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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Universidade do Japão substitui lista de presença por iPhone

28/05/09 - 12h30 - Atualizado em 28/05/09 - 12h30

Universidade do Japão substitui lista de presença por iPhone
Para controlar frequência, instituição dá o aparelho para alunos.
Projeto está sendo testado em universidade na cidade de Sagamihara.


Foto: Divulgação iPhone, da Apple, ganhou aplicativo para controlar frequencia dos alunos no Japão. (Foto: Divulgação) Uma universidade japonesa está distribuindo iPhones para estudantes de graça, mas com uma condição: o aparelho será usado para monitorar a frequência dos alunos nas aulas.

O projeto, que está sendo testado antes do lançamento oficial em junho, envolve 550 alunos do primeiro e segundo anos e alguns funcionários de um departamento da Aoyama Gakuin University, na cidade de Sagamihara.

A instituição de ensino pretende, com os iPhones, criar uma rede de informação móvel entre estudantes e professores, além de utilizá-los para checar o comparecimento às aulas.

Assim que os alunos entrarem em sala, em vez de escreverem o nome em uma folha, eles simplesmente digitam um número de identificação e um número de classe específico em uma aplicação criada para o iPhone.

Para evitar que os estudantes façam isso em casa ou fora da sala de aula, o aplicativo utiliza dados de localização por satélite e verifica por qual roteador o aluno fez o registro no aparelho. "Não queremos usar isso simplesmente para checar a frequência. Nossa esperança é utilizar o aparelho para desenvolver uma sala de aula onde estudantes e professores possam discutir vários tópicos", disse o professor Yasuhiro Iijima à Reuters.

Autoridades da universidade insistem que o projeto não pretende infringir a privacidade dos estudantes ou rastreá-los. Muitos alunos que estão testando o sistema disseram estar felizes com a iniciativa.

Quando o sistema estiver totalmente implementado no próximo mês, a universidade também espera fornecer vídeos das aulas para ajudar estudantes que não puderam comparecer à classe ou que simplesmente não conseguirem lembrar o conteúdo.

Triciclo do Google registra imagens

18/05/09 - 11h13 - Atualizado em 18/05/09 - 11h13

Triciclo do Google registra imagens aonde carros não chegam
Google Trike será adotado no Reino Unido, ainda neste ano.
Serviço já é feito por automóveis e causa polêmica entre britânicos.

Google Trike é o nome de um triciclo criado pela empresa de buscas para registrar imagens de ruas do Reino Unido aonde os carros não conseguem passar.

Essas fotos, que serão disponibilizadas no serviço Street View, já são feitas por automóveis, em uma iniciativa que causa bastante polêmica entre os britânicos -- eles alegam que o serviço vai contra o direito de privacidade e pode facilitar a ação de ladrões.


Google Trike será usado para registrar imagens aonde os carros não chegam. (Foto: Reprodução )
O pesado triciclo com 114 quilos tem uma câmera de 360 graus na parte de trás, para capturar os diversos ângulos de uma mesma rua. Há ainda uma caixa, onde fica o software de imagem. Segundo o “Daily Mail”, um funcionário “muito em forma” do Google fará o percurso em áreas de difícil acesso. O triciclo está sendo testado em Genoa, na Itália, e deve chegar ao Reino Unido no segundo semestre.

Time Warner anuncia que vai separar atividades da America Online

28/05/09 - 14h10 - Atualizado em 28/05/09 - 14h22

Time Warner anuncia que vai separar atividades da America Online
Aguardada cisão deve ser realizada ainda neste ano.
Com isso, AOL voltará a ser independente e terá ações na bolsa.


Foto: AP Jeff Bewkes, diretor-executivo da Time Warner, em foto de arquivo. Nesta quinta, ele afirmou que a separação representa passo crucial para foco em conteúdo. (Foto: AP) A Time Warner oficializou nesta quinta-feira (27) planos para promover a cisão de sua divisão America Online (AOL), por volta do final deste ano, uma decisão há muito aguardada que vai remover uma das unidades mais fracas do grupo de mídia.

A Time Warner, que vinha há meses sinalizando a preparação desse plano, disse que a transação foi aprovada pelo conselho e será estruturada de forma a isentar os acionistas de impostos. A operação ainda precisa do aval de autoridades regulatórias.

Quando a transação for concluída, a AOL voltará a ser uma companhia independente com ações em bolsa, pondo fim à fusão gigante entre as duas companhias de mídia, promovida em 2000 e classificada por críticos como mal-sucedida.

A AOL já foi o principal provedor de acesso à internet nos Estados Unidos, em anos passados, mas terminou ficando para trás com a conquista de assinantes pelas operadoras de telefonia e cabos, e com os avanços do Google e outras companhias no setor de publicidade on-line.

A companhia de internet passou por uma série de reduções contábeis de valor, para refletir a queda no valor de seus ativos e a desaceleração no mercado de publicidade on-line, e estava cada vez mais deslocada nos planos mais amplos da Time Warner para se tornar uma empresa que trabalha exclusivamente com conteúdo, concentrada em marcas de mídia como CNN, HBO e Warner Bros.

Ajuda
A Time Warner tentou diversas maneiras de ajudar a AOL em crise. Em uma dessas tentativas, dividiu a companhia em duas unidades: uma delas com foco na audiência e publicidade, enquanto a outra visava o negócio tradicional, e cada vez menos importante, que era o acesso discado à internet.

Mas nada disso bastou para reverter a situação da AOL e a Time Warner vinha sofrendo pressão cada vez mais intensa para abrir mão do negócio, ou por meio de uma cisão ou vendendo-a para o Yahoo ou à divisão MSN da Microsoft.

"Acreditamos que uma separação será o melhor desfecho, para a Time Warner e a America Online", disse o diretor-executivo da Time Warner, Jeff Bewkes, em comunicado. "A separação será outro passo crucial para a reformulação da Time Warner, que iniciamos no começo do ano passado, o que nos permitirá concentrar ainda mais a nossa atuação no negócio de conteúdo, a nossa atividade central", acrescentou.

Google
Em 2005, o Google comprou 5% da AOL, em um acordo que projetava um valor de mercado da AOL de US$ 20 bilhões. Em janeiro, o Google reduziu o valor de sua participação na empresa da Time Warner, implicando em um valor total da AOL de US$ 5,5 bilhões.

Pelo plano anunciado nesta quinta-feira, a Time Warner irá comprar a participação do Google na AOL, para então promover a cisão do negócio.

Site de buscas britânico promete encontrar 'qualquer filme'

28/01/09 - 12h11 - Atualizado em 28/01/09 - 14h37

Site de buscas britânico promete encontrar 'qualquer filme' na web
Página tem registro de 30 mil produções, em 60 idiomas.
Ela informa como assistir ao conteúdo: cinema, DVD ou on-line.

O Conselho Cinematográfico do Reino Unido lançou um site de busca que ajudará internautas a localizarem filmes -- desde os mais populares aos mais obscuros.

O Find Any Film (“encontre qualquer filme”) contém registros de mais de 30 mil produções distribuídas por 20 gêneros e por mais de 60 idiomas.


Site britânico diz que ‘Cidade de Deus’ não pode ser visto porque, possivelmente, não está disponível no Reino Unido. Busca pelo filme foi feita em português e traduzida automaticamente. (Foto: Reprodução )
O site informa o usuário como pode assistir ao filme que procura: cinema, televisão, DVD, on-line ou via download de serviços legalizados. Um dos objetivos da página é ajudar a reduzir os downloads ilegais.

Procuradoria em SP denuncia jovem por racismo no Orkut

04/05/09 - 14h45 - Atualizado em 04/05/09 - 18h17

Procuradoria em SP denuncia jovem por racismo no Orkut
Procurador diz que comunidade em site incitava a matar negros.
Garoto de 21 anos foi denunciado em 30 de abril.

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo denunciou um jovem de 21 anos “por ter praticado, induzido e incitado a discriminação e o preconceito de raça, cor, etnia, religião e procedência nacional”. De acordo com as investigações, o rapaz mantinha no site de relacionamentos Orkut a comunidade “Mate um negro e ganhe um brinde”, composta por 16 pessoas. A denúncia, divulgada nesta segunda-feira (4), foi feita no dia 30 de abril.

O MPF informou que a comunidade criada pelo réu “veiculava mensagens racistas e nazistas”. Autor da denúncia, o procurador da República Sergio Gardenghi Suiama afirmou que a Procuradoria da República em São Paulo “já ajuizou outras ações por crimes de ódio praticados na Internet” e que “os crimes cometidos em redes de relacionamento como o Orkut serão investigados e punidos, na forma da lei”.

Após a identificação do usuário pela empresa Google Brasil, a Justiça Federal autorizou a busca e apreensão na casa do denunciado. Lá foram apreendidos materiais com alusão ao nazismo, como desenhos com a suástica, imagens de Adolf Hitler e ainda um DVD e um livro que falavam sobre os skinheads.

De acordo com o MPF, a Constituição brasileira afirma que o crime de racismo é inafiançável e imprescritível. A pena pode variar de 2 a 5 anos de prisão. Os integrantes da comunidade que teriam postado mensagens de cunho racista também são alvo da investigação.

Pesquisadora mostra em SP que células-tronco podem atenuar as rugas

28/05/09 - 07h18 - Atualizado em 28/05/09 - 07h18

Pesquisadora mostra em SP que células-tronco podem atenuar as rugas
Segundo pesquisa, célula-tronco do próprio paciente rejuvenesce a pele.
Efeito lembra o da toxina botulínica, mas sem paralisação muscular.


Foto: A pesquisadora Isabel Hoffmann Miles apresentou em São Paulo estudo sobre uso das células-tronco com fins de antienvelhecimento da pele (Foto: Claudia Silveira/G1)A portuguesa Isabel Hoffmann Miles é membro da Academia Mundial de Medicina Antienvelhecimento e trouxe para São Paulo o resultado de uma pesquisa que ela chama de “nova revolução da pele”. Segundo Isabel, as células-tronco podem ser usadas não apenas para curar doenças, mas também para rejuvenescer a pele, dando mais viço e atenuando consideravelmente as rugas.

A novidade foi apresentada no 23º Congresso Brasileiro de Cosmetologia, que acontece até esta quinta-feira (28), na Zona Sul de São Paulo. Para ilustrar a pesquisa, Isabel mostrou fotografias de pacientes submetidos a tratamento contra o mal de Parkinson, entre outras doenças, e que tiveram melhora na aparência da pele.

De acordo com a pesquisadora, as células-tronco seriam extraídas da pele da própria pessoa, que poderia ser retirada de qualquer parte do corpo. Depois de “tratadas” em laboratório, essas células seriam capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo.

No caso das rugas, as células seriam injetadas no rosto do paciente. Isabel explica que o resultado final seria parecido com o da aplicação da toxina botulínica, conhecida popularmente como Botox, mas que não há a paralisação do músculo nem das expressões.

“O efeito é o mais natural possível, mas o resultado não é definitivo. Não é a cura, é o rejuvenescimento. Também não há condições de deixar uma pessoa de 90 anos com rosto de 30, por exemplo”, esclarece a pesquisadora.

Como essas novas células que se formam para diminuir as rugas já vêm com o DNA da pessoa que cedeu a pele, Isabel adianta que não há risco de rejeição. Além disso, o procedimento não envolve a manipulação de embriões, o que sempre gera polêmica no campo da bioética.

A novidade é tão recente, conta Isabel, que ainda não se sabe o tempo que dura a ação das células-tronco na diminuição das rugas. Segundo a pesquisadora, os pacientes que se submeteram ao tratamento há mais tempo completaram seis meses recentemente, e o aspecto “permanece o mesmo, como se tivessem acabado de aplicar”.

São Paulo
Apesar de o uso das células-tronco no rejuvenescimento ser algo muito recente, Isabel conta que a novidade estará à disposição das brasileiras muito antes do que se imagina. A pesquisadora adianta que se mudará para o Brasil em julho deste ano e que abrirá uma clínica em São Paulo.

Para o tratamento ser realizado por aqui, Isabel adianta que os interessados precisarão esperar um pouco mais de tempo, pois é preciso receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas, como a pesquisadora realiza o mesmo procedimento na Alemanha e nos Estados Unidos, alguns pacientes poderão ser submetidos ao tratamento no exterior.

Quem acha que ainda é muito cedo para se preocupar com as rugas deve prestar mais atenção na novidade. Segudo Isabel, é possível guardar um pedaço da pele para ela ser usada com fins estéticos a longo prazo. Funciona da mesma forma que guardar o cordão umbilical, e quanto mais jovem a pele for, melhor será a “qualidade” das células-tronco extraídas, diz a pesquisadora.

Fruta da juventude
Para aqueles em que a ideia de usar a própria pele e células para rejuvenescer é algo fora da realidade, uma nova matéria-prima para cosméticos promete efeito semelhante só que usando as células-tronco de uma macieira.

A substância batizada de PhytoCellTec funciona como agente antienvelhecimento e foi apresentada aos fabricantes de cosméticos na FCE Cosmetique, feira voltada para os fabricantes de cosméticos e que acontece simultaneamente ao Congresso Brasileiro de Cosmetologia, em São Paulo.

Segundo Ricardo Garcia, do departamento técnico da Focus Química, empresa que trouxe o produto para revendê-lo no Brasil, as células-tronco são extraídas do caule da árvore. Ao “virarem” um cosmético, elas “interagem” com as células-tronco encontradas na camada basal da pele humana, deixando o aspecto mais jovem, aumentando a vitalidade, retardando o envelhecimento e, consequentemente, diminuindo as rugas.

“Não existe nada no mercado que seja parecido”, afirma Irene Montaño, representante do laboratório suíço que fabrica o PhytoCellTec. Segundo ela, a substância ganhou, no ano passado, o prêmio de inovação como melhor ingrediente ativo pela Sociedade Européia de Cosméticos.

Garcia explica que a maçã usada é de uma espécie suíça e que há poucos exemplares dela no mundo. Segundo ele, a fruta despertou a atenção dos pesquisadores por manter a vitalidade mesmo no inverno e meses após a sua colheita.

Por ser matéria-prima, o PhytoCellTec não pode ser comprado nas prateleiras de supermercado ou farmácias. Segundo a Focus, uma grande empresa de cosméticos brasileira já começou a desenvolver produtos com esse princípio ativo.

Com essas novidades, em breve, os mais vaidosos poderão diminuir as rugas usando células-tronco de vegetais ou de origem animal.

sábado, 15 de maio de 2010

Novo site de buscas dá respostas diretas

18/05/09 - 12h43 - Atualizado em 18/05/09 - 14h50

Novo site de buscas dá respostas diretas a internautas
Wolfram Alpha, que irá concorrer com o Google, não encaminha visitantes a outros sites.

Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançado nesta segunda-feira.

Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.

A nova ferramenta se define como "motor de conhecimento computacional" porque busca por informações e dados e não por sites.

O novo sistema foi criado em abril pelo físico britânico Stephan Wolfram e, desde então, vem sendo testado pelo público.

Ao lançar uma busca pela temperatura do momento na cidade do Rio de Janeiro, o site não apenas informa quantos graus está fazendo na capitalfluminense, como também apresenta um gráfico com o clima na cidade nos últimos dias e traz a previsão do tempo para as próximas 48 horas.


Acesso a informação
O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.

A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.

Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".

O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.

Música ajuda desenvolvimento de bebês prematuros

28/05/09 - 11h23 - Atualizado em 28/05/09 - 12h25

Música ajuda desenvolvimento de bebês prematuros, diz estudo
Pesquisa canadense sugere que música reduz dores e estimula alimentação oral.

Uma pesquisa canadense sugere que os hospitais que tocam música para bebês prematuros ajudam no desenvolvimento destas crianças. De acordo com o estudo da Universidade de Alberta, a música pode acalmar os bebês e os pais, além de acelerar o ganho de peso e diminuir o tempo de permanência no hospital.

A música também teria efeitos benéficos em outros aspectos fisiológicos, como o batimento cardíaco e a taxa respiratória. A equipe canadense analisou nove estudos e descobriu que a música também reduz a dor e estimula a alimentação oral.

"Existem provas preliminares que sugerem que a música pode ter efeitos benéficos em termos de parâmetros fisiológicos, estados de comportamento e redução da dor durante procedimentos médicos dolorosos", afirmaram o autor do estudo, Manoj Kumar, e sua equipe de pesquisadores. "Mas, enquanto existem provas preliminares de alguns benefícios terapêuticos da música para indicações específicas, estes benefícios precisam ser confirmados em testes de alta qualidade."

'Muito interessante'
Para o professor de obstetrícia Andrew Shennan, da organização de caridade britânica voltada para bebês Tommy, "as provas preliminares de que a música tocada para bebês prematuros pode ter efeitos positivos no comportamento e na (redução da) dor é muito interessante."

"Nascimentos prematuros aumentaram nos últimos anos e continuam sendo um grande problema na Grã-Bretanha, algumas vezes resultando em problemas de saúde de longo prazo na vida da criança, incluindo paralisia cerebral, surdez, cegueira, problema pulmonar crônico, dificuldades de aprendizado e comportamento", afirmou

"Apesar de mais pesquisas serem necessárias nesta área, o estudo mostra que existem formas simples e baratas de garantir benefícios para a saúde de bebês prematuros", acrescentou.

Existem uma série de fatores que podem aumentar o risco de nascimentos prematuros, incluindo mães fumantes, infecções no útero, gravidez de gêmeos ou trigêmeos. A pesquisa foi publicada na revista especializada "Archives of Disease in Childhood".

Justiça condena homem a indenizar ex-namorada

11/05/09 - 07h22 - Atualizado em 11/05/09 - 12h58

Justiça condena homem a indenizar ex-namorada por fotos de sexo no Orkut
Formada na USP, ela teve que mudar nome e trabalhar em telemarketing.
Ele foi condenado a pagar R$ 50 mil, mas vai recorrer contra a decisão.




Foto: Roney Domingos Vítima durante entrevista no escritório de seu advogado em São Paulo (Foto: Roney Domingos) Cinco anos após ter quase 50 fotos íntimas suas divulgadas no Orkut, uma mulher ganhou na Justiça de São Paulo o direito de receber uma indenização de R$ 50 mil do ex-namorado. O juiz do caso condenou o ex-colega de curso da vítima, que estudou com ela na Universidade de São Paulo (USP), por danos morais.

De acordo com a sentença, proferida em abril deste ano, o homem publicou no site de relacionamentos imagens da ex-professora em que ela aparece nua e praticando sexo oral, junto com o seu nome e o telefone. Isso teria ocorrido em 2005 -dois anos após o fim do relacionamento entre o casal.

Como a decisão foi dada em primeira instância, ele decidiu recorrer e seu advogado entrou com recurso. A defesa do homem alega que ele não foi o responsável pela divulgação das fotos na internet e que as provas produzidas não demonstraram sua responsabilidade.

Hoje com 30 anos, a mulher afirma que esconde da maioria das pessoas o próprio nome e que também desistiu da profissão. "Coloquei meu diploma embaixo do colchão para não amassar e perdi o contato com a maioria das pessoas que conhecia", diz ela.

Ela conta que perdeu o emprego de professora em um cursinho pré-vestibular 15 dias após a publicação das fotos. "Passei a receber uma enxurrada de recados pessoais e telefonemas de pessoas que me confundiram com uma garota de programa", afirma.

Fluente em inglês e com curso superior, a mulher diz ter ficado dois meses desempregada. "Consegui um emprego em um colégio de classe média alta onde trabalhei por dois anos, mas certo dia um aluno de 13 anos descobriu as imagens e tudo veio à tona novamente. No dia seguinte, me chamaram para uma reunião e me disseram: você terá condições psicológicas de continuar dando aula? E eu acabei saindo. Em solidariedade, uma amiga também saiu", conta.

A ex-aluna da USP conta que decidiu mudar de ramo quando perdeu o emprego de professora pela segunda vez. A partir daí, se tornou atendente de telemarketing bilíngue. Para não correr mais riscos, falava ao telefone sob o codinome Melissa. "O salário era metade do que ganhava como professora", diz. Atualmente no quarto emprego, na área administrativa de uma empresa, ela afirma que faz análise terapêutica para se recuperar dos traumas.

Confiança
O drama da ex-professora começou em 2000, quando a mulher e seu então colega de curso começaram a namorar. Os dois mantiveram relacionamento de três anos. Ela diz que as fotos foram feitas em um momento de paixão entre os dois. "Eu amava e confiava nele. Achava que iríamos nos casar", afirmou.

Mas seu parceiro não se conformou com o fim do relacionamento, conta a mulher. "Ele ficou decepcionado, foi embora e ficamos um ano e meio sem nos ver. Fiquei feliz ao saber que ele foi para a Espanha e que havia se casado. Pouco depois ele mandou um recado para minha página. Dizia: 'olha só o que eu fiz'."

A mulher alega que o ex-namorado clonou o perfil dela no Orkut e adicionou as fotos íntimas do casal. O material foi rapidamente copiado para outros endereços e uma das fotos chegou a ser capa de uma revista pornográfica no exterior, segundo ela.

De acordo com a ex-professora, a divulgação das fotos provocou muitos constrangimentos. Os colegas de trabalho e da escola viram as imagens e ela diz que teve de se afastar dos ambientes que construía cada vez que era identificada.

Procurado pelo nos, o site de buscas Google, responsável pelo Orkut, informou que as pessoas que se sentirem incomodadas com materiais ofensivos podem solicitar a retirada deles. Se o conteúdo analisado pelos técnicos for considerado ilegal, ele será eliminado.

Mesmo assim, a ex-professora afirma que seu drama continua. Segundo ela, porque embora os provedores tirem o material do ar, usuários voltam a colocar as fotos. "Temos de fazer o pedido para retirar as imagens constantemente. A gente se sente impotente diante de uma situação como essa", afirmou o advogado dela.
A ex-aluna da USP conta que uma vez estava no supermercado com a amiga quando encontrou um amigo de infância. Ele disse que viu as fotos dela na internet, o que bastou para ela encerrar a conversa de forma ríspida. "Isso não é coisa para você me dizer", disse para ele.

Ela conta que foi com a sua mãe procurar a Justiça no primeiro dia após a divulgação das fotos. "Eu quis processar porque não queria fazer justiça com as próprias mãos", disse a ex-professora.

A defesa do ex-namorado alega que ele não foi o responsável pela divulgação das fotos. "Todas as provas produzidas, inclusive a prova pericial técnica, não demonstraram a responsabilidade, e a sentença foi calcada em mera presunção de que o réu seria o único possuidor das fotos", disse o advogado do homem. Ele afirma que caberá à mulher comprovar a responsabilidade de seu cliente.

Google quer 'reinventar' o e-mail com novo serviço na web

28/05/09 - 19h13 - Atualizado em 28/05/09 - 19h21

Google quer 'reinventar' o e-mail com novo serviço na web
'Google Wave' pretende ser plataforma colaborativa de projetos.
Objetivo é permitir edição de conteúdos on-line em tempo real.

O Google anunciou nesta quinta-feira (28) o “Google Wave”, serviço que vai rodar em navegadores web, combinando elementos de e-mail, mensagens instantâneas, enciclopédias colaborativas e compartilhamento de fotos. O objetivo, segundo a empresa, é mudar a forma pela qual as pessoas colaboram em projetos ou discutem assuntos específicos.

O Google deu uma prévia do serviço nesta quinta, durante sua conferência anual de desenvolvedores de software em Mountain View (Califórnia, EUA). A ferramenta deve estar disponível para o usuário final ainda em 2009. Até lá, a empresa espera que os desenvolvedores independentes tenham criado novos usos para o serviço.

Entre outras coisas, a empresa espera que o Wave consiga se estabelecer entre os serviços mais populares da internet, como o Twitter, o Facebook e e-mails", disse Lars Rasmussen, gerente de engenharia do Google.

Ideia de irmãos
Lars e seu irmão, Jens, ajudaram a construir o serviço de mapas do Google, que se multiplicou para uma variedade de aplicações desde seu lançamento em 2005. Com essa experiência, os irmão Rasmussens querem dar tempo para que os programadores independentes testem as novas possibilidades antes de lançar o produto para o público.

"Nós começamos dizendo para nós mesmos: 'como seria o e-mail se ele fosse inventado hoje?'", diz Lars, que trabalhou no desenvolvimento do Wave na Austrália, com seu irmão e outros três funcionários do Google.

O Wave foi projetado para facilitar as conversas de e-mail, oferecendo ferramentas para destacar determinados trechos das conversas. Em mensagens instantâneas, um usuário vai poder ver o que os outros estão escrevendo enquanto digitam - ao menos alterem as configurações de privacidade. Fotos e outros aplicativos on-line, chamados de "widgets", também poderão ser incorporados ao serviço.

O Google Wave também poderia facilmente funcionar com o sistema de publicidade utilizado pelo Gmail, mas Lars diz que ainda é muito cedo para prever como a empresa poderia lucrar com o serviço.

Digitalização de livros pelo Google preocupa União Europeia

28/05/09 - 17h12 - Atualizado em 28/05/09 - 17h16


Digitalização de livros pelo Google preocupa União Europeia
Acordo referente aos Estados Unidos pode afetar autores da Europa.
Alemanha alega que projeto representa violação de direitos autorais.




Foto: Mike Segar/Reuters Google afirma que está disposto a se envolver em qualquer 'diálogo construtivo' sobre futuro dos livros e dos direitos autorais. (Foto: Mike Segar/Reuters) O órgão executivo da União Europeia estudará os planos do Google para oferecer milhões de livros on-line, depois que a Alemanha alegou que o projeto do grupo de internet representa uma violação das leis de direitos autorais do bloco de países.

Os ministros de Comércio Internacional do bloco comercial concordaram na quinta-feira (28) em solicitar que a Comissão Europeia estude a forma pela qual o acordo do Google com escritores dos Estados Unidos afeta os direitos dos escritores da União Europeia.

"A comissão estudará toda a questão cuidadosamente e, caso perceba necessidade, tomará as devidas providências", disse Vladimir Tosovsky, ministro da Indústria da República Tcheca, que ocupa a presidência da União Europeia, em entrevista coletiva.

O "Apelo de Heidelberg" foi lançado na Alemanha, para alegar que a propriedade intelectual de escritores alemães está sendo roubada.

A Alemanha informou em apresentação aos ministros da Indústria da União, na quinta-feira em Bruxelas, que o Google havia digitalizado livros do acervo de bibliotecas norte-americanas sem prévia autorização dos detentores de direitos, para criar seu banco de dados Google Books.

"Entre os livros digitalizados há numerosos trabalhos cujos direitos pertencem a europeus", afirma o estudo alemão. Reino Unido e França expressaram apoio às preocupações alemãs.

Acordo nos EUA
Grupos norte-americanos de editoras e escritores chegaram a um acordo que
permite que o Google digitalize milhões de livros. O acordo, que ainda não foi aprovado judicialmente, também afetaria escritores europeus publicados nos EUA, ainda que lhes seja facultado excluir seus trabalhos do acordo.

"As ações do Google são irreconciliáveis com os princípios das leis europeias de direitos autorais, de acordo com as quais o consentimento do autor precisa ser obtido antes que seus trabalhos sejam reproduzidos ou oferecidos sem restrições na internet", afirma o estudo alemão.

O Google afirmou que está disposto a se envolver em qualquer diálogo construtivo sobre o futuro dos livros e dos direitos autorais.

"Temos agora uma oportunidade bem-vinda de explicar à Comissão Europeia como os autores, editores e o Google concordaram em prosseguir nos EUA", disse um porta-voz da empresa em Bruxelas.

A Alemanha afirmou que as ações do Google reforçariam a concentração da propriedade de mídia e prejudicariam a diversidade cultural. A União Europeia lançou sua biblioteca digital, a Europeana.eu, em novembro.

Cratera em Marte foi formada por vento e água

26/05/09 - 19h04 - Atualizado em 26/05/09 - 19h04

Cratera em Marte foi formada por vento e água, sugere jipe
Estudo foi publicado no periódico americano "Science".
Resultados reúnem dados coletados por sondas no planeta vermelho.


Foto: Nasa Imagem da cratera Victoria feita por jipe robótico da Nasa em Marte (Foto: Nasa)Aqueles dois rovers em Marte, Spirit e Opportunity, ofereceram muita informação sobre o planeta nos cinco anos em que estiveram rondando sua superfície.

A maior parte dos dados diz respeito à questão central do papel desempenhado pela água no passado do planeta, e um novo artigo, publicado na Science, que descreve a exploração da Cratera Victoria pela Opportunity, na Meridiani Planum, uma planície próxima do equador, não é exceção.

O texto é de autoria de Steven W. Squyres, um astrônomo da Universidade Cornell, e mais 30 colegas. Ele resume informações divulgadas nos últimos anos e resume o resultado em duas palavras: molhado e ventoso. Ou seja, a água e o vento alteraram o terreno ao redor da cratera assim como em qualquer outro lugar, sugerindo que os processos são regionais em escala.

O impacto formador da cratera (que tinha originalmente 600 metros de diâmetro) expeliu rochas sedimentares e expôs camadas de sedimentos ao longo da borda. Porém, há muitas evidências de erosão por vento – a cratera aumentou para cerca de 750 metros, formando entalhos e escarpas pela margem. Além disso, rochas expelidas para fora foram aplainadas e formaram um terreno liso.

A Opportunity examinou muitas rochas expostas próximas da borda e uma seção de 10 metros de profundidade chamada de Duck Bay. Assim como na exploração de duas outras crateras, pequenas esferas de hematita, uma forma de óxido de ferro, foram encontradas dentro das rochas e na superfície. Geralmente, as esferas, formadas em condições úmidas, aumentam seu tamanho de acordo com o aumento da profundidade. Isso sugere que as águas subterrâneas (possivelmente mais abundantes com o aumento da profundidade) afetaram os sedimentos.

O rover Opportunity continua rodando e agora se dirige para outra cratera. No total, ele já viajou quase dez milhas. O Spirit viajou a metade dessa distância, e agora está preso na areia, do outro lado de Marte.

Cinco tribos isoladas correm risco de desaparecer

28/05/09 - 07h20 - Atualizado em 28/05/09 - 09h26

Cinco tribos isoladas correm risco de desaparecer, alerta ONG
Quatro delas estão na Amazônia, duas no Brasil.
Desmatamento é a principal ameaça aos povos, diz Survival International.

Cinco povos que nunca tiveram contato com o mundo externo correm o risco de serem exterminados. Um relatório lançado pela ONG inglesa Survival International indica que quatro tribos da Amazônia e uma no Chaco paraguaio estão perdendo suas terras para madeireiros, criadores de gado, fazendeiros e petrolíferas.

Das cinco tribos, duas estão no Brasil. A mais ameaçada é a dos awás, no Maranhão. A terra deles se transformou em uma ilha de floresta rodeada por devastação. Por causa disso, a região é cobiçada por madeireiros, que querem derrubar as últimas árvores do local. Situação semelhante ocorre com os índios do Rio Pardo, no noroeste de Mato Grosso, onde há retirada ilegal de madeira.

Segundo relatório lançado nesta quarta-feira (27), duas outras tribos ficam no norte do Peru. Os povos que vivem entre os Rios Napo e Tigre, próximos à divisa com o Equador, correm o risco de ter suas terras ocupadas por poços de petróleo. Já as tribos do Rio Envira, na fronteira com o Brasil, fogem das madeireiras que buscam mogno.

A única tribo de fora da Amazônia é a dos ayoreo-totobiegosode, que vivem no Chaco paraguaio – uma região parecida com o Cerrado brasileiro. Lá, o perigo são os grandes fazendeiros que derrubam floresta para criar gado.




Em 2008, a Funai conseguiu fotografar tribos isoladas brasileiras que vivem no Acre. Elas podem entrar em conflito com outros povos isolados que fogem de madeireiras no Peru. (Foto: Gleilson Miranda-Funai/Divulgação)
Isolamento voluntário

A maior parte dos povos que vive de forma isolada na Amazônia sabe da existência do mundo exterior, mas evita o contato. Mesmo que o encontro entre essas tribos com o mundo externo aconteça de forma pacífica, há grande risco para os índios. Como não têm anticorpos para lidar com doenças comuns, como a gripe, eles morrem facilmente.

Cientistas conseguem observar 'fases' de planeta

28/05/09 - 06h00 - Atualizado em 28/05/09 - 12h01

Cientistas conseguem observar 'fases' de planeta fora do Sistema Solar
Feito foi possível com o satélite franco-europeu CoRoT.
Objeto é grande como Júpiter, mas gira próximo à estrela.


Foto: Observatório de Leiden Concepção artística das 'fases' de planeta extra-solar (Foto: Observatório de Leiden)Quatro séculos atrás, o célebre astrônomo Galileu Galilei ficou famoso por, entre outras coisas, apontar um telescópio na direção de Vênus e constatar que o planeta, magnificado, apresentava fases, iguais às que a Lua apresenta em seu movimento ao redor da Terra. Agora, astrônomos do Observatório de Leiden, na Holanda, fizeram exatamente a mesma coisa, mas com um planeta localizado fora do Sistema Solar.

Pode parecer pouca coisa, mas não é. Enquanto Vênus -- o astro observado por Galileu -- é o vizinho mais próximo da Terra e aparece no céu, a olho nu, como um objeto bastante brilhante, o planeta HD 189733b está tão distante que nem mesmo com o auxílio dos mais poderosos telescópios é possível observá-lo com clareza.

O objeto em questão está na categoria dos Hot Jupiters, assim chamados porque são gigantescos como Júpiter, mas orbitam muito próximos a suas estrelas-mães, o que faz deles incrivelmente quentes -- inabitáveis, portanto.

O feito foi obtido graças ao poder do telescópio espacial CoRoT, satélite franco-europeu que conta com participação brasileira e tem como uma de suas missões principais descobrir planetas fora do Sistema Solar. Ele monitorou o HD 189733b por 55 dias seguidos. Nessas circunstâncias, era impossível observar a luz vinda do planeta evitando a luz proveniente da estrela vizinha. Por conta disso, a descoberta e o monitoramento de planetas pelo CoRoT envolve uma complexa análise da luz vinda daquela região, que permite dizer quando um astro planetário passa à frente da estrela e, com análises subsequentes, observar a contribuição luminosa do planeta para a luz total que chega à Terra.

Por meio dessa análise, os cientistas liderados por Ignas Snellen conseguiram detectar uma flutuação gradual da luz vinda do planeta, conforme ele passava pelas fases crescente, minguante e nova. Esta última ocorria durante o chamado "trânsito", quando o planeta passa à frente da estrela. Já a fase cheia, não é visível porque nesse momento o planeta estaria passando atrás da estrela.

Os resultados foram publicados na edição desta semana do periódico científico britânico "Nature".

Astrônomos conseguem flagrar explosão de supernova

26/05/09 - 11h14 - Atualizado em 26/05/09 - 11h14

Astrônomos conseguem flagrar explosão de supernova 'secreta'
Fenômeno aconteceu na galáxia M82, a 12 milhões de anos-luz daqui.
Nuvens de gás encobrem conflagração, mas ondas de rádio passam.

Uma equipe internacional de pesquisadores capitaneada pelo alemão Andreas Brunthaler, do Instituto Max Planck de Radioastronomia, detectou o que se pode chamar de "supernova secreta": a explosão de uma estrela no centro da galáxia M82, que normalmente ficaria totalmente encoberta e invisível para nós aqui na Terra. A densidade de matéria no centro galáctico normalmente taparia a luz do evento com nuvens de gás e poeira, mas ondas de rádio produzidas pela supernova conseguem atravessar e foram detectadas.




A galáxia em cujo centro foi detectada a explosão (à esq.); em cima e à direita, um zoom na estrela (Foto: Divulgação)

domingo, 9 de maio de 2010

Aluna da sexta série batiza próximo jipe marciano da Nasa

28/05/09 - 13h05 - Atualizado em 28/05/09 - 13h06

Aluna da sexta série batiza próximo jipe marciano da Nasa
Curiosity (Curiosidade) é o nome dado ao sucessor dos atuais rovers.
'A curiosidade é uma chama eterna na mente de todos', escreveu a menina.

Depois do Spirit e do Oportunity, será o vez do Curiosity. O nome, ideia de Clara Ma, aluna da sexta série de uma escola no estado americano do Kansas, será dado ao Mars Science Laboratory, novo jipe robótico que a Nasa enviará a Marte em 2011. O jipe, ou rover, como os americanos o chamam, estará equipado com sistemas destinados a procurar sinais de vida passada ou até moderna no planeta vermelho.




Concepção artística do novo jipe, o Curiosity (Foto: Nasa)




Clara Ma, aluna da sexta série do Kansas (Foto: Nasa)
A aluna ganhou uma competição organizada entre estudantes americanos para batizar a sonda com uma redação na qual escreveu: "A curiosidade é uma chama eterna que queima na mente de todo mundo. Ela me faz querer sair da cama de manhã e imaginar que surpresas a vida vai lançar na minha frente naquele dia".

Porco gigante que atacava até vacas na Austrália é real

02/06/09 - 11h57 - Atualizado em 02/06/09 - 11h59

Porco gigante que atacava até vacas na Austrália é real, diz jornal
'Posso garantir 100% que ela [foto] foi tirada em Pilbara', disse uma fonte.
Animal foi abatido próximo a Newman, cerca de 1.200 quilômetros de Perth.

A imagem de um porco selvagem gigante, que atacava até vacas na Austrália, tem circulado na internet desde 2007, mas sempre foi considerada uma farsa por especialistas e pelo Departamento australiano de Meio Ambiente e Conservação.




A foto de um porco selvagem gigante tem circulado na internet desde 2007, mas o departamento ambiental da Astrália dizia que tudo não passava de uma farsa. No entanto, no sábado (30), o jornal australiano ‘The Sunday Times’ afirmou que a imagem é real. (Foto: Reprodução)
No entanto, no último sábado (30), o jornal australiano "The Sunday Times" afirmou que a história é real e o animal foi abatido na fazenda Pilbara, próximo a Newman, cerca de 1.200 quilômetros de Perth.

Segundo o jornal, o porco gigante foi morto pelo fazendeiro John Anick, e a foto foi tirada em sua propriedade há três anos. Ele preferiu não divulgar o caso, porque tinha medo que a história atraísse caçadores para a área.

"Posso garantir 100% que ela [foto] foi tirada em Pilbara", disse um membro da família ao jornal. A mesma fonte contou que o porco gigante foi morto quando estava comendo uma vaca da propriedade.

Parada de ônibus do futuro rastreará veículos

25/05/09 - 17h40 - Atualizado em 25/05/09 - 18h07

Parada de ônibus do futuro rastreará veículos em tempo real
'EyeStop' traz serviços interativos em telas sensíveis ao toque.
Projeto foi desenvolvido pelo MIT em parceria com prefeitura de Florença.




Desenvolvido por pesquisadores do MIT em parceria com a prefeitura de Florença, na Itália, o 'EyeStop' é um projeto para a próxima geração de paradas de ônibus, com telas sensíveis ao toque. Permitirá programar uma viagem de ônibus em um mapa interativo, trocar informações relevantes para a comunidade em quadro de mensagens digitais, navegar na web e utilizar dispositivos móveis para interagir com o ponto de ônibus do futuro. (Foto: Divulgação)




No modelo, carregado por luz solar, basta indicar o destino desejado para que o sistema informe a linha rodoviária que faz esse percurso em menos tempo, além da posição de todos os ônibus em tempo real. O 'EyeStop' também coleta dados sobre a qualidade do ar e da temperatura ambiente, oferecendo essas informações em tempo real. (Foto: Divulgação)

Nerds vaidosos dão origem à tribo dos tecnossexuais

16/03/09 - 06h30 - Atualizado em 16/03/09 - 08h25

Nerds vaidosos dão origem à tribo dos tecnossexuais
Eles gostam de eletrônicos, redes sociais e de cuidar da aparência.
Fizemos raio-x do tecnossexual e propõe teste, para você saber se é um.

Ele não sairá de casa -- onde tem um computador com disco rígido de 1 terabyte -- sem vestir boas roupas, passar perfume, arrumar o cabelo e pegar seu iPhone. O telefone da Apple, inclusive, está abarrotado de aplicativos que facilitam sua vida em situações como na hora de escolher um restaurante japonês. Esse mesmo aparelho, ou algum multimídia similar, também serve para ele se relacionar com amigos via redes sociais e twittar suas impressões daquela balada recém-inaugurada -- que cobra na entrada o equivalente a um plano de dados ilimitado para celulares 3G. Conheça o tecnossexual, um fã de tecnologia que se preocupa tanto com a aparência no mundo off-line quanto com a atualização constante de sua página no Facebook.

A palavra para designar essa tribo tornou-se “oficial” depois de ser divulgada há alguns anos, no Urban Dictionary, pelo consultor de mídia digital norte-americano Ricky Montalvo. No entanto, a popularização de gadgets (equipamentos eletrônicos) como o iPhone e outros aparelhos multimídia faz com que a definição se mantenha atual e ganhe ainda mais força.

Mesmo que você não conheça (ou seja) um tecnossexual “extremo”, como o descrito no início desta reportagem, é possível que já tenha deparado com pessoas que se encaixam em maior ou menor grau na descrição de Montalvo: “um narcisista que não ama apenas ele mesmo, mas também seu estilo de vida urbano e gadgets; um homem que está em contato com seu lado feminino e também aprecia eletrônicos como celulares, PDAs, computadores, software e a internet”. Faça o teste abaixo e descubra se você tem características tecnossexuais.

Atenta à tendência, a Calvin Klein chegou a registrar em 2006 a patente do termo “technosexual”, prevendo que essa seria uma palavra forte na publicidade voltada a americanos nascidos entre 1982 e 1995. Em 2007, a companhia manteve sua ligação com um termo anunciando o perfume CK in2u como a “primeira fragrância para a geração tecnossexual”.

Declarados

Foto: Arquivo pessoal Alvino diz que, ao contrário dos nerds, os tecnossexuais não se interessam só por tecnologia. (Foto: Arquivo pessoal) Alvino Aparecido Moreira Netto acredita se encaixar na definição de tecnossexual. “Me interesso por tecnologia e, entre passar janeiro na praia e na Campus Party, escolheria a segunda opção. Apesar de gostar de comprar roupas, não deixo de ter celular, laptop, iPod e afins: sempre as alternativas mais modernas e completas”, contou ao G1 o estudante de direito e de letras estrangeiras, que vive em Londrina (PR) e trabalha em um escritório de advocacia.

Aos 20 anos, ele também diz praticar triatlon todos os dias da semana e sair sempre com os amigos. Para ele, o tecnossexual é diferente dos geeks e nerds justamente porque o grupo dos vaidosos não se interessa apenas por tecnologia. Alvino não se incomoda com o rótulo e conta que já fez loucuras para se manter antenado: “quando morava fora do país, gastava horrores com aparelhos que levariam anos para chegar ao Brasil. E já pedi a um amigo que estava no Japão para trazer um celular moderníssimo”.



Roberto Vinicius Aghazarian, de 28 anos, também considera se encaixar parcialmente na tribo. Profissional da área de marketing, ele sempre gostou muito de eletrônicos, acompanha lançamentos de produtos e está sempre conectado à internet. “Só não me encaixo totalmente na definição, pois hoje já aprendi a ter discernimento para minhas prioridades”, afirmou ao G1. Para ele, o tecnossexual tem um apelo melhor que os nerds e geeks: a tribo “é mais social, atraente e nem por isso menos inteligente”.


Os dois não estão sozinhos. No site de relacionamentos Orkut, por exemplo, é possível encontrar grupos com dezenas de brasileiros (e também brasileiras, o que foge da descrição original do termo) que se declaram tecnossexuais. A descrição da maior dessas comunidades, encaixada na categoria “moda e beleza”, diz: “se você gosta de tecnologia e é bonito, cuida do corpo e da aparência, gosta de academia, MP3, internet, MSN, cuidado! Você é um tecnossexual. Essa coisa de metrossexual já era, é coisa do passado. Bem-vindo ao futuro”.




Comunidades no Orkut reúnem internautas que se consideram tecnossexuais. (Foto: Reprodução )

Casamento tecnossexual
Uma comunidade do Facebook aborda o assunto sob a ótica das mulheres casadas com esses fãs vaidosos de tecnologia. Joanna Wiebe, a norte-americana dona do grupo “I married a technosexual”, contou ao G1 que seu marido se encaixa nessa definição por estar sempre atualizado sobre as novidades tecnológicas.



“A melhor parte dessa história é que ele pode arrumar qualquer laptop, gravador digital de vídeos ou aparelho de som. A parte ruim é que ele não entende como outras pessoas não gostam tanto de tecnologia quanto ele. Além disso, na maioria das noites algum eletrônico, como laptop ou iPhone, vai para a cama com a gente”, afirmou Joanna, de 30 anos. Apesar do fanatismo, ela diz que consegue convencê-lo a largar o controle do Xbox quando quer sua companhia para fazer caminhadas.

Joanna admite que, às vezes, é difícil engolir a quantia gasta pelo cônjuge com novidades tecnológicas. E quando perguntada sobre a maior loucura que ele já fez em nome do amor pelos gadgets, ela lembra: “foi no lançamento do iPhone. Durante uma semana ele enfrentou filas em diversas lojas, mas quando chegava sua vez o produto já tinha acabado. Ele pegou fila até em Las Vegas, onde fomos passar as férias. Para mim foi engraçado, mas para ele foi frustrante”, diverte-se.




Comunidade no Facebook reúne mulheres casadas com tecnossexuais. (Foto: Reprodução )

Jovem vai preso após chamar a polícia

29/05/09 - 13h41 - Atualizado em 29/05/09 - 13h42

Jovem vai preso após chamar a polícia por causa de suco de laranja
Incidente aconteceu na cidade de Aloha, no estado do Oregon.
Segundo polícia, serviço não é para resolver questões insignificantes.




Foto: Reprodução Jovem liga para polícia para reclamar de suco de laranja e vai preso. (Foto: Reprodução)O jovem Raibin Raof Osman, de 20 anos, foi preso em Aloha, no estado do Oregon (EUA), após ligar para o telefone de emergência da polícia para reclamar que um funcionário do McDonald's foi mal educado e não lhe entregou um suco de laranja que ele pediu, segundo o jornal "The Oregonian".

Osman foi levado para a cadeia do condado de Washington. Ele deixou a prisão após pagar fiança de US$ 2,5 mil. Por ter usado de forma indevida o serviço de emergência, jovem pode ser condenado a até seis meses de cadeia.

Segundo o policial David Thompson, o jovem foi preso porque ignorou a advertência de que o número de emergência da polícia não é para ser usado para resolver questões relativas a pedidos de lanches.

O funcionário da loja da rede americana de fast-food também ligou para a polícia por causa do incidente. Ele fez uma queixa de que Osman e seus amigos estavam bloqueando o drive-thru e batendo nas janelas do restaurante.

Internet é palco de manifestos para o 'dia do orgulho nerd'

25/05/09 - 09h30 - Atualizado em 25/05/09 - 20h20

Internet é palco de manifestos para o 'dia do orgulho nerd'
Data faz referência à estreia do primeiro filme da série 'Star wars', em 1977.
Vídeos e comunidades defendem os direitos da 'categoria'.




Foto: Reprodução Sociedade de Promoção Geek distribui emblemas para identificar membros em sites e redes sociais (Foto: Reprodução) Entusiastas de tecnologia de todos os cantos do planeta comemoram nesta segunda-feira (25) o Dia Mundial do Orgulho Nerd - de preferência, conectados. A iniciativa, criada em 2006 na Espanha e também conhecida como Dia Mundial do Orgulho Geek, foi a forma bem-humorada encontrada para lutar pelo direito de uma pessoa ser nerd, sem sofrer preconceito.

Não por coincidência, a data escolhida faz referência à estreia do primeiro filme da série Star Wars, em 25 de maio de 1977, um fenômeno mundial, principalmente entre nerds e geeks.

Nessa mesma linha, o vídeo “I am a geek!” é um projeto colaborativo produzido pela Sociedade de Promoção Geek (Society of Geek Advancement, em inglês), com o objetivo de apoiar o público antenado com as novas tecnologias.

O vídeo, recentemente publicado no YouTube, informa que, na gíria norte-americana, a palavra geek significa uma pessoa com interesse em tecnologia, especialmente computação e novas mídias. Alguém que "busca habilidades e imaginação, e não aceitação social da maioria".




O vídeo 'I am a geek' faz uma defesa da 'categoria' (Foto: Reprodução)

Nerd ou geek?
Muita gente acha que nerd e geek são sinônimos. Os aficionados por novas tecnologia, no entanto, gostam de diferenciar essas duas "espécies". No sentido geral, nerd é uma palavra em inglês que se refere a alguém que estuda excessivamente. E, apesar de o gosto por bits e bytes não estar necessariamente ligado ao significado original do termo, geralmente os nerds são conhecidos pelo seu interesse acima da média em computadores e tecnologia, além de conteúdo acadêmico.

Ainda na área tecnológica, o nerd – por ser geralmente mais introvertido - é um pouco menos geek. Os próprios geeks enfatizam que não são apenas competentes na parte técnica - como os nerds -, como também se saem bem na interação social.

Já de acordo com o dicionário de língua inglesa Webster, a palavra geek geralmente se refere a "pessoa de personalidade incomum ou esquisita", que não dispensa novidades, sendo que a maioria adora computadores. Em uma descrição bastante simplificada, os geeks são os "jogadores, fãs de ficção científica, de filmes como Star Wars e Star Trek, programadores", entre outras figuras encontradas por aí com certa frequência.

Ainda segundo o dicionário, como as pessoas estão se tornando cada vez mais dependentes da tecnologia, os geeks acabam se destacando na sociedade. Enfim, o geek é um nerd mais 'descolado', uma figura mais popular, com uma vida social mais ativa e interesses mais variados.

A vingança dos nerds (e dos geeks)
E, se no início muitos tinham vergonha em serem chamados de nerd ou geek, hoje em dia essa denominação traz muito orgulho aos aficionados por tecnologia. Afinal, como eles fazem questão de frisar, muitos dos homens mais ricos e poderosos do mundo atualmente fazem parte desse grupo: Bill Gates (Microsoft), Steve Jobs (Apple), Mark Zuckerberg (Facebook), Biz Stone (Twitter), Sergey Brin e Larry Page (Google), por exemplo.

Como diz a letra cheia de humor da música “Escolha já seu nerd”, do grupo Os Seminovos, “o nerd de hoje é o cara rico de amanhã”. Segundo a banda, a canção é tanto “um hino em louvor aos nerds”, como “uma dica importante para todas as garotas que procuram o homem ideal!”.




Grupo lançou a música 'Escolha já seu nerd' no YouTube. (Foto: Reprodução)
Já o cantor "Weird Al" Yankovic satiriza o universo nerd na letra de "White and nerdy" ("Branco e nerd", em português), cujo clipe já teve mais de 4,3 milhões de acessos em um dos endereços disponíveis no YouTube.

No fim do ano passado, uma "boy band" dos nerds também fez sucesso com "Computer friends", um clipe engraçadinho repleto de referências a gigabytes, memória RAM, firewall, e disco rígido. “Já vi diversas camisetas do tipo ‘amo nerds’ e conheço mulheres que gostam desse estilo. Acho que isso faz sentido, porque uma pessoa inteligente é sempre mais interessante do que um idiota”, disse ao G1 Barry Flanagan, um dos integrantes da dupla "Sniper twins".

Assim, os geeks vão ampliando seus domínios não só no terreno da tecnologia, como também na indústria do entretenimento.Como diria o grupo The Faint, na canção “The Geeks were right”, "eu vi o futuro, e os geeks estavam certos”.

Google 'dedura' paradeiro de pedófilo

25/05/09 - 11h23 - Atualizado em 25/05/09 - 11h23

Google 'dedura' paradeiro de pedófilo procurado na Inglaterra
Busca no site mostrou imagem de Darren Fletcher, publicada em jornal.
Com isso, autoridades identificaram sua localização e o prenderam.




Foto: Reprodução Darren Fletcher posou para fotos ao lado da namorada (esq) e de policiais. Imagem foi divulgada em jornal e acabou sendo indexada pelo Google. (Foto: Reprodução ) Um pedófilo procurado pela polícia britânica começou a cumprir pena no sábado (23), após autoridades o encontrarem com a ajuda do Google. Ao fazerem buscas no site, eles acharam uma foto de Darren Fletcher, 41, posando ao lado de policiais quando sua namorada deu à luz dentro de um carro de polícia em Bournemouth. Darren foi condenado por abusar de 12 meninas, com idades entre 11 e 14 anos.

A imagem exibida pelo Google foi divulgada em um jornal local, que publicou a história sobre o parto no local inusitado. As autoridades que ajudaram a namorada de Fletcher a dar à luz estamparam as páginas da publicação ao lado do casal. Os pais do bebê, que moravam em Dorset, pararam em um posto policial quando perceberam que a criança nasceria antes de chegar ao hospital.

Segundo o jornal “Lancashire Evening Post”, o detetive Nigel Marler se deparou com essas imagens quando fazia uma investigação sobre o acusado de pedofilia, que tinha paradeiro desconhecido. Assim, o detetive de Preston -- onde Fletcher teria começado a abusar de meninas em 2005 -- descobriu onde morava o homem que estava procurando.

Ainda de acordo com a publicação, que não divulga a data de nascimento da criança, Fletcher foi detido em fevereiro do ano passado, em Dorset, e transferido para Preston, onde enfrentou a Justiça. Na audiência, ele se declarou culpado das acusações de abuso sexual. O britânico ficará preso por pelo menos quatro anos, até que possa pedir liberdade condicional.

terça-feira, 4 de maio de 2010

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais

25/05/09 - 12h48 - Atualizado em 25/05/09 - 12h50

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais
Ataques diários levaram governo de Obama a rever estratégia do país.
Casa Branca não revela se é a favor ou contra uso das ciberarmas.

No momento em que as forças americanas no Iraque quiseram atrair membros da al-Qaeda para uma armadilha, eles hackearam computadores de um dos grupos e alteraram informações que os levaram à mira dos americanos. Quando o presidente George W. Bush ordenou novas formas de desacelerar o progresso iraniano em direção a uma bomba nuclear, no ano passado, ele aprovou um plano para um programa secreto experimental – os resultados ainda são incertos – para adentrar seus computadores e minar o projeto.

O Pentágono comissionou contratados militares para desenvolver uma réplica altamente confidencial da internet do futuro. O objetivo é simular o que seria necessário aos adversários para bloquear as estações de força, as telecomunicações e os sistemas de aviação do país, ou congelar o mercado financeiro – num esforço para construir melhores defesas contra esse tipo de ataque, assim como uma nova geração de armas on-line.

Da mesma forma como a invenção da bomba atômica modificou as operações militares e dissuasão, há 64 anos, uma nova corrida internacional começou a desenvolver armas cibernéticas e sistemas para autoproteção.

Milhares de ataques diários a sistemas computacionais federais e privados nos Estados Unidos – muitos vindos da China e da Rússia, alguns maliciosos, outros testando aberturas nos firewalls americanos – levaram o governo de Obama a rever a estratégia do país.

Pelo fato de vários aspectos do esforço americano para desenvolver ciberarmas e definir seu uso adequado permanecerem em sigilo, muitos dos agentes do governo se recusaram a falar oficialmente. A Casa Branca rechaçou várias solicitações de entrevistas e não respondeu se Obama, em termos de política, apoia ou se opõe ao uso das ciberarmas americanas.

Possibilidades
As inovações mais exóticas cogitadas permitiram a um programador do Pentágono entrar sorrateiramente num servidor de computador na Rússia ou na China, por exemplo, e destruir um "botnet" – um programa potencialmente destrutivo capaz de recrutar máquinas infectadas numa ampla rede, podendo controlá-la clandestinamente – antes de que ele chegue aos Estados Unidos.

Outra possibilidade é de as agências de inteligência americanas poderem ativar códigos maliciosos, secretamente embutidos em chips de computador quando eles são fabricados, permitindo as Estados Unidos comandar os computadores do inimigo por controle remoto, através da internet. Esse, é claro, é exatamente o tipo de ataque que os membros do governo temem que sejam lançados contra alvos americanos, geralmente através de chips ou servidores de computadores fabricados na China.

Até o momento, no entanto, não existe amplas autorizações para que as forças americanas iniciem uma ciberguerra.

Guerra virtual
A ciberguerra não seria tão letal como a guerra atômica, obviamente, nem tão visivelmente dramática. Porém, quando Mike McConnell, ex-diretor da inteligência nacional, relatou a Bush sobre a ameaça, em maio de 2007, ele argumentou que, se um único banco americano de grande porte fosse atacado, "isso teria um impacto gigantesco na economia global, maior que os dos ataques de 11 de setembro". McConnell, que deixou o cargo há três meses, alertou, no ano passado, sobre "a capacidade de ameaça a oferta de dinheiro americana ser equivalente à arma nuclear de hoje".

Os cenários apresentados por McConnell e sua coordenadora de cibersegurança, Melissa Hathaway, ao novo presidente, no ano passado, foram mais além. Eles descreveram vulnerabilidades, incluindo um ataque a Wall Street e um ao sistema de controle de tráfego aéreo da Administração Federal de Aviação. A maioria eram extrapolações de ataques já tentados.

Hoje, Hathaway é a primeira autora da ciberestratégia da Casa Branca e tem viajado por todo o país, falando em termos vagos sobre ataques recentes, e cada vez mais ousados, às redes de computadores responsáveis por manter o país em funcionamento. Membros do governo não discutem detalhes de um recente ataque à rede de transporte aéreo. Em vez disso, eles afirmam que o ataque não afetou diretamente os sistemas de tráfego aéreo.

Ainda assim, o espectro de uma ofensiva digital, capaz de cegar controladores de voo e, talvez, as redes de defesa aeroespacial militares, assombra as forças armadas e oficias da inteligência. A sorte do sistema de controle de tráfego aéreo, dizem os oficiais, é que ele é tão antigo que não está diretamente conectado à internet.

Anjo negro
Estudos, com o codinome de Anjo Negro, têm focado na possibilidade de torres de telefonia celular, comunicações de serviços de emergência e sistemas hospitalares serem destruídos, para semear o caos. No entanto, a teoria tem, com o tempo, se tornado real.

"Vimos operações de rede chinesas dentro de certas malhas elétricas", disse Joel F. Brenner, supervisor de operações de contrainteligência para Dennis Blair, sucessor de McConnell como diretor de inteligência, falando da Universidade do Texas, em Austin. "Se eu me preocupo com essas malhas, com os sistemas de controle de tráfego aérea, de abastecimento de água, e coisas do tipo? Pode apostar que sim."

Porém, a grande questão – que o governo até agora se recusa a discutir – é se a melhor defesa contra o ciberataque é o desenvolvimento de uma capacidade robusta de travar uma ciberguerra.

Fortaleza
Como descobriu rapidamente a equipe de Obama, o Pentágono e as agências de inteligência concluíram, nos últimos anos de Bush no poder, que não seria suficiente simplesmente construir firewalls mais fortes e melhores detectores de vírus, ou restringir o acesso aos próprios computadores do governo federal.

"O modelo de fortaleza simplesmente não funcionará bem para o mundo cibernético", afirmou um experiente oficial militar, participante ativo desse debate há anos. "Alguém sempre vai dar um jeito de invadir".

Esse pensamento levou a uma discussão sobre se as lições aprendidas na era nuclear – nos dias de "destruição mutuamente garantida" – se aplicam à guerra cibernética.

Entretanto, na ciberguerra, é difícil saber onde atacar, ou até mesmo quem atacar. Outras pessoas argumentam a favor de uma página da doutrina de apropriação de Bush, indo aos computadores estrangeiros a fim de destruir softwares maliciosos, antes que eles sejam liberados na corrente sanguínea digital do mundo. Porém, isso poderia corresponder a um ato de guerra. Muitos argumentam que esse é um jogo a ser perdido, pois os Estados Unidos são mais dependentes de um sistema de internet que funcione constantemente, mais, inclusive, do que muitos de seus potenciais adversários. Portanto, eles sofreriam mais prejuízos em caso de contra-ataque.

Detecção
Durante a Guerra Fria, se um míssil estratégico fosse disparado contra os Estados Unidos, telas localizadas numa montanha no Colorado seriam acesas e as forças armadas americanas teriam algum tempo para decidir se lançariam ou não um contra-ataque. Hoje, quando os computadores do Pentágono são alvos de ataque, a origem geralmente é um mistério. Sem a certeza sobre essa origem, é quase impossível elaborar um contra-ataque.

Nos raros casos onde a preparação para um ataque é detectada num sistema de computador estrangeiro, existe um debate contínuo sobre a adoção do conceito da apropriação, com todas as suas conotações da era Bush. As questões variam se um ataque on-line deve ser criado naquele sistema para, num caso extremo, destruir fisicamente aqueles computadores.

Alguns membros do governo sustentam que, se os Estados Unidos adotarem essa apropriação – e demonstrarem estar observando o desenvolvimento de ciberarmas hostis – eles poderiam começar a deter alguns ataques. Outros acreditam que isso só justificaria ataques desse tipo feitos contra os Estados Unidos.

"A Rússia e a China têm muitos hackers nacionalistas", disse um experiente oficial militar. "Eles estão muito, muito dispostos a agir por conta própria".

Oficiais do Pentágono e militares também expressam grande preocupação de que as leis e acordos envolvendo o conflito armado não tenham se atualizado em relação aos desafios da ofensiva da guerra cibernética.

Nas últimas décadas, vários limites sobre as ações têm sido aceitos – mas nem sempre praticados. Um é a proibição contra o assassinato de líderes do governo. Outra é evitar ataques direcionados a civis. Contudo, no mundo cibernético, onda a maioria dos alvos vulneráveis são civis, não existem regras ou acordos. Se uma base militar é atacada, seria uma resposta proporcional e legítima destruir a malha de energia do atacante, mesmo que isso signifique afetar hospitais, o sistema de controle de tráfego aéreo ou o sistema bancário?

"Ainda não temos esse equivalente para o mundo cibernético", afirmou um experiente membro do Departamento de Defesa, "e isso é um pouco perigoso".

bonecos ensinam jovens a cuidar de bebês

25/05/09 - 12h05 - Atualizado em 25/05/09 - 12h05

Equipados com simulador, bonecos ensinam jovens a cuidar de bebês
Iniciativa foi colocada em prática na escola alemã Georg-Ackermann.
Objetivo é ensinar as garotas sobre a responsabilidade da maternidade.




Nesta segunda-feira (25), alunas da escola Georg-Ackermann, em Breitenbach, tiveram contato com os bebês. Equipados com simuladores, eles imitam de forma realista o comportamento de crianças. (Foto: France Presse)




Organizado pelo centro de informações sobre gravidez, família e sexualidade, na Alemanha, o projeto ensina as garotas sobre a responsabilidade da maternidade. A iniciativa também tem foco em evitar a gravidez indesejada na adolescência. (Foto: France Presse)

Britânico transporta 17 kg de larvas com a boca

29/05/09 - 08h00 - Atualizado em 29/05/09 - 08h00

Britânico transporta 17 kg de larvas com a boca e bate recorde
Após quebrar a marca, Charlie Bell disse que a sensação foi 'horrível'.
Ele precisou levar os 17 quilos de larvas de um recipiente para outro.




Foto: Reprodução/The Sun Charlie Bell transportou 17 quilos de larvas com a boca. (Foto: Reprodução/The Sun)O britânico Charlie Bell, de 35 anos, vai entrar para o Guinness, livro dos recordes, após transportar 17 quilos de larvas com a boca. Ele tinha que levar as larvas de um recipiente para outro, segundo reportagem do tabloide inglês "The Sun".

Após o recorde, Bell disse que a sensação foi "horrível". "Eu tinha praticado em casa com arroz por meses, mas, até esse dia, eu nunca tinha enchido a boca com larvas", afirmou ele.

O novo recordista afirmou ainda que não imaginava que os bichos cheiravam tão mal. Bell superou a marca anterior por dois quilos.

Ele também disse que não sabe se tentaria fazer isso novamente se alguém superar sua marca.

sábado, 1 de maio de 2010

Artista britânico cria vila com cédulas de dinheiro

02/06/09 - 17h51 - Atualizado em 02/06/09 - 17h51

Artista britânico cria vila com cédulas de dinheiro
Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil) na obra.
Mark Bolitho levou três dias para terminar a vila.




Especialista em origami, o artista britânico Mark Bolitho dá os últimos retoques em sua obra. Ele criou uma vila rural feita com cédulas de libras. Bolitho levou três dias para terminar o trabalho. Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil). (Foto: Reprodução/Telegraph)