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domingo, 9 de junho de 2024

Descoberto um planeta do tamanho da Terra onde um ano dura menos que um dia

Descoberto um planeta do tamanho da Terra onde um ano dura menos que um dia

Trata-se de um mundo rochoso a 55 anos-luz com uma órbita extremamente curta ao redor de sua estrela.

Vírus gigantes são encontrados na camada de gelo da Groenlândia

Vírus gigantes são encontrados na camada de gelo da Groenlândia

Segundo os pesquisadores, a descoberta inédita aponta para um surpreendente efeito benéfico para o meio ambiente.

domingo, 9 de outubro de 2022

É descoberto 'mundo escondido' abaixo do gelo da Antártida onde há vida

É descoberto 'mundo escondido' abaixo do gelo da Antártida onde há vida

Os cientistas se surpreenderam ao encontrar seres vivendo a uma grande profundidade.

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Descoberta de novo fóssil de misteriosa 'espécie irmã' dos humanos surpreende pesquisadores

Descoberta de novo fóssil de misteriosa 'espécie irmã' dos humanos surpreende pesquisadores

Novo estudo ajudará a montar o quebra-cabeças que envolve os intrigantes denisovanos, que viveram há mais de 100 mil anos.

sábado, 15 de janeiro de 2022

NASA - Como deve ser a base na lua planejada para ser estabelecida até 2030

NASA - Como deve ser a base na lua planejada para ser estabelecida até 2030

Pesquisadores planejam usar poeira lunar como matéria-prima para erguer estrutura com impressoras 3D.

terça-feira, 24 de março de 2020

Vaga-lumes correm risco de extinção devido a pesticidas e luz artificial

Vaga-lumes correm risco de extinção devido a pesticidas e luz artificial


Um novo artigo publicado por biólogos na revista Bioscience acende o alerta sobre o perigo que corre um dos insetos mais famosos e queridos do mundo: o vaga-lume. 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Espécie de peixe gigante da China é a primeira a ser declarada extinta nos anos 2020

Espécie de peixe gigante da China é a primeira a ser declarada extinta nos anos 2020


O peixe-espada-do-Rio-Amarelo (Psephurus gladius) é a primeira espécie a ser declarada extinta nos anos 2020. 

terça-feira, 21 de maio de 2019

'GAME OF THRONES' triunfa ao final ao abdicar do ôbvio e escolher otimismo e realismo

'GAME OF THRONES' triunfa ao final ao abdicar do ôbvio e escolher otimismo e realismo


O último episódio da série entregou, após oito temporadas, um final impecável...

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Como os passarinhos estão se tornando seres urbanos


Como os passarinhos estão se tornando seres urbanos

Pesquisadores dizem que, ao longo do século 20, 'hábitats urbanos se
 tornaram mais favoráveis aos pássaros' 
(Foto: UNIVERSIDADE DE ILLINOIS URBANA-CHAMPAIGN)


Mapeamento de espécies em Estado americano conclui que, ao longo do século 20, cidades se tornaram mais favoráveis às aves, enquanto condições em habitats rurais foram afetadas por uso de pesticidas e desmatamento.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sinal encontrado a 95 anos-luz pode ser enfim nosso primeiro contato alienígena


Sinal encontrado a 95 anos-luz pode ser enfim nosso primeiro contato alienígena


Cientistas estão tentando controlar a ansiedade com o fenômeno, que é bem diferente dos já vistos! 

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Pesquisadores encontram tubarão mais antigo que dinossauros


Pesquisadores encontram tubarão mais antigo que dinossauros


Após décadas de busca, um submarino não tripulado do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterrey (Califórnia, EUA), conseguiu finalmente encontrar o misterioso tubarão fantasma.

terça-feira, 5 de abril de 2011

O Sol Acabou - Southern Day Frog

O SOL ACABOU - Southern Day Frog


A southern day frog era uma rã de hábitos diurnos. Ganhou esse nome porque costumava ficar horas tomando banho de sol ou relaxando sobre pedras aquecidas pelos raios solares. A pele, bem macia, precisava estar sempre hidratada Por isso, vivia próximo a córregos e correntes de água, dando freqüentes mergulhos. A coloração era cinza ou marrom, com as costas cheias de manchas escuras. As patas traseiras tinham os dedos largos, sem natatórias, o que não impedia a rã de nadar, principalmente para fugir dos predadores.
Minúscula, a southern day frog tinha o tamanho de um polegar humano. O macho alcançava entre 22 e 27 milímetros e a fêmea, entre 23 e 30 milímetros. Coaxava emitindo um som parecido com o cacarejo das galinhas. O acasalamento ocorria nas estações mais quentes do ano. A fêmea botava ovos gelatinosos e os escondia embaixo de galhos ou pedras submersas. Ali os girinos ficavam até se tornar adultos. O comportamento da espécie foi pouco estudado por causa do pequeno intervalo entre sua descoberta e sua extinção. A rã foi descoberta pela ciência em 1966, nas florestas tropicais da Cordilheira de Blackall e D’Aguilar e no Parque Nacional de Conondale, sudeste do Estado de Queensland, na Austrália. Foi observada pela última vez em 1979.
As causas de sua extinção não foram esclarecidas. Não há evidências de que tenha sido vítima da poluição das águas ou da caça indiscriminada por parte dos colecionadores de anfíbios. Uma das hipóteses é que a southern day frog tenha sido dizimada por uma doença ainda desconhecida. O superaquecimento do planeta, responsável por mudanças climáticas, também pode ter afetado o habitat e contribuído para o desaparecimento do pequeno anfíbio.

Southern Day Frog
Nome científico: Taudactylus diurnus
Ano da extinção: 1979
Habitat: Queensland, Austrália

quinta-feira, 3 de março de 2011

É um Dragão ou um Lagarto? Kawekaweau

É UM DRAGÃO OU UM LAGARTO? Kawekaweau


Uma antiga lenda da tribo maori, da Nova Zelândia, falava de uma misteriosa criatura chamada kawekaweau, uma espécie de pequeno dragão que se escondia sob árvores caídas e que saía do seu esconderijo para atacar pessoas incautas. Esse dragão, na verdade, seria um lagarto com um tamanho muito superior ao de outras espécies, cerca de 60 centímetros de comprimento. Os aborígines de Ilha do Norte afirmavam que, em 1870, o chefe da tribo urewera havia capturado um exemplar vivo do kawekaweau, encontrado sob a casca de uma árvore já morta na região central da Nova Zelândia. Ele o descreveu como um animal pardo, com listras vermelhas e espessura de um punho humano. Apesar do relato feito pelo líder da tribo, nenhum espécime foi preservado, e os cientistas passaram a considerar que o lagarto gigante nada mais era que uma criatura lendária e fantástica, fruto da imaginação dos maoris.
A comprovação da existência desse animal viria só em 1986, quando um grupo de pesquisadores publicou um artigo anunciando a "descoberta" de uma pele antiga de um réptil empalhado que estava esquecido havia muito tempo no Museu de História Natural de Marselha, na França. Amarrado a uma tábua, sem qualquer identificação ou registro sobre sua origem, esse exemplar único, com as características descritas pelo chefe da tribo urewera, havia passado despercebido no museu francês por mais de um século. A surpreendente descoberta pôs fim às dúvidas sobre a existência do kawekaweau, mas levantou novas questões. Qual seria a origem do animal empalhado? Como ele foi parar no museu? Mesmo sem saber responder a tais perguntas, os pesquisadores se detiveram a examinar o maior lagarto que já haviam visto, classificando-o, finalmente, sob o nome científico de Hoplodactylus delcourti.
A maioria das informações sobre o kawekaweau vem de suposições feitas a partir de dados observados em espécies similares. Sabe-se que os répteis da família Hoplodactylus apresentam características essencialmente terrestres e cores que variam entre marrom, cinza, amarelo, preto e, em alguns casos, verde ou vermelho-escuro. De hábitos noturnos ou diurnos, a maioria desses répteis passa a maior parte do tempo tomando banho de sol. Em busca de comida, eles possuem grande habilidade para escalar árvores e arbustos.
No caso dos Hoplodactylus delcourti, presume-se que foram importantes predadores e que consumiam uma ampla variedade de alimentos, inclusive plantas, o que lhes conferia a função de polinizadores dentro do ecossistema neozelandês. Infelizmente, essa espécie desapareceu antes que pudesse ser feito qualquer estudo sobre seu comportamento ou suas características biológicas. Tampouco se sabe as causas da sua extinção. Os cientistas acreditam que mudanças dramáticas no habitat e o impacto da introdução de predadores como ratos, doninhas e gatos, desde o início da colonização da Nova Zelândia, há mais de 1000 anos, tiveram um papel significativo no desaparecimento desse que é considerado o maior lagarto do mundo.

Kawekaweau
Nome científico: Hoplodactylus delcourti
Ano da extinção: 1870
Habitat: Ilha do Norte, Nova Zelândia

terça-feira, 1 de março de 2011

O fim do pequeno Ula - Havai

O FIM DO PEQUENO ULA - Havai



Só alguns poucos felizardos tiveram a sorte de ver um dos passarinhos mais bonitos do mundo, o ula-ai-hawane, nome que em havaiano significa "pássaro vermelho que se alimenta da palmeira hawane". O pequeno ula, que media apenas 11 centímetros, vivia principalmente no alto das montanhas Kohala, na ilha americana do Havaí, apesar de habitar também as florestas de Hilo e Ieeward, repletas da palmeira da qual ele se alimentava. Os nativos adoravam a linda ave multicolorida de canto mavioso. Mas até para eles era difícil avistar o passarinho, que se escondia ao menor sinal de presença humana. O ula foi visto pela última vez em 1892, e depois disso foi considerado extinto.
Suas penas vermelhas, prateadas e pretas, que formavam uma combinação única, encantaram os primeiros ornitólogos europeus que começaram a explorar o Havaí, no século 19. O colorido das penas fazia um contraste surpreendente com os pés em tons de amarelo-claro e o bico preto do pássaro. O filhote era ainda mais bonito. O peito tinha uma coloração azul-acinzentada, enquanto o resto do corpo era marrom. As asas e o rabo eram pretos e a cabeça, esverdeada.
Tanto para os europeus como para os nativos, era motivo de orgulho conseguir pegar o belo e arisco ula. A maioria das expedições científicas ao Havaí tinha como um dos principais objetivos a observação do passarinho. Hoje, para ver de perto um deles, só indo a museus de história natural da Europa e dos Estados Unidos. Há cinco deles, empalhados - dois estão no próprio Havaí, um está em Londres, outro se encontra na Universidade Harvard, em Boston, e o último, em Nova York. O primeiro pássaro foi coletado em 1859. Poucos anos depois, em 1892, o último exemplar seria pego por nativos, que à época contaram ter visto outros ulas no mesmo lugar, nas montanhas Kohala. Várias expedições foram feitas até lá, mas o pássaro nunca mais foi encontrado. O ornitólogo britânico Henry Palmer chegou a oferecer, em vão, recompensas para quem avistasse a ave. Ninguém se conformava com o desaparecimento de um dos passarinhos mais encantadores do mundo.
O sumiço do ula tem a ver com a ação do homem, embora indiretamente. Não se sabe exatamente por que e como o pássaro foi extinto. Mas, como sua única fonte de alimentação eram as folhas da palmeira hawane, acredita-se que a escassez da planta, provocada pelo desmatamento desenfreado, tenha levado à extinção da ave. As populações do passarinho eram pequenas, e restritas a áreas geográficas bem definidas, o que deve ter deixado a ave sem opções de alimentos. Pouco antes do seu desaparecimento, os havaianos haviam sido incentivados pelo governo dos Estados Unidos (que anexariam o território em 1898) a plantar mais cana-de-açúcar e abacaxi, duas culturas bastante rentáveis na época, o que ocasionou a derrubada de muitas florestas. O delicado ula não resistiu à radical mudança de seu meio ambiente e foi uma das primeiras espécies havaianas a desaparecer.

Ula-ai-Hawane
Nome científico: Ciridops anna
Ano da extinção: 1892
Habitat: florestas do Havaí