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sexta-feira, 23 de março de 2018

Último estudo de Stephen Hawking sugeriria existência de universos paralelos


Último estudo de Stephen Hawking sugeriria existência de universos paralelos


De acordo com o jornal britânico Sunday Times, o esudo em questão é um trabalho matemático que passou por suas última revisão em 4 de março e do qual Hawking é coautor. O cientista teria finalizado sua participação na pesquisa quando já estava em seu leito de morte.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Feitiço do Tempo - Saúde


Feitiço do Tempo - Saúde


Eles são vermes transparentes que não medem mais do que 1 milímetro de ponta a ponta. Atendem por nematóides e vêm provocando muita inveja. Pois a ciência conseguiu prolongar barbaramente o seu tempo de vida. Na Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, os nematóides se mexem menos do que o normal e comem menos também. Como um carro que roda pouco e conserva melhor seu motor, os vermes canadenses têm sobrevivido cinqüenta dias. É um período enorme, uma vez que nematóides morrem, em média, nove dias depois de terem nascido. Se a ciência obtiver, no futuro, um resultado semelhante com o homem, isso seria o mesmo que vê-lo apagar 420 velinhas.

sábado, 4 de maio de 2013

Rick Moranis Filmes, Personagens de Sucesso


Rick Moranis Filmes, Personagens de Sucesso

Rick Moranis, o maior nerd dos anos 80

Caso você nao conheça Rick Moranis é um ator canadense que fez sucesso principalmente durante os anos 80, com os seus filmes de comédia

sexta-feira, 17 de junho de 2011

UM IRMÃOZINHO NO ESPAÇO - Satélite Artificial

UM IRMÃOZINHO NO ESPAÇO - Satélite Artificial



Com 5,9 toneladas, o canadense Anik F-2 é o maior satélite de telecomunicações em órbita da Terra. Ele foi lançado ao espaço no dia 17 de julho de 2004 pelo foguete europeu Ariane-5, que decolou do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa. O satélite pertence à empresa de telefonia canadense Telesat e, durante 15 anos, vai oferecer acesso à internet de alta velocidade e transmissão de imagens para a América do Norte. O Anik F-2 trabalha 35 000 quilômetros acima da linha do Equador, a 111,1 graus de longitude oeste, em posição geoestacionária - ou seja, sempre se mantém no mesmo lugar em relação ao planeta. Ele é o 150 satélite de telecomunicações da Telesat e o décimo em parceria com a Boeing, que construiu o equipamento.
A versão mais recente do Anik tem 14 refletores, com tamanhos que variam de 51 a 140 centímetros, e supera em dez vezes o tamanho da primeira geração de satélites do país, lançada em 1972. O F-2 carrega a bordo a inovadora tecnologia de banda-Ku, desenvolvida pela agência espacial canadense e por empresas privadas de telecomunicações. Essa tecnologia de baixo custo vai transmitir dados para as regiões mais distantes do Canadá, facilitando o acesso a serviços de telemedicina, educação a distância e comércio eletrônico. Uma curiosidade: apesar de ser o maior objeto do gênero no espaço, Anik significa "irmãozinho" na linguagem da tribo Inuit, nativa do Canadá.


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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pesquisadores descobrem 'floresta mumificada' no Canadá

16/12/2010 16h20 - Atualizado em 17/12/2010 09h47

Pesquisadores descobrem 'floresta mumificada' no Canadá
Árvores foram encontradas na ilha de Ellesmere, no Canadá.
Plantas teriam sido enterradas entre 2 e 8 milhões de anos atrás.


Pesquisadores da Universidade estadual de Ohio, nos Estados Unidos, descobriram uma floresta "mumificada" na ilha de Ellesmere, no Canadá. O derretimento de um glaciar no local revelou as árvores, enterradas entre 2 a 8 milhões de anos atrás. Segundos os especialistas, a evidência servirá de material de estudo para avaliar como as plantas reagem a grande mudanças climáticas. (Foto: Joel Barker / Universidade estadual de Ohio / AP Photo)


O conhecimento obtido a partir do estudo da floresta pode auxiliar na compreensão do efeito do aquecimento global em locais como o Ártico. As fotos foram divulgadas nesta quinta-feira (16) pela agência de notícias Associated Press. (Foto: Joel Barker / Universidade estadual de Ohio / AP Photo)

sábado, 15 de maio de 2010

Música ajuda desenvolvimento de bebês prematuros

28/05/09 - 11h23 - Atualizado em 28/05/09 - 12h25

Música ajuda desenvolvimento de bebês prematuros, diz estudo
Pesquisa canadense sugere que música reduz dores e estimula alimentação oral.

Uma pesquisa canadense sugere que os hospitais que tocam música para bebês prematuros ajudam no desenvolvimento destas crianças. De acordo com o estudo da Universidade de Alberta, a música pode acalmar os bebês e os pais, além de acelerar o ganho de peso e diminuir o tempo de permanência no hospital.

A música também teria efeitos benéficos em outros aspectos fisiológicos, como o batimento cardíaco e a taxa respiratória. A equipe canadense analisou nove estudos e descobriu que a música também reduz a dor e estimula a alimentação oral.

"Existem provas preliminares que sugerem que a música pode ter efeitos benéficos em termos de parâmetros fisiológicos, estados de comportamento e redução da dor durante procedimentos médicos dolorosos", afirmaram o autor do estudo, Manoj Kumar, e sua equipe de pesquisadores. "Mas, enquanto existem provas preliminares de alguns benefícios terapêuticos da música para indicações específicas, estes benefícios precisam ser confirmados em testes de alta qualidade."

'Muito interessante'
Para o professor de obstetrícia Andrew Shennan, da organização de caridade britânica voltada para bebês Tommy, "as provas preliminares de que a música tocada para bebês prematuros pode ter efeitos positivos no comportamento e na (redução da) dor é muito interessante."

"Nascimentos prematuros aumentaram nos últimos anos e continuam sendo um grande problema na Grã-Bretanha, algumas vezes resultando em problemas de saúde de longo prazo na vida da criança, incluindo paralisia cerebral, surdez, cegueira, problema pulmonar crônico, dificuldades de aprendizado e comportamento", afirmou

"Apesar de mais pesquisas serem necessárias nesta área, o estudo mostra que existem formas simples e baratas de garantir benefícios para a saúde de bebês prematuros", acrescentou.

Existem uma série de fatores que podem aumentar o risco de nascimentos prematuros, incluindo mães fumantes, infecções no útero, gravidez de gêmeos ou trigêmeos. A pesquisa foi publicada na revista especializada "Archives of Disease in Childhood".