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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Marília de Dirceu - P2de2 - Tomás Antônio Gonzaga


Marília de Dirceu - P2de2 - Tomás Antônio Gonzaga



Água mais clara,
Mais branda relva.

No colo a punha;
Então brincando
A mim a unia;
Mil coisas ternas
Aqui dizia.

CONTINUA E TERMINA A OBRA NO TEXTO ABAIXO

Marília de Dirceu - P1de2 - Tomaz Antônio Gonzaga


Marília de Dirceu - P1de2 - Tomaz Antônio Gonzaga



Marília de Dirceu é o título da obra poética máxima de Tomás Antônio Gonzaga, integrante do Arcadismo.
Data da primeira publicação: 1792
Autor: Tomás Antônio Gonzaga
Gênero: Poesia
Idioma original: Língua portuguesa


PARTE I

Lira I

Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d' expressões grosseiro,
Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
       Graças à minha Estrela!

SEGUE ABAIXO A OBRA COMPLETA: