Mostrando postagens com marcador vendas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vendas. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de dezembro de 2021

A origem da Black Friday nos Estados Unidos e no Brasil

A origem da Black Friday nos Estados Unidos e no Brasil

Com promoções imperdíveis, a data se consolidou como um dos momentos mais importantes para o comércio.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

BANDA AC / DC - Sidney, Austrália


BANDA AC / DC - Sidney, Austrália


Primeiro album da banda AC/DC


AC/DC é uma banda de rock formada em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus e Malcolm Young. A banda é considerada um dos maiores e mais bem sucedidos grupos musicais de todos os tempos, vendendo mais de 200 milhões no mundo inteiro . A banda é normalmente classificada como hard rock ou blues-rock e considerada uma das pioneiras do heavy metal, No entanto, os seus membros sempre classificaram a sua música como rock and roll.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Top 10 melhores comerciais da década (videos)


Top 10 melhores comerciais da década (videos)


Para saber quais foram os melhores comerciais dos últimos 10 anos, reunimos especialistas que compilaram esse top 10 que mudou o mundo do marketing e propaganda, muitos tentaram mais eles foram únicos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Vendas de livros impressos sobem, enquanto digitais perdem popularidade


Vendas de livros impressos sobem, enquanto digitais perdem popularidade


Os livros de papel estão virando o jogo na guerra contra os e-books. Contrariando expectativas do mercado, as vendas de títulos impressos vendidas nas principais livrarias dos EUA, Reino Unido e Austrália subiram em 2014, segundo reportagem publicada neste sábado pelo “Financial Times”. Enquanto isso, o desempenho de publicações eletrônicas tem desapontado quem apostou que dispositivos como o Kindle substituiriam a mídia tradicional.

quarta-feira, 13 de março de 2013

10 artistas que mais venderam discos na história da música


10 artistas que mais venderam discos na história da música


Com a nova geração da música atual fazendo sucesso no mundo todo, muitas vezes, nos perguntamos: quem foram os maiores, os mais-mais da história? Em tempos de globalização, redes sociais e Youtube, é mais fácil (ou menos difícil) tornar um artista de fama mundial. Mas, em outrora, não havia nada disso. Essas estrelas reinavam (reinam) arrastando multidões aos seus shows e vendendo milhares de cópias de seus discos pelo mundo. Discos, que não foram poucos. O Elton John produziu sozinho, entre trilhas e compilações, 42 álbuns em sua carreira. E ainda figurou entre os músicos mais bem pagos de 2012 pela Forbes. Segue abaixo a lista dos artistas e seus albuns lançados.
A lista foi compilada pelo pessoal da Bcharts e usou como base as informações da Mediatraffic e ChartInFrance/UKMix.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dinheirama - A História do dinheiro

DINHEIRAMA - A História do Dinheiro



Troca - Até 2500 a.C.

Para conseguir leite, um artesão que só faz sapatos precisa encontrar um produtor disposto a trocar leite por sapatos. Numa sociedade sem moeda, a saída é a troca de bens, que limita muito o comércio

Primeiras moedas - Até 650 a.C.

Soldados romanos precisam receber algo que valha para trocas. O pagamento é feito com sal (origem do nosso "salário"), conchas, pregos e manteiga

Especialização - A partir de 640 a.C.

Já que é possível trocar produtos por uma moeda, os artesãos não precisam se preocupar em diversificar a produção. Quanto melhores forem seus sapatos, mais moedas você vai ganhar por eles. Assim, vale a pena se especializar em um só serviço

Moeda moderna - 575 a.C.

Ouro, sal e prata valem seu peso, mas nem toda moeda tem valor tão literal. Os gregos fazem a primeira desvalorização: em vez de converter 6 mil dracmas em 1 talento, que seria natural, a cotação passa a ser de 6 300. A diferença vai para os cofres públicos

Inflação - A partir do século 1 a.C.

O excesso de moeda faz com que ela valha menos (é a lei da oferta e da procura). É necessária mais moeda para comprar algo, os preços sobem e surge a inflação

Voltando ao passado - Século 5

A ruína do Império Romano faz nascer pequenos e fracos reinos feudais. Sem um Estado forte, o comércio internacional quase desaparece e deixa de haver interesse na cunhagem de moedas em alta escala. Volta o escambo

Renasce a moeda - Século 12

Para financiar as cruzadas, nobres vendem seus bens. A Igreja, através da Ordem dos Templários, cumpre o papel dos banqueiros e também passa a financiar as expedições

Contra a usura - Século 12

A Igreja proíbe que a dívida do nobre que parte para a Cruzada seja cobrada com juros - alegava que tirar proveito do esforço da evangelização é pecado. No Concílio de Viena, um século e meio depois, manda excomungar governantes que admitirem a usura

Casas bancárias - Século 15

Em Veneza, Florença e Gênova, casas bancárias assumem o papel de financiadoras. Para driblar a Igreja, desenvolvem letras cambiais: o comprador acerta com o banco para que ele emita um papel com determinado valor. A comissão que cabia aos banqueiros era descontada

Tulipas na holanda - Século 17

Primórdio das ondas especulativas: a flor é usada como dote e trocada por empresas. Logo surge o mercado futuro de tulipas: leva-se um vale para ser trocado na época da colheita

Sistema de law - Século 17

Em Paris, em troca de assumir as dívidas da Coroa, John Law obtém permissão de Luís XIV para fundar um banco. Os depósitos são garantidos não pelas reservas de ouro ou prata, mas pela posse de terras

Papel-moeda - Século 17

Na colônia americana, há um erro de cálculo no soldo dos soldados. Como faltava ouro e prata, eles recebem uma promessa de dinheiro na forma de notas promissórias. Essas notas passam a circular de mão em mão exatamente como o nosso papel-moeda

Prisão - O caso Barings

Em 1995, Nicholas Leeson, um simples operador, quebrou o banco de investimentos onde trabalhava, o ING Barings. Leeson comprou contratos futuros apostando na recuperação da Bolsa japonesa, o que não aconteceu

Bancos centrais - A partir do século 17

A Inglaterra funda o primeiro banco central: o Banco da Inglaterra. Os financiadores obtêm o direito de fazer empréstimos. Com o passar do tempo, o banco assume o monopólio de emissão da moeda. Bancos Centrais passam a ser fundados em todos os países

Muita moeda - Século 18

Revolucionários da América do Norte começam a imprimir um papel-moeda chamado continental. Essa emissão indiscriminada provoca desvalorização e estimula a inflação

Padrão-ouro - Século 19

Na Inglaterra, surge o primeiro padrão monetário internacional. A quantidade de moeda dos países passa a ser determinada por suas reservas em ouro

Abalo de ouro - Século 20

Instituído no Brasil a partir de 1870, e na França e EUA na segunda metade do século 20, o padrão ouro sofre seu primeiro grande abalo em 1914, com a 1ª Guerra. Os países envolvidos têm que emitir papel-moeda sem lastro para arcar com os gastos militares

O fim do ouro - Século 20

Em 1971, o então presidente dos EUA, Richard Nixon, desvincula o dólar do ouro, motivado pela necessidade de emitir papéis para financiar a Guerra do Vietnã. O dinheiro passa a ter como único lastro a confiança que a sociedade deposita nele

Bolsas de valores - Século 20

Em Amsterdã, as primeiras bolsas - locais onde se negociam papéis e ações - surgem no século 17. A ascensão do mercado nos EUA só ocorre a partir da década de 1920

A crash da bolsa - 1929

Wall Street é o centro do mundo. A festa acaba em 1929, quando uma corrida inexplicável para vender papéis quebra a Bolsa de Nova York e o mercado entra em colapso. A queda da renda e dos níveis de consumo nos Estados Unidos afeta o mundo todo

Sob controle - 1933

Para impedir um colapso do capitalismo, o presidente americano Franklin Roosevelt implanta o New Deal, um programa de investimentos públicos para estimular a economia

Moeda de plástico - A partir da década de 20

Cartões de crédito surgem nos EUA para que usuários do automóvel, que começa a se popularizar, não tenham que transportar grandes quantias em viagens. Nos anos 80, surgem cartões inteligentes, com valores predeterminados, e, mais tarde, cartões de débito

Internet - Anos 90

Disponibilidade de dinheiro + mercado ávido por novidades = investimentos em novas tecnologias. A falta de lucros faz empresas e investidores perderem muito dinheiro

Só na confiança - Anos 90

A hiperinflação, mal das economias latino-americanas, era combatida com a paridade fixa entre a moeda local e o dólar. A medida cria déficit comercial, que é compensado por investimentos estrangeiros. Hoje, o câmbio é flutuante: a confiança externa determina o valor da moeda

O dragão acorda - Hoje

A China é a economia que mais cresce no mundo (10% ao ano). Para manter o ritmo, precisa resolver a escassez de energia elétrica e os problemas do sistema bancário

Adam Smith - *1723 +1790

O escocês era filósofo social e defendia o liberalismo. Para ele, o próprio mercado deveria se auto-regular, sem intervenção do governo

Quebra-quebra

A paridade fixa derrubou muitas economias

1994 - México

1997 - Tailândia

1998 - Rússia

2001 - Argentina

Vivendo de juros

Perseguidos durante a Idade Média, os judeus convertiam riquezas em bens transportáveis: metais preciosos e jóias. A eles era vetada uma série de profissões e a posse de terra. Emprestar a juros era uma das formas de obter dinheiro

A crise brasileira

Em 1994, a paridade fixa permitiu o controle da inflação. O problema é que havia uma percepção geral de que o real não valia tanto quanto o dólar. A inevitável desvalorização, em 1999, forçou o país a adotar o câmbio flutuante

John M. Keynes - *1883 +1946

O mais influente economista do século 20 defendia uma política de intervenção do Estado que, além de garantir a oferta da moeda, também deveria assegurar gastos

Dois lastros

Até a metade do século 20, uma moeda só tinha valor se tivesse um equivalente em ouro. Mas o mundo já conviveu com o sistema bimetálico: ouro e prata eram usados como lastro. O ouro só se tornou padrão no século 19

George Soros

Em 1992, o investidor apostou US$ 10 bilhões na desvalorização da libra. O Banco da Inglaterra tentou proteger a moeda, mas perdeu a batalha. Soros embolsou US$ 1 bilhão

Ninharia

A Bíblia diz que Judas recebeu 30 moedas de prata pela traição a Jesus. A quantia em denários romanos, a moeda da época, não comprava nada além de um escravo, artigo muito barato naquele tempo

Do barulho

Os suprimentos do governo francês sempre chegavam com atraso às colônias. Assim, os soldados recebiam "promessas" de pagamento. A matéria-prima mais à mão eram cartas de baralho, que passaram a ser usadas oficialmente

O truque de Law

Mapas de terras com minas convenciam os interessados em comprar seus papéis. A expectativa de ganhos fez a procura subir, transformando-se em violenta especulação. Nem terras nem ouro apareceram para restituir os papéis

FMI
Em 1944, representantes de 44 nações (entre elas o Brasil) decidiram criar o Fundo Monetário Internacional. Seu papel era auxiliar países na regulamentação do padrão ouro, evitando inflação e desequilíbrios - a qualquer custo

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Saiba quais são as fraudes mais comuns na internet no fim de ano

23/12/2010 15h57 - Atualizado em 23/12/2010 16h02

Saiba quais são as fraudes mais comuns na internet no fim de ano
Época é mais favorável a golpes na web.
Veja dicas de analistas e pesquisadores para compra segura na rede.


Mulher realiza compra pela internet.
(Foto: Robert Galbraith/Reuters)À medida que a Internet cresce, a popularidade das compras on-line também aumenta nos sites de e-commerce.

As estimativas mais recentes na América Latina indicam que devem ser gastos cerca de US$ 22 milhões em 2010 com o comércio eletrônico – valor que especialistas esperam que seja elevado até 58% em 2011 e, que está chamando atenção de criminosos cibernéticos em todo o mundo.

Pensando na segurança do internauta, a equipe global de analistas e pesquisadores da Kaspersky Lab preparou uma lista com as principais ameaças e fraudes utilizadas no fim de ano, além de dicas para o usuário efetuar as compras.

Ameaças mais comuns



Engenharia Social
Essa técnica usa, normalmente, o senso de urgência para atrair a atenção do internauta, oferecendo, por exemplo, uma grande oferta por tempo limitado. Essas promoções falsas podem levar a contaminações geradas por websites e e-mails inescrupulosos; links infectados; e até mesmo mensagens maliciosas do Twitter.

Phishing
E-mails supostamente de organizações legítimas solicitando doações a pessoas carentes durante as festividades ou indicando produtos para as compras de final de ano. Na verdade, os links dos e-mails levam a websites maliciosos e coletam as informações pessoais e de cartões de crédito do remetente.

Cupons de Natal
Os criminosos estão usando websites e e-mails maliciosos com cupons promocionais falsos para roubar o dinheiro dos usuários que buscam economizar nas compras de fim de ano.

Resultados de busca infectados
Também conhecido como Blackhat SEO. Os fraudadores manipulam as ferramentas de busca para que os links maliciosos sejam os primeiros na lista de resultados. Eles levam a vítima a páginas que infectam o computador para roubar seu dinheiro e/ou sua identidade.

Fraudes em redes sociais
Mensagens postadas automaticamente no perfil do usuário por amigos que tiveram as contas comprometidas ou recados particulares que pareçam suspeitos levam, frequentemente, a sites maliciosos ou a softwares projetados para roubar dinheiro. Com o uso difundido das redes como Facebook e Twitter, esse tipo de ameaça está se tornando cada vez mais comum. O Koobface é um tipo particular de ameaça com foco nas redes sociais, com mais de 1.000 versões diferentes desse malware detectados.

Os alvos favoritos dos criminosos cibernéticos

Como sempre, o alvo é o dinheiro do internauta. Segundo a pesquisa mais recente da Kaspersky Lab, os criminosos cibernéticos tentam enganar as pessoas ao utilizarem nomes confiáveis de lojas virtuais, companhias aéreas, bancos, sistemas de cartões de crédito ou serviços de entrega conhecidos para distribuir softwares maliciosos, tais como Trojan-Banker.Win32, Trojan-Spy.Win32 ou Trojan-PSW.Win32, produzidos na América Latina. Esses malwares são capazes de roubar todos os tipos de informações sigilosas e não apenas os dados financeiros da vítima.

Outra fraude comum envolve as ofertas de iPhones e outros smartphones de forma gratuita e de recarga para celular, que são publicadas como sendo de operadoras de telefonia móvel oficiais. Essa é outra tendência típica da América Latina. Ao contrário do resto do mundo, os criminosos cibernéticos latino-americanos preferem táticas de engenharia social ao invés de explorar vulnerabilidades de softwares. Isso inclui ataques direcionados, via MSN ou e-mail, por exemplo, vindo de amigos que tiveram as contas controladas pelos cybercriminosos. Esses ataques levam a websites maliciosos, que fazem o download de trojans bancários para roubar as informações financeiras das vítimas.

Dicas de segurança



Antes de efetuar as compras:


1. Saiba o que e de quem você está comprando. Dê preferência a websites conhecidos, de boa reputação, confiáveis e, que tenham números de atendimento ao cliente e endereço físico. Sempre fique atento ao comprar em novos locais.

2. Mantenha o seu computador e solução antivírus atualizados e seguros. As ameaças explicadas acima ocorrem normalmente sem serem detectadas e acontecem em seu navegador. Portanto, atuam facilmente se não houver a proteção correta. Certifique-se também de usar sempre a última versão dos programas, incluindo navegador e sistema de operacional.

3. Esteja atento ao receber cupons eletrônicos que você não tenha solicitado. Isso pode ser uma tática dos criminosos cibernéticos para roubar seu dinheiro, sua identidade ou ambos.

4. Sempre siga a regra de ouro da compra on-line: quando algo parece muito bom para ser verdade, desconfie. Evite ofertas e promoções irreais.

Ao fazer suas compras:


1. Sempre digite o nome do website que você quer visitar na barra de endereço do navegador.

2. Sempre vá diretamente ao endereço real do website das organizações de caridade para as quais deseja fazer uma doação. Nunca clique em links fornecidos em e-mails ou em resultados de ferramentas de busca.

3. Certifique-se de que sua transação está criptografada e que a sua privacidade está protegida. Muitos sites usam o protocolo SSL (Secure Sockets Layer) para proteger as informações. Verifique a URL do seu navegador para garantir que ele começa por "https://" e tenha o ícone de um cadeado fechado do lado direito da barra de endereço ou na parte inferior da janela. De acordo com as tendências mais recentes de malware, isso não é garantia, mas é um indicador útil sobre a segurança do site.

4. Utilize um cartão de crédito exclusivo para compras on-line.

5. Utilize senhas difíceis e não utilize as mesmas palavras-chaves para todos os websites. Evite utilizar termos e frases comuns.

6. Para evitar o roubo de informações pessoais em compras tradicionais, mantenha sempre o cartão de crédito próximo a você e utilize caixas eletrônicos conhecidos e de confiança.


Depois de fazer suas compras:


1. Verifique seus extratos de banco e de cartões de crédito para conferir se há erros e transações suspeitas.

2. Utilize um serviço de monitoramento de crédito para alertá-lo sobre possíveis problemas.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Kindle supera Harry Potter como produto mais vendido pela Amazon

27/12/2010 13h58 - Atualizado em 27/12/2010 14h35

Kindle supera Harry Potter como produto mais vendido pela Amazon
Terceira geração de aparelho chegou ao mercado no final de agosto.
Empresa teve recorde histórico de encomendas em 28 de novembro.


Nova versão do Kindle chegou aos EUA no
final de agosto. (Foto: Divulgação)A varejista online Amazon afirmou nesta segunda-feira (27) que a terceira geração de seu leitor digital Kindle se tornou o produto mais vendido em toda a história da empresa.

O Kindle ultrapassou a marca de vendas do último livro da série do bruxo Harry Potter, até então o item mais vendido na Amazon.com. A companhia não revelou números de vendas do leitor digital.

A Amazon.com também informou que em 29 de novembro registrou recorde de encomendas em um único dia, com 13,7 milhões de pedidos em todo o mundo, ou o equivalente a 158 itens por segundo.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Código de barras é coisa de Satã ???

CÓDIGO DE BARRAS É COISA DE SATÃ?



Eles estão em toda parte: no sabão em pó que lava mais branco, na lata de molho de tomate que você compra no supermercado, na capa da sua revista preferida. Padrão de reconhecimento e catalogação de produtos, os códigos de barras UPC estão presentes em nossa vida de forma tão avassaladora que se tornaram um ícone pop do capitalismo moderno. Mas, ao mesmo tempo em que fazem o dinheiro mudar de mão e alimentam o comércio mundial, os códigos de barras talvez sejam a única prova material de que, já há bastante tempo, o Anticristo está entre nós. Uma conspiração movida a dólares, tecnologia de ponta e capitalismo transnacional. Como se vê, o tempo de sacrifícios sangrentos e possessões demoníacas acabou. Nos dias que correm, o Filho do Demo está mais para um yuppie de Wall Street, possivelmente metrossexual e amante da música eletrônica, do que para a criatura de chifres e pernas de bode celebrizada em filmes como O Bebê de Rosemary (1968), O Exorcista (1973) e A Profecia (1976).

Para entender as teorias conspiratórias que cercam os códigos de barras, é preciso voltar ao ano de 1948. A pedido de uma rede de supermercados da Filadélfia, os estudantes Bernard Silver e Norman Woodland, do Drexel Institute of Technology, começaram a trabalhar em um sistema de identificação de produtos. Depois de pesquisar outros métodos, os dois nerds finalmente chegaram, em 1952, à criação dos códigos de barras UPC, que patentearam como um "Método e Aparato de Classificação Através da Identificação de Padrões".

Apesar da eficácia do novo sistema, ele só seria implantado comercialmente em 1966, quando foram inventados os primeiros leitores de códigos de barras. A primeira empresa a utilizá-los foi a rede de supermercados Kroger, em Cincinatti, Ohio, que logo depois descartou a novidade. O motivo foi a falta de um padrão, pois cada loja imprimia os códigos UPC de uma maneira diferente. Um problema que foi resolvido apenas em 1974, quando um comitê formado pela National Association of Food Chains (NAFC) adotou as etiquetas com linhas verticais pretas, utilizadas até hoje no mundo inteiro. A apresentação ao público foi em 26 de junho de 1976. Um pacote de chicletes Wrigley’s, o primeiro produto industrializado a vir com os códigos UPC impresso na embalagem, inaugurou o novo sistema.

CONTROLE SOCIAL

Parece difícil estabelecer alguma conexão entre essa história e a vinda do Anticristo e o Dia do Juízo Final. Mas, segundo os teóricos da conspiração, os códigos de barras podem servir para tudo, menos para a identificação de produtos. Eles seriam uma forma de controle social criada por Satã, o passo definitivo rumo ao Apocalipse, quando toda a Terra irá se curvar ante os poderes do Mal (não que isso já não esteja acontecendo - afinal, desgraça é o que não falta neste planeta). Nas etiquetas que seguem o padrão UPC, cada algarismo é representado por duas linhas que variam na espessura e na distância entre elas. O número oito, por exemplo, é representado por duas linhas finas. Já o número sete é representado por uma linha grossa e outra de tamanho médio. Ao todo, cada etiqueta contém 12 números - que indicam, entre outras coisas, o preço, o fabricante e o país de origem do produto - distribuídos em 30 linhas verticais.

Até aí, tudo bem, não fossem as chamadas "linhas-guia". Formadas por um conjunto de seis linhas verticais, elas servem para indicar o começo, o meio e o fim da leitura dos códigos. Em cada etiqueta, elas são encontradas em três lugares: no canto direito; no meio, separando pela metade os 12 números de cada código; e no canto esquerdo, indicando que a leitura dos códigos chegou ao final. Como as "linhas-guia", apesar de um pouco mais longas, seguem o mesmo padrão do número seis (duas linhas finas próximas uma da outra), cada código de barras, obrigatoriamente, carrega o número 666, o número da Besta.

Daí para as teorias mais absurdas é um pulo. As teses conspiratórias baseiam-se em uma das mais famosas profecias bíblicas, o Apocalipse de São João, capítulo 13, versículos 16, 17 e 18: "A segunda Besta faz também com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebam uma marca na mão direita ou na fronte. E ninguém pode comprar nem vender se não tiver a marca, o nome da Besta ou o número do seu nome. Aqui é preciso entender: quem é esperto, calcule o número da Besta; é um número de homem; o número é 666".

É por isso que, cada vez que um caixa de supermercado passa uma etiqueta de código de barras no leitor da máquina registradora, pode apostar que, em algum lugar do mundo, um fundamentalista religioso e paranóico respira fundo, morrendo de medo de que aquele pacote de macarrão instantâneo que acabou de comprar seja só mais um passo na grande conspiração satânica que pretende dominar a Terra e infligir aos seres humanos tormentos ainda mais terríveis do que o grupo BR’Oz ou o último filme da Maria Zilda.
De fato, os códigos de barras estão em toda parte e, hoje em dia, é quase impossível comprar ou vender algum produto que não esteja marcado com o número 666. Talvez seja apenas coincidência. Ou então um sinal de que, escondido na presidência de uma multinacional ou literalmente fervendo em alguma rave em Ibiza, o Anticristo comemora a chegada do Apocalipse. Satã conspira e nós é que pagamos a conta?

Eu acredito!

"Um dos meus passatempos quando criança era ir ao supermercado com minha avó, a saudosa Dona Alcinda. Ela adorava quebrar o pau com uma fiscal, Dona Neves, que vivia com o marcador de preços na mão. ‘Larga esse revolvinho, que um dia quem vai tomar tiro é você’, dizia minha avó. Um belo dia, ela teve uma surpresa: ‘Trocaram as etiquetas de preço por uns riscos na embalagem!’. Como ela iria ver os preços dos produtos? O que aconteceria à abominável Dona Neves? Dias depois, soubemos que Dona Neves foi morta com 18 tiros (três vezes seis, ou 666...). Foi a prova de que o código de barras é mesmo o alfabeto do demônio."
Eduardo Vieira, editor da Info Corporate, nunca mais comprou em supermercados

Echelon, o moderno Grande Irmão?

Cuidado: uma rede mundial de espionagem pode estar de olho em você. Supostamente criado por um consórcio que inclui agências de inteligência dos Estados Unidos, do Canadá, da Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia, o projeto Echelon seria um sistema de computadores gigantesco capaz de registrar cada conversa telefônica, cada mensagem de fax e cada e-mail enviado mundo afora. Seria uma versão ultratecnológica das ferramentas de controle social do Big Brother, ou Grande Irmão, o ditador de 1984, do escritor George Orwell.

De acordo com os conspirólogos, o Echelon foi criado inicialmente para interceptar e decodificar comunicações diplomáticas e militares da antiga União Soviética. Com o fim da Guerra Fria, o sistema mudou seu foco, passando a monitorar grupos terroristas e traficantes de drogas. Além, é claro, de países "suspeitos", simpáticos ao fundamentalismo islâmico ou pouco interessados em se engajar na guerra contra as drogas empreendida pelo governo americano.

O poder atribuído ao sistema é tão grande que se especula que ele seja usado não só com objetivo estratégico-militar, mas também para fins menos nobres, como monitorar os hábitos de consumo dos internautas, informação que poderia ser vendida posteriormente para grandes corporações, e os e-mails de pessoas comuns. Ao todo, estima-se que cerca de 3 bilhões de trocas de mensagens - entre e-mails, faxes, telefonemas e conversas de rádio - sejam interceptadas diariamente pelo Echelon. Um número assustador, que levou a Comunidade Européia a emitir, em maio de 2001, um comunicado aconselhando os cidadãos a utilizarem e-mails criptografados para proteger sua privacidade.
Com a "Guerra contra o Terrorismo" do presidente George W. Bush alcançando os níveis mais altos de desrespeito aos direitos civis, é possível que o grau de interferência de sistemas como o Echelon aumente ainda mais à medida que a paranóia americana se intensifique. Resta saber se o Grande Irmão não tem coisa melhor para fazer do que ficar bisbilhotando telefonemas prosaicos entre duas pré-adolescentes conversando sobre garotos, duas comadres trocando receitas de sobremesa ou dois marmanjos debatendo um jogo de futebol.

domingo, 4 de abril de 2010

Camiseta que gerou piadas dispara em vendas na Amazon

21/05/09 - 16h39 - Atualizado em 21/05/09 - 16h47

Camiseta que gerou piadas dispara em vendas na Amazon
Peça com imagem de três lobos e a Lua registrou aumento de vendas de 2.300% em site.




Foto: Divulgação Comentários irônicos transformaram a camiseta dos lobos em fenômeno na loja on-line (Foto: Divulgação) Uma camiseta com estampa de lobos uivando para a Lua se transformou em um fenômeno de vendas na loja online Amazon nas últimas semanas depois de uma série de avaliações irônicas sobre o produto.

A camiseta Three Wolf Moon ("Lua dos Três Lobos", em tradução livre) teve um aumento de 2.300% depois que as avaliações irônicas se transformaram em uma verdadeira campanha de publicidade do produto.

A primeira avaliação da camiseta deu a ela a cotação máxima, cinco estrelas, e afirmava que ela "serve na minha estrutura larga, tem lobos, atrai mulheres", mas "não consigo ver os lobos quando cruzo os braços".

Esta avaliação levou a centenas de outras pessoas enviarem seus comentários bem-humorados, transformando a página da camiseta em um fenômeno da internet.

"Quando vesti esta camiseta pela primeira vez, minha mulher me abandonou! Obrigado, camiseta Lua dos Três Lobos", foi um dos comentários.

Outra pessoa escreveu - usando uma linguagem típica de jogadores de RPG (Role Playing Games) - que a "camiseta Lua dos Três Lobos me deu uma resistência +10 a ataques de energia, força +8... e eu resolvi sete crimes em minha cidade".

Russell Dicker, gerente de conteúdo de comunidades da Amazon, afirmou que a camiseta é o produto que mais vende no setor de roupas do site.

"Recentemente, a camiseta Lua dos Três Lobos aumentou suas vendas em 2.300%. Estamos gratos pelo fato de nossos comentaristas sejam tão apaixonados (pelo produto)", afirmou.

Leite e camisetas
A companhia Mountain, fabricante da camiseta, se mostrou surpresa com a recepção à camiseta.

"A Mountain é uma companhia atacadista e não vende camisetas na Amazon", escreveu a companhia no setor de comentários da página da Amazon, explicando que a popularização do produto passou despercebida "até que a camiseta ficou entre os dez mais vendidos na sessão de roupas da Amazon"."Gostamos de humor tanto como outras companhias, mas não aprovamos algumas das observações."

Esta não é a primeira vez que avaliações bem-humoradas na Amazon se transformam em uma campanha que favorece um produto. Em 2006, foram feitas mais de mil avaliações para o leite integral Tuscan.

"Foi então que soube. Ele estava cansado desta vida comigo, cansado de trazer para casa o leite integral Tuscan", dizia uma das avaliações, no estilo "roteiro de novela".

Outra avaliação, mais óbvia, dizia: "Alguém já tentou derramar esta coisa em cereal seco? D-E-M-A-I-S!".