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sexta-feira, 13 de junho de 2014

A cara de zumbi - História do Brasil


A CARA DE ZUMBI - História do Brasil


O céu avermelhado na Serra da Barriga podia ser visto de longe, em Alagoas, no dia 6 de fevereiro de 1694. Era o fogo queimando Macaco, a capital do Quilombo dos Palmares. O incêndio extinguiu a resistência da confederação de escravos rebelados. Ali, eles conquistaram um século de liberdade. Zumbi, o último líder de Palmares, sobreviveu à queda de Macaco, mas foi emboscado e assassinado em 20 de novembro de 1695. A data é, atualmente, o "Dia da Consciência Negra" porque, para muitos brasileiros, a abolição dos escravos começou a acontecer muito antes do século XIX. E não tem a cara da Princesa Isabel

sábado, 28 de dezembro de 2013

Palmares: Cem anos de sonho - História


PALMARES: CEM ANOS DE SONHO - História


Uma equipe de arqueólogos e antropólogos americanos e brasileiros começa a escavar a história do Quilombo dos Palmares, a maior rebelião negra das Américas, para tentar reconstituir um pouco da vida dessa sociedade livre, que resistiu por quase um século a todos os ataques dos senhores de escravos no Brasil colonial.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mãe de menino com câncer recusa tratamento

21/05/09 - 11h04 - Atualizado em 21/05/09 - 11h04

Mãe de menino com câncer recusa tratamento e gera debate nos EUA
Com 13 anos, garoto tem linfoma de Hodgkin, que pode ser curado.
Pais, no entanto, dizem ser contra quimioterapia por razões religiosas.

Um garoto de 13 anos está com câncer e fugindo da polícia com sua mãe, nos Estados Unidos. daniel Hauser teve um linfoma de Hodgkin diagnosticado em janeiro desse ano, depois de sentir dores no peito. O linfoma de Hodgkin é um tumor maligno que tem tratamento conhecido e com bons resultados, quando iniciado a tempo.

O tratamento ideal para esse tipo de tumor são sessões de quimioterapia e eventualmente complementação com radioterapia. Depois das primeiras sessões de quimioterapia a família do jovem interrompeu o tratamento e não retornou mais ao hospital. Os médicos apelaram para a justiça estadual, que realizou uma audiência em 15 de maio para avaliar a situação.

A mãe do garoto declarou ser contra a quimioterapia por razões religiosas. A família faz parte de uma seita que segue orientações indígenas e que não admite medicações que ataquem o corpo humano. O rapaz está sendo tratado com ervas e vitaminas. A mãe diz que a quimioterapia seria um veneno para o filho.

Os médicos por outro lado explicaram que o tumor de Daniel tem mais de 90% de chances de ser curado e ele tem somente 5% de probabilidade de sobreviver sem o tratamento. O juiz ordenou que uma avaliação radiológica fosse feita, e os raios-X mostraram que o tumor de Daniel voltou a crescer após o tratamento inicial e está pior do que em janeiro.

Mãe e filho faltaram à audiência marcada para 19 de maio e o juiz emitiu uma ordem de prisão para a mãe, caracterizando o quadro como negligência médica.
As últimas notícias dão conta de que os dois estariam fugindo em direção ao México.

O caso não é inédito nos Estados Unidos, e curiosamente os outros episódios também aconteceram com linfomas de Hodgkin. O tumor atinge adultos jovens e adolescentes, que por isso são legalmente dependentes dos pais. A discussão é até que ponto a vontade dos pais de um menor pode impedir a um tratamento médico que pode salvar a vida dessa criança. Qual o papel do Estado em proteger as crianças, e qual é o limite para essa proteção?

As dúvidas da sociedade são criadas pelo avanço tecnológico e surgem mais rapidamente do que as leis. Todos nós devemos pensar em que sociedade queremos viver para que esse consenso possa chegar até a Justiça através de novas leis, se for o caso.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Suspeito desiste de fuga nos EUA para comer último burrito

13/05/09 - 15h23 - Atualizado em 13/05/09 - 15h23

Suspeito desiste de fuga nos EUA para comer último burrito
Jermaine Askia Cooper estava fugindo da polícia a 145 km/h.
Como seria preso, suspeito pretendia saborear seu prato preferido.




Foto: Divulgação Traficante não queria ser preso sem antes comer seu 'último' burrito. (Foto: Divulgação)Uma perseguição policial em Fort Wayne, no estado de Indiana (EUA), terminou repentinamente quando um suspeito de tráfico de drogas reduziu a velocidade e parou em um restaurante fast-food da cadeia Taco Bell.

Jermaine Askia Cooper, de 36 anos, estava fugindo da polícia a 145 km/h.

Segundo o policial Mark Walters, o suspeito afirmou que parou no restaurante Taco Bell porque sabia que iria para a prisão por um tempo e pretendia comer seu último burrito.

Cooper foi detido sem direito a fiança por porte de cocaína, resistência à prisão e fuga.