, Cornwel aponta dez contradições que envolvem a morte do papa até hoje não esclarecidas. A mais intrigante, divulgada pela Ansa, agência de notícias italiana, é sobre o horário em que um carro do Vaticano apanhou em suas casas os embalsamadores Renato e Ernesto Signoracci: às 5h. Acontece que há duas versões oficiais sobre o horário em que o corpo foi encontrado: uma, às 5h30. Outra, às 4h30. A causa oficial da morte também nunca foi esclarecida. Segundo alegou o Vaticano, as leis canônicas impediam que a autópsia fosse realizada.
Há ainda indícios de que Luciani pressentira sua morte. Ricardo de la Cierva, a única pessoa que teria tido acesso ao diário pessoal do papa, reproduz no livro O Diário Secreto de João Paulo I um trecho em que o pontífice revela essa premonição. De acordo com o livro, em julho de 1977, ele teria visitado irmã Lúcia, a anciã protagonista das aparições de Fátima, no convento das Carmelitas de Coimbra. Entre longos silêncios e súbitos olhares fixos, a religiosa teria lhe dito a frase: "E quanto ao senhor, senhor padre, a coroa de Cristo e os dias de Cristo". Em seu diário, João Paulo I teria escrito: "Os dias de Cristo serão meus dias, minhas semanas, meus anos? Não sei". Aquele era o 25o dia de seu pontificado - que durou exatos 33 dias.

Eu acredito!

"Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu Filho Unigênito, o qual foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem, desceu ao mundo dos mortos, ressuscitou noterceiro dia, subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai, de onde virá para julgar os vivos e os mortos. Creio também que Paul McCartney morreu em 1966, que a Aids foi criada em laboratório, que a viagem à Lua foi uma farsa e que o Dalai Lama é a 14ª reencarnação de Buda. Creio que Alá é Deus e Maomé o seu profeta. Creio na reencarnação, no poder dos astros, nos florais de Bach e no feng shui, nas cirurgias espirituais. Creio na infalibilidade de João Paulo II e que João Paulo I foi morto pela própria Igreja. Amém!"
Janer Cristaldo, escritor, tradutor e jornalista, só não acredita em Papai Noel. Apesar de ter a cara dele

O céu não os protege

O supremo pontífice foi peça central de inúmeras conspirações ao longo dos séculos, culminando com o assassinato de pelo menos uma dezena dos que ocuparam o posto. A primeira vítima foi João VIII, envenenado em 882. Mas ele acabou morto a golpes de martelo, pois o preparado demorou a surtir efeito. Anos mais tarde, em 896, o papa Formoso também foi envenenado por uma facção dissidente. Em 903, Cristóvão matou Leão V e assumiu o papado. Em 929, João X foi asfixiado pela filha de sua amante. Em 974, Bento VI foi estrangulado por seu sucessor, Bonifácio VII.

No final do século 13, Celestino V foi envenenado por seu sucessor, Bonifácio VIII, e logo em seguida, no início do século seguinte, Benedito XI teria morrido após ingerir vidro moído misturado a figos.

A partir de então, os assassinatos refluíram. Passaram-se 150 anos até a morte de Paulo II, que pode ter sido vítima de veneno ou simplesmente do pecado capital da gula (morreu após ter devorado dois grandes melões). Em 1503, Alexandre VI foi envenenado com uma dose de arsênico: seu corpo inchou tanto que foi preciso que pulassem sobre seu estômago para fechar o caixão.
Já Leão X, sucessor de Alexandre VI, teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco cardeais teriam contratado um cirurgião que, para "tratar-lhe" as hemorróidas, do papa introduziria veneno no ânus; mas a trama foi descoberta a tempo.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Novo filme de Tom Hanks, 'Anjos e demônios' desafia o Vaticano

10/05/09 - 21h56 - Atualizado em 10/05/09 - 23h31

Novo filme de Tom Hanks, 'Anjos e demônios' desafia o Vaticano
Em entrevista, ator conta os bastidores da polêmica produção.
Santa Sé aconselhou boicote ao filme, antes mesmo do lançamento.

O filme “Anjos e demônios” foi condenado pelo Vaticano antes mesmo de estrear nos cinemas: a Santa Sé aconselhou um boicote à produção. Essa é a sequência de uma briga que começou em 2006, com o lançamento do filme "O código da Vinci", também baseado em um livro de Dan Brown e estrelado por Tom Hanks.

"O código" irritou a igreja porque sugeria a hipótese de que Maria Madalena e Jesus Cristo teriam tido uma filha. Dessa vez, a história se passa no Vaticano. Mas o diretor não pôde filmar lá dentro, nem nas igrejas, e a autorização para filmagem nas ruas de Roma foi tão limitada que o diretor Ron Howard usou o que ele chama de técnica de guerrilha: ataques rápidos e sem falhas.

Não foi fácil. Tom Hanks lembra que, no único dia em que eles poderiam filmar em frente a uma igreja, havia um casamento programado por lá. Como resultado, a noiva teve uma surpresa inesquecível.

"Vi que o carro da noiva, por nossa causa, não conseguia chegar à praça. A única coisa que eu podia fazer era bater à porta e dizer ‘posso te levar até o altar?’ Quando cruzamos a praça, todo mundo aplaudiu. Aquele foi um momento especial para nós. Espero que para ela também", lembra. Durante a entrevista, um dos maiores atores de Hollywood se revela um divertido contador de histórias.

Currículo
A veia cômica de Tom Hanks lhe rendeu os primeiros papéis no cinema: era o bom moço de comédias românticas. Mas foi com "Filadélfia", de 1992, que Tom Hanks se consagrou.

Ao dar vida a um doente de Aids, ele fez mais para derrubar o preconceito contra o homossexualismo e contra a doença do que muitas campanhas de esclarecimento. Ganhou o Oscar de melhor ator. Um ano depois, repetiu o feito com "Forest Gump, o contador de histórias".

Pesquisar a fundo os assuntos tratados em seus filmes é uma marca de Tom Hanks. Para fazer o papel do sargento em "O resgate do soldado Ryan", ele enfrentou um treinamento militar intenso.

Ciência
A nova aventura se passa em laboratórios sofisticados. "Anjos e demônios" trata da ameaça de uma sociedade secreta de cientistas que querem destruir o Vaticano usando uma espécie de antimatéria produzida num superlaboratório. Por isso, Tom Hanks deu a entrevista em um laboratório do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, o CERN.

"Não tenho certeza de que entendi bem o que os cientistas fazem aqui, mas o trabalho que eles fazem produzirá grandes conseqüências, se conseguirem o que estão tentando", disse.

É verdade que, a cada vez que provoca a colisão de partículas, o CERN produz anti-matéria. E é verdade também que, com apenas um grama de antimatéria, é possível destruir a cidade do Vaticano e ainda um pedaço de Roma ao redor. Mesmo assim, a distância entre a ficção e a realidade ainda é de 1 milhão de anos, tempo necessário pra produzir esse um grama de antimatéria.

Em "Anjos e demônios", Tom Hanks faz o papel de um importante professor universitário americano que tenta impedir a destruição do Vaticano às vésperas de uma reunião de cardeais que vai eleger um novo papa. Pela primeira vez, ele repetirá um personagem, pois já tinha feito o papel do cientista em "O código da Vinci".

"Anjos e demônios" provoca uma polêmica na carreira do astro que tem uma biografia extraordinariamente tranquila para os padrões de Hollywood: nunca se envolveu em escândalos, tem um currículo amoroso discreto e se casou apenas duas vezes. Uma raridade na biografia dos superastros.