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quinta-feira, 9 de maio de 2019

4 teorias da conspiração que se provaram verdadeiras

4 teorias da conspiração que se provaram verdadeiras


As teorias conspiratórias servem como um recurso para reduzir a ansiedade das pessoas com relação às questões mais diversas, especialmente àquelas que não possuem uma explicação oficial. 

sábado, 3 de novembro de 2018

É assim que a Alemanha luta contra as mentiras sobre o Holocausto


É assim que a Alemanha luta contra as mentiras sobre o Holocausto


O negacionismo do Holocausto é uma teoria da conspiração que consiste em negar o extermínio sistemático de judeus por parte do nazismo. 

terça-feira, 22 de maio de 2018

Estudo pode ter revelado verdade sobre a morte de Hitler


Estudo pode ter revelado verdade sobre a morte de Hitler


A morte de Adolf Hitler sempre esteve envolta em dúvidas. A versão oficial conta que ele se suicidou em um bunker alemão em 1945, junto com sua companheira, Eva Braun. Mas muita gente acredita que, na verdade, ele escapou para a América do Sul. Agora, cientistas afirmam que colocaram um fim definitivo ao mistério.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Por que o homem não pisou mais na Lua ?


Por que o homem não pisou mais na Lua ?

Estados Unidos enviaram seis tripulações à Lua entre 1969 e 1972 
(Foto: Getty Images via BBC)

Trump aprovou nesta semana diretriz para EUA voltarem a enviar naves tripuladas ao satélite natural e, de lá, até Marte. Mas quais as razões para as missões terem sido interrompidas 45 anos atrás?

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Veja 7 curiosidades sobre o escritor William Shakespeare


Veja 7 curiosidades sobre o escritor William Shakespeare


Você sabia que algumas pessoas acreditam que o venerado escritor inglês William Shakespeare nunca existiu?

Segundo uma antiga teoria, as obras-primas literárias atribuídas a Shakespeare, na verdade, teriam sido escritas por Edward de Vere, conde de Oxford. Saiba mais sobre essa teoria e explore outros aspectos interessantes da vida de Shakespeare e seu legado. 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Sete teorias bizarras da conspiração que provaram ser verdadeiras



Sete teorias bizarras da conspiração que provaram ser verdadeiras



Homens que foram usados sem conhecimento como cobaias para experimentos com sífilis, projetos para o controle da mente e envenenamento de bebidas alcoólicas pelo governo dos EUA são algumas das teorias da conspiração bizarras que se mostraram verdadeiras. 

Abaixo listamos sete ideias mirabolantes que viraram realidade. Confira!

(Na imagem acima, delegados do Condado de Orange despejam bebidas ilegais durante Lei Seca nos EUA)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Por que as pessoas acreditam em teorias da conspiração ?


Por que as pessoas acreditam em teorias da conspiração ?


Publicado na Scientific American

Christopher French, professor de psicologia em Goldsmiths, Universidade de Londres, explica:

Embora crenças conspiratórias possam ser, ocasionalmente, baseadas em análises racionais de evidências, muitas vezes, não são. Como espécie, um de nossos pontos fortes é a habilidade de achar padrões com algum significado no mundo a nossa volta e fazer inferências causais. Nós, às vezes, entretanto, vemos padrões e conexões causais onde não há, especialmente, quando sentimos que os eventos estão além do nosso controle.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A sociedade secreta mais antiga do mundo está prestes a abrir suas portas


A sociedade secreta mais antiga do mundo está prestes a abrir suas portas


Prestes a comemorar o seu 300º aniversário, a maçonaria britânica traça planos para melhorar sua imagem para acabar com mitos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Paul MCCartney esta morto ??? Rock

PAUL MCCARTNEY ESTÁ MORTO?

O cantor sofreu um acidente de carro e um sósia tornou seu lugar nos Beatles. Paul morreu, mas a boa notícia é que Elvis Presley está vivo, assim como Jim Morrison. Não dá para acreditar? Pois saiba que o mundo da música tem mais teorias conspiratórias do que bandas cover

Pouca gente sabe, mas a aparição de bandas brasileiras nos comerciais de uma marca de refrigerante faz parte de um plano para que os artistas estrangeiros conquistem o mercado musical no país. Hoje, de cada quatro discos vendidos no Brasil, três são em português. A estratégia para reverter esse quadro é simples. Ao contratar nomes identificados com a molecada, a campanha visa destruir a reputação do rock nacional - por fazer propaganda, e logo de quê! - perante os adolescentes, que passariam a consumir os lançamentos dos grupos americanos. O vocalista do Los Hermanos, Marcelo Camelo, descobriu o esquema e ia botar a boca no mundo até ser agredido por Chorão, do Charlie Brown Jr., uma das bandas seduzidas pela oferta publicitária.

Quando a intimidação física não funciona, o complô parte para métodos mais sutis, como a desmoralização (o show de Marcelo D2 na Daslu), o controle mental (a saída de Max Cavalera do Sepultura; a conversão evangélica de Rodolfo, ex-Raimundos) ou a eliminação sumária (a queda do avião que levava os Mamonas Assassinas; a batida do carro de Chico Science). Donos de estilos e públicos diferentes, os alvos apresentavam pelo menos algo em comum: todos ameaçavam a hegemonia imperialista sobre a cultura brasileira. Por trás dessas ações (e de outras ainda não comprovadas) estão a CIA, o complexo industrial militar, os Illuminati, a maçonaria, o Priorato de Sião, o Vaticano e Silvio Santos, os artífices da Nova Ordem Mundial. Parece absurdo. E é. Ou não, se você acredita que Elvis Presley está vivo e Paul McCartney, morto. Na música pop, os conspiradores estão sempre à espreita para desmentir fatalidades, desbaratar conexões sórdidas ou, na falta de evidências mais apropriadas, revelar significados ocultos nas obras dos artistas (veja quadro na página 71).

PÉ NA COVA

Enquanto o Rei do Rock anda surpreendendo velhinhas em lojas de conveniência, o que sobrou do Beatle apodrece em uma cova rasa nos fundos do Cavern Club, em Liverpool. Vítima de um acidente de trânsito em novembro de 1966, McCartney foi substituído por um sósia para que a banda prosseguisse sua escalada rumo ao estrelato. John Lennon, George Harrison e Ringo Starr agiram como cúmplices, anunciando em seguida que o quarteto não faria mais shows. Assim, dificultariam que o novo membro (Billy Shears ou George Campbell, dependendo da fonte consultada) fosse desmascarado.

Embora coniventes com a tramóia, os três remanescentes trataram de espalhar pistas que denunciam a farsa nos álbuns seguintes do "quarteto".

A começar pela fotomontagem da capa de Sgt. Pepper´s. Em cima da cabeça de McCartney, uma mão acena em um gesto de despedida. O trabalho é assinado por Beatles, e não The Beatles, como seria usual, porque aquela não era a formação original. No encarte, em duas das várias fotos com o grupo empertigado como a Banda do Sargento Pimenta, McCartney está de costas.

A coisa não pára por aí. Em Abbey Road McCartney atravessa a rua com o passo trocado e está descalço (algumas religiões enterram seus mortos desse jeito). Um fusca (beetle, em inglês) carrega a placa "28 IF", ou seja, ele completaria 28 anos se (if) não tivesse morrido aos 27. Na calçada oposta, um rabecão espera por sua encomenda. Dezenas de outras dicas perambulam pela Internet. Na rede aprende-se também que a morte do beatle nasceu de um trote de um radialista. A comoção dos fãs encarregou-se do resto, multiplicando-se a ponto de obrigar McCartney a convocar uma entrevista coletiva em 1969 para provar que estava vivo.

A paranóia avançou pela contracultura dos anos 60, época de transformações comportamentais, estéticas e políticas - bancadas pela CIA. O LSD caiu como uma luva em seu programa MK Ultra, que incluía hipnose, choque elétrico e lobotomia para controlar corações e mentes. Bastou distribuir a droga pelos Estados Unidos para fomentar a surgimento de hippies mais ligados nas viagens de ácido lisérgico do que nos efeitos da Guerra Fria. A loucura generalizada era parte das atribuições da Operação Caos, urdida para conter os artistas que não rezavam na cartilha dos elementares valores americanos.

Entre 1968 e 1976, o conluio transformou inúmeras estrelas do movimento em cadáveres. No atestado de óbito, podiam constar desde causas prosaicas (o sanduíche de presunto entalado na garganta de Mama Cass Elliot, dos The Mamas & The Papas) até decorrências de overdose, como afogamento na piscina (Brian Jones, dos Rolling Stones) e asfixia por vômito (Janis Joplin, Jimi Hendrix). O líder dos Doors, Jim Morrison, foi mais ardiloso. Na iminência de engrossar a lista dos assassinados pela CIA, simulou a própria morte em 1971, em Paris, e tornou-se um espião internacional. Somente sua companheira Pamela Courson e o médico francês Mar Vasille viram seu corpo. A viúva morreu em 1974 (de overdose!). O doutor? Não fala sobre o assunto.

FOI SUICÍDIO?

É desconhecida a continuidade da Operação Caos durante as décadas seguintes, apesar de pairarem suspeitas a respeito do suicídio de Kurt Cobain, em 1994. O astro do grunge não conseguiria apontar um revólver para a própria cabeça e apertar o gatilho se tivesse injetado 1,25 mg (três vezes mais do que o habitual) de heroína na veia. A vilã teria sido sua mulher, Courtney Love, ávida por um golpe que atraísse os holofotes para sua banda, Hole. Estranhamente, o cara que disse ter recebido 50 000 dólares dela para fazer o serviço foi atropelado por um trem.

Sem tradição no rock, é previsível que o Brasil fique devendo também em matéria de enredos fantásticos envolvendo sua música e seus artistas. As contribuições nacionais para a conspirologia pop trafegam com mais desenvoltura no terreno do folclore do que no das intenções escusas. Roberto Carlos que o diga: seu primeiro LP, Louco por Você, nunca foi relançado em CD porque o Rei teria vergonha dele. Gravado em 1961, o disco mostra a fase em que o cantor queria ser João Gilberto, e foi um retumbante fracasso. O vinil virou raridade e chega a valer mais de 2 000 reais. Isso quando se acha algum exemplar, porque Roberto Carlos mantém equipes de prontidão para vasculhar sebos por todo o país e destruir as cópias.

No rol de lendas urbanas que enriquece o imaginário musical brasileiro sem maiores conseqüências funestas, a exceção é Wilson Simonal, condenado ao ostracismo pela imprensa e pelos colegas sob acusação de ser colaborador do regime militar. Em 1971, ele percebeu um desfalque e demitiu o contador de sua empresa. O funcionário exigiu seus direitos na Justiça. Em vez de indenização, tomou um cacete dos agentes do Departamento de Ordem Política e Social (Dops). A represália pespegou no negro e fanfarrão Simonal a pecha de informante da repressão no meio artístico, e sua carreira entrou em declínio. Mesmo com o habeas data emitido em 1991 pelo Planalto negando qualquer vínculo do cantor com a ditadura, ele morreu em 2 000 com a fama de dedo-duro.
No mais, jornalistas queixam-se da "máfia do dendê", um esquadrão informal de artistas baianos que se utiliza da engenharia social para evitar a publicação de críticas negativas a qualquer dos compadres do grupo. Em 1992, a MTV foi processada pelas cenas de perversões sexuais detectadas em uma de suas vinhetas. Mas, dizem por aí, o disco Oxigênio, do Jota Quest, guarda uma insólita associação com o longa-metragem Acquaria. Basta acioná-los simultaneamente para se espantar com a relação entre os maneirismos vocais de Rogério Flausino à procura de ar e as aventuras de Sandy & Junior em busca de água.

Eu acredito!

"Elvis é a própria encarnação do demônio. Assim, ele não pode ter morrido. Repare em seu nome, um anagrama de Evil´s ("do mal"). Depois de inventar o rock e corromper a juventude, ele se alistou no exército para infiltrar seus demônios no centro do poder. Kennedy, o mais famoso dessa legião, foi removido em 1963 para pôr em ordem os negócios do mestre. Algumas estrelas de rock conseguiram fugir do culto elvínico, mas pagaram o preço: Janis Joplin, Jimi Hendrix, Kurt Cobain. No Brasil, o mais famoso foi Raul Seixas, que denunciou no "Rock do Diabo": "O diabo é o pai do rock"
Marcos Nogueira é editor de Universo Animal

Espelho sonoro

Ninguém sabe por que alguns cantores gravam mensagens ao contrário. Para decifrá-las, é preciso tocar o disco no sentido anti-horário. Sites como o www.mensagemsubliminar.com.br já fizeram isso por você

Artista/Música - A Turma do Balão Mágico "Superfantástico"

Letra original - "Superfantástico / No balão mágico / O mundo fica bem mais divertido"

Mensagem invertida - "Porque já invadimos o mundo / Porque já moramos / Porque já morremos"



Artista/Música - Xuxa "Doce Mel"

Letra original - "Em qualquer faz-de-conta / A gente apronta"

Mensagem invertida - "Adore Hare Krishna / Afronte Javé"



Artista/Música - Menudo "Não se reprima"

Letra original - "Não se reprima" / "Não se reprima" / "Não se reprima"

Mensagem invertida - "Satanás vive" / "Satanás vivei" / "Satanás vive"



Artista/Música - Legião Urbana "Pais e Filhos"

Letra original - "Vou fugir de casal / Posso..."

Mensagem invertida - "Satanás aqui"



Artista/Música - Xuxa "Marquei um X"

Letra original - "Marquei um X/ Um X / no meu coração"
Mensagem invertida - "Jesus é exu / Exu é rei"

Quem assassinou o Papa João Paulo I ???

QUEM ASSASSINOU O PAPA JOÃO PAULO I?



Odia 28 de setembro de 1978 ainda está bem vívido na memória dos católicos do mundo inteiro. Para eles, a data remete à morte precoce do papa João Paulo I. Mas, para muita gente ainda hoje, naquele dia coroou-se com êxito uma das mais bem armadas conspirações da história da Igreja. Os fatos que cercaram sua eleição, o curto mandato de apenas 33 dias e as circunstâncias da morte de Albino Luciani sugerem, para os defensores dessa teoria, que João Paulo I foi assassinado.

Mas que sorte de interesses aquele homem doce e discreto de 65 anos - conhecido como o "Papa Sorriso" - teria ameaçado contrariar? Antes de abordar a trama, convém relembrar os acontecimentos, amplamente debatidos pela mídia da época, e que renderam algumas obras polêmicas e o bem-documentado livro Um Ladrão na Noite, de John Cornwel, publicado na Inglaterra em 1989.

Filho de uma família proletária e de um pai socialista, Albino Luciani nasceu em 17 de outubro de 1912 onde hoje fica Canale d’Agordo, norte da Itália. Durante toda sua carreira, foi um clérigo inexpressivo e nunca foi cotado para o posto de papa. Sua eleição deixou todos boquiabertos, uma vez que concorreu com nomes fortes, como os cardeais Pignedoli, Baggio, Siri, Felici, Koenig, Bertoli e o brasileiro Aloísio Lorscheider. Também nunca havia integrado o serviço diplomático nem servido no Vaticano. Com essa história, para surpresa geral, foi eleito pontífice no conclave mais concorrido e rápido de que se tem notícia.

Para o escritor inglês David Yallop, autor do livro Em Nome de Deus - uma investigação do assassinato do papa João Paulo I, Albino Luciani teria sido eleito pelos conservadores simplesmente para cumprir ordens. Mas, ao demonstrar carisma, liderança e, principalmente, disposição para reformar os quadros e interferir no comando do Banco do Vaticano, teria despertado o receio de determinado grupo de prelados.

O diretor executivo do Banco do Vaticano, Paul Marcinkus, seria um dos primeiros prejudicados por João Paulo I. Sua exoneração traria à tona extensas negociatas com a Máfia Italiana e a Maçonaria. Marcinkus era notoriamente próximo do presidente do Banco Ambrosiano de Milão, Roberto Calvi, por sua vez amigo do advogado e financista siciliano Michele Sindona. Os três mantinham relações com Lício Gelli, outro financista que controlava a loja maçônica P2, a qual teria se infiltrado no Vaticano.

Um grupo de clérigos também estaria envolvido na trama, por temer a perda de posições de prestígio no Vaticano. Essa versão foi explorada por obras como A Verdadeira Morte de João Paulo I, de Jean-Jacques Tierry, e pelo romance A Batina Vermelha, de Roger Peyrefitte, que ainda acrescentava à trama uma suposta participação da KGB, a polícia secreta da então poderosa União Soviética. Mas foi o escritor John Cornwel quem investigou mais seriamente o episódio e deu consistência à trama em Um Ladrão na Noite. Ex-seminarista, Cornwel foi estimulado pela própria Igreja a produzir uma obra conclusiva que pudesse desmantelar as teorias conspiratórias sobre a morte do papa.

LADRÃO NA NOITE

O autor parece ter ido fundo nas pesquisas (o livro é comparado a um bem documentado relatório), mas, para o desespero do Vaticano, manteve a dúvida no ar: "João Paulo quase com certeza morreu de embolia pulmonar. Necessitava de descanso e medicação. Se estes tivessem sido receitados, ele provavelmente teria sobrevivido. As advertências de uma doença mortal estavam claras, à vista de todos. Pouco ou nada foi feito para socorrê-lo", afirma ele nos parágrafos finais do livro, traduzido para mais de 30 idiomas, com tiragem total de mais de cinco milhões de exemplares.

No início de seu relato, Cornwel aponta dez contradições que envolvem a morte do papa até hoje não esclarecidas. A mais intrigante, divulgada pela Ansa, agência de notícias italiana, é sobre o horário em que um carro do Vaticano apanhou em suas casas os embalsamadores Renato e Ernesto Signoracci: às 5h. Acontece que há duas versões oficiais sobre o horário em que o corpo foi encontrado: uma, às 5h30. Outra, às 4h30. A causa oficial da morte também nunca foi esclarecida. Segundo alegou o Vaticano, as leis canônicas impediam que a autópsia fosse realizada.
Há ainda indícios de que Luciani pressentira sua morte. Ricardo de la Cierva, a única pessoa que teria tido acesso ao diário pessoal do papa, reproduz no livro O Diário Secreto de João Paulo I um trecho em que o pontífice revela essa premonição. De acordo com o livro, em julho de 1977, ele teria visitado irmã Lúcia, a anciã protagonista das aparições de Fátima, no convento das Carmelitas de Coimbra. Entre longos silêncios e súbitos olhares fixos, a religiosa teria lhe dito a frase: "E quanto ao senhor, senhor padre, a coroa de Cristo e os dias de Cristo". Em seu diário, João Paulo I teria escrito: "Os dias de Cristo serão meus dias, minhas semanas, meus anos? Não sei". Aquele era o 25o dia de seu pontificado - que durou exatos 33 dias.

Eu acredito!

"Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu Filho Unigênito, o qual foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem, desceu ao mundo dos mortos, ressuscitou noterceiro dia, subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai, de onde virá para julgar os vivos e os mortos. Creio também que Paul McCartney morreu em 1966, que a Aids foi criada em laboratório, que a viagem à Lua foi uma farsa e que o Dalai Lama é a 14ª reencarnação de Buda. Creio que Alá é Deus e Maomé o seu profeta. Creio na reencarnação, no poder dos astros, nos florais de Bach e no feng shui, nas cirurgias espirituais. Creio na infalibilidade de João Paulo II e que João Paulo I foi morto pela própria Igreja. Amém!"
Janer Cristaldo, escritor, tradutor e jornalista, só não acredita em Papai Noel. Apesar de ter a cara dele

O céu não os protege

O supremo pontífice foi peça central de inúmeras conspirações ao longo dos séculos, culminando com o assassinato de pelo menos uma dezena dos que ocuparam o posto. A primeira vítima foi João VIII, envenenado em 882. Mas ele acabou morto a golpes de martelo, pois o preparado demorou a surtir efeito. Anos mais tarde, em 896, o papa Formoso também foi envenenado por uma facção dissidente. Em 903, Cristóvão matou Leão V e assumiu o papado. Em 929, João X foi asfixiado pela filha de sua amante. Em 974, Bento VI foi estrangulado por seu sucessor, Bonifácio VII.

No final do século 13, Celestino V foi envenenado por seu sucessor, Bonifácio VIII, e logo em seguida, no início do século seguinte, Benedito XI teria morrido após ingerir vidro moído misturado a figos.

A partir de então, os assassinatos refluíram. Passaram-se 150 anos até a morte de Paulo II, que pode ter sido vítima de veneno ou simplesmente do pecado capital da gula (morreu após ter devorado dois grandes melões). Em 1503, Alexandre VI foi envenenado com uma dose de arsênico: seu corpo inchou tanto que foi preciso que pulassem sobre seu estômago para fechar o caixão.
Já Leão X, sucessor de Alexandre VI, teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco cardeais teriam contratado um cirurgião que, para "tratar-lhe" as hemorróidas, do papa introduziria veneno no ânus; mas a trama foi descoberta a tempo.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Quem é o Anticristo ???

QUEM É O ANTICRISTO?


O que Bill Gates, Arnold Schwarzenegger e George W. Bush têm em comum? Além de muito poder, sucesso e dinheiro, esses cidadãos - segundo organizações como Anti-Christ Watch e seitas fundamentalistas cristãs espalhadas pelo mundo afora - são a encarnação contemporânea do Anticristo, também conhecido como Capeta. Os tementes de Satã acreditam que um desses três homens, ou mesmo todos eles, vai governar o mundo assim que a Nova Ordem Mundial se instalar na Terra. Quando esse dia chegar, haverá a coroação do Mal, tendo como chefe supremo o Demo em pessoa.

Por enquanto, George W. Bush largou na frente na corrida por esse cargo vitalício, de acordo com as previsões dos ocultistas. As atenções da Anti-Christ Watch, uma ONG americana que tem como objetivo denunciar Anticristos em potencial, também estão cada vez mais voltadas para o presidente dos Estados Unidos. Seus membros acreditam que suas premonições se confirmaram depois que as forças americanas invadiram o Iraque e surgiram denúncias de tortura por lá. Além de ser o responsável pela morte de criancinhas iraquianas e de centenas de soldados americanos recém-saídos da adolescência, Bush é acusado de ter usurpado o poder na eleição presidencial de 2000, que só foi decidida pelo Supremo Tribunal.

Está justamente aí uma das principais características do Anticristo: tomar o poder custe o que custar. Bush também se encaixa direitinho no perfil numerológico do Demo. Segundo os estudiosos das forças do Mal, as letras do nome de Bush equivalem ao número 666, o código da Besta. Para piorar, em seus pronunciamentos, o presidente dos Estados Unidos faz constantes referências ao Demônio e à luta do Bem contra o Mal - resta saber de que lado ele está, diz a Anti-Christ Watch. Sua vida pregressa também seria uma evidência dos poderes malignos com os quais ele teria sido agraciado ao entrar para a política. Antes de se eleger governador do Texas, em 1994, Bush acumulou uma sucessão de fracassos, levando à falência as empresas em que trabalhou. Quando resolveu se tornar político, sua sorte mudou repentinamente. De governador de um Estado caipira passou a presidente do país mais poderoso do mundo.

A teoria de que Bush seria um produto do Mal conta com adeptos influentes. O jornalista americano Wayne Madsden, do grupo de mídia Catholic News Time, por exemplo, jura de pés juntos que o presidente americano é o Capeta em pessoa. "Aos olhos de muitos líderes cristãos, as constantes referências do presidente sobre as forças do Mal e o sangue que ele deixa derramar são um sinal forte de que ele carrega a marca do Anticristo", escreveu Madsden recentemente em um de seus artigos. Caso Bush vença a próxima eleição presidencial nos Estados Unidos, em novembro, Madsden e sua turma já sabem o que fazer: irão rezar 24 horas e espalhar muita água-benta.

PORTA SECRETA

As seitas que acreditam na Nova Ordem Mundial aconselham veementemente que você também reze bastante toda vez que ligar e desligar seu computador. É sério. Afinal, o bilionário Bill Gates, dono e fundador da Microsoft, é outro grande candidato a Anticristo, dizem os entendidos. Gates teria em suas mãos todas as pessoas que usam o sistema operacional Windows, da Microsoft, ou seja, metade da humanidade - incluindo os computadores do Pentágono. Tudo muito preocupante. Há quem afirme que, no programa Excel 95, existe uma porta para o desconhecido, um tal de "Hall of the Tortured Souls", ou Ante-Sala das Almas Torturadas. Como ninguém até hoje cruzou essa passagem secreta, não se sabe ao certo o que existe do outro lado.

Sem que ninguém perceba, outros dispositivos secretos estariam sendo colocados, em programas atuais da Microsoft. Quando a maioria dos seres humanos que usa computador finalmente tiver sido atraída para as masmorras do Inferno, será a glória suprema para Gates. Aí, ele governará o mundo na teoria e na prática, mantendo controle absoluto sobre qualquer mortal que usar um de seus softwares - ou seja, só vão sobrar os aborígines da Austrália, alguns índios brasileiros de tribos nos recônditos da Amazônia e, mesmo assim, só se eles nunca colocarem os pés num Internet Café.

Talvez Gates conte com um aliado de peso para levar o Mal à vitória contra o Bem: Arnold Schwarzenegger. O ex-fisiculturista, ex-ator e atual governador da Califórnia é outro forte candidato a Anticristo. Ele tem o perfil perfeito. Exerce diversas ocupações, sendo sempre muito bem-sucedido; apesar da notória falta de jeito; casou-se com Maria Kennedy, uma das mulheres mais sofisticadas e bonitas dos Estados Unidos; e sua vida vai de vento em popa, em todos os sentidos.

Schwarzenegger há décadas vem embolsando milhões de dólares, primeiro como atleta e depois como ator. Algo certamente deve estar muito errado, disseram os adeptos das ciências do Além, quando o truculento candidato ganhou de lavada a eleição para governador da Califórnia, em outubro de 2003. O Anticristo é alguém com poder econômico, social e político, acreditam os ocultistas. E também que seja admirado por muitos. "Todo mundo gosta dele", diz o especialista em estudos bíblicos Sean Terking. "As pessoas acham que ele nunca vai errar. Isso é assustador." Ainda mais porque o moço, não custa lembrar, fez uma série de filmes chamada O Exterminador do Futuro. "Está escrito", diz Terking. Com Schwarzenegger comandando a Terra, e obrigando todo mundo a criar comédias onde ele faça o papel principal, será mesmo um Inferno para todos.

Mas Schwarzenegger não seria o primeiro Anticristo da história, nem o único. Os estudiosos das forças ocultas acreditam que, ao longo dos séculos, já houve pelo menos outros quatro Capetas encarnados em seres humanos. Hitler, Stalin, Napoleão e Nero seriam os grandes clássicos (leia o quadro na página 63.) Cada um à sua maneira, todos foram responsáveis pela morte de milhões de pessoas e espalharam o Mal sobre a Terra.

O século 20 viu até a autoproclamação de um Anticristo. O inglês Aleister Crowley, que morreu em 1947 de causas naturais, se intitulava a "Besta do Apocalipse". Crowley era um ocultista aplicado: estudou budismo, hinduísmo, tantrismo e fez várias viagens para a Índia, o Tibete, o Japão, o Sri Lanka e a China. Mas sua fama na Terra não era das melhores. O jornal inglês Daily Telegraph o descreveu certa vez como "o homem mais depravado que já existiu". Com essa fama toda, Crowley pregou ensinamentos que chegaram até o Brasil. Ele criou sua própria religião, a Thelema, que tinha o seguinte lema: "Faça o que quiseres, pois é tudo da lei". Sim, você já ouviu isso. Está na música "Sociedade Alternativa", de Paulo Coelho e Raul Seixas.
Agora que ninguém mais se intitula o Anticristo, mesmo porque correria o risco de ir direto para a cadeia, os ocultistas precisam trabalhar duro para descobrir quem, afinal, encarna hoje o Capeta. O quadro poderá ficar mais claro se Bush ganhar a próxima eleição presidencial dos Estados Unidos - aliás, com o apoio de Schwarzenegger, que, nem é preciso dizer, é republicano, como Bush. As coisas só se complicariam um pouco se Bill Gates também resolver se lançar na política pelo Partido Democrata e brigar com outros Capetas. O dono da Microsoft já declarou que a vida política não está nos seus planos. Segundo os ocultistas, tudo não passa de uma manobra para nos despistar. É esperar para ver.

Eu acredito!

"Não vejo por que tantas dúvidas sobre a existência do Anticristo. Eu, pessoalmente, já contei 666 deles. Não vai dar para denunciar todos aqui, mas tem o Damien, que estrelou A Profecia nos anos 70. Ele é o Anticristo número 666, o último deles. Outro que ficou famoso foi Johnny Rotten, vocalista da banda punk Sex Pistols. Ele é o 77. A Besta 24 atende pelo nome de Walter Mercado. Zeca Pagodinho, o Demo 51, não respeita nem os contratos publicitários da número 1 (a Serpente original!). Paolo Rossi, antes de enviar 120 milhões ao Inferno, imprimiu sua identificação na camisa da seleção italiana: 20. Mas o pior de todos é um cara que posa de herói, diz que está aí para ajudar a gente, mas na verdade só enche o saco. É o Super 15!"
Ivan Finotti, editor da revista Flashback, é 10!

Com o diabo no corpo

O profeta francês Nostradamus, que viveu entre 1503 e 1566, previu que o mundo conheceria três Anticristos. O primeiro teria sido Nero, o imperador de Roma. A segunda encarnação clássica de Satanás seria Napoleão. O terceiro seria Hitler, que dividiria o posto com outro ditador, Stalin

Nero

Nascido com o nome pomposo de Nero Cláudio César Augusto Germânico (37-68 d. C.), era visto como o próprio Demo pelos romanos de sua época. Depois de subir ao trono, no ano 54, acendeu uma fogueira e destruiu Roma. Por suas maldades e por ter sido o primeiro imperador romano a perseguir os cristãos, é o primeiro Anticristo da história.

Napoleão

O general Napoleão Bonaparte (1769-1821) governou a França entre 1799 e 1815. Conquistou quase toda a Europa, até ser derrotado na Batalha de Waterloo. Já em sua época, era considerado a personificação do Mal pelos governantes da Inglaterra, Rússia, Áustria e Alemanha, as grandes potências da época, pelas guerras sangrentas que travou contra esses países.

Hitler

Adolf Hitler (1889-1945), o criador do nazismo, deflagrou a maior guerra do século 20, que resultou em 20 milhões de mortos. Como previa Nostradamus, ele causou a morte de milhões de inocentes e, no auge da Segunda Guerra, dominou praticamente toda a Europa. Depois de tudo o que fez, Hitler se matou no dia 30 de abril de 1945. Mas até hoje tem seguidores fanáticos.

Stalin

O ditador soviético Joseph Stalin (1879-1953) criou um sistema político e econômico centrado na figura do governante, que tinha poder de vida e morte sobre as pessoas. Os expurgos de Stalin condenaram ao exílio na Sibéria centenas de milhares de russos que se atreviam a criticar os seus atos. Para os ocultistas, tanta maldade só pode ser atribuída a Lúcifer.

Os Gringos querem a Amazônia ???

OS GRINGOS QUEREM A AMAZÔNIA?



Você certamente já recebeu um e-mail co-mo seguinte alerta de dar calafrios: boa parte da Amazônia não pertence mais ao Brasil e hoje é uma área internacionalizada. Boatos de uma conspiração americana para ocupar um dos maiores tesouros ecológicos mundiais são antigos. Mas, com certeza, nenhum deles fez tanto estardalhaço como esses e-mails, que divulgam mapas do Brasil supostamente adotados em instituições de ensino americanas e que mostram a região amazônica e o Pantanal irremediavelmente como "áreas de controle internacional".

Segundo os conspirólogos, americanos estariam doutrinando estudantes para uma guerra de posse de parte do território verde-amarelo. As mensagens espalhadas pelo correio eletrônico trazem anexa uma cópia de um suposto livro chamado An Introduction to Geography ("Uma Introdução à Geografia"), de autoria de David Norman, mostrando o Brasil sem a Amazônia, que é tratada como área internacionalizada.

O jornal O Estado de S. Paulo, na edição de 2 de dezembro de 2001, apurou os fatos e descobriu que o e-mail era falso. A matéria diz que a mensagem partiu de estudantes universitários e que não existe nenhum livro com tal título registrado na Biblioteca do Congresso. No entanto, tem muita gente que ainda teima em afirmar que estão nos ocultando a verdade.

YANOMAMIS

O burburinho da Amazônia anexada ganhou notoriedade através do site ultranacionalista brasil.iwarp.com, mantido por militares brasileiros na reserva. A página expõe uma carta geográfica similar ao tal mapa americano usado em aulas de geografia de colégios públicos dos Estados Unidos. O site afirma que o plano começou quando o FMI "forçou" o então presidente Fernando Collor de Mello a demarcar um imenso território de 94 000 metros quadrados como reserva yanomami. Esse seria o primeiro passo para que, no futuro, a Nação Yano-mami proclamasse a independência - ou entrasse em guerra com o Brasil pela liberdade - exigindo intervenção da ONU na região.

Muita gente garante que existe a tal República Socialista Yanomami no exílio. Seu presidente se chamaria Charles Dunbar, um americano supostamente "naturalizado" yanomami. O vice-presidente seria um alemão. De índio mesmo só haveria um entre eles, de nome Akatoa.

A aglomeração de ONGs na região também ajuda a alimentar as teorias conspiratórias. Ao todo, estima-se que haja mais de 500 organizações não-governamentais, muitas delas estrangeiras, espalhadas ao longo de 12 918 quilômetros da fronteira amazônica nacional, que é vigiada por pouco mais de 22 000 homens.

BIG BROTHER

O reforço no sistema de segurança da floresta brasileira também supõe tentativas de prevenir possíveis articulações pela posse da região: acompanhamento 24 horas, via terra e ar, dos 5,2 milhões de quilômetros quadrados da Amazônia, por seis satélites; 18 aviões especiais; sete radares fixos, seis transportáveis e 20 secundários; e outras 70 estações meteorológicas de superfície, que integram o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). Apesar do avanço tecnológico, a concorrência para fabricação e instalação dos componentes do Sipam foi feita pela mesma empresa americana responsável pelo abastecimento das forças armadas dos Estados Unidos. Dessa forma, as informações passariam pelo Pentágono antes de chegar ao Brasil.

Estranhas movimentações na Amazônia não são novidade. Em 1967, o bilionário americano Daniel Ludwig comprou uma fazenda de 16.000 quilômetros quadrados na divisa do Pará com o Amapá, o Projeto Jari. Ludwig queria vender celulose para o mundo todo e investiu 1,3 bilhão de dólares na fazenda, mas, por alguma razão, a iniciativa naufragou. Nacionalistas acusavam Ludwig de ser parte de uma ação conspiratória para criar uma Amazônia internacionalizada.

Todo esse interesse pela região não é à toa. A Amazônia tem potencial para transformar o Brasil na nação mais rica do planeta. Abriga 30% da biodiversidade da terra, um terço das florestas latifoliadas e a maior bacia de água doce do mundo. Segundo estimativas de pesquisadores da Universidade de Maryland, os benefícios criados pela floresta verde-amarela corresponderiam a 1,1 trilhão de dólares anualmente. Vivem na Amazônia 67% do total de mamíferos do mundo. "Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia de forma que ponha em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper esse processo imediatamente", afirmou Patrick Hugles, chefe do Órgão Central de Informações das Forças Armadas americanas.

Uma das primeiras mostras públicas de interesse estrangeiro de ocupar o território amazônico foi a campanha deflagrada por um tenente da marinha americana, Mattnew Fontaine Maury. Ele defendia a idéia de que a Amazônia era parte do complexo geográfico constituído pelo Golfo do México, sendo assim uma extensão natural do Mississipi. Por isso, acreditava que a América meridional deveria ser transformada em uma dependência dos Estados Unidos. "É o paraíso das matérias-primas, aguardando a chegada de raças fortes e decididas para ser conquistado científica e economicamente", afirmava a respeito do território onde se encontra uma das maiores reservas mundiais de minerais.

Em 1853, o governo americano enviou ao Congresso um texto em referência à Amazônia com os seguintes dizeres: "Uma região que, se aberta à indústria do mundo, ali se achariam fundos inexauríveis de riquezas." Já por volta de 1960, foi a vez de ficar famosa a proposta do futurólogo americano Herman Kahn, do Instituto Hudson. A idéia era a construção de sete barragens para criar cinco lagos gigantescos na Bacia Amazônica, com o objetivo de estimular o intercâmbio econômico entre os países da América do Sul, e o investimento estrangeiro em pesca, mineração e petróleo em toda a região.

EM CORO

Em 1983, a então premiê britânica Margareth Thatcher compactuou com os rumores de internacionalização de parte do território brasileiro, ao declarar: "Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas". Alguns anos depois, o presidente francês, François Mitterrand, fez coro: "O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia".
Mais recentemente, em 2000, durante sua tentativa frustrada de chegar à Casa Branca, o candidato democrata Al Gore declarou: "Os brasileiros pensam que a Amazônia é deles. Não é. Ela pertence a todos nós". O senador Robert Kasten fez eco à afirmação de Gore, acrescentando: "Assim como o ozônio, as chuvas, o oxigênio etc., a Amazônia deve pertencer a todos". Gore, como se sabe, foi derrotado pelo candidato republicano George W. Bush, mas não exatamente por ter externado em público essa posição que, segundo os conspirólogos, é defendida por muitos cidadåos americanos.

Eu acredito!

"Muito se fala sobre o futuro da floresta amazônica, mas o fato é que, se não prestarmos atenção no que está acontecendo, corremos o sério risco de perdê-la para os gringos. Se cruzarmos os mapas de localização das sedes das principais ONGs que atuam na região com os mapas de localização das principais reservas de riquezas minerais, veremos que eles coincidem. Será que essas ONGs estão lá para cuidar dos nossos índios e animais em extinção ou para monitorar e mapear essas riquezas subterrâneas para, no momento oportuno, tomarem-nas de nós, como estão tomando o petróleo dos árabes? Será que é pura teoria conspiratória ou existe um pouco de verdade nisso?"
Felipe Xavier é humorista da rádio 89FM. Fez parte do programa Sobrinhos do Ataíde e comanda hoje o quadro Chuchu Beleza

Olga Benario é uma invenção da propaganda comunista ???

OLGA BENARIO É UMA INVENÇÃO DA PROPAGANDA COMUNISTA?


Sabe aquela história da Olga Benario, a heroína revolucionária que lutava por uma causa nobre e que acabou morrendo de forma trágica em razão de seus ideais humanistas? Pois é, tudo bobagem. Olga nunca teve a importância que lhe foi dada no livro do jornalista Fernando Morais, cuja versão foi levada recentemente às telas do cinema pelo diretor Jaime Monjardim e já arrancou lágrimas de centenas de milhares de pessoas em todo o país. Na verdade, o mito romântico da revolucionária nasceu da propaganda comunista, que precisava criar exemplos de coragem e bravura entre os jovens da Alemanha na primeira metade do século 20. É o que afirmam movimentos anticomunistas, como o grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), e jornalistas insuspeitos como William Waack, que vasculhou os arquivos secretos da ex-União Soviética em busca de informações sobre o movimento comunista no Brasil. O resultado da pesquisa de Waack foi o livro Camaradas: nos Arquivos de Moscou (Companhia das Letras, 1993).

Olga só se tornou famosa no Brasil depois da publicação do livro de Fernando Morais, em 1985. Antes, ela praticamente só aparecia em notas de rodapé. Em O Cavaleiro da Esperança, de 1942, biografia escrita por Jorge Amado sobre Luís Carlos Prestes, ela ocupa apenas meia página. No álbum comemorativo dos 60 anos do Partido Comunista Brasileiro, em 1982, é citada somente em três linhas. Segundo Waack, o livro de Morais é baseado na biografia de Olga feita pela alemã Ruth Werner a pedido do Partido Comunista alemão, em 1962. "São trabalhos que não contam a realidade", afirmou Waack à revista Época.

No livro de Morais, por exemplo, Olga aparece liderando uma ação cinematográfica de libertação do namorado, o comunista alemão Otto Braun, em um tribunal. "Documentos mostram que ela não promoveu a operação, mas o partido comunista alemão decidiu que a história seria assim para transformá-la em um monumento de bravura", disse William Waack.

OBEDIENTE

E como era a Olga que Waack conheceu em suas pesquisas? "Uma profissional do serviço secreto militar soviético, treinada para obedecer em qualquer circunstância, sem jamais duvidar dos chefes e da linha estabelecida pelo partido, disciplinada, mas sem interesse por assuntos teóricos, que ao chegar ao Brasil perdeu o foco da missão", descreveu o jornalista. Espiã do serviço secreto soviético, Olga havia sido designada para atuar como guarda-costas de Prestes na volta de seu exílio de Moscou para o Rio de Janeiro. Para não levantar suspeitas, eles deveriam se passar por um casal rico em lua-de-mel. Só que eles se apaixonaram de verdade e Olga decidiu ficar no Brasil para ajudar na revolução. Como se sabe, o golpe de 1935 fracassou e o casal foi preso. Grávida de sete meses, Olga, que, além de comunista, era judia, foi deportada para a Alemanha nazista, onde morreu numa câmara de gás, conforme mostra o filme de Monjardim, escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2005.

O lado romântico de Prestes e de Olga é igualmente rejeitado por Waack. Ele cita como exemplo o fato de que, entre a derrota do levante comunista de novembro de 1935 e a prisão do casal, no início de 1936, Prestes mandou matar a namorada do secretário-geral do PCB, Elza, de 18 anos, que foi estrangulada por militantes do partido. "Ele suspeitava, erroneamente, que Elza fosse informante da polícia. E Olga não se opôs à decisão, segundo o agente soviético no Rio que chefiava o esquema clandestino. Não havia nada de romântico ali." A opinião é compartilhada pelo também jornalista Reinaldo Azevedo. "Não aprecio o suposto heroísmo de Olga ou de Prestes porque rejeito vivamente suas convicções. Considero-os partidários de um mundo tão totalitário quanto era o nazi-fascismo, com a agravante de que aquele, ao menos, não tinha licença moral a reivindicar e assumia o horror como método. Os comunistas ousaram criar a indústria da morte em nome do humanismo", escreveu Azevedo em um artigo na revista Primeira Leitura.

DUPLA MISSÃO

Grupos direitistas vão ainda mais longe na rejeição ao mito da heroína alemã. "Olga Benario? Uma estranha sem nenhum significado. Uma espiã que veio para o Brasil com duas missões, seduzir Luís Carlos Prestes e tramar contra o nosso povo, para introduzir uma ditadura comunista", afirma um texto no site do grupo Ternuma. Outro artigo, intitulado "A Farsa de Olga", no site Integralismo, afirma que Olga "era apenas e tão somente uma agente do serviço secreto da URSS e tinha como o objetivo transformar o Brasil em mais um satélite da URSS".
Afinal, heroína ou bandida? Para Azevedo, há doses de heroísmo e banditismo em Olga, assim como em outros personagens históricos - como foi o próprio Getúlio Vargas, algoz da militante comunista, que a teria entregado para a Alemanha nazista.

Eu acredito!

"A Olga de verdade não era essa do filme ou do livro de Fernando Morais? Ah, jura? Que Fernando Morais apresentou uma versão romântica de Olga eu não tenho dúvida. Ela não era nem tão inteligente nem tão importante para o Partido Comunista quanto o texto faz crer. Que Jaime Monjardim rechearia a história de estereótipos, para fazer um dos filmes mais chatos dos últimos tempos, eu também já esperava. É o seu estilo. Mas isso é inevitável nas biografias dos heróis. Os que vão parar nas páginas dos livros ou na tela do cinema ficam mais inteligentes. Mais brilhantes. Mais corajosos. Afinal, heróis são heróis, pomba!"
Celso Miranda, editor de Aventuras na História, assistiu Olga 13 vezes. Não gostou de nenhuma

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Quem quer acabar com os Kennedy ???

QUEM QUER ACABAR COM OS KENNEDY?



O assassinato do presidente John Kennedy, em 1963, gerou a maior e mais intrincada rede de conspirações da história recente. Várias testemunhas-chave desapareceram misteriosamente. Se você tem alguma informação valiosa sobre o caso, é melhor se esconder

No dia 22 de novembro de 1963, em Dallas, no Estado do Texas, o presidente John Kennedy foi morto com um tiro na cabeça enquanto desfilava em carro aberto ao lado de sua mulher, Jacqueline Kennedy. Menos de uma hora depois, Lee Harvey Oswald foi preso com a arma do crime e confessou o atentado. Tudo parece muito simples, mas não é. O assassinato de Kennedy é o que se pode chamar de conspiração-mãe: envolve artimanhas conjuntas e isoladas da CIA, do FBI, da KGB, da Máfia e até de Fidel Castro.

A célebre imagem do presidente Kennedy sendo alvejado no carro dá o que pensar. O cineasta amador que registrou as cenas atende pelo nome de Abraham Zapruder. Ele filmava o desfile quando flagrou, quadro a quadro, o momento exato do assassinato. O mais surpreendente é que Zapruder não largou a câmera por nenhum momento, mesmo com o tiroteio comendo solto. As imagens mostram a primeira bala acertando a cabeça de Kennedy, que foi jogado violentamente para trás, como se tivesse sido acertado de frente. Aí é que está: Oswald, o assassino oficial, estava num depósito atrás da limusine de Kennedy. O filme atestaria, portanto, a existência de pelo menos dois atiradores.

Para investigar o caso, foi formada a Comissão Warren. Os fatos que se seguiram são recheados de estranhas coincidências e uma sucessão incrível de assassinatos e desaparecimentos, tudo numa sincronia de arrepiar.

Um dos investigadores do caso, Buddy Walther, disse ter encontrado um cartucho de calibre 45 perto do local onde Kennedy foi atingido. Walther teria entregado a cápsula a um agente do FBI, mas o material desapareceu e o agente nunca relatou sua existência. Indignado, Walther meteu a boca no trombone. Morreu ao ser atingido por uma bala perdida durante uma blitz de rotina.

EM SÉRIE

Quem também se deu mal foi Lee Bowers Jr., que assistira ao trágico desfile presidencial em Dallas. Ele afirmou ter visto dois homens armados escondidos atrás de uma cerca. Logo após o tiro fatal em Kennedy, os suspeitos fugiram. Ninguém deu bola para Bowers, que continuou martelando a história na imprensa. Três anos depois, ele morreu num estranho acidente automobilístico, batendo seu carro em uma ponte.

E tem mais: o deputado Hale Boggs, um dos membros da Comissão Warren, discordou publicamente da tese de que Oswald agira sozinho. Em seguida, Boggs declarou que estava sendo pressionado pelo FBI a mudar de idéia. Durante uma viagem, seu avião desapareceu misteriosamente no Alasca. Ele nunca mais foi encontrado.

Apesar da nacionalidade russa, George Dewohreischildt era anticomunista e colaborador da CIA. Também era amigo muito próximo de Oswald. Declarou que seu chapa era inocente e que havia uma grande conspiração tentando encobrir a verdade. No entanto, antes que tivesse a oportunidade de depor, Dewohreischildt foi encontrado morto com um tiro de espingarda na cabeça. Aparentemente, foi suicídio.

Depois disso, um agente da CIA resolveu falar. Gary Underhill disse que alguns de seus colegas estavam envolvidos na morte de Kennedy. Batata. O destro Underhill foi encontrado morto com uma bala na cabeça e uma automática... na mão esquerda.

Surpreendentes também são os fatos envolvendo o assassino oficial, Lee Oswald. Poucos dias antes do crime, Oswald, um ex-comunista, ex-anticastrista e ex-informante do FBI, teria ido a uma reunião de simpatizantes de Fidel Castro em Miami. Empolgado, teria pedido a palavra e dito: "Ninguém tem colhões. Eu vou matar o presidente". Mas o FBI afirma que nesse mesmo dia Oswald estava no México tentando obter um visto para Cuba. Ele foi visto também num estande de tiros, em Dallas, na véspera do atentado. Ali, ele repetira a quem quisesse ouvir que iria matar Kennedy.

Dois dias após cumprir sua promessa, Oswald foi morto na garagem da delegacia de polícia, diante de câmeras de TV, quando estava sendo transferido para a prisão de Dallas. Seu assassino, Jack Ruby, dono de uma boate de striptease, disse que queria vingar Kennedy. Vingou, mas morreu de câncer no pulmão ainda na cadeia, em 1967.

Nesse amontoado de desencontros, suicídios e histórias mal contadas, o promotor Jim Garrison transformou o caso numa cruzada pessoal. Mas não contou com a sorte. Uma de suas primeiras testemunhas foi Marylin Moon, uma stripper do clube de Ruby. Ela anunciou em 1966 que estava escrevendo um livro contando a verdade sobre a morte de Kennedy. Porém, morreu baleada no seu próprio apartamento.

Outro nome importante para Garrison era o do militar David Ferrie, que, patrocinado pela CIA, organizara campos de treinamento para os cubanos exilados que queriam derrubar Fidel Castro, na famosa operação Baía dos Porcos. Ferrie era muito próximo a Ruby e tinha servido na força aérea ao lado de Oswald. Ele era uma peça-chave para Garrison. Era. Foi encontrado morto, com hemorragia cerebral. Na seqüência, Aladio Del Valle, um anticastrista treinado por Ferrie, foi assassinado em Miami. Clyde Johnson, que dizia conhecer a ligação entre Ruby-Oswald-CIA-anticastristas, foi baleado e morto, frustrando as investigações de Garrison. Mais tarde, Garrison lançou vários livros sobre o assunto, acusando a participação da CIA, da KGB, da Máfia e dos anticastristas na morte de Kennedy. E, por incrível que pareça, nada lhe aconteceu.

À DISTÂNCIA

Outra teoria bem popular entre os conspirólogos reza que Oswald fazia parte de uma linhagem de assassinos mentalmente controlados. Um programa (verídico) chamado MK Ultra, produzido pela CIA em 1953, pretendia criar um exército de assassinos por controle remoto, utilizando o LSD e técnicas de hipnose. Vários criminosos famosos apresentaram indícios de controle mental à distância. É o caso de Lee Oswald, de Mark Chapman (que matou John Lennon), James Earl Ray (assassino de Martin Luther King) e Sirhan Bishara Sirhan (que matou Robert Kennedy).
Robert Kennedy, irmão mais novo de John, era senador em 1968 e o favorito para ocupar o cargo de presidente. Durante a campanha, Bob prometeu reabrir as investigações sobre a morte de seu irmão. No dia 5 de julho daquele ano, Bob estava hospedado no hotel Ambassador, em Los Angeles. Ao se dirigir para o salão de conferências, um imigrante palestino chamado Sirhan Bishara Sirhan parou na sua frente, apontou o revólver e soltou três balaços. Na necropsia, descobriram que Bob tinha uma esquisita perfuração na nuca, como se tivesse sido baleado de perto. Daí a teoria de que Sirhan foi programado apenas para distrair a atenção de Bob enquanto o verdadeiro assassino agia. Ao contrário da maioria dos personagens citados nesta reportagem, Sirhan está vivo até hoje, cumprindo prisão perpétua num presídio na Califórnia.

Ricos, famosos e amaldiçoados

A maldição sempre é evocada quando o assunto é a família Kennedy. O patriarca Joseph P. Kennedy tinha uma obsessão: levar seu filho Joseph P. Kennedy Jr. à presidência dos Estados Unidos. Joseph Jr., no entanto, morreu num acidente aéreo em 1944, aos 29 anos. Quatro anos depois, nova tragédia: Kathleen, a segunda filha, também morreu num acidente aéreo, aos 28 anos.

John F. Kennedy realizou o sonho do pai e levou o sobrenome da família à Casa Branca, mas foi assassinado em 1963. Patrick Bouvier, filho de John e Jacqueline Kennedy, morreu em 1964. Robert Kennedy, terceiro filho de Joseph, foi assassinado em 1968. O caçula da família, Edward (Ted) Kennedy, bateu o carro depois de uma festa e foi parar na água. Sua namorada, Mary Jo, faleceu dentro do carro submerso e afundou a carreira política de Ted.
E teve mais: em 1984, David, filho de Robert Kennedy, morreu vítima de uma overdose de drogas. William, sobrinho de Ted, foi acusado de estupro em 1991. Michael, outro filho de Robert, não resistiu a um acidente de esqui em 1997. A última vítima foi John-John, filho caçula de JFK. Ele e sua mulher, Carolyn, morreram num acidente aéreo no litoral de Massachusetts, em julho de 1999.

Estranhas coincidências

- Os dois presidentes mais populares dos EUA morreram assassinados.

- Lincoln foi eleito em 1860. Kennedy foi eleito em 1960.

- Lincoln foi morto quando assistia a uma peça no Teatro Ford. Kennedy foi morto enquanto andava num Lincoln conversível fabricado pela Ford.

- Ambos foram mortos numa sexta-feira.

- John Wilkes Booth, acusado de matar Lincoln, nasceu em 1839. Lee Oswald, acusado de matar Kennedy, nasceu em 1939.

- Ambos os acusados dos crimes foram mortos antes de serem julgados.
- O sucessor de Lincoln, que se chamava Andrew Johnson, nasceu em 1808. O substituto de Kennedy, Lyndon Johnson, nasceu em 1908.

Oliver Stone sabe das coisas

O principal filme sobre a morte de John Fitzgerald Kennedy é JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar, lançado em 1991, sob direção de Oliver Stone. No filme, Stone revela a megaconspiração arquitetada por Fidel Castro, Richard Nixon, Maçonaria, Illuminati, CIA, KGB e muita gente mais. O estranho é que ninguém se pronunciou sobre o filme, que foi um sucesso de público na época.

Isso parece colocar Stone no hall de sujeitos suspeitos no mundo das conspirações. O cineasta denunciou o intervencionismo americano em Salvador - O Martírio de Um Povo (1986), o Vietnã em Platoon (1986), a ganância capitalista em Wall Street (1987) e, agora em 2004, lança um documentário sobre Fidel Castro, chamado Looking for Fidel, em que mostra o caso dos três cubanos executados enquanto tentavam fugir de Cuba.

Stone tem tanta moral que, em seu filme, consegue juntar numa mesa-redonda Fidel Castro, seqüestradores, promotores e advogados de defesa. É pouco? Ele convence Fidel a se submeter a um exame médico para desmentir rumores sobre sua saúde.
Stone é bem mais poderoso do que imaginamos....

Eu acredito!

"A verdade é que os americanos são fanáticos por teorias conspiratórias. No filme Teoria da Conspiração, Mel Gibson interpreta um cara completamente obcecado, desconfiando até do português da padaria. Não seria exagero dizer que, hoje em dia, esse é o verdadeiro American Way of Life."
Peu K é músico e canta na banda Vodka Frog

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A Grande Conspiracao Alien - UFO - OVNI

A Grande Conspiracao Alien - UFO - OVNI

Imagine por um só momento, o mundo dominado por um pequeno grupo que controla tudo o que é importante, governos, grandes negócios e a mídia. Parece algo improvável, mas agora imagine que este grupo todo poderoso venha de outro planeta, e que nossos governantes tenham se aliado a eles. Isso soa bem mais improvável. Porém muitas pessoas estão convencidas de que isto seja verdade:

- "Eles controlam suas emoções e você pertence a eles."
- "Creio que eles matam as pessoas e isto está registrado."
- "Se você controla o senso de realidade de algupem a mente humana se torna manipulável."

Será que alguém andou distribuindo alucinóginos ou está é a maior conspiração extraterrestre de todas?

Vivemos em uma era de conspiração, com boatos paranóicos em quase todas as camadas da vida pública, dos governos às realezas e de grandes empresas à mídia. Mas existe uma conspiração que faz todas as outras parecerem brincadeira de criança. É a teoria de que, há séculos, nossos líderes têm conspirado com extraterrestres para secretamente controlar nosso mundo. Os fanáticos sugerem até que os extraterrestres não estão conchavados com o nosso governo, eles na realidade são o governo. Será que existe alguma verdade nisso tudo? Neste programa, os telespectadores conhecem antigos agentes do governo e suas surpreendentes afirmações sobre operações secretas para encobrir atividades relacionadas aos OVNIS. Este programa ainda acompanha os esforços de dedicados pesquisadores de OVNIS, cujo trabalho resultou na divulgação de milhares de documentos governamentais considerados secretos, e investiga o controvertido ramo da física que pode conter a chave das viagens intergalácticas. O programa faz as perguntas certas: os extraterrestres já pousaram na terra? O governo sabe disto? E, se sabem, porque não revelam a verdade?

- O homem que conseguiu que os EUA liberassem seus documentos sobre OVNIs. Mas muitos deles vieram com censuras.

- Clifford Stone, um ex-militar que fazia resgate de satélites russos, mas em 1969 sua equipe resgatou algo estranho

- Os cientistas que estudam como os extraterrestres viajam pela galáxia.

- Os Homens de Preto. Conheça alguém que diz que trabalhou encobrindo relatos, em operações de contra inteligência

- Os Ovnis que sobrevoaram Phoenix

- David Icke acredita que os Illuminat são os responsáveis por muitas coisas na Terra e são um híbrido de Seres Humanos e ETs. Ele já vendeu milhares de vídeos.

- Veja a nota de 1 dólar e sua relação com os
Iluminat.

- Icke ainda acredita que o planeta é habitado por entidades reptilianas.

- Conheça algumas pessoas que dizem ser visitadas por reptilianos

- Derrels Sims diz que encontrou indícios físicos de que os ETS existem. Ele extrai implantes de sondas extraterrestres das pessoas. Veja um filme onde extrai um implante do pés de uma mulher.



DOCUMENTARIO COMPLETO PARA DONWLOAD
Historia de OVNIS - A Grande Conspiração Alien - Como os Ets nos controlam

http://www.badongo.com/pt/file/758645



PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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