Mostrando postagens com marcador papai noel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador papai noel. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de dezembro de 2024

FELIZ NATAL - Arqueólogos podem ter encontrado o sarcófago do 'verdadeiro Papai Noel'

FELIZ NATAL - Arqueólogos podem ter encontrado o sarcófago do 'verdadeiro Papai Noel' 

Descoberta na Turquia pode confirmar o local de sepultamento de São Nicolau, que inspirou o mito do Bom Velhinho.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Conheça a controversa origem do Papai Noel

Conheça a controversa origem do Papai Noel


A figura do bonachão Papai Noel entregando presentes para as crianças é um dos principais costumes de Natal.  

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Teste atesta idade de fragmento de osso que seria do 'Papai Noel'


Teste atesta idade de fragmento de osso que seria do 'Papai Noel'

Teste feito em osso na Universidade de Oxford mostrou que o fragmento é da época de São Nicolau (Foto: Divulgação)


Resto mortal que pesquisadores acreditam ser de São Nicolau, santo que inspirou história do personagem natalino, foi avaliado em teste de carbono na Universidade de Oxford, no Reino Unido.

domingo, 25 de novembro de 2012

Tóquio exibe árvore de Natal em ouro puro que custa R$ 8,8 milhões



Tóquio exibe árvore de Natal em ouro puro que custa R$ 8,8 milhões


Árvore foi feita de 40 quilos de ouro puro. (Foto: Kazuhiro Nogi/AFP)

Árvore foi feita de 40 quilos de ouro puro.
Ela é decorada com silhuetas de 50 personagens da Disney.

Para aqueles que procuram um brilho ao seu Natal deste ano, uma joalheria no centro de Tóquio tem a resposta: uma "árvore" em ouro coberta de personagens da Disney, como Mickey Mouse, Tinker Bell e Cinderela.

A árvore é feita de 40 quilos de ouro puro, mede cerca de 2,4 metros de altura e 1,2 metro de diâmetro. Ela é decorada com silhuetas recortadas em ouro puro de 50 personagens populares da Disney e envolta com laços feitos de folha de ouro.

O preço? Meros 350 milhões de ienes (US$ 4,2 milhões ou R$ 8,8 milhões).

Mas o enfeite é, de fato, um bom negócio, explicou Tomoko Ishibashi, do departamento de marketing da Tanaka Kikinzoku Jewelry, que controla a joalheria Ginza Tanaka.

"Neste momento, o ouro custa mais de 4.400 ienes por grama. Usamos ouro puro e um artesão experiente fez cada personagem da Disney à mão", disse ela sobre a decoração, que 10 artesãos levaram dois meses para completar.

Árvore está avaliada em 350 milhões de ienes (R$ 8,8 milhões). (Foto: Kazuhiro Nogi/AFP)

A combinação de ouro e personagens da Disney hipnotizou espectadores.

"É muito vívida e o ouro é muito bonito", disse Takashi Miura, um joalheiro de 36 anos. "Os personagens nela também são muito bonitos e realmente se parece com uma árvore de Natal."

Para aqueles com menos dinheiro à disposição, a loja oferece uma versão em escala reduzida que traz 20 personagens da Disney, tem 25 cm de altura e custa 2 milhões de ienes (US$ 243 mil).

Embora ninguém tenha feito ainda um pagamento inicial para a árvore maior, a miniatura já teve compradores, afirmou Ishibashi.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Obesidade do Papai Noel é mau exemplo para sociedade

21/12/2010 08h00 - Atualizado em 21/12/2010 08h00

Obesidade do Papai Noel é mau exemplo para sociedade, diz estudo
Outra pesquisa indica que crianças não gostam tanto assim do velhinho.
Especialista analisou reações de mais de mil crianças entre 2003 e 2008.
Luciana Christante
Da 'Unesp Ciência'


Pranto e espanto - No livro das jornalistas
americanas (à esq.), fotos denunciam o sofrimento
infantil (Foto: reprodução)Papai Noel é coisa séria. E não apenas para as criancinhas que o aguardam no Natal. Também na ciência há quem acredite nele, pelo menos o suficiente para investigá-lo. Esses pesquisadores tentam entender o segredo de tão duradouro sucesso, assim como os efeitos (nem sempre admiráveis) que essa presença vermelha e rotunda exerce na psicologia de crianças e adultos, nas relações sociais, na religião e até na saúde pública. Afinal, o “bom” velhinho tem lá suas idiossincrasias. Ao longo das últimas décadas, uma série de estudos tem revelado resultados surpreendentes e até perturbadores, que tendem a ser ofuscados por interesses comerciais.

Um dos primeiros a dedicar uma análise aprofundada sobre o protagonista do Natal foi ninguém menos que o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss (1908-2009). Sua motivação teve origem numa notícia publicada no jornal "France Soir", em 24 de dezembro de 1951, com o título: “Papai Noel é queimado no átrio da Catedral de Dijon diante de crianças de orfanatos”. Coordenada pelo clero católico (com apoio de protestantes), a manifestação do dia anterior apregoava o caráter pagão daquela figura, que estaria arruinando a tradição cristã.

Há uma correlação entre os países que mais veneram o Papai Noel e altos índices de obesidade infantil"Nathan Grills, epidemiologista da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália)A opinião pública francesa se dividiu diante da inusitada situação: de um lado, a Igreja demonstrando espírito crítico e, de outro, os racionalistas defendendo a superstição. A contradição chamou a atenção de Lévi-Strauss e resultou no livro "O suplício do Papai Noel" (Cosac Naify, 2009, tradução de Denise Bottmann). Nele, o antropólogo classifica o Papai Noel do ponto de vista da tipologia religiosa:

“Não é um ser mítico, pois não há um mito que dê conta de sua origem e de suas funções; tampouco é um personagem lendário, visto que não há nenhuma narrativa semi-histórica ligada a ele. Na verdade, esse ser sobrenatural e imutável, fixado eternamente em sua forma e definido por uma função exclusiva e um retorno periódico, pertence mais à família das divindades; as crianças prestam-lhe culto em certas épocas do ano, sob a forma de cartas e pedidos; ele recompensa os bons e priva os maus. É a divindade de uma categoria etária de nossa sociedade (...) e a única diferença entre Papai Noel e a verdadeira divindade é que os adultos não creem nele, embora incentivem as crianças a acreditar e mantenham essa crença com inúmeras mistificações”.

Divindade infantil
Quem pensa no bom velhinho como uma invenção puramente capitalista talvez se surpreenda com sua semelhança com ritos mais primitivos, detectada pelo pai da antropologia estrutural: “Como não notar, por exemplo, a analogia entre Papai Noel e as katchina dos índios do sudoeste norte-americano? Esses personagens fantasiados e mascarados encarnam deuses e ancestrais; voltam periodicamente à aldeia para dançar e para punir ou recompensar as crianças, e dá-se um jeito para que elas não reconheçam os pais ou parentes sob o disfarce tradicional”.

De um lado, o Papai Noel reúne características infantis, como a face arredondada, a testa grande e abobadada, nariz pequeno e pouco saliente, bochechas carnudas e queixo recuado. São sinais de infantilização que geram uma poderosa reação de empatia. Por outro lado, a barba e o cabelo brancos transmitem um ar de sabedoria, autoridade e credibilidade associado à velhice"Sandro Caramaschi, professor da Faculdade de Ciências da Unesp em BauruA psicologia evolutiva explica por que o ancião barbudo, rechonchudo e sempre vestido de vermelho e branco pouco mudou ao longo do século 20, numa sociedade globalizada que vive sob o signo da novidade. É nos aspectos não-verbais que reside toda a empatia que rendemos a ele, até porque seu repertório verbal é bastante restrito, não indo muito além do “ho-ho-ho”.

Segundo o psicólogo Sandro Caramaschi, professor da Faculdade de Ciências da Unesp em Bauru, a ambiguidade de sua aparência é fundamental para entender sua vitalidade.

“De um lado, o Papai Noel reúne características infantis, como a face arredondada, a testa grande e abobadada, nariz pequeno e pouco saliente, bochechas carnudas e queixo recuado. São sinais de infantilização que geram uma poderosa reação de empatia”, diz. Por outro lado, “a barba e o cabelo brancos transmitem um ar de sabedoria, autoridade e credibilidade associado à velhice”.

Segundo ele, esses aspectos formam a combinação perfeita entre ingenuidade e sobriedade. Além disso, é preciso considerar também a coragem, a intensidade e paixão que o vermelho da roupa representa. “As botas e o cinto preto trazem um equilíbrio nobre que alegra seu visual”, completa. A análise da aparência do personagem está no livro "Corpo e cultura – Múltiplos olhares" (Cultura Acadêmica, 2009).

Ainda segundo Caramaschi, a empatia que Papai Noel desperta nos seres humanos não é homogênea, dependendo da idade e do sexo. Por razões culturais e biológicas, nos adultos, o apelo não verbal dessa figura natalina é muito mais potente nas mulheres (ou seja, mamães, vovós, titias, madrinhas etc.) que nos homens. Já as crianças abaixo de certa idade, diz ele, aproximadamente entre 5 e 6 anos, não estão prontas para desfrutar da fantasia.

Bebês julgam intenções boas e más, afirma estudo alemão
Crianças pequenas já usam ironias, mostra estudo canadense
Crítica dos pais é pior que bullying como causa de estresse infantil
Há indícios de que a exposição ao Papai Noel nos primeiros anos de vida pode levar a reações paradoxais: em vez de empatia, sorrisos e afagos, é mais comum o pavor, acompanhado de caretas, lágrimas e berros. O fenômeno ainda não foi cientificamente estudado, mas a suspeita foi levantada pelas jornalistas americanas Denise Joyce e Nancy Watkins, editoras do jornal "Chicago Tribune".

Terror natalino
Motivadas pela própria experiência de infância e de maternidade, em 2007 a dupla teve a ideia de pedir aos leitores do jornal que enviassem fotos do encontro de suas crianças com o Papai Noel, que passaram a ser publicadas no site do diário. A resposta da audiência foi imediata e volumosa. No ano seguinte, as autoras reuniram as 250 “melhores” imagens no livro "Scared of Santa – Scenes of terror in toyland" (Harper Collins, 2008, inédito no Brasil) – em tradução livre, “Assustados com Papai Noel – Cenas de terror na terra dos brinquedos”.

Coincidentemente, a maioria das crianças que aparecem apavoradas no livro aparenta ter menos de 6 anos (confira as fotos aqui).

Mas será que, com exceção das crianças que se assombram com o velho Noel, as demais realmente se encantam por ele? Ou será que, na verdade, os pais se entusiasmam mais que os filhos? Estudos do americano John Trinkaus, da Zicklin School of Business da Universidade da Cidade de Nova York, revelam que, de fato, a maioria da garotada – entre 60% e 90% – se mostra indiferente na visita ao Papai Noel de shopping centers.

Entre 2003 e 2008, Trinkaus publicou cinco artigos nos quais analisou a expressão facial de mais de mil crianças (de até 10 anos). Segundo ele, grande parte não conseguiu sequer esboçar um sorriso no momento da clássica foto natalina. Em compensação, quase 90% dos pais que acompanhavam os filhos “pareciam estar felizes”, afirma o pesquisador num dos trabalhos, publicado na revista "Psychology Reports", em 2008. Outro dado relevante, observado em mais de um shopping center, é que a taxa de indiferença dos pequenos diminuiu com a proximidade do dia de Natal. O autor não explica por que nem arrisca alguma hipótese.

Sempre muito sucinto em seus inusitados relatos, John Trinkaus limita-se a contabilizar as coisas que o perturbam, hábito que lhe trouxe notoriedade mundial em 2003, quando foi agraciado com o prêmio Ig Nobel, destinado “a feitos científicos que primeiro fazem as pessoas rir e, depois, pensar”. Além da reação das crianças ao velho barbudo, nos últimos 30 anos ele já pesquisou a preferência de adultos por sapatos brancos e por couve-de-bruxelas, bem como o número de pessoas que usam bonés com a aba voltada para trás.

Péssimo exemplo
O bom velhinho está sofrendo ataques até da área da saúde pública. Não é preciso calculadora nem fita métrica para constatar que seu índice de massa corpórea e sua circunferência abdominal estão muito além do que recomendam os médicos. E o efeito dessa imagem obesa nos hábitos de saúde da população aparentemente está preocupando alguns especialistas. “Há uma correlação entre os países que mais veneram o Papai Noel e altos índices de obesidade infantil”, alerta o epidemiologista Nathan Grills, da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), em artigo publicado em 2009 no renomado "British Medical Journal" (disponível aqui).

Grills ainda exagera no poder de influência deste senhor de roupas vermelhas ao alegar que sua figura incentiva comportamentos de risco, como viajar em seu trenó em alta velocidade e praticar esportes radicais como surfe no teto e mergulho em chaminés. “Apesar dos riscos dessas atividades, Papai Noel nunca é representado usando cinto de segurança ou capacete”, diverte-se o pesquisador.

Evidentemente, tais suspeitas só poderiam ser confirmadas ou rejeitadas depois de um estudo epidemiológico que comparasse um lugar exposto a influência do velho gorducho com outro em que ele esteja ausente, como manda o método científico. Por incrível que pareça, esse lugar existe. A cidade alemã de Fluorn-Wilzen, com cerca de 3 mil habitantes, é considerada “zona livre de Papai Noel” desde 2008.


Zona livre de Papai Noel - Em Fluorn-Wilzen, no interior da Alemanha, ele é persona non grata (Foto: reprodução)A iniciativa é de uma organização assistencial católica que pretende substituir o personagem fictício, considerado símbolo da sociedade consumista, pela imagem do generoso São Nicolau, de quem a lenda de Papai Noel de fato deriva. Mais popular na Igreja Católica Ortodoxa, São Nicolau é descrito no site da entidade como o padroeiro das crianças, “alguém que vem nos socorrer em momentos de necessidade e nos lembra da importância da bondade, de pensar no próximo e de distribuir a dádiva da felicidade”.

Copyright: Unesp Ciência

“Unesp Ciência” é uma publicação da Universidade Estadual Paulista que traz reportagens sobre os grandes temas da ciência mundial e nacional e sobre as pesquisas mais relevantes que estão sendo realizadas na instituição, em todas as áreas do conhecimento.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Mais antiga do mundo, árvore vai celebrar 124º Natal

07/12/2010 10h03 - Atualizado em 07/12/2010 10h03

Mais antiga do mundo, árvore vai celebrar 124º Natal
Especialistas avaliaram ornamento natalino em mil libras.
Árvore de Natal de 35,5 centímetros foi comprada em 1886.

Uma pequena árvore vai celebrar seu 124º Natal neste ano. A relíquia de 35,5 centímetros, que é considerada a árvore de Natal mais antiga do mundo, pertence ao britânico Paul Parker, que mora em Bath, no Reino Unido.


Paul Parker com sua árvore de Natal de 35,5 centímetros. (Foto: Neil Munns/Barcroft Media/Getty Images)Parker herdou o ornamento depois que sua mãe, Janet, morreu aos 69 anos em 2008. A pequena árvore foi comprada por sua tia-bisavó chamada Lou em 1886. A árvore foi confirmada pelo Guinness, livro dos recordes, como a árvore artificial de Natal mais antiga do mundo.

Em 2005, especialistas avaliaram o ornamento em mil libras (cerca de R$ 2,65 mil).