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quinta-feira, 14 de julho de 2022

Restos mortais de crianças sacrificadas pelos incas continham cocaína e alucinógenos

Restos mortais de crianças sacrificadas pelos incas continham cocaína e alucinógenos

Substâncias estavam nos corpos de vítimas oferecidas aos deuses em um vulcão no Peru.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Misterioso corpo mumificado usando gravata é encontrado em vulcão da Itália

Misterioso corpo mumificado usando gravata é encontrado em vulcão da Itália

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Em seus bolsos, foram encontradas moedas de lira, unidade monetária usada no país no passado.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Político sugere bombardear o vulcão de La Palma para controlar erupção

Político sugere bombardear o vulcão de La Palma para controlar erupção

Desde o fim de setembro o Cumbre Vieja não para de expelir lava, cinzas e gases.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Erupção do Vesúvio - Tragédia causou 20 mil mortes em Pompeia e Herculano

Erupção do Vesúvio - Tragédia causou 20 mil mortes em Pompeia e Herculano

Desastre natural aconteceu em 79 d.C e dizimou duas cidades do Império Romano.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Tsunami na Indonésia - Imagens de satélite mostram o que restou de vulcão que causou tragédia

Tsunami na Indonésia - Imagens de satélite mostram o que restou de vulcão que causou tragédia

Imagem do vulcão Anak Krakatau após o colapso que gerou o tsunami

Imagens revelam a dimensão de colapso do vulcão e como o formato da ilha mudou após o desastre natural que deixou pelo menos 430 mortos.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Inferno no Paraíso - Natureza



Inferno no Paraíso - Natureza


Até o início da década de 90, o vulcão Soufrière nunca havia perturbado a ensolarada tranqüilidade da Ilha de Montserrat, no Caribe. Aí, passou a espirrar fumaça e a juntar lava nos subterrâneos até explodir em agosto de 1997, arrasando o pequeno éden caribenho.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Descoberto mítico rio inca que “ferve” suas vítimas


Descoberto mítico rio inca que “ferve” suas vítimas


Cientistas não conseguem explicar o fenômeno por meio do qual um rio da Amazônia peruana alcança temperaturas superiores aos 85°C, sem estar relacionado a origens magmáticas ou vulcânicas.

quarta-feira, 2 de março de 2016

O Tesouro da Serra dos Carajás - Geologia


O Tesouro da Serra dos Carajás - Geologia


Onze de julho de 1967. Um helicóptero sobrevoa a região central do Pará, coberta pela densa floresta, procurando jazidas de manganês. De repente, a neblina tapa a visão. O piloto desce, aflito, na primeira clareira que aparece. O recém-formado geólogo Breno dos Santos, funcionário da mineradora americana US Steel, que também estava no aparelho, só ouviu um  grito: "Breno, isso aqui tá muito sujo! Olha o rabo do aparelho! Avisa se está perto das árvores que eu cuido da frente"!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Santuário Africano - Cratera de Ngorongoro


Santuário Africano - Cratera de Ngorongoro


Simplesmente, a maior cratera extinta de vulcão do mundo. Assim é Ngorongoro, esta vasta planície que você vê aí em cima. São 260 quilômetros quadrados entre paredes de 600 metros de altura. Lá dentro, há 20 000 mamíferos, entre os quais 120 leões, oitenta elefantes, 3 500 búfalos e 120 hipopótamos. Também há gnus, gazelas, antílopes e zebras. Durante as chuvas, mais animais de fora migram para lá, onde sempre há alimentação abundante. 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

No calor das águas de Yellowstone - Geologia

NO CALOR DAS ÁGUAS DE YELLOWSTONE - Geologia


O mais antigo parque nacional do mundo, nos Estados Unidos, é um cenário de cinema. Ao lado de florestas, cachoeiras e animais selvagens, brota das entranhas do solo um inesquecível espetáculo aquático.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Lago na África calcifica animais e os transforma em estátuas


Lago na África calcifica animais e os transforma em estátuas


Efeito é causado devido à incidência de cinzas vulcânicas no rio, uma verdadeira arapuca natural a animais desatentos.

terça-feira, 26 de julho de 2011

E se... Um Tsunami atingisse o Brasil ?

E SE... UM TSUNAMI ATINGISSE O BRASIL?



Os resultados seriam bem parecidos com o que você viu na televisão, nas revistas e na internet desde o dia 26 de dezembro. Milhares de pessoas desabrigadas. Corpos sendo resgatados em alto-mar. Crianças órfãs, plantações destruídas e outra infinidade de mazelas que as catástrofes naturais têm uma habilidade única de provocar.

Mas um tsunami como o da Ásia é quase impossível de acontecer por aqui. Lá, a seqüência de ondas gigantes foi resultado de um terremoto provocado pelo movimento das placas tectônicas Australiana e Eurasiana. As placas tectônicas, encaixadas como num gigantesco quebra-cabeça, formam um manto sobre o magma, a camada do centro da Terra composta por rochas em estado fluido. Quando uma dessas placas raspa ou se encosta em outra, nós sentimos tremores nos continentes. Se isso ocorre no fundo do mar, a energia liberada forma uma onda, que vai se propagando até atingir terra firme. Foi exatamente o que ocorreu no sul da Ásia. "Já o Brasil, para nossa sorte, está localizado bem no centro de uma placa e, mesmo quando ela se move, provoca apenas abalos de pouca intensidade", diz o professor de engenharia oceânica da UFRJ Paulo Cesar Rosman.
Acontece que terremotos no fundo do mar não são a única razão para o surgimento de um tsunami. Quedas de meteoros e erupções vulcânicas também podem gerar ondas gigantes. Nesses casos, a força do tsunami depende do tamanho do material que é arremessado ao mar. Se você acha que escapamos mais uma vez, engana-se. O pesquisador Steven Ward, da Universidade da Califórnia, é autor de um estudo sobre o impacto que uma erupção do vulcão Cumbre Vieja poderia causar nas Américas. O vulcão está localizado na ilha La Palma, no arquipélago das Ilhas Canárias, perto da costa africana. De acordo com Ward, uma próxima erupção pode fazer parte da ilha deslizar e cair no mar. Essa queda produziria uma energia tão grande que, em poucas horas, ondas gigantescas se formariam e destruiriam várias ilhas do Caribe, alguns estados americanos e o Norte e Nordeste brasileiros. "Ninguém sabe ao certo quando o Cumbre Vieja pode entrar em erupção", diz o pesquisador americano. "Ele entrou em colapso há 550 mil anos. Desde então, reconstruiu-se e pode estar voltando novamente ao fim de seu ciclo." Como o Brasil não tem sistema de alarme de tsunami, moradores e turistas seriam pegos de surpresa, repetindo as cenas trágicas que aconteceram no último ano na Ásia.


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sábado, 11 de junho de 2011

Recordes - Natureza

Recordes - Natureza


ÁGUA! ÁGUA!

Ao desaguar no Oceano Atlântico, o Rio Amazonas, o mais caudaloso do planeta, propicia um dos espetáculos mais grandiosos da natureza, a pororoca, o violento encontro de suas águas com o mar. Num único dia, o Amazonas descarrega no mar mais água que o Tâmisa, na Inglaterra, despeja em um ano inteiro. Tal volume, equivalente a 20% das águas fluviais do mundo, justifica-se pelas fartas chuvas na região, pelo fato de o rio cruzar a maior floresta tropical do planeta e ainda receber mais de 1000 afluentes, alguns com mais de 1 600 quilômetros. A profundidade média do Amazonas é de 50 metros. Em seu ponto mais profundo, a 120 metros, a estátua da Liberdade, de 91,5 metros, desapareceria. Em média, o rio tem 15 quilômetros de largura - na foz, atinge 300 quilômetros.
A vazão média do rio Amazonas é de 215 milhões de litros por segundo. Se ele tivesse de matar a sede de todo o planeta, poderia fornecer um litro de água a cada 28 segundos para cada habitante da Terra

O AMARELO INDOMÁVEL
As cheias do portentoso Rio Amarelo (Hung He), na Província de Huayan Kou, fazem parte da história da China. Nenhuma, porém, foi tão dramática quanto a de 1887, quando morreram 900 000 pessoas. Provocada pelo transbordamento de um dos muitos diques construídos ao longo do rio, a enchente atingiu mais de 80 000 quilômetros quadrados e cobriu 11 cidades. Para controlar as enchentes, os chineses começaram a construir comportas no rio há 2 500 anos. Mas, ainda hoje, o Amarelo castiga os moradores da região.

TRAGÉDIA NO AR
Todos os 71 passageiros e os 8 tripulantes do Boeing 707-121 da Pan American World Airlines, que partira de Porto Rico e voava para Filadélfia, em 8 de dezembro de 1963, morreram naquele dia. Foram vítimas de uma explosão em pleno ar, provocada por um relâmpago que atingiu o tanque de reserva de combustível da aeronave. No momento da explosão, o Boeing sobrevoava a região de Elkton, em Maryland, Estados Unidos, enquanto aguardava permissão para o pouso. Os efeitos de colisões com raios variam, mas, na maioria dos casos, o dano é pequeno e o risco de explosão, remoto. O maior perigo é o raio atingir, como ocorreu no caso do Boeing da Pan American, a parede do tanque de combustível.
Os raios que atingem a Terra, a cada dia, geram 3,456 trilhões de HP, potência suficiente para levantar um porta-aviões de 200 000 toneladas a uma altura de 30 metros

FÁBRICA DE LAVAS

O Kilauea, um vulcão de 1 219 metros de altura na ilha do Havaí, é o mais ativo do planeta e está atualmente na maior e mais longa erupção de flanco da história: iniciada em 1983, libera até 5 metros cúbicos de lavas por segundo! O Kilauea já passou 100 anos em atividade quase contínua.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Ilha que cresce - Havaí

A ILHA QUE CRESCE - Havaí




Quem foi para o Havaí e gostou tem mais um motivo para ficar feliz: a ilha está em fase de ampliação. Ela tem aumentado de território graças a um vulcão que está ativo desde 1983, o Kilauea. Daquele ano até hoje, a lava que ele despeja no mar fez a ilha crescer 3 milhões de metros quadrados - o equivalente a 316 campos de futebol. E vem mais por aí, só que daqui a bastante tempo: dentro de 50 mil anos, uma nova ilha, Lo’ihi, deve surgir na região. Atualmente, ela é apenas um vulcão escondido a 1 000 metros de profundidade, mas que não pára de crescer.
Famoso pela praia, sol, garotas dançando com colares de flores e ondas, muitas ondas, Havaí é o nome do 50o estado americano e também o da maior das oito ilhas que compõem o arquipélago. É um dos lugares habitados mais distantes dos continentes, a cerca de 2 400 quilômetros dos Estados Unidos. Mas por que existe um lugar assim, isolado no meio do oceano Pacífico? Porque essas ilhas são os pedaços de terra mais jovens de nosso planeta, resultado de erupções vulcânicas que começaram no fundo do mar há cerca de 70 milhões de anos e continuam até hoje (para comparar, os continentes terminaram de se formar há 200 milhões de anos). Havaí, a ilha mais recente, tem apenas 1 milhão de anos. Abriga cinco vulcões - o mais ativo deles é o Kilauea. Parece que alguém esqueceu uma torneira aberta: a lava sai de uma fenda na montanha e escorre tranqüila e impassível, buscando frestas entre a lava seca liberada nos dias anteriores. Às vezes, porém, a "torneira" é aberta com mais força, arrastando tudo o que está no caminho. Um espetáculo inesquecível, que nos faz lembrar que a Terra é um ambiente em permanente mutação e cujos processos mais básicos estão longe do controle humano - mas ao nosso alcance para serem observados e admirados.