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sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Casal ganha fortuna ao descobrir que decoração de quintal era relíquia Egípcia

Casal ganha fortuna ao descobrir que decoração de quintal era relíquia Egípcia

Esfinges do Egito Antigo têm cerca de cinco mil anos e foram vendidas por R$ 1,4 milhão.

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Esqueletos de "Romeu e Julieta" da China são encontrados em abraço de 1500 anos

Esqueletos de "Romeu e Julieta" da China são encontrados em abraço de 1500 anos

Pesquisadores publicaram um estudo que analisa as circunstâncias do sepultamento do casal.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Embrião congelado por 27 anos - Como casal escolheu o bebê que quebrou recorde

Embrião congelado por 27 anos - Como casal escolheu o bebê que quebrou recorde

Nem dois meses completos, Molly Gibson já quebrou um recorde 
— Foto: Cortesia National Embryo Donation Center

Molly Gibson, de um mês, quebrou o recorde estabelecido por sua própria irmã, Emma, ​​que agora tem três anos.

sábado, 17 de outubro de 2020

Pesquisadores encontram esqueletos de casal de guerreiros de 2500 anos na Sibéria

 Pesquisadores encontram esqueletos de casal de guerreiros de 2500 anos na Sibéria

Arqueólogos encontraram na Sibéria uma sepultura coletiva de 2500 anos. Lá estavam os esqueletos de um casal de guerreiros, de seu bebê e de uma serva idosa. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A Vida de um Atleta Sexual - Biologia


A VIDA DE UM ATLETA SEXUAL - Biologia



Desde o instante em que nasce, o espermatozóide se prepara para a dura prova do acasalamento. Para conferir sua boa forma, os cientistas usam até computadores.

domingo, 18 de novembro de 2012

Saiba como a bicicleta revolucionou o sexo e a genética

Saiba como a bicicleta revolucionou o sexo e a genética


Bicicleta surgiu no século 19 (Foto: BBC)

Invenção foi crucial para evolução humana, diz geneticista britânico.

Que invenção pode ter sido mais revolucionária para o sexo do que a pílula anticoncepcional, a camisinha ou o Viagra? Para um dos geneticistas mais renomados da Grã-Bretanha, a resposta é clara: a bicicleta.
Stephen Jones, professor do University College de Londres (UCL), uma das mais respeitadas instituições de ensino e pesquisa do país, destaca que a invenção da bicicleta foi o evento mais importante dos últimos 100 mil anos da história da evolução humana.

Para Jones, em entrevista ao programa da BBC Science Club, a bicicleta "fez com que os homens não se limitassem mais a encontrar sua companheira sexual na porta ao lado, mas, sim, transportar-se a aldeias vizinhas e manter relações sexuais com uma mulher do povoado ao lado".

Transporte barato e eficiente
Embora a bicicleta tenha sido inventada no início do século 19, não foi até pouco mais de um século atrás que se converteu em um fenômeno de massa. Os primeiros modelos tinham rodas pesadas e pouco confiáveis, mas dois elementos transformaram a bicicleta em um dos milagres da tecnologia moderna: a corrente e as rodas com raios.

A roda com raios feitos de cabos de metal finos e esticados permitiu acelerar o funcionamento da bicicleta.
Antes da criação da corrente dentada, as rodas eram acionadas por meio de pedais acoplados, o que obrigava contar com uma roda frontal de enorme tamanho, que acabava sendo incômoda e instável.

A corrente, além das marchas, permitiu que, com apenas uma volta do pedal, a roda se movesse várias vezes e assim foi como nasceram, há um século, as bicicletas "seguras para damas". Dessa forma, essa maravilha da engenharia se converteu em um sistema de transporte barato, eficiente, e acessível a homens e mulheres de todas as classes sociais.

Mais 'paqueras' e menos piano
A imprensa da época na Grã-Bretanha reportou que a invenção mudou a forma de cortejo entre os jovens do final do século 19. Nos jornais britânicos daqueles dias, é possível encontrar notícias de que a bicicleta reduziu a frequência do comparecimento de pessoas à igreja, criou novas tendências de cortejo entre os jovens e até mesmo provocou uma diminuição no uso do piano.

Mas, além das transformações sociais, a ciência destaca que a contribuição mais importante da bicicleta se refletiu nos nossos genes. Stephen Stearns, professor de ecologia e biologia evolutiva da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, defende que a bicicleta ampliou em 48 quilômetros a distância de 'paquera' dos homens ingleses no final do século 19.

Ele diz que a invenção estimulou ainda a pavimentação das ruas, o que facilitou, mais tarde, a incorporação do automóvel ao mundo do transporte. Para os especialistas, deu-se assim o início a um processo de migração que dura até hoje.

Diversidade genética
Jones, do University College de Londres, ressalta que a distância entre o lugar de nascimento dos futuros cônjuges não parou de aumentar desde então. 

O cientista pede aos leitores que se façam uma pergunta simples: Quão distante é a origem de seu marido/mulher em comparação com a dos seus pais?
"Se caminharmos por uma cidade como Londres hoje em dia, vemos uma variedade genética que não teríamos visto em outra época".

A bicicleta, segundo Jones, deu início assim a um caminho rumo à diversidade genética sem precedentes, algo que tem um papel primordial no desenvolvimento do nosso sistema imunológico -- o que teve repercussões futuras cruciais para a humanidade.

"A diversidade genética é a base da evolução, se não a tivéssemos, ainda seríamos muito parecidos com os primatas", concluiu.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A regra é não ter regra - Familia


A REGRA É NÃO TER REGRA - Familia



Seu pai trabalha fora, sua mãe fica em casa cuidando dos quatro filhos e seus irmãos, quando terminam os estudos, casam-se e saem de casa? Se a resposta for afirmativa, saiba que sua família está prestes a virar peça de museu. Nos últimos 30 anos, o modelo tradicional de família sofreu profundas alterações. Crianças acostumaram-se a ter duas casas por causa do divórcio dos pais. Mães e pais solteiros começaram a tornar-se comuns. Mulheres entraram no mercado de trabalho e passaram a sustentar suas casas. Casais homossexuais saíram do armário e adotaram filhos... Nos próximos 20 anos, segundo vários pesquisadores, a tendência é que esses novos modelos familiares se consolidem. Todos eles.

Isso quer dizer que não vai existir uma "família-modelo" como a de nossos pais ou avós. No começo do século passado, as famílias eram quase sempre iguais. O núcleo era patriarcal: o pai fazia as vezes de "homem da família", trabalhava fora e era o único responsável pelo sustento da mulher e dos vários filhos. À mãe cabia o papel de educadora dos filhos e "rainha do lar". Ela cuidava da limpeza da casa, do preparo das refeições, da educação das crianças. Os filhos cresciam, estudavam e saíam de casa assim que arrumavam o primeiro emprego - para casar-se e começar a mesma história tudo de novo.

Mas, nas últimas décadas, o conceito de família começou a se alterar profundamente. A seqüência casamento-sexo-filho mudou - muitas vezes, já nem existe o casamento. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2002 mostram que os brasileiros estão se casando cada vez menos. A taxa de matrimônios caiu de 8 por mil habitantes em 1990 para 5,7 por mil em 2001. Enquanto isso, no mundo todo, as taxas de coabitação, ou seja, de pessoas que simplesmente vão morar juntas, triplicou. Aqui no Brasil, entre 1991 e 2000, esse tipo de união chegou a 28,9% do total.

Por outro lado, o divórcio, que apareceu no século 20 como um dos principais agentes de mudança da família tradicional, não pára de crescer. Nos últimos 30 anos, os índices dobraram. No Brasil, estima-se que, a cada dez casamentos, três acabem em separação. É cada vez mais comum encontrar crianças que dividem seu tempo entre a casa da mãe e a do pai.

Outra mudança considerável foi o aumento do número de pais solteiros. Nos Estados Unidos, o número deles aumentou em 25% nos últimos cinco anos. No Brasil, dados do último censo do IBGE revelam que o crescimento foi ainda mais significativo. Em dez anos, o número de homens que cuidam de seus filhos em casa subiu 74,5%. No mesmo período, o número de mães solteiras cresceu 58,8%.



A FAMÍLIA ENCOLHEU

Especialistas acreditam que tendências como divórcio, coabitação, filhos fora do casamento e pais solteiros serão ainda mais pronunciadas em 2020. Ao mesmo tempo, as famílias nos moldes tradicionais devem continuar encolhendo. De acordo com o IBGE, em 1980 as famílias tinham, em média, 4,5 integrantes. Em 1992, o tamanho médio passou para 3,7 pessoas. Em 2001, caiu para 3,3 pessoas.

"Isso não quer dizer que as famílias vão desaparecer", diz a psicanalista Belinda Mandelbaum, do Laboratório de Estudos da Família, Relações de Gênero e Sexualidade do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). "A família é universal e tem diversas funções. Atende a necessidades econômicas, uma vez que é muito mais fácil manter-se com ajuda de alguém; tem função afetiva, já que é uma espécie de ancoradouro dos indivíduos; e tem função social, pois é através dos laços que formam uma família que o tecido social fica coeso. E isso tudo não vai mudar."

Para Belinda, a família tem a capacidade de se adaptar ao momento histórico. "A entrada da mulher no mercado de trabalho, por exemplo, foi um fator fundamental para a mudança da família dos últimos tempos", diz. De fato, de acordo com o IBGE, hoje existem 13,8 milhões de famílias (27,3% do total) nas quais a mulher é a "pessoa de referência". Ou seja, é ela quem trabalha e coloca dinheiro na casa.

Belinda acredita que, nos próximos 20 anos, a regra será não ter regra. "Não vai haver uma fórmula, porque as opções são múltiplas." Quer um exemplo? Embora as estatísticas apontem a tendência de famílias menores, Belinda diz que vem percebendo uma mudança ainda não refletida nas pesquisas: o retorno das famílias extensas. "Antigamente, era muito comum, principalmente no ambiente rural, que avós, pais e netos vivessem juntos", diz. "Hoje em dia, por causa do desemprego, muitos pais de família, com seus filhos, estão voltando para a casa de seus pais. E são eles, os aposentados, que mantêm a todos."

O novo Código Civil Brasileiro, que entrou em vigor em 2003, é um reflexo da mudança comportamental da família. A começar pela definição de "família". No antigo Código, de 1916, a família legítima era a formada pelo casamento formal. Já no novo conjunto de leis, o conceito abrange as unidades familiares formadas por casamento, união estável ou comunidade de qualquer genitor e descendente.

Se, por um lado, o século passado se caracterizou por profundas mudanças na estrutura familiar, os próximos anos devem ser marcados pela consolidação de aceitação de todas essas mudanças. Quando o divórcio surgiu, os casais que optavam por ele eram estigmatizados. Hoje é perfeitamente comum e aceitável. Segundo especialistas, o mesmo deverá ocorrer, em alguns anos, com os pais solteiros e com os casais homossexuais.



TENHO DOIS PAIS

Famílias completas compostas de pais gays e mães lésbicas costumam se enquadrar em uma das três situações seguintes: a) pessoas que assumem a homossexualidade depois de um casamento heterossexual no qual tiveram filhos; b) homossexuais que adotam filhos; c) lésbicas que fazem inseminação artificial. Embora esse fenômeno ainda não tenha sido dimensionado no Brasil, acredita-se que a situação seja similar à dos Estados Unidos. Lá, 22% dos casais gays têm a guarda de seus filhos.

O interessante é que justamente esse grupo parece buscar o modelo antigo de família. "Um fenômeno atual e bastante curioso é que há uma espécie de luta entre os componentes de um casamento homossexual para que ele seja reconhecido como família, como um casal realmente", diz a psicanalista Belinda. "Eles tomam como referência a tradicional família burguesa na medida em que tentam ser um casal que apresenta as funções masculina e feminina, paterna e materna. Eles podiam tentar algo revolucionário, mas apenas buscam manter o status quo."

Todas essas mudanças podem dar um nó na cabeça das pessoas - principalmente das crianças. Uma pesquisa britânica mostra, por exemplo, que filhos de pais divorciados têm, em média, uma taxa de aprendizado educacional menor que a de filhos de pais casados. Além disso, famílias pequenas e dispersas podem trazer à tona um sentimento nada agradável: a solidão. Para combatê-la, vai ser cada vez mais comum pessoas "adotarem" seus amigos como parte da família - como acontecia no finado seriado de TV Friends. "Do ponto de vista sociológico e antropológico, a família é uma relação de alianças, afinidades e também de consangüinidade", diz Belinda. "Mas, do ponto de vista psicológico, os amigos podem ser vistos como uma família que não existe."
Na opinião da psicóloga Renate Vicente, coordenadora do núcleo de Terapia Familiar da PUC do Paraná, os próximos anos serão um período de superação de algumas contradições. "As mães que trabalham fora ainda são condenadas pela sociedade quando os filhos têm problemas, por exemplo. E acabam se culpando", diz. Renate "Além disso, ninguém pode falar mal de casais homossexuais porque isso é preconceito, mas eles ainda não podem adotar filhos." Para Renate, nos próximos anos isso tudo - com o perdão do trocadilho - vai ser coisa do passado. "Com certeza, será um tempo bom e teremos novos paradigmas. Que estarão aí para serem questionados novamente."


Tendências




- DIMINUINDO

Em 1980, as famílias brasileiras tinham em média 4,5 integrantes. Em 2001, caíram para 3,3 pessoas. A tendência é que continuem encolhendo.



- DUPLO ENDEREÇO

Vai ser cada vez mais comum encontrar crianças que dividem seu tempo entre a casa da mãe e a do pai - a cada dez casamentos no Brasil, três acabam em separação.



- VOLTANDO PARA CASA

Por causa do desemprego, muitos pais de família, com seus filhos e tudo, estão voltando para a casa dos pais. E os avós sustentam todo mundo.



- AMIGOS
Para combater a solidão, muita gente vai "adotar" seus amigos como parte da família - como acontecia no seriado de TV Friends.

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sábado, 31 de julho de 2010

Casal azarado sofre dois acidentes em menos de 24 horas

26/06/09 - 16h00 - Atualizado em 26/06/09 - 16h08

Casal azarado sofre dois acidentes em menos de 24 horas
'Não sei dizer se somos sortudos ou azarados', disse Kieran Liggan.
Primeiro, canoa em que estavam virou. Depois, eles bateram carro.

Um casal escapou da morte por duas vezes em menos de 24 horas em Rosendale, no estado de Nova York (EUA). Primeiro, Kieran Liggan e Andrew Casey foram salvos após a canoa em que estavam ter virado em um rio com corredeiras. Depois, eles bateram o carro em uma árvore, segundo reportagem publicada pelo jornal "Daily Freeman".




Casal bateu o carro em árvore, no segundo susto em menos de 24 horas. (Foto: Reprodução/Daily Freeman)
"Eu deveria viver em uma bolha de proteção", disse Kieran Liggan, de 24 anos. Segundo ela, o maior susto aconteceu no acidente de carro, quando uma árvore de cerca de 24 metros de altura caiu sobre o parabrisa do veículo.

"Não sei dizer se somos sortudos ou azarados", afirmou Kieran, destacando que seu marido até brincou com a situação. "É como se existissem duas pessoas --uma que quer nos ver mortos e outra que quer nos manter vivos", afirmou a jovem.

O primeiro acidente, no qual a canoa em que estavam virou, aconteceu no último domingo. Mas, como estavam como coletes salva-vidas, eles não ficaram feridos. Mas nem deu tempo de se recuperarem do susto. Na manhã de segunda-feira, o casal bateu o carro.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Certidão de casamento virtual 'oficializa' união de casais

12/06/09 - 14h00 - Atualizado em 12/06/09 - 14h02

Certidão de casamento virtual 'oficializa' união de casais na internet
Sites usam até cerimônias de matrimônio on-line para atrair apaixonados.
Certificado diferente é opção de presente gratuito no Dia dos Namorados.




Foto: Arquivo Pessoal Lara e Miguel estão casados virtualmente há sete meses. (Foto: Arquivo Pessoal)Assim como a internet tem atuado como cupido para muitos casais, ela também ajuda na hora de reforçar o compromisso entre os enamorados. Não basta apenas se declarar “casado” nos perfis de redes sociais. O que muitos buscam é o casamento, nem que seja virtual. E como nesta sexta-feira (12) é Dia dos Namorados, os apaixonados podem surpreender os parceiros, dando um “upgrade” na relação, com um casório cibernético com direito a certidão e tudo.

Com um visual mais sóbrio do que outros sites do gênero, o VirtualVow.com se apresenta como um dos endereços mais democráticos da rede. Nele é possível casar com tudo que tenha valor sentimental para o internauta, ou seja, não só com outras pessoas, como também com animais e objetos - provando que não há barreiras para o amor.

"Não há regras oficiais, você pode casar com seus animais de estimação se assim desejar. Ou até mesmo casar seus bichinhos, ou casar com o seu carro. O amor é universal!", defende o site, que não discrimina nada nem ninguém e pode ser a opção ideal para os mais excêntricos.

A brasileira Lara Maggione, de 22 anos, e o português Miguel Sottomayor, 23, completaram sete meses de casamento virtual no último sábado (6). Para realizar a cerimônia, o casal optou pelo site russo Virtual Wedding Chapel. "Resolvemos trocar os votos porque moramos longe e queremos ficar juntos", explica Lara. "Pretendemos casar no futuro".

Foi Miguel quem apresentou a Lara esse tipo de serviço. "Eu conheci o site através do meu namorado. Como moramos longe, ele sempre procura sites do tipo para nos sentirmos próximos", conta Lara, natural de Barretos, no interior de São Paulo, que se prepara para ir morar de verdade com seu marido virtual no mês que vem.

No Virtual Wedding Chapel é possível enviar o pedido de casamento por e-mail, preencher uma petição de casamento informando os nomes dos noivos, bem como cidade e país onde moram, e se é o primeiro casamento dos dois, assim como a data e o horário escolhidos para a cerimônia. Além disso, os usuários podem escolher uma testemunha e até permitir o acesso de convidados para o casório virtual. Outra opção é o The Internet Registry of Marriage (iROM.org).

Os internautas encontram uma versão nacional do serviço no site de namoro CyberLove. Na seção "CyberCasamento" é possível conseguir uma certidão virtual. Basta digitar o nome dos noivos e clicar no botão "Cerimônia" para que a figura de um padre apareça, dando início ao que ele chama de "Sagrado Matrimônio Virtual". Após a troca de votos, os noivos são declarados "marido virtual e mulher virtual", ao som da Marcha Nupcial, podendo imprimir sua certidão de casamento cibernética. Mas o site faz questão de ressaltar que o "certificado é apenas uma brincadeira virtual".




Foto: Reprodução Cerimônia na web tem padre virtual e até Marcha Nupcial. (Foto: Reprodução) E como a união não é oficial, muita gente encontra nesses sites a oportunidade ideal para se casar com ídolos da TV, do cinema, do esporte ou da música, ou qualquer pessoa - ou coisa - que a imaginação do internauta permitir.

Porém, como nem sempre o final feliz dura para sempre - inclusive no mundo virtual -, os sites também oferecem uma seção destinada ao divórcio, em que o marido ou a mulher podem optar pela separação, informando o motivo da dissolução da união cibernética.

Alguns sites até se especializam em contar essas histórias de rompimentos amorosos, como o Relashionship Obituaries, que coleciona obituários de relacionamentos desde 2003 e terá seus "melhores" textos transformados em livro que será lançado esse mês no Reino Unido.