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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Vídeo de agressão leva alunas a suspensão

04/05/09 - 13h08 - Atualizado em 04/05/09 - 13h08

Vídeo de agressão divulgado no YouTube leva alunas a suspensão
Imagens mostram britânica sendo agredida por colegas de escola.
Pais da garota assistiram ao vídeo; polícia investiga o caso.

Quatro alunas foram suspensas da escola onde estudam, em Bournemouth (Dorset, Inglaterra), após publicarem no YouTube um vídeo em que aparece maltratando Nadia Dorrington, de 14 anos.

Nas imagens, diz o jornal “Daily Mail”, as jovens batem, chutam e puxam os cabelos da estudante, que ficou ferida.

Vídeo divulgado no YouTube mostra garota puxando o cabelo de Nadia Dorrington, à esquerda.




(Foto: Reprodução )
Esse tipo de ação é identificado como bullying, um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que são adotados por um ou mais alunos contra outros colegas, sem motivação evidente. Nadia foi vítima de bullying escolar e, depois, de ciberbullying, pois as imagens em que ela aparece sendo humilhada foram divulgadas na internet.

O vídeo filmado no mês passado foi visto por centenas de pessoas, inclusive pelos pais da adolescente agredida. Ao se deparar com o conteúdo eles fizeram uma reclamação ao site, que tornou as imagens indisponíveis. Eles também denunciaram a ação à escola e para a polícia, que investiga o caso.

‘Tolerância zero’
Acredita-se que seis garotas da instituição de ensino Avonbourne School estejam envolvidas na agressão. “Temos uma política de tolerância zero contra o bullying. Simplesmente não toleramos essa prática”, afirmou a professora Debbie Godfrey-Phaure ao “Daily Mail”.

Os responsáveis pela jovem discordam. Eles afirmam que Nadia tornou-se vítima de outros alunos há três anos, mas a escola nunca tomou qualquer atitude. Apesar da revolta em ver as imagens, eles acreditam que essa história pode ter um lado positivo.

Christian Moran, padastro de Nadia, disse que a escola não poderá mais ignorar o problema.

“É possível ver de forma bastante clara o rosto das garotas, então eles poderão fazer algo a respeito.” Lindsay Dorrington, a mãe, disse que a filha vinha sendo “torturada” há anos e isso a fazia se sentir uma pessoa sem valor. “Ela pensa que é feia, gorda e fedida por conta do que ouve na escola”, disse Lindsay.

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Telefone celular e relógio poderão ser usados para pagar contas

29/04/09 - 20h45 - Atualizado em 29/04/09 - 20h45

Telefone celular e relógio poderão ser usados para pagar contas
Feira em SP exibe tecnologia que permite que táxi vire 'caixa bancário'.
Chip colocado em aparelhos vira carteira eletrônica segura.

Quem gosta de tecnologia logo poderá usar o telefone celular ou o relógio de pulso como se fosse cartão de banco. Essas e outras novidades estão sendo exibidas em uma feira em São Paulo.

Um aparelho apresentado na feira permitirá, por exemplo, que quem estiver dentro de um táxi aproveite as horas paradas nos congestionamentos para pagar contas de luz e de água. Basta ter um cartão de banco ou um cheque.

“O aparelho faz a seleção da operação de pagamento. Basta passar o boleto para fazer a leitura do código de barras. É como se estivéssemos com um caixa de banco dentro do táxi”, explica Cristiano Porto.

Imagine agora usar o telefone celular para fazer o pagamento de contas, de ônibus, de pedágio, de supermercado, como se fosse um cartão de banco. Ou ainda entrar em estádios de futebol ou cinema sem precisar de ingresso, porque ele já vai estar registrado no celular, bastando apenas encostar o aparelho na catraca.

Hoje já há tecnologia disponível para isso. e os primeiros aparelhos habilitados com este tipo de serviço devem chegar ao mercado até o fim do ano. O segredo está num chip especial que fica dentro do celular.

O celular poderá fazer tudo o que um cartão de crédito ou débito faz hoje. Mas, para usar a tecnologia, o estabelecimento deve ter um terminal de leitura. E quem não tiver celular, poderá usar o relógio para pagar contas ou ainda fazer compras, desde que ele tenha o chip.

A tecnologia é segura, afirmam os especialistas: se o aparelho celular ou o relógio forem roubados, eles podem ser bloqueados como um cartão de crédito convencional.


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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

'Rios de estrelas' ajudam a tornar galáxias homogêneas

04/05/09 - 12h36 - Atualizado em 04/05/09 - 12h36

'Rios de estrelas' ajudam a tornar galáxias homogêneas, dizem astrônomos
Astros 'bebês' fluem de berçários quentes para regiões mais calmas.
Dados vêm de observação de área a 46 milhões de anos-luz daqui.

A imagem abaixo, feita pelo Telescópio Espacial Spitzer e divulgada pela Nasa, está ajudando os cientistas a decifrar porque as galáxias são tão homogêneas, com estrelas espalhadas de forma mais ou menos regular por toda a sua extensão. Analisando a galáxia espiral NGC 2841, que está a 46 milhões de anos-luz da Terra, os pesquisadores descobriram que "rios" de estrelas jovens tendem a se dispersar a partir de seus berçários estelares quentes e densos, formando distribuições suaves de amplas de estrelas mais maduras.




A galáxia espiral NGC 2841 (Foto: Nasa)



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sábado, 26 de setembro de 2009

RIM vê grande mercado no varejo e planeja próxima versão do Storm

04/05/09 - 16h17 - Atualizado em 04/05/09 - 16h20

RIM vê grande mercado no varejo e planeja próxima versão do Storm

TORONTO (Reuters) - A Research In Motion está planejando uma nova geração da versão do seu smartphone com tela sensível a toque, o Blackberry Storm, como parte de uma tentativa contínua de explorar o mercado de varejo, disse Jim Balsillie, co-presidente-executivo da companhia, nesta segunda-feira.

"Nós vemos um amplo e pouco usado mercado de consumo", afirmou Balsillie durante uma
apresentação a analistas e investidores, acrescentando que mais da metade dos 25 milhões de clientes da RIM agora se encaixam na categoria não-corporativa.

Questionado sobre se o aparelho Storm havia se tornado um "hit", Balsillie disse que "o produto foi um enorme sucesso em termos de vendas e adoção".

O modelo Storm foi visto por muitos analistas como a resposta direta da RIM ao popular iPhone, da Apple, que também possui tela sensível a toque.

Balsillie disse que as vendas do Storm continuam fortes.

O sucesso da venda de aparelhos individuais é crucial para a RIM, especialmente na medida em que a empresa se volta cada vez mais para o mercado de varejo, onde os gostos dos consumidores podem ser variáveis. O mercado potencial é enorme. Afinal de contas, todo usuário de celular pode teoricamente se tornar um usuário de smartphone. O varejo também é um caminho para a RIM diversificar sua base de usuários.

"Há várias formas de tratar o mercado de consumo e a RIM ... precisa ir atrás dos
consumidores", disse Duncan Stewart, um analista da DSAM Consulting, em Toronto.

A companhia elevou em 84 por cento sua receita no último trimestre, para 3,46 bilhões de dólares.

No mês passado, a RIM ofereceu uma projeção animadora que sinalizou um crescimento ainda maior, apesar do declínio econômico global. Analistas disseram anteriormente que companhias podem cortar os orçamentos de telecomunicações e consumidores podem apertar os cintos em meio à recessão.





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Rede elétrica dos EUA sofreu ataque espião

08/04/09 - 13h08 - Atualizado em 08/04/09 - 13h08

Rede elétrica dos EUA sofreu ataque espião, diz jornal
'WSJ' diz que softwares deixados na rede poderiam prejudicá-la.
Objetivo seria investigar sistema elétrico e seus controles.

Espiões entraram na rede elétrica dos Estados Unidos e deixaram nela alguns softwares que poderiam ser usados para prejudicar o sistema, informou o “Wall Street Journal” nesta quarta-feira (8).

Os espiões vieram da China, Rússia e outros países, segundo a reportagem. Acredita-se que sua missão fosse investigar o sistema elétrico dos EUA e seus controles, informou o jornal, citando antigos e atuais dirigentes dos serviços de segurança norte-americanos.

Os intrusos não tentaram danificar a rede elétrica ou outros elementos cruciais de infraestrutura, mas os funcionários disseram que poderiam fazê-lo durante uma crise ou guerra, afirmou o jornal em seu site. "Os chineses tentaram mapear a nossa infraestrutura, como a rede elétrica. Os russos também", disse um funcionário dos serviços de inteligência ao jornal.

A espionagem parece ter sido extensa em todo o território dos EUA e não tinha por alvo uma empresa ou região específica, segundo um ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna. "Existem intrusões e elas estão crescendo", disse o antigo funcionário ao jornal, em referência aos sistemas elétricos. "Aconteceram muitas no ano passado."

As autoridades que investigaram as invasões encontraram ferramentas de software deixadas na rede que poderiam ser usadas para destruir componentes de infraestrutura, disse o agente de inteligência, acrescentando que "se formos à guerra contra eles, tentarão acionar esses programas".

Outros funcionários disseram que os sistemas de água, esgotos e outros serviços de infraestrutura também estavam em risco.

Proteção
Proteger a rede elétrica e o restante da infraestrutura é uma parte importante da revisão do governo do presidente Barack Obama quanto à segurança eletrônica, que deve ser concluída na semana que vem. O governo do não comentou de imediato a reportagem.

A sofisticação das intrusões nos EUA, que vão além dos sistemas elétricos e outras áreas importantes de infraestrutura, sugere que China e Rússia são os principais responsáveis, de acordo com funcionários da inteligência e especialistas em segurança eletrônica. Embora grupos terroristas possam desenvolver a capacidade de penetrar a infraestrutura norte-americana, não parecem ainda ter montado ataques, disseram esses funcionários.





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Proporção entre sexos varia com a latitude

29/04/09 - 07h00 - Atualizado em 29/04/09 - 07h00

Proporção entre sexos varia com a latitude e intriga cientistas
Somando o mundo todo, nascem mais meninos que meninas.
Entretanto, quanto mais perto do equador, a diferença fica menor.

Nascem mais meninos do que meninas ao redor do mundo. Todavia, um novo estudo descobriu que, quanto mais perto as pessoas vivem do equador, menor se torna essa diferença. E ninguém sabe por que.

A proporção descentralizada dos sexos no nascimento é conhecida há centenas de anos, e pesquisadores descobriram uma ampla variedade de fatores sociais, econômicos, e biológicos que se correlacionam a ela – guerras, stress econômico, idade, alimentação, aborto seletivo, infanticídio, etc. Isolar a contribuição de qualquer variável cultural ou política se provou um exercício quase infinitamente complicado.

Entretanto, a latitude é um fenômeno natural, não afetado por fatores culturais ou econômicos. Para examinar seu efeito, Kristen J. Navara, da Universidade da Georgia, usou a latitude da cidade capital de 202 países, além de dez anos de dados sobre proporção dos sexos ao nascimento e variações anuais em duração do dia e temperatura.

Para estimar o status socioeconômico em cada país, Navara utilizou estatísticas sobre desemprego e produto interno bruto. Ela também calculou um índice de instabilidade política através da análise de fracasso e conflitos do Estado, publicada pelo Fundo Pela Paz, uma organização de pesquisa que combina doze indicadores sociais, econômicos e políticos para estimar a estabilidade relativa das nações do mundo.

Em seguida, Navara realizou uma análise estatística para determinar quais variáveis afetam a proporção dos sexos. O relatório apareceu online, em 1º de abril, no site da publicação Biology Letters.

O número de meninos nascidos não tinha relação com fatores socioeconômicos e políticos, mas havia uma correlação significativa entre as proporções de sexo, inclinadas em favor de meninos, de acordo com a latitude e as variáveis climáticas que a acompanham. Países africanos produziram as proporções de sexo mais baixas – 50,7% meninos – e países europeus e asiáticos atingiram as mais altas, com 51,4%.

O efeito da latitude, conforme Navara descobriu, persistiu ao longo de amplas variações em estilo de vida e status socioeconômico. Houve grandes diferenças na proporção de sexos entre regiões tropicais, dentro de 23 graus do equador, e as regiões temperadas, de 23 a 50 graus norte ou sul, mas nenhuma diferença entre as regiões temperadas e o norte subártico de 50 graus. A população vivendo ao sul de 50 graus era pequena demais para ser incluída na análise.

A correlação com a latitude manteve-se inalterada mesmo após a exclusão de dados de países asiáticos e africanos que pudessem ter sido desviados por abortos ou pelo extermínio de bebês meninas. Logo, a seleção de sexo pelos pais, antes ou após nascimento, não explica a correlação.

Um perito não envolvido no estudo questionou a validez da técnica estatística de Navara.

“Não há dúvidas de que a grande maioria das pessoas nos trópicos vive em sociedades relativamente pobres e estressantes”, disse Ralph Catalano, professor de saúde pública da Universidade da Califórnia, em Berkeley. “Se você controlar pelos estresses da pobreza, quem sobraria?”

Navara defendeu sua análise. “Análises estatísticas envolvendo populações humanas são sempre complicadas”, disse ela, “todavia, as análises usadas aqui são robustas e não eliminam quaisquer variações que veríamos nessas populações”.

Existem algumas explicações possíveis, mas nenhuma é inteiramente satisfatória. Pode ser que exista algum valor de sobrevivência em produzir mais meninas em regiões mais quentes, mas não se sabe qual seria ele. Poderia haver diferenças genéticas ou raciais capazes de explicar isso, mas a correlação persiste sobre populações tão variadas que parece improvável. Hamsters, camundongos, e ratos do campo também produzem mais filhotes machos em épocas com dias mais curtos e clima mais frio, mas os motivos para esses animais são tão misteriosos quanto para os humanos.

Ninguém nem mesmo sabe se a proporção dos sexos entre humanos é definida antes ou depois da concepção. Poderia a qualidade do esperma, exposto a diferentes temperaturas, causar a variação no momento da fecundação? Ou há algum acontecimento durante a gestação em temperaturas mais quentes capaz de fazer mais fetos masculinos, ou menos femininos, abortem espontaneamente?

“Há a possibilidade de que os humanos estejam reagindo a fatores programados para responder a muito tempo atrás – não culturais ou socioeconômicos, mas climáticos, incluindo fatores como a latitude”, disse Navara. “O interessante é que podemos estar presenciando algo remetido da nossa descendência animal”.





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Problema técnico tirou Globo.com do ar

14/04/09 - 12h48 - Atualizado em 14/04/09 - 15h35

Problema técnico tirou Globo.com do ar
Falta de energia atingiu prédio da Embratel.
Local abriga os servidores da Globo.com.

Um problema técnico deixou o portal Globo.com fora do ar na manhã desta terça-feira (14), impedindo o acesso aos sites G1, Globoesporte.com, Ego, Rede Globo, O Globo, entre outros. A falha começou às 10h05. Por volta das 10h40, o serviço começou a ser normalizado e, por volta das 15h15, todas as páginas já haviam voltado ao normal.

Segundo a concessionária Light, houve uma queda no fornecimento de energia elétrica no Centro do Rio de Janeiro, entre 9h51 e 9h59.

A falta de luz atingiu a sede da Embratel, onde ficam os servidores da Globo.com.

Em nota, a Embratel informou: "Nesta terça-feira, 14 de abril, uma queda de energia da concessionária local da cidade do Rio de Janeiro ocasionou uma queda momentânea nos sistemas atendidos por aquela região. Os geradores da empresa agiram e a rede voltou a funcionar normalmente".

Segundo Marco Lúcio Figueiredo Moreira, gerente de tecnologia da Globo.com, o data center (sala que reúne os computadores da Globo.com) ficou sem energia entre 10h05 e 10h30. Moreira diz que houve falha nos sistemas elétricos de emergência do prédio da Embratel. Segundo ele, às 12h55, um dos no-breaks ainda não estava funcionando.

Questionada pelo G1, a Embratel informou que não confirma a falha.

Segundo a assessoria da Light houve uma interrupção de energia provocada pelo acionamento de um equipamento de proteção para segurança. A Light informou que ainda investiga a causa da interrupção.




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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

CONSTRUINDO UM IMPERIO - EGITO

CONSTRUINDO UM IMPERIO - EGITO

(Egypt: Engineering an Empire)

Há 5000 anos, quando a Grécia e Roma não passavam de sonhos distantes, uma civilização concebeu o impossível e construiu o inimaginável.

"Os egípcios trabalharam em escala mais monumental que qualquer outro povo em milênios".

Enriquecidos por suas conquistas e fortalecidos por seus deuses, os faraós ergueram o primeiro monolíto de pedra do mundo antigo, o edifício mais alto, a mais antiga barragem, a fortaleza mais inexpuginável, a maior cidade e o monumento supremo ao ego de um governante.

"A mensagem é clara: Não se meta com o Egito".

Os engenheiros egípcios redefiniram os limites da possibilidade arquitetônica, mas seu caminho rumo a gloria eterna foi permeado de sangue, traição e catástrofe.

Acompanhe-nos em uma viagem de 2 horas pelas mais impressionantes construções do antigo Egito. Ao visitar monumentos como a cidade de Akhenaton em Amarna, a superfortaleza Núbia de Senusret e o templo mortuário de Hatsheput, ficará claro porque esta civilização obteve semelhantes avanços da engenharia há mais de cinco milênios. Não é a toa que os egípcios detiveram o recorde por ter construído o edifício mais alto sobre a Terra até o século XIX.

Descrição detalhada retirado do site do History Channel.

DOCUMENTARIO COMPLETO PARA DOWNLOAD
DIVIDIDO EM DUAS PARTES COMPLETAS


PARTE 01: http://www.badongo.com/pt/file/2397926


PARTE 02: http://www.badongo.com/pt/file/2398031






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Prejuízo da Sun cresce e as margens encolhem

28/04/09 - 19h08 - Atualizado em 28/04/09 - 19h10

Prejuízo da Sun cresce e as margens encolhem

BOSTON (Reuters) - A fabricante de computadores Sun Microsystems relatou um pico em suas perdas trimestrais, uma vez que as vendas caíram devido a uma queda nos gastos em tecnologia e incertezas sobre o futuro da empresa.

Sem contar custos de reestruturação e perdas contábeis por alguns ativos, a Sun teve uma perda de 0,21 dólar por ação em seu terceiro trimestre fiscal, fechado em 29 de março, em comparação com os 0,19 dólar previstos por analistas, segundo a Reuters Estimates.

A receita da empresa, que atualmente está em processo de compra pela Oracle Corp, caiu 20 por cento para 2,61 bilhões de dólares, em comparação com uma média prevista de 2,85 bilhões de dólares.

Já a margem bruta diminuiu 2,2 pontos percentuais sobre um ano antes, para 42,7 por cento.

A empresa relatou um prejuízo líquido de 201 milhões de dólares, ou 0,27 dólar por ação, em comparação com a perda de 34 milhões de dólares, ou 0,04 dólar por ação, do mesmo período do ano anterior.



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Polícia de Nova York - Ataques pela rede

23/04/09 - 14h00 - Atualizado em 23/04/09 - 14h04

Polícia de Nova York diz receber até 70 mil ataques hackers por dia
Departamento teria identificado computadores na China e na Holanda.
Terrorismo ainda ameaça a cidade, diz comissário de polícia.

A rede de computadores da polícia de Nova York, nos Estados Unidos, sofre até 70 mil tentativas de invasão por dia - e nenhuma atinge seu objetivo, segundo o Comissário Raymond Kelly.

Ele diz que todos os ataques falharam até hoje devido a um forte sistema de segurança dos computadores.

Segundo Raymond, o Departamento de Polícia de Nova York identificou ataques vindos de computadores na China e na Holanda, além de outros países. Os hackers vasculham o sistema atrás de uma brecha para invasão.

O Comissário destaca que o terrorismo continua sendo uma ameaça para a cidade de Nova York, mesmo anos depois dos atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo Raymond, a polícia de Nova York continua a aprimorar suas táticas e a expandir seu alcance internacional.


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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Peru acompanha Brasil - TV Digital

23/04/09 - 15h21 - Atualizado em 23/04/09 - 15h25

Peru acompanha Brasil e opta por sistema japonês de TV digital

LIMA (Reuters) - O Peru decidiu adotar o padrão japonês para o sistema de TV digital de base terrestre, informou na quinta-feira o governo, tomando o mesmo caminho que o Brasil.

Enrique Cornejo, ministro dos Transportes e Comunicações, fez o anúncio depois de reunião com o presidente peruano, Alan García, e com Shunichi Yamaguchi, enviado especial do primeiro-ministro japonês.

"Vamos trabalhar juntos desde agora para que esse sistema de TV digital possa ser implementado da melhor maneira e da forma mais rápida possível", disse Cornejo a jornalistas no palácio do governo.

A tecnologia digital permite comprimir, armazenar e transportar o sinal de televisão de maneira mais barata que a analógica, com melhor qualidade de imagem.

O governo peruano optou pela tecnologia japonesa depois de meses de análise que levaram em conta também os padrões da Europa e dos Estados Unidos. O plano é implementar o sistema até 2011, para substituir a atual tecnologia analógica.

Na América Latina, o Brasil adotou o esquema japonês em junho de 2006, enquanto a Colômbia decidiu no ano passado pela tecnologia européia.

Outros países, como Chile e Venezuela, ainda estão analisando os diferentes sistemas, enquanto a Argentina anunciou no ano passado que poderia optar pelo sistema japonês.

"O padrão japonês e brasileiro tem a vantagem de ser resistente a interferências e ruídos, o que permitirá que o povo peruano desfrute de boas transmissões televisivas em qualquer lugar", disse o enviado japonês Yamaguchi.

Além disso, o sistema japonês permite a transmissão de sinais de TV a aparelhos portáteis como celulares e também a transmissão de programas interativos dos quais os telespectadores possam participar, acrescentou Yamaguchi.

O enviado japonês informou que o Japão cooperará para a adoção do novo padrão no Peru. No final de fevereiro o governo brasileiro ofereceu cooperação científica no setor de televisão digital, com investimento de 500 milhões de dólares.






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Para que servem os amigos?

23/04/09 - 06h30 - Atualizado em 23/04/09 - 06h30

Para que servem os amigos? Para uma vida mais longa
Estudos mostram que pessoas com mais amigos vivem mais.
Ter boas companhias também ajuda a combater depressão.

Na jornada por uma saúde melhor, muitas pessoas se voltam a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Porém, elas ignoram uma poderosa arma capaz de ajudá-las a combater doenças e a depressão, acelerar a recuperação, retardar o envelhecimento, e prolongar a vida: seus amigos.




Amigos ajudam a preservar a saúde? (Foto: Stuart Bradford/NYT)


Recentemente, pesquisadores estão começando a prestar atenção na importância da amizade e das redes sociais para a saúde em geral. Um estudo australiano de 10 anos descobriu que pessoas mais velhas com um grande círculo de amigos tinham uma chance 22% menor de morrer durante o período do estudo, em relação àqueles com menos amigos. Um grande estudo de 2007 mostrou um aumento de quase 60% no risco de obesidade entre pessoas cujos amigos ganhavam peso. No ano passado, pesquisadores de Harvard relataram que laços sociais fortes poderiam promover saúde cerebral conforme envelhecemos.

“No geral, o papel da amizade em nossas vidas não é terrivelmente bem apreciado”, disse Rebecca G. Adams, professora de sociologia da Universidade da Carolina do Sul, em Greensboro. “Há várias expectativas em famílias e no casamento, mas muito pouco na amizade. A amizade tem um impacto mais forte em nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares”.

Em um novo livro, "The Girls From Ames: A Story of Women and a 40-Year Friendship" (Gotham), Jeffrey Zaslow conta a história de 11 amigas de infância que se espalharam do Iowa para oito estados distintos. Apesar da distância, a amizade entre elas sobreviveu à faculdade, ao casamento, ao divórcio, e a outras crises, incluindo a morte de uma das mulheres antes dos 30 anos.

Usando livros de anotações, álbuns de fotos e as memórias das próprias mulheres, Zaslow narra como a amizade moldou suas vidas e continua a sustentá-las. O papel da amizade na saúde e no bem-estar é evidente em praticamente todos os capítulos.

Duas das amigas souberam recentemente ter câncer de mama. Kelly Zwagerman, hoje uma professora de colegial moradora da cidade de Northfield, Minnesota, disse que ao receber seu diagnóstico, em 2007, seu médico lhe disse para cercar-se com suas pessoas mais amadas. Ao invés disso, ela buscou suas amigas de infância, embora elas morassem longe.

“As primeiras pessoas a quem contei foram as mulheres de Ames”, disse ela numa entrevista. “Mandei um e-mail para elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas e mensagens de apoio. Era muito claro que o amor porejava de todas elas”.

Quando ela reclamou que seu tratamento causava muitas dores na garganta, uma menina de Ames lhe enviou um liquidificador e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, enviou a Zwagerman um chapéu tricotado a mão, sabendo que sua cabeça ficaria fria sem cabelos; outra enviou pijamas feitos de tecido especial para ajudar a lidar com os suores noturnos.

Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo sua condição com as amigas do que com seu médico. “Nós temos tantas histórias juntas que essas mulheres falam de qualquer coisa”, disse ela.

Kelly disse ainda que suas amigas de Ames tinham sido fator essencial em seu tratamento e recuperação, e pesquisas sustentam essa percepção. Em 2006, um estudo com quase 3.000 enfermeiras com câncer de mama descobriu que mulheres sem amigos próximos tinham uma probabilidade quatro vezes maior de morrer da doença do que as mulheres com dez ou mais amigos. E notavelmente, a proximidade e a quantidade de contato com um amigo não foram associadas à sobrevivência. Simplesmente ter amigos já era algo protetor.

Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, cujo trabalho foca pessoas solteiras e amizades, aponta que, em muitos estudos, a amizade tem um efeito ainda maior sobre a saúde do que um cônjuge ou membro da família. Na pesquisa das enfermeiras com câncer de mama, ter um cônjuge não foi associado à sobrevivência.

Enquanto muitos estudos sobre a amizade focam nos intensos relacionamentos entre mulheres, algumas pesquisas mostram que os homens também podem se beneficiar. Em um desses, realizado num período de seis anos com 736 homens suecos de meia-idade, a ligação com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias, mas ter amigos, sim. Apenas o cigarro era um fator de risco tão importante quanto a falta de suporte social.

O motivo exato pelo qual a amizade tem um efeito tão grande não está inteiramente claro. Enquanto amigos podem assumir pequenas responsabilidades e buscar remédios para uma pessoa doente, os benefícios vão muito além da assistência física; na verdade, a proximidade não parece ser um fator.

Pode ser que pessoas com fortes laços sociais tenham, também, melhor acesso a serviços e atendimento de saúde. Além disso, entretanto, a amizade claramente possui um profundo efeito psicológico. Pessoas com amizades fortes apresentam menor probabilidade de contrair resfriados, talvez por terem níveis mais baixos de estresse.

No ano passado, pesquisadores acompanharam 34 estudantes da Universidade da Virginia, levando-os à base de uma colina bastante íngreme e equipando-os com pesadas mochilas. Em seguida pediram que os estudantes avaliassem o grau de declive. Alguns participantes ficaram ao lado de amigos durante o exercício, enquanto outros ficaram sozinhos.

Os estudantes que estavam com amigos deram estimativas mais baixas do grau de inclinação da colina e, quanto mais tempo de amizade os participantes tivessem entre si, menos íngreme ela parecia.

“Pessoas com redes de amizades mais fortes se sentem como se houvesse ali alguém para ajudá-las”, disse Karen A. Roberto, diretora do centro de gerontologia da Virginia Tech. “A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente desses estudos é que amigos tornam sua vida melhor”.



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Novo disco armazena 100 DVD's

28/04/09 - 09h59 - Atualizado em 28/04/09 - 09h59

Novo disco armazena conteúdo equivalente ao de cem DVDs
Novidade anunciada pela GE ainda não está disponível no mercado.
Objetivo é fazer que armazenamento de 500 GB chegue a 1 terabyte.




Foto: Divulgação/GE Disco microholográfico ainda não está disponível no mercado; GE trabalhou seis anos em seu desenvolvimento. (Foto: Divulgação/GE)A General Electric anunciou nesta semana a criação de uma tecnologia de armazenamento óptico capaz de arquivar 500 GB em um único disco -- o conteúdo equivale ao de cem DVDs tradicionais ou de 20 discos Blu-ray. Apesar do anúncio, a companhia não divulgou quando a novidade estará disponível no mercado.

O segredo da novidade está no tipo de material microholográfico utilizado pelo disco, que ainda está em fase de desenvolvimento. Segundo a empresa, a novidade poderá rodar em tocadores “muito similares ao do Blu-ray or DVD”. Enquanto essas duas alternativas guardam informação apenas na superfície do disco, a nova tecnologia utiliza todo o volume do material que compõe o disco para realizar o armazenamento.

“Hologramas, ou padrões tridimensionais que representam bits de informação, são gravados no disco e então podem ser lidos. Apesar de a tecnologia holográfica de armazenamento da GE representar um marco, o formato [de armazenamento dos dados] e hardware [para leitura do conteúdo] são tão parecidos com a atual tecnologia de armazenamento óptico que os tocadores microholográficos também poderão rodar CDs e DVDs”, afirmou a companhia, em comunicado.

Ainda de acordo com o anúncio, a GE trabalha no desenvolvimento dessa tecnologia há seis anos. Futuramente, diz a companhia, o armazenamento em um único disco poderá chegar a 1 terabyte de dados (o equivalente a dois discos de 500 GB).


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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Nova geração de tocadores dispensa arquivos

29/04/09 - 17h56 - Atualizado em 29/04/09 - 18h04

Nova geração de tocadores dispensa arquivos MP3 e toca música direto da web
Players como iPhone e Ibiza Rhapsody baixam canções 'das nuvens'.
Serviços como a rádio virtual Pandora ganham força em novo modelo.




Foto: Divulgação/Haier Tocador de música digital ignora limite de memória e baixa canções da web. (Foto: Divulgação/Haier)Os players digitais de música estão se libertando, e aos seus usuários, dos computadores, graças a aparelhos capazes de acessar música naquilo que se tornou conhecido como "a nuvem".

Com modelos existentes como o iPhone, da Apple, ou o Ibiza Rhapsody, do Hair Group, bem como o Pre, um celular muito aguardado da Palm, que sai nas próximas semanas, mais e mais audiófilos ganham a capacidade de encontrar, baixar e executar música por sistemas sem fio, sem que precisem conectar seus aparelhos a laptops ou computadores de mesa.

Os dois primeiros aparelhos mencionados podem se conectar diretamente a serviços online de música --a iTunes, para o iPhone (e iTouch), e o Rhapsody, da RealNetworks, para o Ibiza-- que oferecem um grande catálogo de canções e podcasts.

"O usuário jamais precisará utilizar o computador de novo, se lhe der na telha", disse Neil Smith, vice-presidente de gestão de negócios da Rhapsody, na sede da RealNetworks, uma pioneira na distribuição online de mídia.

Quando o Pre chegar às lojas, os usuários poderão ouvir o serviço de música online Pandora, ou adquirir canções diretamente do serviço de música em MP3 da Amazon.com.

Os provedores de serviços e fabricantes de aparelhos estão apostando que as pessoas se disporão a pagar mais pela capacidade de ouvir ou baixar música escolhida por impulso, onde quer que estejam. Eles fazem parte do crescente setor de "computação nas nuvens", na qual os dados, como música e outras informações digitais, ficam armazenados em servidores remotos, acessíveis instantaneamente.

O iPhone estreou quase dois anos atrás, mas um dos elementos cruciais de seu lançamento foi a inclusão de uma versão portátil da iTunes, que deu aos usuários a capacidade de localizar e adquirir canções com o aparelho.

A Rhapsody ainda tem menos de um milhão de usuários, mas existe há mais tempo como um serviço de música por assinatura, que oferece acesso ilimitado a um catálogo de mais de seis milhões de faixas aos usuários de computadores dispostos a pagar US$ 10 ao mês (US$ 15 no caso de downloads para players digitais).




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CASO DO ONIBUS 174

CASO DO ONIBUS 174

O sequestro do ônibus 174 é um episódio marcante da crônica policial do Rio de Janeiro, no Brasil. No dia 12 de Junho de 2000, às quatorze horas e vinte minutos, o ônibus da linha 174 (Central - Gávea) da empresa Amigos Unidos ficou detido no bairro do Jardim Botânico por quase 5 horas, sob a mira de um revólver, por Sandro Barbosa do Nascimento, vítima da antiga Chacina da Candelária.[1]

Ao entrar no ônibus, Sandro só pretendia cometer um assalto. Algo, entretanto, deu errado e ele acabou ficando preso dentro do ônibus com seus onze reféns. Luciana Carvalho foi uma das primeiras que teve a arma colocada na cabeça. Sandro a levou para a frente do ônibus e queria que ela dirigisse o veículo. Foi ali que o seqüestrador fez o primeiro disparo, um tiro contra o vidro do ônibus, feito para intimidar os fotógrafos e cinegrafistas no local.

Willians de Moura, que na época era estudante de administração, foi o primeiro refém a ser liberado, ficando outras dez pessoas que eram todas do sexo feminino. Após a liberação de Willians, Sandro apontou a arma na cabeça de Janaína Neves e a fez escrever nas janelas, com batom, frases como: "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo".

Após um tempo, Sandro libera também uma mulher chamada Damiana Nascimento Souza. Damiana já tinha sofrido dois AVCs e, naquele momento, passou mal novamente tendo um terceiro derrame. Segundo uma reportagem da Revista Época, o derrame "deixou-a sem a fala e sem os movimentos do lado esquerdo do corpo. (...) Desde então, caminha com dificuldade, comunica-se por escrito e apenas dois motivos a fazem deixar a casa humilde, no topo do Morro da Rocinha: ir ao médico e depositar flores no cenário da tragédia".

Um dos momentos de maior tensão foi quando o assaltante andou de um lado para o outro com um lençol na cabeça de Janaína. Segundo ela, Sandro afirmou que iria contar de um até cem, e quando chegasse no fim da contagem, ele a mataria. Sandro contava pulando os números e, ao chegar no número cem, fez a refém se abaixar e fingiu dar-lhe um tiro na cabeça. Após isso, fez ameaças: "delegado, já morreu uma, vai morrer outra".

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VIOLENCIA - SEQUESTRO DE UM ONIBUS DO RJ.

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Músculos de astronautas envelhecem mais rápido

15/04/09 - 06h30 - Atualizado em 15/04/09 - 06h30

Músculos de astronautas envelhecem mais rápido no espaço
Ausência de gravidade prejudica tripulantes, segundo estudo.
Após seis meses, eles ficam com músculos iguais aos de alguém com 80 anos.




Foto: Nasa
Astronauta em caminhada espacial (Foto: Nasa) De acordo com uma nova análise, um astronauta jovem e saudável que permaneça durante seis meses na Estação Espacial Internacional provavelmente voltará à Terra com os músculos de um idoso de 80 anos.

O estudo, financiado pela Nasa e publicado na edição de abril do jornal especializado "The Journal of Applied Physiology", examinou nove astronautas russos e americanos que haviam passado cerca de seis meses na estação. Eles tiveram acesso a diversas máquinas para exercícios aeróbicos e de resistência, e, além disso, os membros da tripulação mantiveram anotações sobre seu tempo de exercícios.

Os pesquisadores mediram o volume de músculos da perna através de exames de ressonância magnética, além do desempenho muscular, desta vez utilizando dinamômetros, antes do lançamento. Eles repetiram os testes quando os astronautas retornaram. Os cientistas também fizeram biópsias do músculo da panturrilha antes e depois do período no espaço.

Usando anotações e vídeos, os pesquisadores estimaram que os astronautas realizaram, em média, o equivalente a 50 minutos de atividade aeróbica e 30 minutos de treinamento de resistência por dia. Claramente, isso não foi o bastante: no retorno à Terra, eles haviam perdido uma média de 13% de massa muscular e de 20 a 29% de desempenho dos músculos.

“Nós nos exercitamos simplesmente caminhando até a geladeira”, disse Scott Trappe, professor de ciência dos exercícios na Ball State University e principal autor do estudo. “Os astronautas não. Seus modos de exercício estão bem, mas eles precisam de equipamentos capazes de oferecer intensidades muito mais altas.”


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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Microsoft : Mais da metade dos vírus no Brasil são Cavalo de Troia

08/04/09 - 22h10 - Atualizado em 09/04/09 - 02h18

Microsoft: Mais da metade dos vírus no Brasil são Cavalo de Troia
Os tipos mais comuns são os que roubam dados bancários das vítimas.

Mais da metade dos computadores brasileiros desinfetados pela Microsoft no segundo semestre de 2008 continham vírus do tipo Trojan, ou Cavalo de Troia, que têm o objetivo de roubar dados, segundo um relatório divulgado pela empresa nesta quarta-feira (8).

Os tipos mais encontrados são o Win32/Bancos e o Win32/Banker, ambos softwares que visam capturar detalhes bancários da vítima, como números de contas e senhas.

O Win32/Bancos envia as informações capturadas por e-mail, FTP ou postando no site do responsável pelo ataque. Eles são escritos na linguagem de programação Visual Basic.

Já o Win32/Banker costuma aparecer disfarçado de cartões virtuais.

A Microsoft afirma que, durante o segundo semestre do ano passado, desinfetou 843.698 máquinas no Brasil que continham os Trojans especializados no roubo de senhas e monitoramento remoto de máquinas.

Este número representa, segundo a empresa, um aumento de 2.133% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Taxa de infecção
O relatório, intitulado Security Intelligence Report,afirma que o Brasil permanece sendo um dos países com as maiores taxas de infecção, com um índice (CCM) de 20,9 máquinhas infectadas para cada mil avaliadas.

Apenas a Sérvia (CCM de 77,0) e a Rússia (CCM de 21,1) teriam índices maiores.

No outro extremo, entre os menos atacados, estão localidades asiáticas como o Vietnã (CCM de 1,3), Filipinas (CCM de 1,4), Macau (CCM de 1,5) e o Japão (CCM de 1,7).





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Microsoft ainda pode surpreender com computação nas nuvens

04/05/09 - 18h37 - Atualizado em 04/05/09 - 18h40

Microsoft ainda pode surpreender com computação nas nuvens

SEATTLE (Reuters) - A julgar pela aparência, a Microsoft Corp se mantém como o maior perdedor na revolução da computação em nuvem, se isso significar que as grandes empresas irão abrir mão do uso softwares em seus computadores e passar a lidar com informações inteiramente pela Web.

No entanto, o lado positivo para a maior empresa de softwares do mundo é que esta revolução está acontecendo a um passo muito lento, isso se estiver mesmo acontecendo. E até ela chegar, a Microsoft pode alavancar e surgir como o grande ganhador.

"A Microsoft certamente está devagar e atrasada neste jogo." disse Matt Rosoff, um analista da Directions on Microsoft, que vende pesquisas independentes para clientes e desenvolvedores da empresa.

"Mas eles terão uma enorme vantagem quando finalmente conseguirem estes serviços, já que a maioria das empresas já têm grandes contratos com softwares da Microsoft que se renovam a cada dois, três anos."

Isso também dá uma vantagem natural à empresa de Redmond sobre pioneiros da computação em nuvem como Amazon.com, Google e Salesforce. Eles vêm agindo dinamicamente nesse setor --que trata da tendência em direção ao uso de softwares em centros de dados remotos e acessados pela Internet-- mas ainda não têm o poder para conquistar os clientes mais rentáveis da Microsoft.

A promessa do que a Microsoft pode alcançar no setor de computação em nuvem ainda não foi incluída nos variáveis de preço de suas ações, segundo Todd Lowenstein, um gestor de portfólios da HighMark Capital Management, que possui 434.000 ações da Microsoft distribuídas entre uma série de fundos que administra.

"Computação em nuvem é ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça para a Microsoft. A oportunidade não vem embutida, no entanto; já a ameaça vem," disse Lowenstein. "Se eles souberem aproveitá-la, será um benefício líquido para eles."




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CARTAGO - O HOLOCAUSTO ROMANO

CARTAGO - O HOLOCAUSTO ROMANO

Sinopse: As Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago, se iniciaram em 264 a C. e terminaram em 146 a.C. Cartago, cidade fundada pelos fenícios, controlava todo o comércio na bacia do Mediterrâneo e monopolizava a ligação com o oriente. Ao final de três grandes guerras, os romanos tornaram-se senhores do Mediterrâneo - Mare Nostrum.

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A CARNIFICINA QUE OS ROMANOS FIZERAM

http://www.badongo.com/pt/file/836119







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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mexicana oferece o próprio rim por R$ 80 mil

23/04/09 - 16h02 - Atualizado em 23/04/09 - 17h25

Mexicana oferece o próprio rim por R$ 80 mil na internet
Venda de órgãos é ilegal no país, mas tem crescido nos últimos anos.
País sofre também com tráfico de pessoas para os Estados Unidos.

Uma mexicana está oferecendo seu rim na internet por 500 mil pesos (pouco mais de R$ 80 mil), com o argumento de que precisa de dinheiro para solucionar um problema familiar, informou nesta quinta-feira o diário local "La Jornada". No país, a venda de órgãos é ilegal, mas tem crescido recentemente.

"Sou uma mulher de 30 anos, completamente sã, que decidiu vender o rim para livrar a minha família de um problema. Meu tipo de sangue é O positivo. Vivo em Mérida, Yucatán", afirma o anúncio.

A mulher pede apenas que os interessados sejam da mesma região ou de estados mexicanos vizinhos, segundo diz a nota publicada na internet.

O comércio de órgãos no México é agravado pela proliferação de outra atividade ilícita, o tráfico de pessoas, intimamente ligado às fortes correntes de imigração rumo aos Estados Unidos.


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domingo, 20 de setembro de 2009

Mercado de software chega a US$15 bi no Brasil

30/04/09 - 17h53 - Atualizado em 30/04/09 - 17h55


Mercado de software chega a US$15 bi no Brasil, com alta de 35%

O mercado nacional de software e serviços movimentou, em 2008, 15 bilhões de dólares no Brasil, com uma elevação de 35 por cento sobre o ano anterior.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), a partir de pesquisa da consultoria IDC, que mapeou o setor de software no Brasil.

Apesar do crescimento, mundialmente o país manteve a 12a posição, com um mercado interno que equivale a 1,68 por cento do total global.

Os Estados Unidos ocupam a primeira colocação no ranking, com um mercado doméstico de 339,6 bilhões de dólares, seguido pelo Japão, que movimentou 71,7 bilhões de dólares em softwares no ano passado.

Dos 15 bilhões de dólares movimentados no Brasil, 5 bilhões foram gerados pelos programas em si e 10 bilhões de dólares pelos serviços a eles atrelados.

Quase 50 por cento da demanda veio dos setores financeiro e industrial, diz a pesquisa do IDC apresentada pela Abes.

O setor brasileiro de software é composto por 8,5 mil empresas, entre as que desenvolvem, distribuem e comercializam. Entre as desenvolvedoras, 94 por cento são consideradas micro e pequenas empresas.





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sábado, 19 de setembro de 2009

Localizador de pessoas do Google - Latitude

16/02/09 - 08h00 - Atualizado em 16/02/09 - 08h23

Localizador de pessoas do Google põe privacidade em xeque; saiba usar
trazemos perguntas e respostas sobre a nova ferramenta Google Latitude.
Especialistas explicam como fazer bom uso do serviço que localiza amigos.

Você buscou palavras no Google, pessoas no Orkut e possivelmente agora vai começar a caçar amigos no Latitude, um serviço gratuito do gigante da internet que promete apontar em mapas -- exibidos na tela do computador ou do telefone celular -- a exata localização de seus conhecidos. E também mostrará a essas pessoas onde você está. Apesar de esse serviço de localização não ser uma completa novidade, a entrada do Google no setor acelera sua popularização, reforçando também as polêmicas relacionadas a esse tipo de ferramenta.

Assim como aconteceu com o surgimento do telefone celular e das redes sociais, ainda não se sabe exatamente como a novidade será integrada à vida de seus usuários, e quais os efeitos ela terá sobre atividades cotidianas.




Google Latitude mostra localização de contatos na tela do celular ou do computador. Para seguir pessoas, é necessário ter autorização delas. (Foto: Reprodução )
Se o celular de certa forma acabou com o seu direito de se isolar e ficar incomunicável – a não ser, é claro, que você o desligue ou invente desculpas como “estou em uma área sem sinal” ou “vou entrar no túnel agora, deve cair a linha”, o Latitude vai limitar, inclusive, seu direito de ir para lugares onde você não gostaria de ser descoberto. Sim, você pode ligar e desligar o radar, e até mesmo “mentir” para a máquina, alterando sua localização. Mas até isso gera novos problemas e questões morais.

Ouvimos especialistas na área de tecnologia para entender o quanto o Latitude ameaça os direitos dos usuários, e qual é o uso adequado desse localizador. Confira abaixo perguntas e resposta sobre o novo serviço do Google.

- A ferramenta invade a privacidade dos usuários?

Foto: Divulgação Usuário pode escolher se quer exibir sua localização para os contatos, se quer ficar invisível ou escolher manualmente uma área no mapa. (Foto: Divulgação )Depende de como ele usar o Google Latitude e de quanta informação estiver disposto a compartilhar com seus contatos. Enquanto alguns acham absurda a possibilidade de serem localizados na tela dos celulares, outros podem não se importar em exibir sua localização em tempo real. É possível ainda usar a ferramenta de maneira parcial: ela pode ser desabilitada temporariamente e apontar uma localização falsa, onde o usuário não está naquele momento.

André Lemos, professor da faculdade de comunicação e pesquisador de cibercultura, acredita que os usuários de tecnologia já estão acostumadas a abrir mão de parte de sua privacidade. “O celular já é usado dessa forma, a primeira pergunta é ‘onde você está?’. Em geral, as pessoas estão se mostrando mais e vendo mais informações do outro também”, diz.

“O Latitude foi criado para pessoas que queiram dizer onde estão e para que elas encontrem amigos em seus movimentos pelas cidades. Usa quem quer: a pessoa diz quem poderá saber onde ela está e o nível de detalhe da sua localização”, continua Lemos, reforçando que todos têm direito à privacidade e ao anonimato. “Quem tem algo a esconder vai esconder [mesmo com o Latitude], pois já faz isso de uma forma ou outra.”

O professor e pesquisador Silvio Meira acredita que todos deveriam se preocupar com a privacidade antes de perdê-la e ter de lutar para recuperá-la.

“Quem pensa que não tem algo a esconder que se imagine fotografado nu, na privada, e a foto publicada”, provoca o professor de engenharia de software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, em Recife, e cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R). “A assimetria de informação [nenhuma pessoa saber tudo sobre outra] é parte essencial da infraestrutura de relacionamento da humanidade.”

- Para que o Google Latitude pode ser útil?
Desde que o usuário controle quanta informação quer compartilhar, a ferramenta pode ser útil para monitorar crianças e adolescentes em trânsito, acompanhar a rota de veículos (táxis e caminhões, por exemplo) e facilitar o encontro com pessoas conhecidas -- quando aquele amigo passar perto do seu trabalho, o Google Latitude vai avisar e você pode convidá-lo para tomar um café.




Foto: Divulgação Na tela do celular, usuário vê lista de amigos que podem ser localizados no mapa. (Foto: Divulgação )“Um serviço desses é ótimo para acompanhar amigos e parentes que estão viajando. Ou para empresas saberem a localização de funcionários que trabalham em campo. Também pode ser útil para os pais controlarem por onde andam os filhos, já que hoje a violência é uma preocupação constante no meio familiar”, afirma Bia Kunze, responsável pelo blog de tecnologia móvel Garota sem fio.



- Quais os riscos apresentados pelo Google Latitude?
O usuário que acessa esse serviço tem em mente que apenas as pessoas por ele autorizadas poderão visualizar sua localização, nos momentos em que ele permitir. O problema surge quando aqueles sem autorização se apoderam dos dados - caso de hackers, ladrões ou até mesmo empresas interessadas nos hábitos de consumidores.

“Dados pessoais e identidade podem ser furtadas. Os próprios cônjuges, hoje aos beijos, amanhã podem estar no pior dos mundos e recorrer à bisbilhotagem eletrônica. Se as informações caírem nas mãos de delinquentes, corremos o risco de sermos vigiados, seguidos, perseguidos e chantageados, onde quer que estivermos. É pouco?”, questiona Ethevaldo Siqueira, escritor especializado em novas tecnologias.

Já Lemos diz que o maior perigo dessa ferramenta não está na possibilidade de ver a localização de um usuário, mas na geração de perfis que podem ser usadas por empresas de marketing, publicidade, seguradoras e governos. Ele exemplifica, dizendo que uma seguradora de saúde pode cobrar mais de um cliente depois de traçar seu perfil e descobrir que ele gosta de feijoada, compra muitos alimentos gordurosos e vai sempre a churrascarias.

A Garota sem fio faz coro. “Não é apenas o fato de pessoas saberem sua localização que está em discussão. A dúvida maior é: o que o Google faz com essas informações? As políticas de privacidade do Google não detalham quem e como acessa esses dados. É a mesma discussão que acontece com o Gmail. Pelos anúncios mostrados nas páginas das mensagens, sabemos que a empresa acessa seus dados, ainda que de forma não-humana.”



- Em que situações o usuário deve deixar o localizador ativado?
Os critérios são muito pessoais. Siqueira defende que a ferramenta só deve funcionar quando alguém de confiança precisa saber da localização do usuário -- no resto do tempo, o Google Latitude deve ser mantido desligado.

“Para muitas pessoas e seus grupos, pode funcionar sempre. Para outras, nunca. A localização deveria ser um botão de emergência, para ser usada em situações bem particulares”, opina Meira. Lemos exemplifica um caso de necessidade: “o sistema pode ficar ligado quando o usuário estiver se dirigindo a lugares mais perigosos. Assim, terá alguém que possa, à distância, monitorar seus movimentos e ajudar caso haja algum problema”.



- Em que situações o Google Latitude deve ser desativado?
Quem responde é Silvio Meira. “Sempre que a informação sobre sua localização, disseminada para o conjunto de pessoas que pode ter acesso a ela, comprometer sua privacidade ou a assimetria de informação que lhe protege e às suas histórias. Imagine que você está atrasado para um compromisso e diz pra alguém, X, que está num engarrafamento. X conhece Y, que tem acesso à sua localização. X liga pra Y e, por acaso, descobre que você, na verdade, dormiu demais. Você vai precisar desligar a informação sobre sua localização em muitas situações”, conclui.




Ouvimos especialistas na área de tecnologia para saber o quanto o Latitude ameaça a privacidade dos usuários e também qual o uso adequado do localizador. (Foto: Divulgação)


- Em que casos alguém (como familiar, amigo, chefe) pode cobrar que um usuário do Google Latitude deixe o serviço habilitado?


Os especialistas ouvidos são unânimes em afirmar que essa cobrança raramente pode ser feita. Algumas das ocasiões em que ela pode acontecer são: pais querendo saber a localização de seus filhos menores de idade ou empresas que desejam saber onde estão os funcionários, mas só durante o horário de expediente.



- Um amigo que permite que você veja a localização dele, mas você não quer que ele saiba a sua (o equivalente a não aceitar um pedido de “amizade” no Orkut). O que fazer nessa situação?

Beatriz não acha que seja necessário dar explicações, principalmente para pessoas que o usuário mal conhece ou convive pouco. “Convite de estranhos, então, nem pensar. Ele permitir que você veja a localização dele não quer dizer nada. Quem disse que você está interessado? E por que um estranho estaria interessado na sua localização?”, pergunta a garota sem fio.

Para Meira, a regra é a mesma das redes sociais: nelas, você escolhe com quem vai se relacionar e, se não quiser fazer contato com alguém, simplesmente fica quieto. “O silêncio, na maior parte dos casos, é uma ótima explicação.”

- Se o usuário mente sobre sua localização, deve desativar o serviço ou fazer com que o localizador mostre o lugar onde ele disse que estaria (em outras palavras: o Latitude deve “compactuar” com a mentira)?

Na opinião de Lemos, o usuário deve usar o serviço como bem entender. “Se quiser mentir, use o aparelho para mentir. Se não quer que saibam onde você está, simplesmente desligue. No fundo, devemos nos conectar, trocar informações com outros, mas deve sempre haver um limite.”

O uso da “tecnologia a serviço da mentira”, como descreve Meira, só deve ser feito por pessoas que realmente precisam esconder sua localização, têm memória boa e também muita sorte. Isso porque, segundo ele, é difícil mentir consistentemente por muito tempo, para muita gente.

“Mudar de um ponto para outro, muito longe, às vistas de quem está lhe observando de longe vai parecer teletransporte. Por outro lado, chegar em casa e o Latitude mostrá-lo no trabalho vai dar uma bandeira monumental”, alerta.


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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Internautas expõem corrupção do governo chinês

11/04/09 - 11h53 - Atualizado em 11/04/09 - 11h55

Internautas expõem corrupção do governo chinês na rede

PEQUIM (Reuters) - Além de estar sob pressão para criar mais empregos e gerar crescimento, o Partido Comunista da China enfrenta uma dor de cabeça com os usuários da Internet empenhados em expor as condutas questionáveis dos membros do governo.

Duas faturas de gastos em um clube de karaokê geraram no começo deste mês o último furor na Internet sobre a corrupção do governo, pondo fim à carreira de um burocrata de Liuyang, na província sulista de Hunan.

Verificadas e enviadas à rede por um navegador anônimo, as faturas incluíam quase 7 mil dólares em jantares, massagens e outros serviços.

O escândalo de Liuyang foi parte de uma cadeia de notícias nos últimos meses, geradas por exposições na Internet de funcionários que desfrutam de férias luxuosas no exterior sob a justificativa de viagens "de estudo", ou que são fotografados usando relógios valiosos.

Com a mídia controlada pelo Estados, que frequentemente se nega a informar, e supervisores designados pelo partido envolvidos em escândalos, os internautas chineses se propuseram a deixar em evidência a corrupção do governo.

"Há uma sensação de que o governo central perdeu o controle sobre os funcionários em vários lugares", disse Rebecca McKinnon, especialista em Internet da Universidade de Hong Kong.

"Temos a crise financeira e muita gente preocupada com a corrupção e com a maneira com que o governo administra as finanças da nação", acrescentou McKinnon.

A corrupção não é algo novo na China, mas os últimos escândalos se desenvolveram em meio à exigência de mais transparência no plano de estímulo chinês de 4 bilhões de iuanes (585 milhões de dólares) para reativar a economia debilitada.




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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

IBM planeja serviços em "nuvem"

23/04/09 - 15h12 - Atualizado em 23/04/09 - 15h15

IBM planeja serviços em "nuvem" em 2009

BOSTON, Estados Unidos (Reuters) - A IBM planeja lançar serviços de computação em nuvem este ano, focando em empresas como Amazon, Microsoft e Google.

A porta-voz da companhia, Kelly Sims, informou nesta quinta-feira que os primeiros desses serviços permitiram a programadores escreverem software que funciona com a nova tecnologia.

Sistemas de computação em nuvem executam software e armazenam informações em grandes centros de processamento de dados remotos que são acessados pelos usuários pela Internet.

Além do serviço para programadores, a companhia também planeja introduzir nuvens que permitem empresas executarem aplicações comerciais e virtualizar redes de computadores pessoais, informou Sims.

A maior parte da tecnologia foi desenvolvida com know-how que a IBM produziu em uma parceria com o Google para a criação, desde 2007, de serviços em nuvem para computação acadêmica. afirmou a porta-voz.

"A IBM está aplicando essas técnicas em ofertas comerciais que serão lançadas em 2009", disse Sims.





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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

HP revela linha de laptops ProBook

28/04/09 - 11h24 - Atualizado em 28/04/09 - 11h25

HP revela linha de laptops ProBook

SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) - A Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores pessoais, está lançando uma nova linha de laptops de baixo preço para uso profissional, com recursos direcionados a usuários em pequenas e médias empresas.

O HP ProBook s-series, que começou a ser distribuído mundialmente na terça-feira, é o novo laptop básico de negócios da empresa, depois do lançamento do EliteBook, mais leve e de preço mais elevado, no ano passado.

O ProBook substitui a linha HP Compaq, ainda que o nome Compaq vá continuar em uso como marca primária em outros computadores.

O ProBook oferece aos usuários diversos recursos entre os quais a opção de um sistema operacional Linux pré-instalado --o SuSE Linux Enterprise Desktop 11, da Novell. Trata-se do primeiro notebook empresarial colocado à venda pela HP com um sistema Linux pré-instalado, afirmou a empresa.

"Trata-se em larga medida de uma evolução natural", disse Carol Hess-Nickels, diretora mundial de marketing de notebooks empresariais na HP. "Queremos oferecer uma opção diferente... provavelmente ainda vai demorar um pouco para que saibamos exatamente qual é a demanda, mas nossa idéia era de que valia a pena tentar a idéia", disse.

Os ProBooks vêm com telas de 14, 15,6 ou 17,3 polegadas, e preços a partir de 529 dólares.

Alguns modelos também apresentarão a tecnologia Gobi, da Qualcomm, o que lhes permite usar um único módulo para acesso a diferentes tecnologias de conexão a banda larga móvel e diferentes operadoras.

Os novos HPs também oferecerão recursos de durabilidade, como o 3D Drive Guard, que protege o disco rígido caso o computador seja derrubado, e um revestimento à prova de água.




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terça-feira, 15 de setembro de 2009

'Halo' sai dos games e ganha enciclopédia

14/04/09 - 14h44 - Atualizado em 14/04/09 - 14h49

'Halo' sai dos games e ganha enciclopédia em novembro
Coletânea terá detalhes sobre armas, personagens e lugares.
Livro terá 352 páginas coloridas e poderá ganhar tradução.

A editora Dorling Kindersley (DK) anunciou nesta terça-feira (14) que a "Enciclopédia Halo" será lançada em novembro de 2009. O livro terá 352 páginas coloridas e contará detalhes da série que estreou nos games em 2001, ganhando continuações e novas versões até recentemente.




A enciclopédia terá informações sobre armas, unidades de combate, veículos e lugares dos jogos "Halo: combat evolved", "Halo 2", "Halo 3", "Halo wars" e "Halo 3: ODST". O livro é produzido pela DK em parceria com a Microsoft e, segundo a editora, deve ser lançado em diversos países e ser traduzido para outras línguas.




O spartan Master Chief, à frente, e os alienígenas Covenant são alguns dos personagens da série 'Halo' (Foto: Divulgação)



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