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quarta-feira, 8 de junho de 2022

Monstro Marinho - Fóssil de 36 milhões de anos é encontrado no Peru

Monstro Marinho - Fóssil de 36 milhões de anos é encontrado no Peru

Os restos do animal foram descobertos no deserto de Ocucaje, que abrigou um mar há milhões de anos.

domingo, 15 de maio de 2022

O gelo marinho da Antártida se reduziu à menor superfície da história

O gelo marinho da Antártida se reduziu à menor superfície da história

É o que afirma um estudo internacional, que constatou a crítica redução: um recorde desde que se têm registros.

sábado, 5 de agosto de 2017

A imensa e crescente zona morta do Golfo do México - Onde a vida marinha não sobrevive


A imensa e crescente zona morta do Golfo do México - Onde a vida marinha não sobrevive

Golfo do México é cercado pelas costas de Cuba, Estados Unidos e México. A 'zona morta' fica na foz do rio Mississipi, perto de Nova Orleans (Foto: Lumcon)

Cientistas alertam para as consequências desta expansão, que afeta espécies, ecossistemas marinhos e a economia local.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Fóssil do “Monstro do Lago Ness” é encontrado no Alasca


Fóssil do “Monstro do Lago Ness” é encontrado no Alasca


Cientistas encontraram os fósseis de um animal marinho que viveu há 70 milhões de anos no Alasca. O réptil de pescoço longo e cabeça pequena foi identificado como um elasmossauro e é assustadoramente semelhante ao famoso Monstor do Lago Ness. Foi a primeira vez que um deles foi descoberto no estado norte-americano.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Gelatina com veneno - Biologia Marinha - Medusa


GELATINA COM VENENO - Biologia Marinha - Medusa



Por baixo dos magníficos véus coloridos, as medusas escondem 700 milhões de anos de história e milhares de arpões venenosos. Com eles matam mais gente que os tubarões.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

No último FRONT gelado - Pesquisa

NO ÚLTIMO FRONT GELADO - Pesquisa


A partir da base brasileira na Ilha Rei George, nossos cientistas vasculham o passado escondido no gelo, acham vestígios de poluição e investigam a vida marinha da Antártida.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Vítima da Insensatez - Leão marinho japonês

VÍTIMA DA INSENSATEZ - Leão marinho japonês



O leão-marinho-japonês sofreu com a perigosa imaginação fértil do homem. Ele serviu desde fonte de matéria-prima para óleos e remédios da medicina oriental até - pasme! - alvo para a prática de tiro dos soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Antes de desaparecer, esse mamífero carnívoro morou na costa marítima do Japão, da Coréia do Sul e da Coréia do Norte. O lugar era tão agradável que sua população atingiu quase 50 000 indivíduos em meados do século 19. O bicho foi perseguido por pescadores, porque costumava rasgar as redes ao retirar os peixes presos a elas. Pele, gordura e órgãos eram vendidos às indústrias. Os bigodes se transformavam em acessórios especiais para limpar cachimbos. Ser capturado vivo também não servia de consolo. Os animais que não eram mortos viravam atração de circos e parques, pois o comportamento dócil facilitava a domesticação.
Para diversas instituições de preservação da vida selvagem, o leão-marinho-japonês é uma das três subespécies do Zalophus californianus, ou leão-marinho-da-califórnia. Mas os cientistas constataram significativas diferenças no crânio do espécie japonesa comparado ao das outras duas subespécies, ainda encontradas na costa oeste da América do Norte e no arquipélago de Galápagos. O que se sabe é que os machos podiam atingir 2,5 metros de comprimento e as fêmeas, 1,4 metro. Em todas as fases da vida, o leão-marinho-japonês apresentava uma reforçada camada de gordura para se proteger das águas geladas do Oceano Pacífico. Raramente ele era visto nadando a distâncias superiores a 15 quilômetros da costa. Gostava de se arrastar na praia ou em áreas rochosas com a ajuda das suas barbatanas posteriores, procurando lugares planos para procriar. A poligamia estava liberada entre esses animais, e os machos constituíam haréns de cerca de seis fêmeas, já que cada uma tinha só um filhote por vez. Os nascimentos aconteciam praticamente um ano após a cópula.

Leão-marinho-japonês
Nome científico: Zalophus californianus japonicus
Ano da extinção: 1951
Habitat: Japão e Coréias